{"id":3624,"date":"2020-10-30T06:37:39","date_gmt":"2020-10-30T06:37:39","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3624"},"modified":"2020-10-30T06:37:49","modified_gmt":"2020-10-30T06:37:49","slug":"galaxias-no-universo-jovem-eram-surpreendentemente-maduras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/10\/30\/galaxias-no-universo-jovem-eram-surpreendentemente-maduras\/","title":{"rendered":"Gal\u00e1xias no Universo jovem eram surpreendentemente maduras"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As gal\u00e1xias massivas j\u00e1 eram muito mais maduras no in\u00edcio do Universo do que o esperado. Isto foi mostrado por uma equipa internacional de astr\u00f3nomos que estudou 118 gal\u00e1xias distantes com o ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A maioria das gal\u00e1xias formou-se quando o Universo ainda era muito jovem. A nossa pr\u00f3pria Gal\u00e1xia, por exemplo, provavelmente come\u00e7ou a formar-se h\u00e1 13,6 mil milh\u00f5es de anos, no nosso Universo com 13,8 mil milh\u00f5es de anos. Quando o Universo tinha apenas 10% da sua idade atual (1-1,5 mil milh\u00f5es de anos depois do Big Bang), a maioria das gal\u00e1xias sofreu um &#8220;surto de crescimento&#8221;. Durante este tempo, fabricaram a maior parte da sua massa estelar e outras propriedades, como poeira, conte\u00fado de elementos pesados e formas de disco em espiral, que vemos nas gal\u00e1xias de hoje. Portanto, se quisermos aprender como as gal\u00e1xias como a nossa Via L\u00e1ctea se formaram, \u00e9 importante estudar esta \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/nrao20in15d.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"680\" height=\"383\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/nrao20in15d-680x383.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3625\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/nrao20in15d-680x383.jpg 680w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/nrao20in15d-680x383-300x169.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 680px) 100vw, 680px\" \/><\/a><figcaption>Impress\u00e3o de artista de uma gal\u00e1xia no in\u00edcio do Universo que \u00e9 muito poeirenta e que mostra os primeiros sinais de um disco girat\u00f3rio. Na imagem, o vermelho representa g\u00e1s, e o azul\/castanho representa poeira vista no r\u00e1dio com o ALMA. No plano de fundo s\u00e3o vistas muitas outras gal\u00e1xias, com base em dados \u00f3ticos do VLT e do Subaru.<br>Cr\u00e9dito: B. Saxton NRAO\/AUI\/NSF, ESO, NASA\/STScI; NAOJ\/Subaru<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Num levantamento chamado ALPINE (ALMA Large Program to Investigate C+ at Early Times), uma equipa internacional de astr\u00f3nomos estudou 118 gal\u00e1xias que passaram por este &#8220;surto de crescimento&#8221; no in\u00edcio do Universo. &#8220;Para nossa surpresa, muitas delas eram mais maduras do que esper\u00e1vamos,&#8221; disse Andreas Faisst, do IPAC (Infrared Processing and Analysis Center) no Caltech (Instituto de Tecnologia da Calif\u00f3rnia).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As gal\u00e1xias s\u00e3o consideradas mais &#8220;maduras&#8221; do que &#8220;primordiais&#8221; quando cont\u00eam uma quantidade significativa de poeira e elementos pesados. &#8220;N\u00e3o esper\u00e1vamos ver tanta poeira e elementos pesados nestas gal\u00e1xias distantes,&#8221; disse Faisst. A poeira e os elementos pesados (definidos pelos astr\u00f3nomos como todos os elementos mais pesados do que o hidrog\u00e9nio e h\u00e9lio) s\u00e3o considerados um subproduto das estrelas moribundas. Mas as gal\u00e1xias no in\u00edcio do Universo ainda n\u00e3o tiveram muito tempo para construir estrelas, de modo que os astr\u00f3nomos n\u00e3o esperavam ver tamb\u00e9m l\u00e1 muita poeira ou elementos pesados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A partir de estudos anteriores, entendemos que estas gal\u00e1xias jovens s\u00e3o pobres em poeira,&#8221; disse Daniel Schaerer, da Universidade de Genebra, na Su\u00ed\u00e7a. &#8220;No entanto, descobrimos que cerca de 20% das gal\u00e1xias &#8216;montadas&#8217; durante esta \u00e9poca inicial j\u00e1 tinham muita poeira e uma fra\u00e7\u00e3o significativa da luz ultravioleta de estrelas rec\u00e9m-nascidas j\u00e1 est\u00e1 oculta por esta poeira,&#8221; acrescentou.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-vimeo wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Artist&#039;s animation of a dusty, rotating distant galaxy\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/472561627?dnt=1&amp;app_id=122963\" width=\"618\" height=\"348\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Muitas das gal\u00e1xias tamb\u00e9m foram consideradas relativamente adultas porque mostraram diversidade nas suas estruturas, incluindo os primeiros sinais de discos com suporte rotacional &#8211; o que pode mais tarde levar a gal\u00e1xias com uma estrutura espiral, como \u00e9 observado em gal\u00e1xias como a nossa Via L\u00e1ctea. Os astr\u00f3nomos geralmente esperam que as gal\u00e1xias no in\u00edcio do Universo se pare\u00e7am com &#8220;desastres&#8221; c\u00f3smicos porque colidem frequentemente. &#8220;Vemos muitas gal\u00e1xias a colidir, mas tamb\u00e9m v\u00e1rias delas a girar de maneira ordeira, sem sinais de colis\u00f5es,&#8221; disse John Silverman do Insituto Kavli para F\u00edsica e Matem\u00e1tica do Universo no Jap\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O ALMA j\u00e1 avistou gal\u00e1xias muito distantes, como MAMBO-9 (uma gal\u00e1xia muito empoeirada) e Wolfe Disk (uma gal\u00e1xia com um disco girat\u00f3rio). Mas era dif\u00edcil dizer se estas descobertas eram \u00fanicas, ou se haviam mais gal\u00e1xias como elas por a\u00ed. O ALPINE \u00e9 o primeiro levantamento que permitiu aos astr\u00f3nomos estudar um n\u00famero significativo de gal\u00e1xias no Universo primitivo e mostra que podem evoluir mais depressa do que o esperado. Mas os cientistas ainda n\u00e3o entendem como estas gal\u00e1xias cresceram t\u00e3o rapidamente e porque \u00e9 que algumas delas j\u00e1 t\u00eam discos girat\u00f3rios.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/nrao20in15c.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/nrao20in15c-680x383.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Estas s\u00e3o duas das gal\u00e1xias no in\u00edcio do Universo que o ALMA observou no r\u00e1dio. As gal\u00e1xias s\u00e3o consideradas mais &#8220;maduras&#8221; do que &#8220;primordiais&#8221; porque cont\u00eam grandes quantidades de poeira (a amarelo). O ALMA tamb\u00e9m revelou o g\u00e1s (vermelho), que \u00e9 usado para medir forma\u00e7\u00e3o estelar obscurecida e os movimentos nas gal\u00e1xias.<br>Cr\u00e9dito: B. Saxton NRAO\/AUI\/NSF, ALMA (ESO\/NAOJ\/NRAO), equipa ALPINE <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As observa\u00e7\u00f5es do ALMA foram cruciais para esta investiga\u00e7\u00e3o porque o radiotelesc\u00f3pio pode ver a forma\u00e7\u00e3o estelar que est\u00e1 escondida pela poeira e rastrear o movimento do g\u00e1s emitido pelas regi\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o estelar. Os levantamentos de gal\u00e1xias no in\u00edcio do Universo geralmente usam telesc\u00f3pios \u00f3ticos e infravermelhos. Estes permitem a medi\u00e7\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o estelar n\u00e3o obstru\u00edda e das massas estelares. No entanto, estes telesc\u00f3pios t\u00eam dificuldade em medir regi\u00f5es obscurecidas por poeira, onde as estrelas se formam, ou os movimentos do g\u00e1s nestas gal\u00e1xias. E por vezes nem v\u00eam uma gal\u00e1xia. &#8220;Com o ALMA descobrimos algumas gal\u00e1xias distantes pela primeira vez. Chamamo-las de &#8220;Hubble-dark&#8221;, pois n\u00e3o puderam ser detetadas nem mesmo como o telesc\u00f3pio Hubble,&#8221; disse Lin Yan do Caltech.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para aprender mais sobre gal\u00e1xias distantes, os astr\u00f3nomos querem apontar o ALMA para gal\u00e1xias individuais por mais tempo. &#8220;Queremos ver exatamente onde est\u00e1 a poeira e como o g\u00e1s se move. Tamb\u00e9m queremos comparar as gal\u00e1xias empoeiradas com outras \u00e0 mesma dist\u00e2ncia e descobrir se pode haver algo especial nos seus ambientes,&#8221; acrescentou Paolo Cassata, da Universidade de P\u00e1dua, na It\u00e1lia, anteriormente na Universidade de Valpara\u00edso no Chile.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O ALPINE \u00e9 o primeiro e o maior levantamento gal\u00e1ctico em v\u00e1rios comprimentos de onda no in\u00edcio do Universo. Para uma grande amostra de gal\u00e1xias, a equipa recolheu medi\u00e7\u00f5es no \u00f3tico (incluindo com o Subaru, VISTA, Hubble, Keck e VLT), no infravermelho (Spitzer) e no r\u00e1dio (ALMA). Os estudos em v\u00e1rios comprimentos de onda s\u00e3o necess\u00e1rios para obter uma imagem completa de como as gal\u00e1xias s\u00e3o constru\u00eddas. &#8220;Um levantamento t\u00e3o grande e complexo s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel gra\u00e7as \u00e0 colabora\u00e7\u00e3o entre v\u00e1rios institutos de todo o mundo,&#8221; disse Matthieu B\u00e9thermin do Laborat\u00f3rio de Astrof\u00edsica de Marselha, na Fran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-vimeo wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Press Release Video\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/472561806?dnt=1&amp;app_id=122963\" width=\"618\" height=\"348\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/en\/press-releases\/galaxies-in-the-infant-universe-were-surprisingly-mature\/\" target=\"_blank\">\/\/ Observat\u00f3rio ALMA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/keckobservatory.org\/alpine\" target=\"_blank\">\/\/ Observat\u00f3rio W. M. Keck (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/subarutelescope.org\/en\/results\/2020\/10\/27\/2909.html\" target=\"_blank\">\/\/ Telesc\u00f3pio Subaru (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/news\/galaxies-in-the-infant-universe-were-surprisingly-mature\/\" target=\"_blank\">\/\/ NRAO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nao.ac.jp\/en\/news\/science\/2020\/20201028-alma.html\" target=\"_blank\">\/\/ NAOJ (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/as.cornell.edu\/news\/astronomers-find-evidence-rapid-evolution-galaxies-early-universe\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Cornell (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.ucdavis.edu\/news\/observing-dusty-galaxies-early-universe\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade da Calif\u00f3rnia, Davis (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.unige.ch\/communication\/communiques\/en\/2020\/le-reseau-cosmique-nourrit-les-galaxies-primitives\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Genebra (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.cnrs.fr\/en\/surprisingly-mature-galaxies-early-universe\" target=\"_blank\">\/\/ CNRS (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.media.inaf.it\/2020\/10\/27\/galassie-alpine\/\" target=\"_blank\">\/\/ INAF (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1910.09517\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #1 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2002.00962\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2002.00979\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #3 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2004.10760\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #4 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2004.10771\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #5 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2002.00967\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #6 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2004.13737\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #7 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2006.04974\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #8 (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/astronomynow.com\/2020\/10\/27\/growing-up-fast-in-the-very-early-universe\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">AstronomyNow<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-10-galaxies-infant-universe-surprisingly-mature.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2020\/10\/201027105426.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gal\u00e1xias:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Forma\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Galaxy_formation_and_evolution\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ALPINE:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/alpine.ipac.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">IPAC<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ALMA:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.almaobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nrao.edu\/index.php\/about\/facilities\/alma\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NRAO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/alma.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (ESO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Atacama_Large_Millimeter_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ESO:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/ESO\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As gal\u00e1xias massivas j\u00e1 eram muito mais maduras no in\u00edcio do Universo do que o esperado. 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