{"id":4050,"date":"2021-04-09T05:20:34","date_gmt":"2021-04-09T05:20:34","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4050"},"modified":"2021-04-09T05:20:45","modified_gmt":"2021-04-09T05:20:45","slug":"tres-anas-castanhas-podem-revelar-um-limite-de-velocidade-de-rotacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/04\/09\/tres-anas-castanhas-podem-revelar-um-limite-de-velocidade-de-rotacao\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas an\u00e3s castanhas podem revelar um limite de velocidade de rota\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Usando dados do Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer da NASA, os cientistas identificaram as tr\u00eas an\u00e3s castanhas com mais alta rota\u00e7\u00e3o j\u00e1 encontradas. Mais massivas do que a maioria dos planetas, mas n\u00e3o massivas o suficiente para brilhar como estrelas, as an\u00e3s castanhas s\u00e3o objetos interm\u00e9dios. E embora n\u00e3o sejam t\u00e3o conhecidas do p\u00fablico como as estrelas e como os planetas, pensa-se que existam milhares de milh\u00f5es na Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Num estudo a ser publicado na revista The Astronomical Journal, a equipa que fez as novas medi\u00e7\u00f5es de velocidade argumenta que estes tr\u00eas astros podem estar a aproximar-se de um limite de velocidade de rota\u00e7\u00e3o para todas as an\u00e3s castanhas, al\u00e9m do qual se fragmentariam. As an\u00e3s castanhas de r\u00e1pida rota\u00e7\u00e3o t\u00eam quase o mesmo di\u00e2metro que J\u00fapiter, mas entre 40 e 70 vezes mais massa. Cada uma delas gira cerca de uma vez a cada 1,4 horas, ao passo que J\u00fapiter completa uma rota\u00e7\u00e3o a cada 10 horas. Com base no seu tamanho, isto significa que a maior das tr\u00eas an\u00e3s castanhas gira a mais de 100 quil\u00f3metros por segundo, ou cerca de 360.000 por hora.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/pia24380-fastest-brown-dwarf-still-image-1-16.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"554\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/pia24380-fastest-brown-dwarf-still-image-1-16.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4051\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/pia24380-fastest-brown-dwarf-still-image-1-16.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/pia24380-fastest-brown-dwarf-still-image-1-16-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/pia24380-fastest-brown-dwarf-still-image-1-16-768x432.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>Quanto mais depressa uma an\u00e3 castanha gira, mais estreitas as bandas de cores diferentes na sua atmosfera provavelmente se tornam, como visto nesta ilustra\u00e7\u00e3o. Algumas an\u00e3s castanhas brilham no vis\u00edvel, mas s\u00e3o geralmente mais brilhantes no infravermelho, para l\u00e1 do que o olho humano consegue ver.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As medi\u00e7\u00f5es de velocidade foram feitas usando dados do Spitzer, que a NASA aposentou em janeiro de 2020 (as an\u00e3s castanhas foram descobertas pelo 2MASS, ou Two Micron All Sky Survey, que durou at\u00e9 2001). A equipa ent\u00e3o corroborou as suas descobertas invulgares atrav\u00e9s de observa\u00e7\u00f5es com os telesc\u00f3pios terrestres Gemini North e Magellan.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As an\u00e3s castanhas, como estrelas ou planetas, j\u00e1 est\u00e3o a girar quando se formam. \u00c0 medida que arrefecem e se contraem, giram mais depressa, como quando uma patinadora no gelo puxa os bra\u00e7os para o corpo. Os cientistas mediram a rota\u00e7\u00e3o de aproximadamente 80 an\u00e3s castanhas, e variam entre menos de 2 horas (incluindo as tr\u00eas novas entradas) e dezenas de horas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com tanta variedade entre as velocidades das an\u00e3s castanhas j\u00e1 medidas, os autores do novo estudo ficaram surpreendidos em saber que as tr\u00eas an\u00e3s castanhas com rota\u00e7\u00e3o mais elevada t\u00eam quase o mesmo valor (cerca de uma rota\u00e7\u00e3o por hora). Isto n\u00e3o pode ser atribu\u00eddo \u00e0s an\u00e3s castanhas terem sido formadas juntas ou a estarem no mesmo est\u00e1gio de desenvolvimento, porque s\u00e3o fisicamente diferentes: uma \u00e9 uma an\u00e3 castanha quente, uma \u00e9 fria e a outra fica no meio. Dado que as an\u00e3s castanhas arrefecem \u00e0 medida que envelhecem, as diferen\u00e7as de temperatura sugerem que estas an\u00e3s castanhas t\u00eam idades diferentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os autores n\u00e3o consideram isto uma coincid\u00eancia. Pensam que os membros deste trio veloz alcan\u00e7aram o limite de velocidade de rota\u00e7\u00e3o, al\u00e9m do qual uma an\u00e3 branca pode fragmentar-se.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todos os objetos com rota\u00e7\u00e3o geram for\u00e7a centr\u00edpeta, que aumenta quanto mais r\u00e1pido o objeto gira. Num carrossel, esta for\u00e7a pode lan\u00e7ar as pessoas dos seus assentos; nas estrelas e nos planetas, pode separar o objeto. Antes de um objeto girat\u00f3rio se quebrar, geralmente come\u00e7a a criar um bojo no seu equador \u00e0 medida que se deforma sob press\u00e3o. Os cientistas chamam isto de obla\u00e7\u00e3o. Saturno, que gira uma vez a cada 10 horas como J\u00fapiter, tem uma obla\u00e7\u00e3o percet\u00edvel. Com base nas caracter\u00edsticas conhecidas das an\u00e3s castanhas, provavelmente t\u00eam graus semelhantes de obla\u00e7\u00e3o, de acordo com os autores do artigo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/e2-pia24376-short_movie-flattening_of_brown_dwarf_jupiter_and_saturn.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.postimg.cc\/L68kqwVn\/e2-pia24376-short-movie-flattening-of-brown-dwarf-jupiter-and-saturn.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Todos os objetos girat\u00f3rios, desde carross\u00e9is a planetas, geram for\u00e7a centr\u00edpeta. Se um planeta girar demasiado depressa, pode fragmentar-se. Antes disso acontecer, o planeta vai passar por um &#8220;achatamento&#8221;, criando um bojo no equador, tal como visto na ilustra\u00e7\u00e3o de uma an\u00e3 castanha, em J\u00fapiter e em Saturno.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Atingindo o limite de velocidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Considerando que as an\u00e3s castanhas tendem a acelerar \u00e0 medida que envelhecem, ser\u00e1 que estes objetos excedem regularmente o seu limite de velocidade de rota\u00e7\u00e3o e s\u00e3o dilacerados? Noutros objetos c\u00f3smicos, como estrelas, existem mecanismos naturais de travagem que os impedem de se destru\u00edrem. Ainda n\u00e3o est\u00e1 claro se existem mecanismos semelhantes nas an\u00e3s castanhas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Seria bem espetacular encontrar uma an\u00e3 castanha a girar t\u00e3o depressa para libertar a sua atmosfera para o espa\u00e7o,&#8221; disse Megan Tannock, candidata a doutoramento na Western University em Londres, Ont\u00e1rio, Canad\u00e1, autora principal do novo estudo. &#8220;Mas, at\u00e9 agora, n\u00e3o encontr\u00e1mos tal coisa. Acho que isso deve significar que ou algo est\u00e1 a travar as an\u00e3s castanhas antes de atingirem esse extremo ou que n\u00e3o conseguem atingir estes valores em primeiro lugar. O resultado do nosso trabalho suporta algum tipo de limite de velocidade de rota\u00e7\u00e3o, mas ainda n\u00e3o temos a certeza do motivo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A velocidade m\u00e1xima de rota\u00e7\u00e3o de qualquer objeto \u00e9 determinada n\u00e3o apenas pela sua massa total, mas tamb\u00e9m por como essa massa \u00e9 distribu\u00edda. \u00c9 por isso que quando est\u00e3o envolvidas velocidades de rota\u00e7\u00e3o muito elevadas, torna-se muito importante compreender a estrutura interna de uma an\u00e3 castanha: o material provavelmente move-se e deforma-se de maneiras que podem mudar a velocidade com que o objeto pode girar. Semelhante a planetas gasosos como J\u00fapiter e Saturno, as an\u00e3s castanhas s\u00e3o compostas principalmente por hidrog\u00e9nio e h\u00e9lio.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/pia23685-e3-16.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.postimg.cc\/BnGq79wv\/pia23685-e3-16.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>As an\u00e3s castanhas s\u00e3o mais massivas do que a maioria dos planetas mas n\u00e3o t\u00e3o massivas quanto as estrelas. Em termos gerais, t\u00eam entre 13 e 80 vezes a massa de J\u00fapiter. Uma an\u00e3 castanha torna-se uma estrela se a press\u00e3o no seu n\u00facleo ficar alta o suficiente para dar in\u00edcio \u00e0 fus\u00e3o nuclear.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas tamb\u00e9m s\u00e3o significativamente mais densas do que a maioria dos planetas gigantes. Os cientistas pensam que o hidrog\u00e9nio no n\u00facleo de uma an\u00e3 castanha est\u00e1 sob press\u00f5es t\u00e3o tremendas que come\u00e7a a comportar-se como um metal em vez de um g\u00e1s inerte: tem eletr\u00f5es condutores flutuantes, muito parecidos a um condutor de cobre. Isto muda a forma como o calor \u00e9 conduzido pelo interior e, com rota\u00e7\u00f5es muito r\u00e1pidas, tamb\u00e9m pode afetar a forma como a massa dentro de um objeto astron\u00f3mico \u00e9 distribu\u00edda.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este estado do hidrog\u00e9nio, ou qualquer g\u00e1s sob press\u00e3o extrema, ainda \u00e9 muito enigm\u00e1tico,&#8221; disse Stanimir Metchev, coautor do artigo e Instituto de Explora\u00e7\u00e3o Terrestre e Espacial da Western University. &#8220;\u00c9 extremamente desafiador reproduzir este estado da mat\u00e9ria, mesmo nos laborat\u00f3rios de f\u00edsica de alta press\u00e3o mais avan\u00e7ados.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os f\u00edsicos usam observa\u00e7\u00f5es, dados de laborat\u00f3rio e matem\u00e1tica para criar modelos de como devem ser os interiores das an\u00e3s castanhas e como devem comportar-se, mesmo sob condi\u00e7\u00f5es extremas. Mas os modelos atuais mostram que a velocidade m\u00e1xima de rota\u00e7\u00e3o das an\u00e3s castanhas deve ser cerca de 50% a 80% maior do que o per\u00edodo de rota\u00e7\u00e3o de uma hora descrito no novo estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 poss\u00edvel que estas teorias ainda n\u00e3o tenham a imagem completa,&#8221; disse Metchev. &#8220;Algum fator n\u00e3o apreciado pode estar em jogo que n\u00e3o deixa a an\u00e3 castanha girar mais depressa.&#8221; Observa\u00e7\u00f5es adicionais e trabalhos te\u00f3ricos podem ainda revelar se h\u00e1 algum mecanismo de travagem que impede as an\u00e3s castanhas de se autodestru\u00edrem e se existem an\u00e3s castanhas que giram ainda mais depressa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"NASA\u2019s Spitzer Measures Fastest Spinning Brown Dwarf\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/eCBThA8VxHU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/jpl\/trio-of-fast-spinning-brown-dwarfs-may-reveal-a-rotational-speed-limit\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.westernu.ca\/2021\/04\/brown-dwarf-discovery\/\" target=\"_blank\">\/\/ Western University (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/noirlab.edu\/public\/news\/noirlab2114\/\" target=\"_blank\">\/\/ NOIRLab (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.gemini.edu\/pr\/caught-speeding-clocking-fastest-spinning-brown-dwarfs\" target=\"_blank\">\/\/ Observat\u00f3rio Gemini (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2103.01990\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2021-04-caught-clocking-fastest-spinning-brown-dwarfs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/a-trio-of-extreme-brown-dwarfs-have-been-found-spinning-1846637281\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gizmodo<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>2MASS J04070752+1546457:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/simbad.u-strasbg.fr\/simbad\/sim-basic?Ident=2MASS+J04070752+1546457\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Simbad<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/2MASS_J04070752+1546457\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>2MASS J12195156+3128497:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/simbad.u-strasbg.fr\/simbad\/sim-basic?Ident=SDSS+J121951.45+312849.4\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Simbad<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/2MASS_J12195156+3128497\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>2MASS J03480772\u22126022270:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/simbad.u-strasbg.fr\/simbad\/sim-id?Ident=@3056308&amp;Name=2MASS%20J03480772-6022270\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Simbad<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/2MASS_J03480772%E2%88%926022270\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3s castanhas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Brown_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/vision\/universe\/starsgalaxies\/brown_dwarf_detectives.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.darkstar1.co.uk\/ds3.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Andy Lloyd&#8217;s Dark Star Theory<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/spitzer\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/ssc.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro Espacial Spitzer<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Spitzer_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>2MASS:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.ipac.caltech.edu\/2mass\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/2MASS\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Gemini:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.gemini.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gemini_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Magellan:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.lco.cl\/telescopes-information\/magellan\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Observat\u00f3rio Las Campanas<\/a><br><a href=\"http:\/\/obs.carnegiescience.edu\/Magellan\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instituto Carnegie<\/a><br><a href=\"https:\/\/visao.as.arizona.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade do Arizona<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Magellan_Telescopes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Usando dados do Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer da NASA, os cientistas identificaram as tr\u00eas an\u00e3s castanhas com mais alta rota\u00e7\u00e3o j\u00e1 encontradas. 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