{"id":3853,"date":"2021-01-26T06:32:12","date_gmt":"2021-01-26T06:32:12","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3853"},"modified":"2021-01-26T06:32:22","modified_gmt":"2021-01-26T06:32:22","slug":"os-sete-planetas-rochosos-de-trappist-1-podem-ter-composicoes-semelhantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/01\/26\/os-sete-planetas-rochosos-de-trappist-1-podem-ter-composicoes-semelhantes\/","title":{"rendered":"Os sete planetas rochosos de TRAPPIST-1 podem ter composi\u00e7\u00f5es semelhantes"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A estrela an\u00e3 vermelha TRAPPIST-1 \u00e9 o lar do maior grupo de planetas aproximadamente do tamanho da Terra j\u00e1 encontrados num \u00fanico sistema estelar. Localizados a cerca de 40 anos-luz de dist\u00e2ncia, estes sete irm\u00e3os rochosos fornecem um exemplo da tremenda variedade de sistemas planet\u00e1rios que provavelmente preenchem o Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um novo estudo publicado na revista The Planetary Science Journal mostra que os planetas TRAPPIST-1 t\u00eam densidades notavelmente semelhantes. Isto pode significar que todos eles cont\u00eam aproximadamente a mesma propor\u00e7\u00e3o de materiais que se pensa compor a maioria dos planetas rochosos, como ferro, oxig\u00e9nio, magn\u00e9sio e sil\u00edcio. Mas se for este o caso, esta propor\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser notavelmente diferente da da Terra: os planetas de TRAPPIST-1 s\u00e3o cerca de 8% menos densos do que seriam se tivessem a mesma composi\u00e7\u00e3o do nosso planeta natal. Com base nesta conclus\u00e3o, os autores do artigo cient\u00edfico levantaram a hip\u00f3tese de que algumas misturas diferentes de ingredientes poderiam dar aos planetas TRAPPIST-1 a densidade medida.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/pia23870-1c.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"554\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/OSQyfqH-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3855\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/OSQyfqH-1.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/OSQyfqH-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/OSQyfqH-1-768x432.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>A medi\u00e7\u00e3o da massa e do di\u00e2metro de um planeta revela a sua densidade, o que pode dar aos cientistas pistas sobre a sua composi\u00e7\u00e3o. Os cientistas sabem agora a densidade dos sete planetas de TRAPPIST-1 com uma precis\u00e3o mais alta do que qualquer outro exoplaneta.\nCr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Alguns destes planetas s\u00e3o conhecidos desde 2016, quando os cientistas anunciaram que encontraram os tr\u00eas planetas em torno da estrela TRAPPIST-1 usando o TRAPPIST (TRAnsiting Planets and PlanetesImals Small Telescope) no Chile. As observa\u00e7\u00f5es subsequentes do agora aposentado Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer da NASA, em colabora\u00e7\u00e3o com telesc\u00f3pios terrestres, confirmou dois dos planetas originais e descobriram outros cinco. Gerido pelo JPL da NASA no sul do estado norte-americano da Calif\u00f3rnia, o Spitzer observou o sistema durante mais de 1000 horas antes de ser desativado em janeiro de 2020. O telesc\u00f3pio espacial Hubble e o agora tamb\u00e9m aposentado telesc\u00f3pio espacial Kepler tamb\u00e9m estudaram o sistema.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todos os sete planetas de TRAPPIST-1, que est\u00e3o t\u00e3o perto da sua estrela que caberiam na \u00f3rbita de Merc\u00fario, foram encontrados por meio do m\u00e9todo de tr\u00e2nsito: os cientistas n\u00e3o podem observar os planetas diretamente (s\u00e3o demasiado pequenos e fracos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 estrela), de modo que procuram quedas no brilho da estrela provocadas quando os planetas passam \u00e0 sua frente, da perspetiva do Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Observa\u00e7\u00f5es repetidas das quedas de luz estelar combinadas com medi\u00e7\u00f5es do tempo das \u00f3rbitas dos planetas permitiram aos astr\u00f3nomos estimar as massas e os di\u00e2metros dos planetas, que por sua vez foram usados para calcular as suas densidades. Os c\u00e1lculos anteriores determinaram que os planetas t\u00eam aproximadamente o tamanho e a massa da Terra e, portanto, tamb\u00e9m devem ser rochosos, ou terrestres &#8211; em oposi\u00e7\u00e3o a gasosos como J\u00fapiter e Saturno. O novo artigo fornece as medi\u00e7\u00f5es de densidade mais precisas j\u00e1 feitas para qualquer grupo de exoplanetas &#8211; planetas para l\u00e1 do nosso Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/pia24371-2e.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/pia24371-2e.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>A densidade de um planeta \u00e9 determinada pela sua composi\u00e7\u00e3o bem como pelo seu tamanho: a gravidade comprime o material, aumentando a densidade do planeta. A densidade n\u00e3o comprimida ajusta o efeito da gravidade e pode revelar a diferen\u00e7a composicional entre v\u00e1rios planetas.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Reinado de Ferro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quanto mais precisamente os cientistas conhecem a densidade de um planeta, mais limites podem colocar na sua composi\u00e7\u00e3o. Considere que um peso de papel pode ter aproximadamente o mesmo tamanho que uma bola de t\u00e9nis, mas geralmente \u00e9 muito mais pesado. Juntos, o tamanho e a massa revelam a densidade do objeto, e a partir da\u00ed \u00e9 poss\u00edvel inferir que a bola de t\u00e9nis \u00e9 feita de algo mais leve (pl\u00e1stico e feltro) e que o peso de papel \u00e9 feito de algo mais pesado (geralmente vidro ou metal).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As densidades dos oito planetas no nosso pr\u00f3prio Sistema Solar variam amplamente. Os gigantes gasosos &#8211; J\u00fapiter, Saturno, \u00darano e Neptuno &#8211; s\u00e3o maiores, mas muito menos densos do que os quatro mundos terrestres, porque s\u00e3o compostos principalmente de elementos mais leves como hidrog\u00e9nio e h\u00e9lio. Mesmo os quatro mundos terrestres mostram alguma variedade nas suas densidades, que s\u00e3o determinadas pela composi\u00e7\u00e3o e compress\u00e3o devido \u00e0 gravidade do pr\u00f3prio planeta. Ao subtrair o efeito da gravidade, os cientistas podem calcular o que \u00e9 conhecido como densidade descomprimida de um planeta e potencialmente aprender mais sobre a composi\u00e7\u00e3o de um planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os sete planetas de TRAPPIST-1 possuem densidades semelhantes &#8211; os valores diferem em n\u00e3o mais do que 3%. Isto torna o sistema bastante diferente do nosso. A diferen\u00e7a de densidades entre os planetas de TRAPPIST-1 e a Terra e V\u00e9nus pode parecer pequena &#8211; cerca de 8% &#8211; mas \u00e9 significativa a escalas planet\u00e1rias. Por exemplo, uma maneira de explicar porque \u00e9 que os planetas de TRAPPIST-1 s\u00e3o menos densos \u00e9 que t\u00eam uma composi\u00e7\u00e3o semelhante \u00e0 da Terra, mas com uma percentagem mais baixa de ferro \u2013 cerca de 21% em compara\u00e7\u00e3o com os 32% da Terra, segundo o estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Alternativamente, o ferro nos planetas de TRAPPIST-1 pode estar infundido com altos n\u00edveis de oxig\u00e9nio, formando \u00f3xido de ferro ou ferrugem. O oxig\u00e9nio adicional diminuiria as densidades dos planetas. A superf\u00edcie de Marte obt\u00e9m a sua colora\u00e7\u00e3o vermelha devido ao \u00f3xido de ferro, mas, como os seus tr\u00eas irm\u00e3os terrestres, tem um n\u00facleo composto de ferro n\u00e3o oxidado. Em contraste, se a densidade mais baixa dos planetas TRAPPIST-1 fosse provocada inteiramente por ferro oxidado, os planetas teriam que estar &#8220;enferrujados&#8221; e n\u00e3o podiam ter n\u00facleos de ferro s\u00f3lido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Eric Angol, astrof\u00edsico da Universidade de Washington e autor principal do novo estudo, disse que a resposta pode ser uma combina\u00e7\u00e3o dos dois cen\u00e1rios &#8211; menos ferro em geral e algum ferro oxidado.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/pia24372-3e.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/ucr4TZo.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Tr\u00eas poss\u00edveis interiores dos exoplanetas de TRAPPIST-1. Quanto mais precisamente os cientistas conhecem a densidade de um planeta, mais limites podem colocar na sua composi\u00e7\u00e3o. Todos os sete planetas t\u00eam densidades muito semelhantes, por isso provavelmente t\u00eam composi\u00e7\u00f5es parecidas.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa tamb\u00e9m investigou se a superf\u00edcie de cada planeta poderia estar coberta por \u00e1gua, que \u00e9 ainda mais leve que a ferrugem que e mudaria a densidade geral do planeta. Se fosse esse o caso, a \u00e1gua teria que representar cerca de 5% da massa total dos quatro planetas exteriores. Em compara\u00e7\u00e3o, a \u00e1gua representa menos de um-d\u00e9cimo de 1% da massa total da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por estarem posicionados demasiado perto da sua estrela para a \u00e1gua permanecer no estado l\u00edquido na maioria das circunst\u00e2ncias, os planetas interiores de TRAPPIST-1 exigiram atmosferas densas e quentes, como a de V\u00e9nus, para a \u00e1gua permanecer ligada ao planeta sob a forma de vapor. Mas Agol diz que esta explica\u00e7\u00e3o parece menos prov\u00e1vel porque seria uma coincid\u00eancia que todos os sete planetas tivessem apenas \u00e1gua suficiente presente para ter densidades semelhantes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O c\u00e9u noturno est\u00e1 repleto de planetas, e s\u00f3 nos \u00faltimos 30 anos \u00e9 que pudemos come\u00e7ar a desvendar os seus mist\u00e9rios,&#8221; disse Caroline Dorn, astrof\u00edsica da Universidade de Zurique e coautora do artigo cient\u00edfico. &#8220;O sistema TRAPPIST-1 \u00e9 fascinante porque em torno desta estrela podemos aprender mais sobre a diversidade dos planetas rochosos num \u00fanico sistema. E podemos realmente aprender mais sobre um planeta estudando os seus vizinhos tamb\u00e9m, de modo que este sistema \u00e9 perfeito para isso.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/the-7-rocky-trappist-1-planets-may-be-made-of-similar-stuff\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.washington.edu\/news\/2021\/01\/22\/trappist1-composition\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Washington (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/ucsdnews.ucsd.edu\/pressrelease\/trappist-1-family-of-planets-rocky-through-and-through\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade da Calif\u00f3rnia em San Diego (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.media.uzh.ch\/en\/Press-Releases\/2021\/Trapist-1.html\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Zurique (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.unibe.ch\/news\/media_news\/media_relations_e\/media_releases\/2021\/media_releases_2021\/trappist_1_s_7_rocky_planets_may_be_made_of_similar_stuff\/index_eng.html\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Berna (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.news.uliege.be\/cms\/c_13178319\/en\/the-seven-rocky-planets-of-trappist-1-seem-to-have-very-similar-compositions\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Li\u00e8ge (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/PSJ\/abd022\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Planetary Science Journal)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2010.01074\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/pub_releases\/2021-01\/uol-tsr012221.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/149785\/there-are-seven-rocky-planets-in-the-trappist-1-system-and-theyre-surprisingly-similar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.zmescience.com\/space\/the-trappist-1-exoplanets-could-be-worlds-of-water-or-rust\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZME science<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2021-01-rocky-planets-trappist-similar-compositions.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/brucedorminey\/2021\/01\/23\/trappist-1s-planets-may-have-shockingly-similar-compositions-says-nasa\/?sh=2820c00c752a\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TRAPPIST-1:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/TRAPPIST-1%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1b (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1b (Exoplanet.eu)<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1c\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1c (Wikipedia)<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1c (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1d\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1d (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1d (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1e\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1e (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_e\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1e (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1f\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1f (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_f\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1f (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1g\">TRAPPIST-1g (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_g\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1g (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1h\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1h (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_h\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1h (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"http:\/\/planetquest.jpl.nasa.gov\/index.cfm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlanetQuest<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio TRAPPIST:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/lasilla\/trappist\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/spitzer\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/ssc.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro Espacial Spitzer<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Spitzer_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Kepler:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/kepler\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA (p\u00e1gina oficial)<\/a><br><a href=\"http:\/\/keplerscience.arc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">K2 (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/kepler\/\">Arquivo de dados do Kepler<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/k2\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados da miss\u00e3o K2<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Kepler_space_telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A estrela an\u00e3 vermelha TRAPPIST-1 \u00e9 o lar do maior grupo de 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