{"id":3817,"date":"2021-01-15T06:27:29","date_gmt":"2021-01-15T06:27:29","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3817"},"modified":"2021-01-15T06:27:30","modified_gmt":"2021-01-15T06:27:30","slug":"pesquisa-por-ondas-gravitacionais-encontra-novas-pistas-tantalizantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2021\/01\/15\/pesquisa-por-ondas-gravitacionais-encontra-novas-pistas-tantalizantes\/","title":{"rendered":"Pesquisa por ondas gravitacionais encontra novas pistas tantalizantes"},"content":{"rendered":"\n<p>Uma equipa internacional de cientistas pode estar perto de detetar leves ondula\u00e7\u00f5es no espa\u00e7o-tempo que preenchem o Universo.<\/p>\n\n\n\n<p>Pares de buracos negros milhares de milh\u00f5es de vezes mais massivos do que o Sol podem estar a orbitar-se uns aos outros, gerando ondula\u00e7\u00f5es no pr\u00f3prio espa\u00e7o. O NANOGrav (North American Nanohertz Observatory for Gravitational Waves) passou mais de uma d\u00e9cada a usar radiotelesc\u00f3pios terrestres para procurar evid\u00eancias destas ondula\u00e7\u00f5es no espa\u00e7o-tempo criadas por buracos negros monstruosos. Esta semana, o projeto anunciou a dete\u00e7\u00e3o de um sinal que pode ser atribu\u00eddo a ondas gravitacionais, embora os membros ainda n\u00e3o estejam prontos para reivindicar sucesso.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/NpOHQmX.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/NpOHQmX-1024x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3818\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/NpOHQmX-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/NpOHQmX-300x300.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/NpOHQmX-150x150.jpg 150w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/NpOHQmX-768x768.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/NpOHQmX-1536x1536.jpg 1536w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/NpOHQmX-2048x2048.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra o projeto NANOGrav a observar objetos c\u00f3smicos chamados pulsares num esfor\u00e7o de detetar ondas gravitacionais.<br>Cr\u00e9dito: NANOGrav\/T. Klein<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>As ondas gravitacionais foram teorizadas pela primeira vez por Albert Einstein em 1916, mas s\u00f3 foram detetadas diretamente quase um s\u00e9culo depois. Einstein mostrou que, em vez de ser um plano de fundo r\u00edgido para o Universo, o espa\u00e7o \u00e9 um tecido flex\u00edvel que \u00e9 deformado e curvado por objetos massivos e inextricavelmente ligado ao tempo. Em 2015, uma colabora\u00e7\u00e3o entre o norte-americano LIGO (Laser Interferometer Gravitational-wave Observatory) e o interfer\u00f3metro Virgo na Europa anunciou a primeira dete\u00e7\u00e3o direta de ondas gravitacionais: eram emanadas por dois buracos negros &#8211; cada com aproximadamente 30 vezes a massa do Sol &#8211; que se orbitavam um ao outro e que depois se fundiram.<\/p>\n\n\n\n<p>Num novo artigo publicado na edi\u00e7\u00e3o de janeiro de 2021 da revista The Astrophysical Journal Supplements, o projeto NANOGrav relata a dete\u00e7\u00e3o de flutua\u00e7\u00f5es inexplic\u00e1veis, consistentes com os efeitos das ondas gravitacionais, no &#8220;timing&#8221; de 45 pulsares espalhados pelo c\u00e9u e medidos ao longo de um per\u00edodo de 12 anos e meio.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pulsares s\u00e3o &#8220;pepitas&#8221; densas de material que sobram da explos\u00e3o de uma estrela como supernova. Vistos da Terra, os pulsares parecem piscar. Na realidade, a luz vem de dois feixes constantes que emanam de lados opostos do pulsar enquanto este gira, como um farol. Se as ondas gravitacionais passarem entre um pulsar e a Terra, o alongamento e a compress\u00e3o subtis do espa\u00e7o-tempo parecem introduzir um pequeno desvio no tempo regular do pulsar. Mas este efeito \u00e9 subtil, e mais de uma d\u00fazia de outros fatores tamb\u00e9m influenciam o &#8220;timing&#8221; do pulsar. Uma parte importante do trabalho feito pelo NANOGrav \u00e9 a subtra\u00e7\u00e3o desses fatores dos dados para cada pulsar antes de procurar sinais de ondas gravitacionais.<\/p>\n\n\n\n<p>O LIGO e o Virgo detetam ondas gravitacionais de pares individuais de buracos negros (ou outros objetos densos chamados estrelas de neutr\u00f5es). Em contraste, o NANOGrav est\u00e1 \u00e0 procura de um &#8220;fundo&#8221; persistente de ondas gravitacionais, ou a combina\u00e7\u00e3o ruidosa de ondas criadas ao longo de milhares de milh\u00f5es de anos por incont\u00e1veis pares de buracos negros supermassivos espalhados pelo Universo. Estes objetos produzem ondas gravitacionais com comprimentos de onda muito maiores do que aqueles detetados pelo LIGO e Virgo &#8211; t\u00e3o longas que podem ser necess\u00e1rios anos para uma \u00fanica onda gravitacional passar por um detetor estacion\u00e1rio. Portanto, embora o LIGO e o Virgo possam detetar milhares de ondas por segundo, a miss\u00e3o do NANOGrav requer anos de dados.<\/p>\n\n\n\n<p>Por mais tantalizante que o \u00faltimo achado seja, a equipa do NANOGrav n\u00e3o est\u00e1 pronta para afirmar que encontrou evid\u00eancias de um fundo de ondas gravitacionais. Porqu\u00ea a hesita\u00e7\u00e3o? Para confirmar a dete\u00e7\u00e3o direta de uma assinatura de ondas gravitacionais, os investigadores do NANOGrav ter\u00e3o que encontrar um padr\u00e3o distinto nos sinais entre pulsares individuais. De acordo com a teoria da relatividade geral de Einstein, o efeito do fundo de ondas gravitacionais deve influenciar o &#8220;timing&#8221; dos pulsares de maneira ligeiramente diferente com base nas suas posi\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o uns aos outros.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, o sinal \u00e9 demasiado fraco para que tal padr\u00e3o seja distingu\u00edvel. O aumento do sinal exigir\u00e1 que o NANOGrav expanda o seu conjunto de dados para incluir mais pulsares estudados por per\u00edodos de tempo ainda mais longos, o que aumentar\u00e1 a sensibilidade da rede de radiotelesc\u00f3pios. O NANOGrav tamb\u00e9m est\u00e1 a juntar os seus dados aos dados de outras experi\u00eancias de &#8220;timing&#8221; de pulsares num esfor\u00e7o conjunto do IPTA (International Pulsar Timing Array), uma colabora\u00e7\u00e3o de investigadores que usa os maiores radiotelesc\u00f3pios do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Tentar detetar ondas gravitacionais com uma rede de &#8216;timing&#8217; de pulsares requer paci\u00eancia,&#8221; disse Scott Ransom do NRAO (National Radio Astronomy Observatory) e atual presidente do NANOGrav. &#8220;De momento estamos a analisar mais de uma d\u00fazia de anos de dados, mas uma dete\u00e7\u00e3o definitiva provavelmente levar\u00e1 mais alguns. \u00c9 \u00f3timo que estes novos resultados sejam exatamente o que esperar\u00edamos ver \u00e0 medida que nos aproximamos de uma dete\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>A equipa do NANOGrav discutiu as suas descobertas numa confer\u00eancia de imprensa dia 11 de janeiro na 237.\u00aa reuni\u00e3o da Sociedade Astron\u00f3mica Americana, realizada virtualmente entre os dias 10 e 15 de janeiro. Michele Vallisneri e Joseph Lazio, ambos astrof\u00edsicos do JPL da NASA no sul da Calif\u00f3rnia, e Zaven Arzoumanian do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA, no estado norte-americano de Maryland, s\u00e3o coautores do estudo. Joseph Simon, investigador na Universidade do Colorado, em Boulder, e autor principal do artigo, realizou grande parte da an\u00e1lise do artigo como investigador p\u00f3s-doutorado no JPL. O NANOGrav \u00e9 uma colabora\u00e7\u00e3o entre astrof\u00edsicos dos EUA e do Canad\u00e1. Os dados do novo estudo foram recolhidos usando o GBT (Green Bank Telescope), no estado da Virg\u00ednia Ocidental, e a antena de Arecibo em Porto Rico antes do seu recente colapso.<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.jpl.nasa.gov\/news\/gravitational-wave-search-finds-tantalizing-new-clue\/\" target=\"_blank\">\/\/ NASA\/JPL (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.colorado.edu\/today\/2021\/01\/11\/gravitational-waves\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Colorado em Boulder (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.cornell.edu\/stories\/2021\/01\/astronomers-find-possible-hints-gravitational-waves\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Cornell (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/uwm.edu\/news\/nanograv-finds-first-hints-of-low-frequency-gravitational-wave-background\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Wisconsin-Milwaukee (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.ucf.edu\/news\/arecibo-observatory-helps-researchers-find-possible-first-hints-of-low-frequency-gravitational-waves\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade da Fl\u00f3rida Central (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/gwac.wvu.edu\/blog\/2021\/01\/11\/nanograv-finds-possible-first-hints-of-low-frequency-gravitational-wave-background\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade da Virg\u00ednia Ocidental (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/abd401\/meta\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2009.04496\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/pub_releases\/2021-01\/uocf-aoh011121.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/skyandtelescope.org\/astronomy-news\/pulsars-show-hint-of-gravitational-wave-noise\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sky &amp; Telescope<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/astronomers-chasing-cosmic-secrets-with-pulsars\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/we-may-have-just-caught-the-first-hint-of-the-background-hum-of-the-universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/astronomynow.com\/2021\/01\/12\/researchers-find-hints-of-background-sea-of-gravity-waves\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy Now<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2264633-we-may-have-found-hints-of-gravitational-waves-permeating-the-universe\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ondas gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/gracedb.ligo.org\/latest\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">GraceDB (Gravitational Wave Candidate Event Database)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_wave\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_wave_detection\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomia de ondas gravitacionais &#8211; Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/127255\/gravitational-waves-101\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ondas gravitacionais: como distorcem o espa\u00e7o &#8211; Universe Today<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/127286\/gravitational-wave-detectors-how-they-work\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Detetores: como funcionam &#8211; Universe Today<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/127329\/gravitational-wave-sources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">As fontes de ondas gravitacionais &#8211; Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=4GbWfNHtHRg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O que \u00e9 uma onda gravitacional (YouTube)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pulsares:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Pulsar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.atnf.csiro.au\/research\/pulsar\/psrcat\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cat\u00e1logo ATNF de Pulsares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>NANOGrav:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/nanograv.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/North_American_Nanohertz_Observatory_for_Gravitational_Waves\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>GBT:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/greenbankobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Green_Bank_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Observat\u00f3rio de Arecibo:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.naic.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Arecibo_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>LIGO:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/ligo.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ligo.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.advancedligo.mit.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Advanced LIGO<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/LIGO\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Virgo:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/www.ego-gw.it\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EGO<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Virgo_interferometer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma equipa internacional de cientistas pode estar perto de detetar leves ondula\u00e7\u00f5es no espa\u00e7o-tempo que preenchem o Universo. 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