{"id":4012,"date":"2021-03-23T06:32:10","date_gmt":"2021-03-23T06:32:10","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=4012"},"modified":"2021-03-23T06:32:22","modified_gmt":"2021-03-23T06:32:22","slug":"hubble-mostra-que-fluxos-torrenciais-de-protoestrelas-podem-nao-impedi-las-de-crescer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/03\/23\/hubble-mostra-que-fluxos-torrenciais-de-protoestrelas-podem-nao-impedi-las-de-crescer\/","title":{"rendered":"Hubble mostra que fluxos torrenciais de protoestrelas podem n\u00e3o impedi-las de crescer"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora a nossa Gal\u00e1xia seja uma cidade imensa com pelo menos 200 mil milh\u00f5es de estrelas, os detalhes de como se formaram permanecem envoltos em mist\u00e9rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas sabem que as estrelas se formam a partir do colapso de enormes nuvens de hidrog\u00e9nio que s\u00e3o comprimidas pela gravidade at\u00e9 ao ponto de igni\u00e7\u00e3o da fus\u00e3o nuclear. Mas apenas mais ou menos 30% da massa inicial da nuvem termina como uma estrela rec\u00e9m-nascida. Para onde vai o resto do hidrog\u00e9nio durante um processo t\u00e3o ineficiente?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sup\u00f5e-se que uma estrela rec\u00e9m-formada liberte uma grande quantidade de g\u00e1s quente por meio de jatos em forma de sabre de luz e ventos semelhantes a furac\u00f5es lan\u00e7ados do disco circundante por poderosos campos magn\u00e9ticos. Estes fogos de artif\u00edcio devem impedir o crescimento da estrela central. Mas um novo e abrangente levantamento do Hubble mostra que esta explica\u00e7\u00e3o mais comum n\u00e3o parece funcionar, confundindo os astr\u00f3nomos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/stsci-h-p2106a-m-2000x1736.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"922\" height=\"800\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/stsci-h-p2106a-m-2000x1736-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4013\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/stsci-h-p2106a-m-2000x1736-1.png 922w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/stsci-h-p2106a-m-2000x1736-1-300x260.png 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/stsci-h-p2106a-m-2000x1736-1-768x666.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 922px) 100vw, 922px\" \/><\/a><figcaption>Estas quatro imagens obtidas pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA revelam o ca\u00f3tico nascimento estelar no complexo de Orionte, a maior e mais pr\u00f3xima regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar. As fotos mostram estrelas beb\u00e9s enterradas nos seus casulos gasosos empoeirados que anunciam os seus nascimentos por meio de ventos poderosos e pares de jatos girat\u00f3rios parecidos as aspersores que disparam em dire\u00e7\u00f5es opostas. A luz no infravermelho pr\u00f3ximo perfura a regi\u00e3o empoeirada para revelar detalhes do processo de nascimento. Os fluxos estelares est\u00e3o a formar cavidades dentro da nuvem gasosa de hidrog\u00e9nio. Este est\u00e1gio relativamente breve de nascimento dura cerca de 500.000 anos. Embora envoltas em poeira, as pr\u00f3prias estrelas emite m radia\u00e7\u00e3o poderosa que atinge as paredes da cavidade e espalha gr\u00e3os de poeira, iluminando com luz infravermelha as lacunas nos inv\u00f3lucros gasosos. Os astr\u00f3nomos descobriram que as cavidades na nuvem de g\u00e1s circundante, esculpidas pelo fluxo de fluxo protoestelar, n\u00e3o cresciam regularmente \u00e0 medida que amadureciam, como prop\u00f5em as teorias. As protoestrelas foram fotografadas no infravermelho pelo instrumento WFC3 do Hubble. As imagens foram obtidas dia 14 de novembro de 2009, dia 25 de janeiro, 11 de fevereiro e 11 de agosto de 2010.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, STScI, N. Habel e S. T. Megeath (Universidade de Toledo) (ver vers\u00e3o n\u00e3o legendada)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores usaram dados previamente recolhidos pelos telesc\u00f3pios espaciais Hubble e Spitzer da NASA e pelo Telesc\u00f3pio Espacial Herschel da ESA para analisar 304 estrelas em desenvolvimento, chamadas protoestrelas, no complexo de Orionte, a maior e mais pr\u00f3xima regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar (o Spitzer e o Herschel j\u00e1 n\u00e3o est\u00e3o operacionais).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Neste que \u00e9 at\u00e9 \u00e0 data o maior levantamento de estrelas nascentes, os cientistas est\u00e3o a descobrir que a elimina\u00e7\u00e3o do g\u00e1s pelo escoamento de uma estrela pode n\u00e3o ser t\u00e3o importante na determina\u00e7\u00e3o da sua massa final como sugerem as teorias convencionais. O objetivo dos investigadores era determinar se os fluxos estelares interrompiam a queda de g\u00e1s numa estrela e impediam o seu crescimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em vez disso, descobriram que as cavidades na nuvem de g\u00e1s circundante, esculpidas pelo fluxo de uma estrela em forma\u00e7\u00e3o, n\u00e3o cresciam regularmente \u00e0 medida que amadureciam, como prop\u00f5em as teorias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Num modelo de forma\u00e7\u00e3o estelar, se come\u00e7armos com uma pequena cavidade, \u00e0 medida que a protoestrela rapidamente se torna mais evolu\u00edda, o seu fluxo cria uma cavidade cada vez maior at\u00e9 que o g\u00e1s circundante \u00e9 eventualmente expelido, deixando uma estrela isolada,&#8221; explicou o l\u00edder da investiga\u00e7\u00e3o Nola Habel da Universidade de Toledo, no estado norte-americano do Ohio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As nossas observa\u00e7\u00f5es indicam que n\u00e3o h\u00e1 um crescimento progressivo que podemos encontrar, de modo que as cavidades n\u00e3o est\u00e3o a crescer at\u00e9 que empurrem toda a massa da nuvem. Portanto, deve haver algum outro processo a acontecer que elimina o g\u00e1s que n\u00e3o acaba na estrela.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados da equipa v\u00e3o aparecer numa pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o da revista The Astrophysical Journal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Nasce uma estrela<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante o est\u00e1gio relativamente breve de nascimento de uma estrela, que dura apenas mais ou menos 500.000 anos, a estrela rapidamente aumenta de massa. O que complica as coisas \u00e9 que, conforme a estrela cresce, ela lan\u00e7a um vento, bem como um par de jatos girat\u00f3rios parecidos a aspersores que disparam em dire\u00e7\u00f5es opostas. Estes fluxos come\u00e7am a corroer a nuvem circundante, criando cavidades no g\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/stsci-h-p2106c-m-1297x2000.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.postimg.cc\/ZYMCR127\/stsci-h-p2106c-m-1297x2000.png\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Esta imagem obtida no solo fornece uma vis\u00e3o mais ampla de todo o complexo da nuvem de Orionte, a maior e mais pr\u00f3xima regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar. O material vermelho \u00e9 hidrog\u00e9nio gasoso ionizado e aquecido pela radia\u00e7\u00e3o ultravioleta de estrelas massivas em Orionte. As estrelas formam-se em nuvens de hidrog\u00e9nio gasoso frio que s\u00e3o invis\u00edveis ou aparecem como regi\u00f5es escuras nesta imagem. A forma crescente \u00e9 conhecida como Loop de Barnard e envolve parcialmente a figura da constela\u00e7\u00e3o de Orionte, o Ca\u00e7ador. A cintura do Ca\u00e7ador \u00e9 a cadeia diagonal de tr\u00eas estrelas no centro da imagem. Os seus p\u00e9s s\u00e3o as brilhantes estrelas Saiph (em baixo \u00e0 esquerda) e Rigel (em baixo \u00e0 direita). Esta paisagem abrange dezenas de milhares de estrelas que se formaram e ganharam vida. Muitas ainda est\u00e3o envoltas nos seus casulos natais de g\u00e1s e poeira e s\u00f3 s\u00e3o vistas no infravermelho. A linha ondulante de pontos amarelos, que come\u00e7a em baixo \u00e0 esquerda, \u00e9 uma imagem sobreposta de 304 protoestrelas obtida pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA. Os investigadores usaram os telesc\u00f3pios espaciais Hubble e Spitzer da NASA e o Telesc\u00f3pio Espacial Herschel da ESA para analisar como os fluxos das estrelas beb\u00e9s esculpem cavidades nas vastas nuvens de g\u00e1s. O estudo \u00e9 o maior levantamento j\u00e1 feito sobre estrelas em desenvolvimento.<br>Cr\u00e9dito: Cortesia de R. B. Andreo, DeepSkyColors.com; Sobreposi\u00e7\u00e3o dos dados: NASA, ESA, STScI, N. Habel e S. T. Megeath (Universidade de Toledo)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As teorias populares preveem que, \u00e0 medida que a jovem estrela evolui e o fluxo continua, as cavidades ficam mais largas at\u00e9 que toda a nuvem de g\u00e1s em torno da estrela \u00e9 completamente afastada. Com o &#8220;tanque de combust\u00edvel&#8221; vazio, a estrela para de acumular massa &#8211; por outras palavras, para de crescer.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para procurar o crescimento da cavidade, os investigadores primeiro classificaram as protoestrelas por idade, analisando os dados do Herschel e Spitzer da emiss\u00e3o de luz de cada estrela. As protoestrelas nas observa\u00e7\u00f5es do Hubble tamb\u00e9m foram observadas como parte do Levantamento de Protoestrelas de Orionte do telesc\u00f3pio Herschel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De seguida, os astr\u00f3nomos observaram as cavidades no infravermelho pr\u00f3ximo com os instrumentos NICMOS (Near-infrared Camera and Multi-object Spectrometer) e WFC3 (Wide Field Camera 3). As observa\u00e7\u00f5es foram feitas entre 2008 e 2017. Embora as pr\u00f3prias estrelas estejam envoltas em poeira, elas emitem radia\u00e7\u00e3o poderosa que atinge as paredes da cavidade e espalha gr\u00e3os de poeira iluminando as lacunas nos inv\u00f3lucros gasosos no infravermelho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As imagens do Hubble revelam os detalhes das cavidades produzidas pelas protoestrelas em v\u00e1rios est\u00e1gios de evolu\u00e7\u00e3o. A equipa de Habel usou as imagens para medir as formas das estruturas e estimar os volumes de g\u00e1s libertados para formar as cavidades. A partir desta an\u00e1lise, puderam estimar a quantidade de massa que foi eliminada pelas explos\u00f5es estelares.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Descobrimos que no final da fase protoestelar, onde a maior parte do g\u00e1s caiu da nuvem circundante para a estrela, v\u00e1rias estrelas jovens ainda t\u00eam cavidades bastante estreitas,&#8221; disse o membro da equipa Tom Megeath da Universidade de Toledo. &#8220;Ent\u00e3o, esta imagem que ainda \u00e9 comum sobre o que determina a massa de uma estrela e o que impede a queda do g\u00e1s \u00e9 que esta cavidade crescente do fluxo recolhe todo o g\u00e1s. Isto tem sido fundamental para a nossa ideia de como a forma\u00e7\u00e3o estelar continua, mas simplesmente n\u00e3o parece encaixar aqui nos dados.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Futuros telesc\u00f3pios como o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA v\u00e3o investigar mais profundamente o processo de forma\u00e7\u00e3o das protoestrelas. As observa\u00e7\u00f5es espectrosc\u00f3picas do Webb v\u00e3o examinar as regi\u00f5es internas dos discos que rodeiam as protoestrelas no infravermelho, procurando jatos nas fontes mais jovens. O Webb tamb\u00e9m ajudar\u00e1 os astr\u00f3nomos a medir o ritmo de acre\u00e7\u00e3o de material do disco para estrela e estudar\u00e1 como o disco interno est\u00e1 a interagir com o fluxo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Hubble Shows Torrential Outflows from Infant Stars May Not Stop Them from Growing\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/rO-mcWsqLaQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2021\/hubble-shows-torrential-outflows-from-infant-stars-may-not-stop-them-from-growing\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.esa.int\/ESA_Multimedia\/Images\/2021\/03\/Infant_stars_in_Orion\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/news.utoledo.edu\/index.php\/03_18_2021\/utoledo-astronomy-discovery-defies-model-of-how-stars-are-born\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Toledo (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2102.06717\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/material-blasted-from-baby-stars-doesn-t-seem-to-switch-off-their-growth-after-all\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2021-03-hubble-torrential-outflows-infant-stars.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Forma\u00e7\u00e3o estelar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Star_formation\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Complexo da Nuvem de Orionte:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Orion_Molecular_Cloud_Complex\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/spitzer\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/ssc.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro Espacial Spitzer<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Spitzer_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Espacial Herschel:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=16\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA (ci\u00eancia e tecnologia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/herschel.esac.esa.int\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA (centro cient\u00edfico)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/SPECIALS\/Herschel\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA (p\u00e1gina de opera\u00e7\u00f5es)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/herschel\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.herschel.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Herschel_Space_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Embora a nossa Gal\u00e1xia seja uma cidade imensa com pelo menos 200 mil milh\u00f5es de estrelas, os detalhes de como se formaram permanecem envoltos em mist\u00e9rio. 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