{"id":3913,"date":"2021-02-16T06:21:39","date_gmt":"2021-02-16T06:21:39","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3913"},"modified":"2021-02-16T06:21:41","modified_gmt":"2021-02-16T06:21:41","slug":"tess-descobre-novos-mundos-num-rio-de-estrelas-jovens","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/02\/16\/tess-descobre-novos-mundos-num-rio-de-estrelas-jovens\/","title":{"rendered":"TESS descobre novos mundos num &#8220;rio&#8221; de estrelas jovens"},"content":{"rendered":"\n<p>Usando observa\u00e7\u00f5es do TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA, uma equipa internacional de astr\u00f3nomos descobriu um trio de mundos quentes maiores do que a Terra em \u00f3rbita de uma vers\u00e3o muito mais jovem do nosso Sol, de nome TOI 451. O sistema reside na rec\u00e9m-descoberta corrente Peixes-Er\u00eddano, uma cole\u00e7\u00e3o de estrelas com menos de 3% da idade do nosso Sistema Solar que se estende por um-ter\u00e7o do c\u00e9u.<\/p>\n\n\n\n<p>Os planetas foram descobertos em imagens obtidas pelo TESS entre outubro e dezembro de 2018. Estudos de acompanhamento de TOI 451 e dos seus planetas inclu\u00edram observa\u00e7\u00f5es feitas em 2019 e 2020 usando o Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer da NASA, desde ent\u00e3o reformado, bem como com muitas outras instala\u00e7\u00f5es terrestres. Dados infravermelhos de arquivo do sat\u00e9lite NEOWISE (Near-Earth Object Wide-Field Infrared Survey Explorer) da NASA &#8211; recolhidos entre 2009 e 2011 sob o seu nome anterior, WISE &#8211; sugerem que o sistema ret\u00e9m um disco frio de poeira e detritos rochosos. Outras observa\u00e7\u00f5es mostram que TOI 451 provavelmente tem duas companheiras estelares distantes que se orbitam uma \u00e0 outra muito al\u00e9m dos planetas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/toi_451_infographic_1041.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"554\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/toi-451-infographic-1041.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3914\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/toi-451-infographic-1041.png 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/toi-451-infographic-1041-300x169.png 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/toi-451-infographic-1041-768x432.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra as principais caracter\u00edsticas de TOI 451, um sistema com tr\u00eas planetas localizado a 400 anos-luz de dist\u00e2ncia na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Er\u00eddano.<br>Cr\u00e9dito: Centro de Voo Espacial Goddard da NASA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8220;Este sistema &#8216;verifica muitas caixas&#8217; para os astr\u00f3nomos,&#8221; disse Elisabeth Newton, professora assistente de f\u00edsica e astronomia da Faculdade de Dartmouth em Hanover, no estado norte-americano de New Hampshire, que liderou a investiga\u00e7\u00e3o. &#8220;Tem apenas 120 milh\u00f5es de anos e fica a apenas 400 anos-luz, permitindo observa\u00e7\u00f5es detalhadas deste jovem sistema planet\u00e1rio. E dado que existem tr\u00eas planetas com tamanhos entre duas e quatro vezes o da Terra, s\u00e3o alvos especialmente promissores para testar teorias sobre como as atmosferas planet\u00e1rias evoluem.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>O artigo que relata as descobertas foi publicado dia 14 de janeiro na revista The Astronomical Journal e est\u00e1 dispon\u00edvel online.<\/p>\n\n\n\n<p>As correntes estelares formam-se quando a gravidade da nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea, &#8220;rasga&#8221; os enxames de estrelas ou gal\u00e1xias an\u00e3s. As estrelas individuais movem-se ao longo da \u00f3rbita original do enxame, formando um grupo alongado que se dispersa gradualmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2019, uma equipa liderada por Stefan Meingast da Universidade de Viena usou dados da miss\u00e3o Gaia da ESA para descobrir a corrente Peixes-Er\u00eddano, com o nome das constela\u00e7\u00f5es que cont\u00eam as maiores concentra\u00e7\u00f5es de estrelas. Estendendo-se por 14 constela\u00e7\u00f5es, a corrente tem cerca de 1300 anos-luz de comprimento. No entanto, a idade inicialmente determinada para a corrente era muito maior do que a determinada atualmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais tarde, ainda em 2019, investigadores liderados por Jason Curtis da Universidade de Columbia em Nova Iorque analisaram os dados do TESS para d\u00fazias de membros deste fluxo. As estrelas mais jovens giram mais depressa do que as suas hom\u00f3logas mais velhas e tamb\u00e9m tendem a ter manchas estelares mais proeminentes &#8211; regi\u00f5es mais escuras e frias como as manchas solares. \u00c0 medida que estas manchas giram para dentro e para fora do nosso ponto de vista, podem produzir pequenas varia\u00e7\u00f5es no brilho de uma estrela que o TESS pode medir.<\/p>\n\n\n\n<p>As medi\u00e7\u00f5es do TESS revelaram evid\u00eancias esmagadoras de manchas estelares e de rota\u00e7\u00e3o r\u00e1pida entre as estrelas da corrente. Com base neste resultado, Curtis e seus colegas descobriram que o fluxo estelar tinha apenas 120 milh\u00f5es de anos &#8211; semelhante ao famoso enxame das Pl\u00eaiades e oito vezes mais jovem do que as estimativas anteriores. A massa, juventude e proximidade da corrente Peixes-Er\u00eddano fazem dela um laborat\u00f3rio fundamental para estudar a forma\u00e7\u00e3o e a evolu\u00e7\u00e3o estelar e planet\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Gra\u00e7as \u00e0 cobertura de quase todo o c\u00e9u do TESS, as medi\u00e7\u00f5es que poderiam suportar uma busca por planetas em \u00f3rbita de membros desta corrente j\u00e1 estavam dispon\u00edveis quando foi identificada,&#8221; disse Jessie Christiansen, coautora do artigo e l\u00edder cient\u00edfica do Arquivo Exoplanet\u00e1rio da NASA, uma instala\u00e7\u00e3o que investiga mundos para l\u00e1 do nosso Sistema Solar gerida pelo Caltech em Pasadena, Calif\u00f3rnia. &#8220;Os dados do TESS v\u00e3o continuar a permitir-nos ultrapassar os limites do que sabemos sobre os exoplanetas e seus sistemas durante anos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>A jovem estrela TOI 451, mais conhecida pelos astr\u00f3nomos como CD-38 1467, fica a cerca de 400 anos-luz de dist\u00e2ncia, na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Er\u00eddano. Tem 95% da massa do nosso Sol, mas \u00e9 12% mais pequena, ligeiramente mais fria e emite 35% menos energia. TOI 451 completa uma rota\u00e7\u00e3o em torno de si pr\u00f3pria a cada 5,1 dias, mais de cinco vezes mais depressa do que o Sol.<\/p>\n\n\n\n<p>O TESS identifica novos mundos procurando tr\u00e2nsitos, quedas ligeiras e regulares no brilho estelar que ocorrem quando um planeta passa em frente da sua estrela a partir da nossa perspetiva. S\u00e3o evidentes, nos dados do TESS, tr\u00e2nsitos de todos os tr\u00eas planetas. A equipa de Newton obteve medi\u00e7\u00f5es do Spitzer que apoiaram as descobertas do TESS e ajudaram a descartar poss\u00edveis explica\u00e7\u00f5es alternativas. Observa\u00e7\u00f5es adicionais de acompanhamento vieram do Observat\u00f3rio Las Cumbres &#8211; uma rede global de telesc\u00f3pios com sede em Goleta, Calif\u00f3rnia &#8211; e do PEST (Perth Exoplanet Survey Telescope), na Austr\u00e1lia.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo o planeta mais distante de TOI 451 orbita tr\u00eas vezes mais perto do que Merc\u00fario orbita o Sol, de modo que todos estes mundos s\u00e3o bastante quentes e in\u00f3spitos \u00e0 vida como a conhecemos. As estimativas de temperatura variam de cerca de 1200\u00ba C para o planeta mais interior a cerca de 450\u00ba C para o mais exterior.<\/p>\n\n\n\n<p>TOI 451 b completa uma \u00f3rbita a cada 1,9 dias, tem aproximadamente 1,9 vezes o tamanho da Terra e tem uma massa estimada entre duas e 12 vezes a da Terra. O planeta seguinte, TOI 451 c, completa uma \u00f3rbita a cada 9,2 dias, \u00e9 cerca de tr\u00eas vezes maior do que a Terra e possui entre tr\u00eas e 16 vezes a massa da Terra. O maior e mais distante mundo, TOI 451 d, orbita a estrela a cada 16 dias, tem quatro vezes o tamanho do nosso planeta e tem entre quatro e 19 massas terrestres.<\/p>\n\n\n\n<p>Os astr\u00f3nomos esperam que planetas t\u00e3o grandes quanto estes retenham grande parte da sua atmosfera, apesar do intenso calor da sua estrela. Diferentes teorias de como as atmosferas evoluem at\u00e9 que um sistema planet\u00e1rio atinge a idade de TOI 451 preveem uma ampla gama de propriedades. A observa\u00e7\u00e3o da luz estelar a passar pelas atmosferas destes planetas fornece uma oportunidade de estudar esta fase de desenvolvimento e pode ajudar a restringir os modelos atuais.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/deep_sky_gal_ae_1920.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.postimg.cc\/d0hYmqHv\/deep-sky-gal-ae-1920.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>A corrente Peixes-Er\u00eddano abrange 1300 anos-luz, 14 constela\u00e7\u00f5es e um-ter\u00e7o do c\u00e9u. Os pontos amarelos mostram as posi\u00e7\u00f5es de membros conhecidos ou suspeitos, com TOI 451 assinalado no c\u00edrculo verde. As observa\u00e7\u00f5es do TESS mostram que a corrente tem cerca de 120 milh\u00f5es de anos, compar\u00e1vel ao famoso enxame das Pl\u00eaiades em Touro (em cima, \u00e0 esquerda).<br>Cr\u00e9dito: Centro de Voo Espacial Goddard da NASA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8220;Ao medir a luz estelar que penetra atrav\u00e9s da atmosfera de um planeta em diferentes comprimentos de onda, podemos inferir a sua composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica e a presen\u00e7a de nuvens ou neblina a alta altitude,&#8221; disse Elisa Quintana, astrof\u00edsica do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado norte-americano de Maryland. &#8220;Os planetas de TOI 451 s\u00e3o alvos excelentes para tais estudos com o Hubble e com o futuro Telesc\u00f3pio Espacial James Webb.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>As observa\u00e7\u00f5es do WISE mostram que o sistema \u00e9 excecionalmente brilhante no infravermelho, que \u00e9 invis\u00edvel aos olhos humanos, em comprimentos de onda de 12 e 24 micr\u00f3metros. Isto sugere a presen\u00e7a de um disco de detritos, onde corpos rochosos semelhantes a asteroides colidem e se transformam em poeira. Embora Newton e a sua equipa n\u00e3o consigam determinar a extens\u00e3o do disco, imaginam-no como um anel difuso de rocha e poeira posicionado t\u00e3o longe da sua estrela quanto J\u00fapiter est\u00e1 do nosso Sol.<\/p>\n\n\n\n<p>Os investigadores tamb\u00e9m investigaram uma estrela vizinha fraca que aparece a cerca de dois pix\u00e9is de dist\u00e2ncia de TOI 451 nas imagens obtidas pelo TESS. Com base nos dados do Gaia, a equipa determinou que esta estrela \u00e9 uma companheira gravitacional localizada t\u00e3o longe de TOI 451 que a sua luz leva 27 dias a l\u00e1 chegar. De facto, os cientistas pensam que a companheira \u00e9 provavelmente um sistema bin\u00e1rio composto por duas an\u00e3s do tipo-M, cada uma com cerca de 45% da massa do Sol e emitindo apenas 2% da sua energia.<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2021\/nasa-s-tess-discovers-new-worlds-in-a-river-of-young-stars\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.dartmouth.edu\/news\/2021\/02\/young-planets-teenage-sun-give-space-studies-lift\" target=\"_blank\">\/\/ Faculdade de Dartmouth (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-3881\/abccc6\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astronomical Journal)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2102.06049\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/spaceref.com\/extrasolar-planets\/young-planets-with-teenage-sun-give-space-studies-a-lift.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceRef<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2021-02-tess-worlds-river-young-stars.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>TOI 451:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/TOI-451%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7807\/toi-451-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI 451 b (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi-451_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI 451 b (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7808\/toi-451-c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI 451 c (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi-451_c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI 451 c (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7809\/toi-451-d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI 451 d (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi-451_d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TOI 451 d (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"http:\/\/planetquest.jpl.nasa.gov\/index.cfm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlanetQuest<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/cgi-bin\/TblView\/nph-tblView?app=ExoTbls&amp;config=planets&amp;constraint=pl_facility+like+%27%TESS%%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/gaia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gaia\/ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/gsaweb.ast.cam.ac.uk\/alerts\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa Alertas de Ci\u00eancia Fotom\u00e9trica do Gaia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\/early-data-release-3\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EDR3 do Gaia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.spaceflight101.com\/gaia-spacecraft-overview.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACEFLIGHT101<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/spitzer\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/ssc.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro Espacial Spitzer<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Spitzer_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>WISE:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Wide-field_Infrared_Survey_Explorer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/wise2.ipac.caltech.edu\/docs\/release\/allsky\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados do WISE<\/a><br><a href=\"http:\/\/neowise.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NEOWISE<\/a><br><a href=\"http:\/\/wise.ssl.berkeley.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">U. Berkele<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Observat\u00f3rio Las Cumbres:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/lco.global\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Las_Cumbres_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>PEST (Perth Exoplanet Survey Telescope):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/pestobservatory.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/webbtelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI (website para o p\u00fablico)<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/webbtelescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nasawebb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Usando observa\u00e7\u00f5es do TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA, uma equipa internacional de astr\u00f3nomos descobriu um trio de mundos quentes maiores do que a Terra em \u00f3rbita de uma vers\u00e3o muito mais jovem do nosso Sol, de nome TOI 451. 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