{"id":3636,"date":"2020-11-03T06:37:42","date_gmt":"2020-11-03T06:37:42","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3636"},"modified":"2020-11-03T06:37:53","modified_gmt":"2020-11-03T06:37:53","slug":"cerca-de-metade-das-estrelas-parecidas-com-o-sol-podem-hospedar-planetas-rochosos-e-potencialmente-habitaveis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/11\/03\/cerca-de-metade-das-estrelas-parecidas-com-o-sol-podem-hospedar-planetas-rochosos-e-potencialmente-habitaveis\/","title":{"rendered":"Cerca de metade das estrelas parecidas com o Sol podem hospedar planetas rochosos e potencialmente habit\u00e1veis"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desde que os astr\u00f3nomos confirmaram a presen\u00e7a de planetas para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, chamados exoplanetas, que a humanidade se pergunta quantos podem abrigar vida. Agora, estamos um pouco mais perto de encontrar a resposta. De acordo com uma nova investiga\u00e7\u00e3o usando dados da miss\u00e3o Kepler da NASA, cerca de metade das estrelas semelhantes em temperatura com o nosso Sol podem ter um planeta rochoso capaz de suportar \u00e1gua l\u00edquida \u00e0 sua superf\u00edcie.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A nossa Gal\u00e1xia possui cerca de 300 milh\u00f5es destes mundos potencialmente habit\u00e1veis, com base nos resultados de um estudo divulgado a semana passada e que ser\u00e1 publicado na revista The Astronomical Journal. Alguns destes exoplanetas podem at\u00e9 ser nossos vizinhos interestelares, com quatro potencialmente a 30 anos-luz do nosso Sol e o mais pr\u00f3ximo provavelmente a cerca de 20 anos-luz.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/kepler186f_artistconcept_2.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/fig1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3637\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/fig1.jpg 500w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/fig1-300x169.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><figcaption>Impress\u00e3o de artista de Kepler-186f, o primeiro planeta do tamanho da Terra validado, em \u00f3rbita de uma estrela distante, na sua zona habit\u00e1vel.<br>Cr\u00e9dito: NASA Ames\/JPL-Caltech\/T. Pyle<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta investiga\u00e7\u00e3o ajuda-nos a entender o potencial destes planetas em ter os elementos para sustentar a vida. Esta \u00e9 uma parte essencial da astrobiologia, o estudo das origens e do futuro da vida no nosso Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo \u00e9 da autoria de cientistas da NASA que trabalharam na miss\u00e3o Kepler ao lado de colaboradores de todo o mundo. A NASA reformou o telesc\u00f3pio espacial em 2018, depois de ter ficado sem combust\u00edvel. Nove anos de observa\u00e7\u00f5es do telesc\u00f3pio revelaram que existem milhares de milh\u00f5es de planetas na nossa Gal\u00e1xia &#8211; mais planetas do que estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O Kepler j\u00e1 nos disse que existem milhares de milh\u00f5es de planetas, mas agora sabemos que uma boa parte desses planetas podem ser rochosos e habit\u00e1veis,&#8221; disse o autor principal Steve Bryson, investigador do Centro de Pesquisa Ames da NASA em Silicon Valley, no estado norte-americano da Calif\u00f3rnia. &#8220;Embora este resultado esteja longe de ser um valor final, e a \u00e1gua \u00e0 superf\u00edcie de um planeta seja apenas um dos muitos fatores que sustentam a vida, \u00e9 extremamente emocionante calcular que estes mundos s\u00e3o t\u00e3o comuns com tanta confian\u00e7a e precis\u00e3o.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para fins de c\u00e1lculo desta taxa de ocorr\u00eancia, a equipa analisou exoplanetas com raios entre 0,5 e 1,5 vezes o da Terra, focando-se em planetas que s\u00e3o provavelmente rochosos. Tamb\u00e9m se debru\u00e7aram em estrelas semelhantes ao nosso Sol em idade e temperatura, com uma diferen\u00e7a (mais quentes ou mais frias) de 800\u00ba C.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Trata-se de uma ampla gama de estrelas diferentes, cada uma com as suas pr\u00f3prias propriedades particulares, influenciando se os planetas rochosos em \u00f3rbita s\u00e3o capazes de suportar \u00e1gua l\u00edquida. Estas complexidades s\u00e3o, em parte, o motivo pelo qual \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil calcular quantos planetas potencialmente habit\u00e1veis existem, especialmente quando at\u00e9 os nossos telesc\u00f3pios mais poderosos mal conseguem detetar estes planetas pequenos. \u00c9 por isso que a equipa de investiga\u00e7\u00e3o adotou uma nova abordagem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Repensando como identificar a habitabilidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta nova descoberta \u00e9 um passo significativo em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 miss\u00e3o original do Kepler de entender quantos mundos potencialmente habit\u00e1veis existem na nossa Gal\u00e1xia. Estimativas anteriores da frequ\u00eancia, tamb\u00e9m conhecida como taxa de ocorr\u00eancia, de tais planetas ignoravam a rela\u00e7\u00e3o entre a temperatura das estrelas e os tipos de luz emitidos pela estrela e absorvidos pelo planeta.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/1s5Yosv.gif\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/1s5Yosv.gif\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra o poss\u00edvel aspeto do planeta Kepler-452b, o primeiro mundo parecido com a Terra a ser encontrado na zona habit\u00e1vel de uma estrela parecida com o Sol.<br>Cr\u00e9dito: NASA Ames\/JPL-Caltech\/T. Pyle <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A nova an\u00e1lise \u00e9 respons\u00e1vel por estas rela\u00e7\u00f5es e fornece uma compreens\u00e3o mais completa de se um determinado planeta pode ser capaz ou n\u00e3o de suportar \u00e1gua l\u00edquida e, potencialmente, vida. Esta abordagem \u00e9 poss\u00edvel combinando o conjunto final de dados do Kepler de sinais planet\u00e1rios com dados sobre a produ\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica de cada estrela recolhidos pela miss\u00e3o Gaia da ESA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Sempre soubemos que para definir a habitabilidade simplesmente em termos da dist\u00e2ncia f\u00edsica de um planeta a uma estrela, para que n\u00e3o fosse muito quente ou frio, t\u00ednhamos que fazer muitas suposi\u00e7\u00f5es,&#8221; disse Ravi Kopparapu, autor do artigo e cientista do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, Maryland, EUA. &#8220;Os dados estelares do Gaia permitiram-nos olhar para estes planetas e para as suas estrelas de uma maneira totalmente nova.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Gaia forneceu informa\u00e7\u00f5es sobre a quantidade de energia que cai num planeta da estrela com base no fluxo estelar, ou a quantidade total de energia que \u00e9 emitida numa determinada \u00e1rea durante um determinado espa\u00e7o de tempo. Isto permitiu que os cientistas abordassem a sua an\u00e1lise de uma forma que reconheceu a diversidade das estrelas e sistemas solares na nossa Gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Nem todas as estrelas s\u00e3o iguais,&#8221; disse Kopparapu. &#8220;E nem todos os planetas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora o efeito exato ainda esteja a ser investigado, a atmosfera de um planeta tamb\u00e9m entra no c\u00e1lculo da quantidade de luz necess\u00e1ria para permitir \u00e1gua l\u00edquida \u00e0 superf\u00edcie. Usando uma estimativa conservadora do efeito da atmosfera, os investigadores estimaram uma taxa de ocorr\u00eancia de aproximadamente 50% &#8211; ou seja, cerca de metade das estrelas semelhantes ao Sol t\u00eam planetas rochosos capazes albergar \u00e1gua l\u00edquida \u00e0 superf\u00edcie. Uma defini\u00e7\u00e3o alternativa otimista da zona habit\u00e1vel estima cerca de 75%.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O legado do Kepler ajuda a investiga\u00e7\u00f5es futuras<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este resultado baseia-se num longo legado de trabalho de an\u00e1lise dados do Kepler para obter uma taxa de ocorr\u00eancia e prepara o terreno para futuras observa\u00e7\u00f5es de exoplanetas informadas por qu\u00e3o comuns esperamos que estes mundos rochosos e potencialmente habit\u00e1veis sejam. As investiga\u00e7\u00f5es futuras v\u00e3o continuar a refinar esta percentagem, informando a probabilidade de encontrar estes tipos de planetas e alimentando os planetas para os pr\u00f3ximos est\u00e1gios de investiga\u00e7\u00e3o exoplanet\u00e1ria, incluindo telesc\u00f3pios futuros.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/3STxSEZ.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/3STxSEZ.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Ilustra\u00e7\u00e3o que representa o legado do telesc\u00f3pio espacial Kepler da NASA. Ap\u00f3s nove anos no espa\u00e7o profundo a recolher dados que revelaram que o nosso c\u00e9u noturno est\u00e1 repleto de milhares de milh\u00f5es de planetas escondidos &#8211; mais planetas do que estrelas &#8211; o telesc\u00f3pio espacial Kepler da NASA ficou sem combust\u00edvel necess\u00e1rio para realizar mais opera\u00e7\u00f5es cient\u00edficas em 2018.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/Centro de Pesquisa Ames\/W. Stenzel\/D. Rutter <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Saber qu\u00e3o comuns s\u00e3o os diferentes tipos de planetas \u00e9 de muito alto valor para os pr\u00f3ximos projetos de descoberta exoplanet\u00e1ria,&#8221; disse a coautora Michelle Kunimoto, que trabalhou neste artigo ap\u00f3s terminar o seu doutoramento em taxas de ocorr\u00eancia exoplanet\u00e1ria na Universidade da Columbia Brit\u00e2nica, e que recentemente se juntou \u00e0 equipa do TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) no MIT (Massachusetts Institute of Technology) em Cambridge. &#8220;Os levantamentos dedicados a planetas pequenos e potencialmente habit\u00e1veis em torno de estrelas parecidas com o Sol v\u00e3o depender de resultados como estes para maximizar as suas chances de sucesso.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Depois de revelar mais de 2800 planetas confirmados para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, os dados recolhidos pelo telesc\u00f3pio espacial Kepler continuam a produzir novas descobertas importantes sobre o nosso lugar no Universo. Embora o campo de vis\u00e3o do Kepler cobrisse apenas 0,25% do c\u00e9u, a \u00e1rea coberta por uma m\u00e3o \u00e0 dist\u00e2ncia do bra\u00e7o esticado, os seus dados permitiram que os cientistas extrapolassem o que os dados da miss\u00e3o significam para o resto da Gal\u00e1xia. Esse trabalho continua com o TESS, o atual telesc\u00f3pio de ca\u00e7a exoplanet\u00e1ria da NASA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Para mim, este resultado \u00e9 um exemplo do que j\u00e1 conseguimos descobrir com apenas aquele vislumbre para l\u00e1 do nosso Sistema Solar,&#8221; disse Bryson. &#8220;O que vemos \u00e9 que a nossa Gal\u00e1xia \u00e9 fascinante, com mundos fascinantes e alguns que podem n\u00e3o ser muito diferentes do nosso.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/ames\/kepler-occurrence-rate\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.seti.org\/press-release\/how-many-habitable-planets-are-out-there\" target=\"_blank\">\/\/ Instituto SETI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2010.14812\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"http:\/\/planetquest.jpl.nasa.gov\/index.cfm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlanetQuest<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Kepler:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/kepler\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA (p\u00e1gina oficial)<\/a><br><a href=\"http:\/\/keplerscience.arc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">K2 (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/kepler\/\">Arquivo de dados do Kepler<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/k2\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados da miss\u00e3o K2<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Kepler_space_telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/gaia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"http:\/\/gsaweb.ast.cam.ac.uk\/alerts\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa Alertas de Ci\u00eancia Fotom\u00e9trica do Gaia<\/a><br><a href=\"http:\/\/gea.esac.esa.int\/archive\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados do Gaia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\/guide-to-scientists\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Como usar os dados do Gaia<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/gaia\/60036-gaia-data-release-2-virtual-reality-resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Recursos VR<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.spaceflight101.com\/gaia-spacecraft-overview.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACEFLIGHT101<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/cgi-bin\/TblView\/nph-tblView?app=ExoTbls&amp;config=planets&amp;constraint=pl_facility+like+%27%TESS%%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde que os astr\u00f3nomos confirmaram a presen\u00e7a de planetas para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, chamados exoplanetas, que a humanidade se pergunta quantos podem abrigar vida. 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