{"id":4093,"date":"2021-04-23T05:21:15","date_gmt":"2021-04-23T05:21:15","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4093"},"modified":"2021-04-23T05:21:17","modified_gmt":"2021-04-23T05:21:17","slug":"astronomos-divulgam-novo-mapa-das-regioes-mais-externas-da-via-lactea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/04\/23\/astronomos-divulgam-novo-mapa-das-regioes-mais-externas-da-via-lactea\/","title":{"rendered":"Astr\u00f3nomos divulgam novo mapa das regi\u00f5es mais externas da Via L\u00e1ctea"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Usando dados de telesc\u00f3pios da NASA e da ESA, astr\u00f3nomos divulgaram um novo mapa do c\u00e9u da regi\u00e3o mais externa da nossa Gal\u00e1xia. Conhecida como halo gal\u00e1ctico, esta \u00e1rea fica fora dos bra\u00e7os espirais que formam o reconhec\u00edvel disco central da Via L\u00e1ctea e \u00e9 esparsamente povoada por estrelas. Embora o halo possa parecer quase vazio, tamb\u00e9m se prev\u00ea que contenha um reservat\u00f3rio massivo de mat\u00e9ria escura, uma subst\u00e2ncia misteriosa e invis\u00edvel que se pensa constituir a maior parte de toda a massa no Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados do novo mapa v\u00eam da miss\u00e3o Gaia da ESA e do NEOWISE (Near Earth Object Wide Field Infrared Survey Explorer) da NASA, que operou de 2009 a 2013 sob o nome WISE. O estudo faz uso de dados recolhidos pela nave espacial entre 2009 e 2018.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/i.postimg.cc\/fTHC7d8q\/1-pia24571-mw-halo-stars-map-annotated.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/1-pia24571-mw-halo-stars-map-annotated-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4094\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/1-pia24571-mw-halo-stars-map-annotated-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/1-pia24571-mw-halo-stars-map-annotated-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/1-pia24571-mw-halo-stars-map-annotated-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/1-pia24571-mw-halo-stars-map-annotated.jpg 1041w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Imagens da Via L\u00e1ctea e da Grande Nuvem de Magalh\u00e3es (GNM) sobrepostas a um mapa do halo gal\u00e1ctico circundante. A estrutura mais pequena \u00e9 um rastro criado pelo movimento da GNM pela regi\u00e3o. A maior caracter\u00edstica com tons azuis claro corresponde a uma densidade alta de estrelas observada no hemisf\u00e9rio norte da nossa Gal\u00e1xia. Cr\u00e9dito: NASA\/ESA\/JPL-Caltech\/Conroy et al. 2021; <a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/pia24571-mw-halo-stars-map.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ver vers\u00e3o n\u00e3o legendada<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O novo mapa revela como uma pequena gal\u00e1xia chamada Grande Nuvem de Magalh\u00e3es (GNM) &#8211; assim chamada porque \u00e9 a maior das duas gal\u00e1xias an\u00e3s que orbitam a Via L\u00e1ctea &#8211; navegou atrav\u00e9s do halo gal\u00e1ctico da Via L\u00e1ctea como um navio pela \u00e1gua, a sua gravidade criando um rastro nas estrelas por tr\u00e1s. A GNM est\u00e1 localizada a cerca de 160.000 anos-luz da Terra e tem menos de um-quarto da massa da Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora as por\u00e7\u00f5es internas do halo j\u00e1 tenham sido mapeadas com um alto n\u00edvel de precis\u00e3o, este \u00e9 o primeiro mapa a fornecer uma imagem semelhante das regi\u00f5es externas do halo, onde o rastro estelar se encontra \u2013 situadas a 200.000-325.000 anos-luz do Centro Gal\u00e1ctico. Estudos anteriores sugeriram a exist\u00eancia deste rastro, mas o mapa de todo o c\u00e9u confirma a sua presen\u00e7a e fornece uma vis\u00e3o detalhada da sua forma, tamanho e localiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta perturba\u00e7\u00e3o no halo tamb\u00e9m fornece aos astr\u00f3nomos a oportunidade de estudar algo que n\u00e3o podem observar diretamente: a mat\u00e9ria escura. Embora n\u00e3o emita, reflita ou absorva luz, a influ\u00eancia gravitacional da mat\u00e9ria escura foi observada em todo o Universo. Pensa-se que crie um &#8220;andaime&#8221; sobre o qual as gal\u00e1xias s\u00e3o constru\u00eddas, de modo que sem ela as gal\u00e1xias separar-se-iam enquanto giram. Estima-se que a mat\u00e9ria escura seja cinco vezes mais comum no Universo do que toda a mat\u00e9ria que emite e\/ou interage com a luz, desde estrelas a planetas e nuvens de g\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora existam v\u00e1rias teorias sobre a natureza da mat\u00e9ria escura, todas indicam que deve estar presente no halo da Via L\u00e1ctea. Se for esse o caso, \u00e0 medida que a GNM navega por esta regi\u00e3o, dever\u00e1 deixar um rastro na mat\u00e9ria escura tamb\u00e9m. O rastro observado no novo mapa estelar \u00e9 considerado o contorno do rastro de mat\u00e9ria escura; as estrelas s\u00e3o como folhas \u00e0 superf\u00edcie deste oceano invis\u00edvel, a sua posi\u00e7\u00e3o mudando com a mat\u00e9ria escura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A intera\u00e7\u00e3o entre a mat\u00e9ria escura e a Grande Nuvem de Magalh\u00e3es tem grandes implica\u00e7\u00f5es para a nossa Gal\u00e1xia. \u00c0 medida que a GNM orbita a Via L\u00e1ctea, a gravidade da mat\u00e9ria escura puxa-a e trava-a. Isto faz com que a \u00f3rbita da gal\u00e1xia an\u00e3 fique cada vez mais pequena, at\u00e9 que finalmente colida com a Via L\u00e1ctea daqui a cerca de 2 mil milh\u00f5es de anos. Estes tipos de fus\u00f5es podem ser os principais impulsionadores do crescimento de gal\u00e1xias massivas por todo o Universo. De facto, os astr\u00f3nomos pensam que a Via L\u00e1ctea se fundiu com outra gal\u00e1xia pequena h\u00e1 mais ou menos 10 mil milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este roubo de energia de uma gal\u00e1xia mais pequena n\u00e3o \u00e9 somente o motivo porque a GNM est\u00e1 a fundir-se com a Via L\u00e1ctea, \u00e9 tamb\u00e9m a raz\u00e3o de todas as fus\u00f5es gal\u00e1cticas,&#8221; disse Rohan Naidu, estudante de doutoramento em astronomia na Universidade de Harvard e coautor do novo artigo cient\u00edfico. &#8220;O rastro no nosso mapa \u00e9 uma confirma\u00e7\u00e3o realmente interessante de que a nossa imagem b\u00e1sica de como as gal\u00e1xias se fundem est\u00e1 correta!&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Uma oportunidade rara<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os autores do artigo tamb\u00e9m acham que o novo mapa &#8211; juntamente com dados adicionais e an\u00e1lises te\u00f3ricas &#8211; pode fornecer um teste para diferentes teorias sobre a natureza da mat\u00e9ria escura, como por exemplo se consiste de part\u00edculas, ou como a mat\u00e9ria normal, e quais as propriedades destas part\u00edculas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Podemos imaginar que o rastro de um barco ser\u00e1 diferente se estiver a navegar pela \u00e1gua ou pelo mel,&#8221; disse Charlie Conroy, professor na Universidade de Harvard e astr\u00f3nomo do Centro para Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian, coautor do estudo. &#8220;Neste caso, as propriedades do rastro s\u00e3o determinadas pela teoria da mat\u00e9ria escura que aplicarmos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conroy liderou a equipa que mapeou as posi\u00e7\u00f5es de mais de 1300 estrelas no halo. O desafio surgiu ao tentar medir a dist\u00e2ncia exata da Terra a uma grande parte dessas estrelas: muitas vezes \u00e9 imposs\u00edvel descobrir se uma estrela \u00e9 fraca e pr\u00f3xima ou brilhante e distante. A equipa usou dados da miss\u00e3o Gaia da ESA, que fornece a localiza\u00e7\u00e3o de muitas estrelas no c\u00e9u, mas n\u00e3o pode medir dist\u00e2ncias at\u00e9 \u00e0s estrelas nas regi\u00f5es externas da Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Depois de identificar estrelas provavelmente localizadas no halo (porque obviamente n\u00e3o estavam dentro da nossa Gal\u00e1xia ou da GNM), a equipa procurou estrelas pertencentes a uma classe de estrelas gigantes com uma &#8220;assinatura&#8221; de luz espec\u00edfica detet\u00e1vel pelo NEOWISE. O conhecimento das propriedades b\u00e1sicas das estrelas selecionadas permitiu \u00e0 equipa descobrir a sua dist\u00e2ncia \u00e0 Terra e criar o novo mapa. Este mapeia uma regi\u00e3o que come\u00e7a a cerca de 200.000 anos-luz do centro da Via L\u00e1ctea, ou onde o rastro da GNM est\u00e1 previsto come\u00e7ar, e estende-se aproximadamente 125.000 anos-luz para l\u00e1 dessa zona.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conroy e colegas foram inspirados a ca\u00e7ar o rastro da GNM depois de ficarem a saber de uma equipa de astrof\u00edsicos da Universidade do Arizona, em Tucson, EUA, que faz modelos de computador que preveem o aspeto da mat\u00e9ria escura no halo gal\u00e1ctico. Os dois grupos trabalharam juntos no novo estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um modelo da equipa do Arizona, inclu\u00eddo no novo estudo, previu a estrutura geral e a localiza\u00e7\u00e3o espec\u00edfica do rastro estelar revelado no novo mapa. Assim que os dados confirmaram que o modelo estava correto, a equipa p\u00f4de confirmar o que outras investiga\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m sugeriram: que a GNM est\u00e1 provavelmente na sua primeira \u00f3rbita em torno da Via L\u00e1ctea. Se a gal\u00e1xia an\u00e3 j\u00e1 tivesse conclu\u00eddo v\u00e1rias \u00f3rbitas, a forma e a localiza\u00e7\u00e3o do rastro seriam significativamente diferentes do que foi observado. Os astr\u00f3nomos pensam que a GNM se formou no mesmo ambiente que a Via L\u00e1ctea e outra gal\u00e1xia pr\u00f3xima, M31, e que est\u00e1 perto de completar uma longa primeira \u00f3rbita em torno da nossa Gal\u00e1xia (cerca de 13 mil milh\u00f5es de anos). A sua pr\u00f3xima \u00f3rbita ser\u00e1 muito mais pequena devido \u00e0 sua intera\u00e7\u00e3o com a Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A confirma\u00e7\u00e3o da nossa previs\u00e3o te\u00f3rica com dados observacionais diz-nos que a nossa compreens\u00e3o da intera\u00e7\u00e3o entre estas duas gal\u00e1xias, incluindo a mat\u00e9ria escura, est\u00e1 no caminho certo,&#8221; disse Nicol\u00e1s Garavito-Camargo, estudante de doutoramento na Universidade do Arizona, que liderou os trabalhos do modelo usado no artigo cient\u00edfico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O novo mapa tamb\u00e9m fornece aos astr\u00f3nomos uma oportunidade rara de testar as propriedades da mat\u00e9ria escura (a \u00e1gua ou o mel imagin\u00e1rios) na nossa pr\u00f3pria Gal\u00e1xia. No novo estudo, Garavito-Camargo e colegas usaram uma teoria popular da mat\u00e9ria escura chamada mat\u00e9ria escura fria que se ajusta relativamente bem ao mapa estelar observado. Agora, a equipa da Universidade do Arizona est\u00e1 a executar simula\u00e7\u00f5es que usam diferentes teorias da mat\u00e9ria escura para ver qual delas corresponde ao rastro estelar observado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 um conjunto realmente especial de circunst\u00e2ncias que se juntaram para criar este cen\u00e1rio que nos permite testar as nossas teorias da mat\u00e9ria escura,&#8221; disse Gurtina Besla, coautora do estudo e professora associada na Universidade do Arizona. &#8220;Mas s\u00f3 podemos realizar este teste com a combina\u00e7\u00e3o deste novo mapa e das simula\u00e7\u00f5es de mat\u00e9ria escura que constru\u00edmos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lan\u00e7ada em 2009, a nave espacial WISE foi colocada em hiberna\u00e7\u00e3o em 2011 ap\u00f3s completar a sua miss\u00e3o principal. Em setembro de 2013, a NASA reativou-a com o objetivo principal de rastrear objetos pr\u00f3ximos da Terra, e a miss\u00e3o e espa\u00e7onave mudaram de nome para NEOWISE.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Simulation of Dark Matter in the Milky Way Halo\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/bvcFHSJTJHU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/jpl\/astronomers-release-new-all-sky-map-of-milky-way-s-outer-reaches\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.cfa.harvard.edu\/news\/astronomers-release-new-all-sky-map-milky-ways-outer-reaches\" target=\"_blank\">\/\/ Centro para Astrof\u00edsica | Harvard &amp; Smithsonian (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-021-03385-7\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2104.09515\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2021-04-astronomers-all-sky-milky-outer.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/tvi24.iol.pt\/tecnologia\/internacional\/galaxia-ana-ira-colidir-com-via-lactea-dentro-de-dois-mil-milhoes-de-anos\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">tvi24<\/a><br><a href=\"https:\/\/observador.pt\/2021\/04\/21\/galaxia-ana-vai-colidir-com-via-lactea-dentro-de-2-mil-milhoes-de-anos-diz-estudo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Observador<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Via L\u00e1ctea:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Milky_Way\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/messier.seds.org\/more\/mw.html\" target=\"_blank\">SEDS<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Grande Nuvem de Magalh\u00e3es:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large_Magellanic_Cloud\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/messier.seds.org\/xtra\/ngc\/lmc.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mat\u00e9ria escura:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Dark_matter\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cold_dark_matter\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Mat\u00e9ria escura fria (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>WISE:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Wide-field_Infrared_Survey_Explorer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/neo.jpl.nasa.gov\/stats\/wise\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NEOWISE (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/wise.ssl.berkeley.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">U. Berkeley<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/gaia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gaia\/ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/gsaweb.ast.cam.ac.uk\/alerts\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa Alertas de Ci\u00eancia Fotom\u00e9trica do Gaia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\/early-data-release-3\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EDR3 do Gaia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.spaceflight101.com\/gaia-spacecraft-overview.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACEFLIGHT101<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Usando dados de telesc\u00f3pios da NASA e da ESA, astr\u00f3nomos divulgaram um novo mapa do c\u00e9u da regi\u00e3o mais externa da nossa Gal\u00e1xia. 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