{"id":3972,"date":"2021-03-09T06:51:38","date_gmt":"2021-03-09T06:51:38","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3972"},"modified":"2021-03-09T06:51:39","modified_gmt":"2021-03-09T06:51:39","slug":"hubble-resolve-o-misterio-do-escurecimento-de-estrela-monstruosa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/03\/09\/hubble-resolve-o-misterio-do-escurecimento-de-estrela-monstruosa\/","title":{"rendered":"Hubble resolve o mist\u00e9rio do escurecimento de estrela monstruosa"},"content":{"rendered":"\n<p>No ano passado, os astr\u00f3nomos ficaram intrigados quando Betelgeuse, a brilhante estrela supergigante vermelha na constela\u00e7\u00e3o de Orionte, desvaneceu dramaticamente, mas depois recuperou. A diminui\u00e7\u00e3o de brilho durou semanas. Agora, os astr\u00f3nomos voltaram as suas aten\u00e7\u00f5es para uma estrela monstruosa na constela\u00e7\u00e3o adjacente de C\u00e3o Maior.<\/p>\n\n\n\n<p>A hipergigante vermelha VY Canis Majoris &#8211; que \u00e9 muito maior, mais massiva e mais violenta do que Betelgeuse &#8211; passa por per\u00edodos muito mais longos e t\u00e9nues que duram anos. Novas descobertas do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA sugerem que os mesmos processos que ocorreram em Betelgeuse est\u00e3o a acontecer nesta hipergigante, mas a uma escala muito maior.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/stsci-h-p2109a-m-2000x533.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"263\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/stsci-h-p2109a-m-2000x533-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3973\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/stsci-h-p2109a-m-2000x533-1.png 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/stsci-h-p2109a-m-2000x533-1-300x80.png 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/stsci-h-p2109a-m-2000x533-1-768x205.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>Esta amplia\u00e7\u00e3o de VY Canis Majoris \u00e9 uma combina\u00e7\u00e3o de imagens do Hubble e uma impress\u00e3o de artista. O painel da esquerda \u00e9 uma imagem colorida pelo Hubble da grande nebulosa de material libertado pela estrela hipergigante. Esta nebulosa tem mais de um bili\u00e3o de quil\u00f3metros de di\u00e2metro. O painel do meio \u00e9 uma amplia\u00e7\u00e3o pelo Hubble da regi\u00e3o em torno da estrela. Esta imagem revela n\u00f3s, arcos e filamentos pr\u00f3ximos, material ejetado pela estrela enquanto passa pelo seu processo violento de libertar material para o espa\u00e7o. VY Canis Majoris n\u00e3o \u00e9 vista nestas imagens, mas o pequeno quadrado vermelho assinala a posi\u00e7\u00e3o da hipergigante, e representa o di\u00e2metro do Sistema Solar at\u00e9 \u00e0 \u00f3rbita de Neptuno, equivalente a 8,8 mil milh\u00f5es de quil\u00f3metros. O \u00faltimo painel \u00e9 uma impress\u00e3o de artista da estrela hipergigante com enormes c\u00e9lulas convectivas e sofrendo eje\u00e7\u00f5es violentas. VY Canis Majoris \u00e9 t\u00e3o grande que se substitu\u00edsse o Sol, a estrela estender-se-ia por quase mil milh\u00f5es de quil\u00f3metros, at\u00e9 entre as \u00f3rbitas de J\u00fapiter e Saturno.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA e R. Humphreys (Universidade do Minnesota) e J. Olmsted (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8220;VY Canis Majoris est\u00e1 a comportar-se muito como Betelgeuse com esteroides,&#8221; explicou a l\u00edder do estudo, a astrof\u00edsica Roberta Humphreys da Universidade do Minnesota, em Minneapolis, EUA.<\/p>\n\n\n\n<p>Tal como Betelgeuse, os dados do Hubble sugerem a resposta de porque \u00e9 que esta estrela maior est\u00e1 a diminuir de brilho. Para Betelgeuse, o escurecimento correspondeu a um fluxo de g\u00e1s que pode ter formado poeira, o que obstruiu brevemente parte da luz de Betelgeuse a partir do nosso ponto de vista, criando o efeito de escurecimento.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Em VY Canis Majoris vemos algo semelhante, mas a uma escala muito maior. Eje\u00e7\u00f5es massivas de material que correspondem ao seu desvanecimento muito profundo, o que \u00e9 provavelmente devido \u00e0 poeira que bloqueia temporariamente a luz da estrela,&#8221; explicou Humphreys.<\/p>\n\n\n\n<p>A enorme hipergigante vermelha \u00e9 300.000 vezes mais brilhante do que o nosso Sol. Se substitu\u00edssemos o Sol no nosso pr\u00f3prio Sistema Solar, este monstro inchado estender-se-ia por quase mil milh\u00f5es de quil\u00f3metros, at\u00e9 entre as \u00f3rbitas de J\u00fapiter e Saturno.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Esta estrela \u00e9 absolutamente incr\u00edvel. \u00c9 uma das maiores estrelas que conhecemos &#8211; uma supergigante vermelha muito evolu\u00edda. J\u00e1 teve m\u00faltiplas erup\u00e7\u00f5es gigantes,&#8221; salientou Humphreys.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/stsci-h-p2109b-f-1098x1098.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.postimg.cc\/9XxnxgHS\/stsci-h-p2109b-f-1098x1098.png\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Esta imagem do Hubble mostra a grande nebulosa de material expelido pela hipergigante VY Canis Majoris.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA e R. Humphreys (Universidade do Minnesota)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Arcos colossais de plasma rodeiam a estrela a dist\u00e2ncias milhares de vezes superiores \u00e0 dist\u00e2ncia Terra-Sol. Estes arcos parecem-se com as proemin\u00eancias solares do nosso pr\u00f3prio Sol, apenas numa escala muito maior. Al\u00e9m disso, n\u00e3o est\u00e3o fisicamente ligadas \u00e0 estrela, mas, ao inv\u00e9s, podem ter sido expelidas e est\u00e3o a afastar-se. Algumas das outras estruturas pr\u00f3ximas da estrela ainda s\u00e3o relativamente compactas, parecendo pequenos n\u00f3s e caracter\u00edsticas nebulosas.<\/p>\n\n\n\n<p>Em trabalhos anteriores com o Hubble, Humphreys e a sua equipa foram capazes de determinar quando estas grandes estruturas foram expulsas da estrela. Descobriram datas que variam ao longo das \u00faltimas centenas de anos, algumas apenas nos \u00faltimos 100 a 200 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora, num novo trabalho com o Hubble, os investigadores resolveram caracter\u00edsticas muito mais pr\u00f3ximas da estrela, que podem ter menos de um s\u00e9culo. Usando o Hubble para determinar as velocidades e movimentos de n\u00f3s pr\u00f3ximos de g\u00e1s quente e outras caracter\u00edsticas, Humphreys e a sua equipa conseguiram datar estas erup\u00e7\u00f5es com mais precis\u00e3o. O que descobriram foi not\u00e1vel: muitos destes n\u00f3s est\u00e3o ligados a epis\u00f3dios m\u00faltiplos nos s\u00e9culos XIX e XX quando VY Canis Majoris desvaneceu para um-sexto do seu brilho normal.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/stsci-h-p2109c-m-2000x1125.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.postimg.cc\/8chBVCnt\/stsci-h-p2109c-m-2000x1125.png\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Esta impress\u00e3o de artista da estrela hipergigante VY Canis Majoris mostra as suas vastas c\u00e9lulas de convec\u00e7\u00e3o e eje\u00e7\u00f5es violentas. VY Canis Majoris \u00e9 t\u00e3o grande que se substitu\u00edsse o Sol, a estrela estender-se-ia por quase mil milh\u00f5es de quil\u00f3metros, at\u00e9 entre as \u00f3rbitas de J\u00fapiter e Saturno.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA e R. Humphreys (Universidade do Minnesota) e J. Olmsted (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Ao contr\u00e1rio de Betelgeuse, VY Canis Majoris \u00e9 agora demasiado t\u00e9nue para ser vista a olho nu. A estrela j\u00e1 foi vis\u00edvel \u00e0 vista desarmada, mas escureceu tanto que agora s\u00f3 pode ser observada com telesc\u00f3pios.<\/p>\n\n\n\n<p>A hipergigante perde 100 vezes mais massa do que Betelgeuse. A massa em alguns dos n\u00f3s \u00e9 mais do que o dobro da massa de J\u00fapiter. &#8220;\u00c9 incr\u00edvel que a estrela possa fazer isto,&#8221; diz Humphreys. &#8220;A origem destes epis\u00f3dios de alta perda de massa, tanto em VY Canis Majoris como em Betelgeuse, \u00e9 provavelmente provocada pela atividade em grande escala \u00e0 superf\u00edcie, grandes c\u00e9lulas convectivas como no Sol. Mas em VY Canis Majoris, as c\u00e9lulas podem ser t\u00e3o grandes quanto o Sol, ou maiores.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Isto \u00e9 provavelmente mais comum em supergigantes vermelhas do que os cientistas pensavam e VY Canis Majoris \u00e9 um exemplo extremo,&#8221; continuou Humphreys. &#8220;Pode at\u00e9 ser o principal mecanismo respons\u00e1vel pela perda de massa, o que sempre foi um mist\u00e9rio para as supergigantes vermelhas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/stsci-h-p2109d-m-2000x1389.png\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/stsci-h-p2109d-m-2000x1389.png\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Esta imagem mostra a posi\u00e7\u00e3o da estrela hipergigante vermelha VY Canis Majoris no c\u00e9u. A estrela monstruosa est\u00e1 localizada logo acima das costas de C\u00e3o Maior.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA e J. DePasquale (STScI); Reconhecimento: A. Fujii<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Embora outras supergigantes vermelhas sejam comparativamente brilhantes e libertem muita poeira, nenhuma delas \u00e9 t\u00e3o complexa quanto VY Canis Majoris. &#8220;Porque \u00e9, ent\u00e3o, t\u00e3o especial? VY Canis Majoris pode estar num est\u00e1gio evolutivo \u00fanico que a separa das outras estrelas. Est\u00e1 provavelmente assim t\u00e3o ativa por um per\u00edodo muito curto, talvez apenas alguns milhares de anos. N\u00e3o vamos ver muitos destes,&#8221; comentou Humphreys.<\/p>\n\n\n\n<p>A estrela come\u00e7ou a sua vida como uma supergigante azul, brilhante e superquente, talvez com 35 a 40 vezes a massa do nosso Sol. Depois de alguns milh\u00f5es de anos, \u00e0 medida que o ritmo de fus\u00e3o do hidrog\u00e9nio no seu n\u00facleo mudava, a estrela inchou at\u00e9 se tornar numa supergigante vermelha. Humphreys suspeita que a estrela pode ter retornado brevemente a um estado muito quente e, em seguida, inchado de volta a um est\u00e1gio de supergigante vermelha.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Talvez o que torna VY Canis Majoris t\u00e3o especial, t\u00e3o extrema, com este material ejetado muito complexo, seja o facto de ser uma supergigante vermelha de segundo est\u00e1gio,&#8221; explicou Humphreys. VY Canis Majoris pode j\u00e1 ter perdido metade da sua massa. Em vez de explodir como uma supernova, poder\u00e1 simplesmente colapsar diretamente para um buraco negro.<\/p>\n\n\n\n<p>As descobertas da equipa foram publicadas dia 4 de fevereiro na revista The Astronomical Journal.<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2021\/hubble-solves-mystery-of-monster-stars-dimming\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/hubblesite.org\/contents\/news-releases\/2021\/news-2021-09\" target=\"_blank\">\/\/ Hubblesite (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.esa.int\/ESA_Multimedia\/Images\/2021\/03\/Hubble_solves_mystery_of_monster_star_s_dimming\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/cse.umn.edu\/mifa\/news\/red-hypergiant-vy-cma-betelgeuse-steroids\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Minnesota (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-3881\/abd316\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astronomical Journal)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2012.08550\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/astronomynow.com\/2021\/03\/07\/red-hypergiant-mimics-betelguese-with-dusty-dimming-on-a-vast-scale\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy Now<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2021-03-hubble-mystery-monster-star-dimming.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/tek.sapo.pt\/noticias\/ciencia\/artigos\/telescopio-espacial-hubble-resolve-misterio-de-estrela-que-esta-a-desvanecer\">SAPO TeK<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>VY Canis Majoris:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.aavso.org\/vsots_vycma\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">AAVSO<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/13507\/what-is-the-biggest-star-in-the-universe\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/VY_Canis_Majoris\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Hipergigante:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hypergiant\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Betelgeuse:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Betelgeuse\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Supergigante vermelha:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Red_supergiant\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubblesite<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No ano passado, os astr\u00f3nomos ficaram intrigados quando Betelgeuse, a brilhante estrela supergigante vermelha na constela\u00e7\u00e3o de Orionte, desvaneceu dramaticamente, mas depois recuperou. 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