{"id":3734,"date":"2020-12-08T06:47:25","date_gmt":"2020-12-08T06:47:25","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3734"},"modified":"2020-12-08T06:47:36","modified_gmt":"2020-12-08T06:47:36","slug":"hubble-captura-desvanecimento-da-nebulosa-da-raia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/12\/08\/hubble-captura-desvanecimento-da-nebulosa-da-raia\/","title":{"rendered":"Hubble captura desvanecimento da Nebulosa da Raia"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"> Os astr\u00f3nomos obtiveram um raro vislumbre de uma &#8220;mortalha&#8221; de g\u00e1s em r\u00e1pido desaparecimento que rodeia uma estrela envelhecida. Os dados de arquivo do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA revelam que a nebulosa Hen 3-1357, apelidada de Nebulosa da Raia, diminuiu acentuadamente de brilho ao longo das \u00faltimas duas d\u00e9cadas. Testemunhar uma mudan\u00e7a t\u00e3o r\u00e1pida numa nebulosa planet\u00e1ria \u00e9 extremamente sem precedentes, dizem os investigadores. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2020a.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"733\" height=\"300\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/qIal33l.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3735\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/qIal33l.jpg 733w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/qIal33l-300x123.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 733px) 100vw, 733px\" \/><\/a><figcaption>Imagens capturadas pelo Hubble em 1996 (esquerda), quando comparadas \u00e0s imagens do Hubble obtidas em 2016 (direita), mostram uma nebulosa que diminuiu drasticamente de brilho e mudou de forma. As conchas de g\u00e1s azul brilhante perto do centro da nebulosa praticamente desapareceram, e as orlas onduladas que deram a esta nebulosa o nome com tema aqu\u00e1tico virtualmente j\u00e1 n\u00e3o existem. A jovem nebulosa j\u00e1 n\u00e3o &#8220;salta \u00e0 vista&#8221; contra o plano de fundo do Universo distante.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, B. Balick (Universidade de Washington), M. Guerrero (Instituto de Astrof\u00edsica da Andaluzia) e G. Ramos-Larios (Universidade de Guadalajara)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora o Universo esteja em constante mudan\u00e7a, a maioria dos processos s\u00e3o demasiado lentos para serem observados durante uma vida humana. No entanto, a Nebulosa da Raia fornece agora aos cientistas uma oportunidade especial de observar a evolu\u00e7\u00e3o de um sistema em tempo real.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Imagens capturadas pelo Hubble em 2016, quando comparadas \u00e0s imagens do Hubble obtidas em 1996, mostram uma nebulosa que diminuiu drasticamente de brilho e mudou de forma. As conchas de g\u00e1s azul brilhante perto do centro da nebulosa praticamente desapareceram, e as orlas onduladas que deram a esta nebulosa o nome com tema aqu\u00e1tico virtualmente j\u00e1 n\u00e3o existem. A jovem nebulosa j\u00e1 n\u00e3o &#8220;salta \u00e0 vista&#8221; contra o plano de fundo do Universo distante.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Hubble Captures Fading of the Stingray Nebula\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/lUhIGx6sxv8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas descobriram mudan\u00e7as sem precedentes na luz emitida pelo g\u00e1s brilhante &#8211; azoto, hidrog\u00e9nio e oxig\u00e9nio &#8211; que est\u00e1 a ser expelido pela estrela moribunda no centro da nebulosa. A emiss\u00e3o do oxig\u00e9nio, em particular, caiu em brilho por um fator de quase 1000.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2020b.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/MXy92Dl.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Imagem da Nebulosa da Raia, obtida em 1996 pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA. Na altura, era caracterizada por conchas de g\u00e1s azul brilhante perto do centro da nebulosa.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, B. Balick (Universidade de Washington), M. Guerrero (Instituto de Astrof\u00edsica da Andaluzia) e G. Ramos-Larios (Universidade de Guadalajara) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Na maioria dos estudos, a nebulosa geralmente fica maior,&#8221; disse Bruce Balick da Universidade de Washington, EUA, que liderou a nova investiga\u00e7\u00e3o. &#8220;Aqui, est\u00e1 fundamentalmente a mudar a sua forma e a ficar mais fraca, numa escala de tempo sem precedentes.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Por causa da estabilidade \u00f3tica do Hubble, estamos muito, muito confiantes de que esta nebulosa est\u00e1 a mudar de brilho,&#8221; disse o membro da equipa Martin Guerrero, do Instituto de Astrof\u00edsica da Andaluzia em Granada, Espanha. &#8220;Isto \u00e9 f\u00e1cil de ver pois, ao contr\u00e1rio da nebulosa, todas as outras estrelas na imagem do Hubble &#8211; incluindo uma distante companheira estelar &#8211; permaneceram constantes em brilho.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores observam que, enquanto especulam sobre as causas desta descoberta surpreendente, \u00e9 importante explorar as propriedades da estrela moribunda no centro da Nebulosa da Raia, que influencia a estrutura e o brilho da nebulosa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2020c.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/pNPzJZf.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Imagem da Nebulosa da Raia, obtida em 2016 pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA. Mostra como a nebulosa diminuiu drasticamente de brilho e mudou de forma. A jovem nebulosa j\u00e1 n\u00e3o &#8220;salta \u00e0 vista&#8221; contra o plano de fundo do Universo distante.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, B. Balick (Universidade de Washington), M. Guerrero (Instituto de Astrof\u00edsica da Andaluzia) e G. Ramos-Larios (Universidade de Guadalajara) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um estudo de 2016 realizado por Nicole Reindl da Universidade de Leicester, Reino Unido, e por uma equipa de investigadores internacionais, tamb\u00e9m usando dados do Hubble, notou que a estrela no centro da Nebulosa da Raia, SAO 244567, \u00e9 especial por direito pr\u00f3prio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Observa\u00e7\u00f5es de 1971 a 2002 mostraram que a temperatura da estrela disparou para quase dez vezes a temperatura da superf\u00edcie do nosso Sol. Reindl especula que o salto de temperatura foi provocado por um breve flash de fus\u00e3o de h\u00e9lio que ocorreu fora do n\u00facleo da estrela central. Depois disso, a estrela come\u00e7ou a arrefecer novamente, retornando ao seu est\u00e1gio anterior de evolu\u00e7\u00e3o estelar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa que estuda o r\u00e1pido desvanecimento da Nebulosa da Raia s\u00f3 pode especular neste momento o que est\u00e1 reservado para o futuro desta jovem nebulosa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Zooming Into the Stingray Nebula\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/VonWzApmg44?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.spacetelescope.org\/news\/heic2020\/\" target=\"_blank\">\/\/ ESA\/Hubble (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2020\/hubble-captures-unprecedented-fading-of-stingray-nebula\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/hubblesite.org\/contents\/news-releases\/2020\/news-2020-55\" target=\"_blank\">\/\/ Hubblesite (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.washington.edu\/news\/2020\/12\/03\/stingray-nebula-fading\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Washington (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.iaa.csic.es\/noticias\/nebulosa-mantarraya-mas-joven-conocida-se-apaga\" target=\"_blank\">\/\/ Instituto de Astrof\u00edsica da Andaluzia (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2009.01701\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/pub_releases\/2020-12\/eic-hcf120320.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/skyandtelescope.org\/astronomy-news\/the-decline-of-the-youngest-planetary-nebula\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sky &amp; Telescope<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/149147\/20-years-of-hubble-photos-show-how-the-stingray-nebula-is-fading\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/earthsky.org\/space\/disappearing-stingray-neula-20-years-hubble-images\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EarthSky<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2020\/12\/201203173442.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-12-hubble-captures-unprecedented-stingray-nebula.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.skyatnightmagazine.com\/space-science\/stingray-nebula-fading-hubble-space-telescope-images\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">BBC Sky at Night<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/startswithabang\/2020\/12\/07\/a-dying-star-fades-away-before-hubbles-very-eyes\/?sh=406455b750ca\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Nebulosa da Raia (Hen 3-1357):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Stingray_Nebula\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.constellation-guide.com\/stingray-nebula-hen-3-1357-pn-g331-in-ara\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Constellation Guide<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Nebulosas planet\u00e1rias:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Planetary_nebula\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os astr\u00f3nomos obtiveram um raro vislumbre de uma &#8220;mortalha&#8221; 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Os dados de arquivo do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA revelam que a nebulosa Hen 3-1357, apelidada de Nebulosa da Raia, diminuiu acentuadamente de brilho ao longo das \u00faltimas duas d\u00e9cadas. 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