{"id":3559,"date":"2020-10-06T05:44:37","date_gmt":"2020-10-06T05:44:37","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3559"},"modified":"2020-10-06T05:44:46","modified_gmt":"2020-10-06T05:44:46","slug":"espetacular-animacao-de-supernova-pelo-hubble","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/10\/06\/espetacular-animacao-de-supernova-pelo-hubble\/","title":{"rendered":"Espetacular anima\u00e7\u00e3o de supernova, pelo Hubble"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2018a.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/A6eKrkn.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Esta imagem mostra parte da cativante gal\u00e1xia NGC 2525. Localizada a 70 milh\u00f5es de anos-luz da Terra, esta gal\u00e1xia faz parte da constela\u00e7\u00e3o de Popa, no hemisf\u00e9rio sul. Juntamente com as constela\u00e7\u00f5es de Quilha e Vela, formam a imagem do navio Argo, da mitologia grega.<br>\u00c0 esquerda, uma supernova brilhante \u00e9 facilmente vis\u00edvel. A supernova \u00e9 formalmente conhecida como SN2018gv e foi avistada pela primeira vez em meados de janeiro de 2018. O Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA capturou a supernova em NGC 2525 como parte de uma das suas grandes investiga\u00e7\u00f5es; a medi\u00e7\u00e3o do ritmo de expans\u00e3o do Universo, que pode ajudar a responder a quest\u00f5es fundamentais sobre a pr\u00f3pria natureza do Universo. Supernovas como esta podem ser usadas como &#8220;fitas m\u00e9tricas&#8221; c\u00f3smicas, permitindo que os astr\u00f3nomos calculem a dist\u00e2ncia at\u00e9 \u00e0s suas gal\u00e1xias.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Hubble e NASA, A. Riess e equipa SH0ES; Reconhecimento: Mahdi Zamani <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA rastreou a luz desvanecente de uma supernova na gal\u00e1xia espiral NGC 2525, localizada a 70 milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia. Supernovas como esta podem ser usadas como &#8220;fitas m\u00e9tricas&#8221; c\u00f3smicas, permitindo que os astr\u00f3nomos calculem a dist\u00e2ncia \u00e0s suas gal\u00e1xias. O Hubble capturou estas imagens como parte de uma das suas principais investiga\u00e7\u00f5es, medindo o ritmo de expans\u00e3o do Universo, o que pode ajudar a responder a quest\u00f5es fundamentais sobre a pr\u00f3pria natureza do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A supernova, formalmente conhecida como SN2018gv, foi detetada pela primeira vez em meados de janeiro de 2018. O Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA come\u00e7ou a observar o grande brilho da supernova em fevereiro de 2018 como parte do programa de pesquisa liderado pelo investigador e laureado com o Pr\u00e9mio Nobel, Adam Riess do STScI (Space Telescope Science Institute) e da Universidade Johns Hopkins em Baltimore, EUA. As imagens do Hubble est\u00e3o centradas na gal\u00e1xia espiral barrada NGC 2525, que est\u00e1 localizada na constela\u00e7\u00e3o de Popa, no hemisf\u00e9rio sul.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A supernova foi capturada pelo Hubble, em detalhes requintados, dentro desta gal\u00e1xia na parte esquerda da imagem. Aparece como uma estrela muito brilhante localizada na orla externa de um dos seus belos bra\u00e7os espirais. Esta nova e \u00fanica anima\u00e7\u00e3o das imagens do Hubble, criada pela equipa do telesc\u00f3pio espacial, mostra a brilhante supernova, inicialmente a ofuscar as estrelas mais brilhantes da gal\u00e1xia, antes de desaparecer na obscuridade durante o ano de observa\u00e7\u00f5es. Esta anima\u00e7\u00e3o consiste de observa\u00e7\u00f5es feitas ao longo de um ano, de fevereiro de 2018 a fevereiro de 2019.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/b0RlPw9.gif\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/sn_2018gv-hubble-1024x576.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-3560\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/sn_2018gv-hubble-1024x576.gif 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/sn_2018gv-hubble-300x169.gif 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/sn_2018gv-hubble-768x432.gif 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Anima\u00e7\u00e3o que mostra o desvanecimento da supernova SN2018gv, situada na gal\u00e1xia NGC 2525, imagens estas obtidas pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Hubble e NASA, M. Kornmesser, M. Zamani, A. Riess e equipa SH0ES<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Nenhum fogo-de-artif\u00edcio terrestre consegue competir com esta supernova, capturada na sua gl\u00f3ria desvanecente pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble,&#8221; partilhou Reiss acerca da nova anima\u00e7\u00e3o da explos\u00e3o de supernova em NGC 2525.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As supernovas s\u00e3o explos\u00f5es poderosas que assinalam o fim da vida de uma estrela. O tipo de supernova visto nestas imagens, conhecido como supernova do Tipo Ia, origina de uma an\u00e3 branca num sistema bin\u00e1rio \u00edntimo que acreta material da sua estrela companheira. Se a an\u00e3 branca atinge uma massa cr\u00edtica (1,44 vezes a massa do nosso Sol), o seu n\u00facleo torna-se quente o suficiente para iniciar a fus\u00e3o do carbono, desencadeando um processo termonuclear descontrolado que funde grandes quantidades de oxig\u00e9nio e carbono em quest\u00e3o de segundos. A energia libertada dilacera a estrela numa explos\u00e3o violenta, ejetando mat\u00e9ria a velocidades de at\u00e9 6% da velocidade da luz e emitindo grandes quantidades de radia\u00e7\u00e3o. As supernovas do Tipo Ia atingem consistentemente um brilho m\u00e1ximo 5 mil milh\u00f5es de vezes superior ao do Sol, antes de desaparecerem com o tempo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tendo em conta que as supernovas deste tipo produzem este brilho fixo, s\u00e3o ferramentas \u00fateis para os astr\u00f3nomos, conhecidas como &#8220;velas padr\u00e3o&#8221;, que atuam como &#8220;fitas m\u00e9tricas&#8221; c\u00f3smicas. Conhecendo o brilho real da supernova e observando o seu brilho aparente no c\u00e9u, os astr\u00f3nomos podem calcular a dist\u00e2ncia at\u00e9 estes grandes espet\u00e1culos e, portanto, a dist\u00e2ncia at\u00e9 \u00e0s suas gal\u00e1xias. Riess e a sua equipa combinaram as medi\u00e7\u00f5es de dist\u00e2ncia das supernovas com dist\u00e2ncias calculadas usando estrelas vari\u00e1veis conhecidas como vari\u00e1veis cefeidas. As vari\u00e1veis cefeidas pulsam em tamanho, provocando mudan\u00e7as peri\u00f3dicas no brilho. Dado que este per\u00edodo est\u00e1 diretamente relacionado com o brilho da estrela, os astr\u00f3nomos podem calcular a sua dist\u00e2ncia; permitindo que atuem como outra vela padr\u00e3o na escada de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2018b.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/VFi2FZ5.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Imagem da gal\u00e1xia NGC 2525. Localizada a 70 milh\u00f5es de anos-luz da Terra, esta gal\u00e1xia faz parte da constela\u00e7\u00e3o de Popa, no hemisf\u00e9rio sul. Juntamente com as constela\u00e7\u00f5es de Quilha e Vela, formam a imagem do navio Argo, da mitologia grega.<br>Sabe-se que no seu centro est\u00e1 um buraco negro supermassivo. Quase todas as gal\u00e1xias cont\u00eam um buraco negro supermassivo, que pode variar em massa de centenas de milhares a milhares de milh\u00f5es de vezes a massa do Sol.<br>O Hubble capturou uma s\u00e9rie de imagens de NGC 2525 como parte de uma das suas grandes investiga\u00e7\u00f5es: a medi\u00e7\u00e3o do ritmo de expans\u00e3o do Universo, que pode ajudar a responder a quest\u00f5es fundamentais sobre a pr\u00f3pria natureza do Universo.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Hubble e NASA, A. Riess e equipa SH0ES; Reconhecimento: Mahdi Zamani <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Riess e a sua equipa est\u00e3o interessados em medir com precis\u00e3o a dist\u00e2ncia at\u00e9 estas gal\u00e1xias, pois isso ajuda-nos a melhor restringir o ritmo de expans\u00e3o do Universo, conhecido como constante de Hubble. Este valor explica o qu\u00e3o depressa o Universo est\u00e1 a crescer, dependendo da sua dist\u00e2ncia at\u00e9 n\u00f3s, com gal\u00e1xias mais distantes movendo-se mais rapidamente para longe de n\u00f3s. Desde o seu lan\u00e7amento, o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA ajudou a melhorar drasticamente a precis\u00e3o da constante de Hubble. Os resultados do mesmo programa de observa\u00e7\u00e3o liderado por Riess reduziram agora a incerteza da sua medi\u00e7\u00e3o da constante de Hubble para uns sem precedentes 1,9%. Medi\u00e7\u00f5es adicionais de NGC 2525 v\u00e3o contribuir para o seu objetivo de reduzir a incerteza at\u00e9 1%, identificando a velocidade com que o Universo est\u00e1 a expandir-se. Uma constante de Hubble mais precisa pode revelar pistas sobre a mat\u00e9ria escura invis\u00edvel e sobre a misteriosa energia escura, respons\u00e1vel pela acelera\u00e7\u00e3o da expans\u00e3o do Universo. Juntas, estas informa\u00e7\u00f5es podem ajudar-nos a entender a hist\u00f3ria e o destino futuro do nosso Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m se sabe que um buraco negro supermassivo est\u00e1 \u00e0 espreita no centro de NGC 2525. Quase todas as gal\u00e1xias cont\u00eam um buraco negro supermassivo, que pode variar em massa de centenas de milhares a milhares de milh\u00f5es de vezes a massa do Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.spacetelescope.org\/news\/heic2018\/\" target=\"_blank\">\/\/ ESA\/Hubble (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2020\/hubble-watches-exploding-star-fade-into-oblivion\/\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/hubblesite.org\/contents\/news-releases\/2020\/news-2020-52\" target=\"_blank\">\/\/ HubbleSite (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/hubble-telescope-watches-supernova-fade-over-year\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/watch-hubble-s-incredible-timelapse-of-an-exploding-star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-10-hubble-star-oblivion.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.noticiasaominuto.com\/tech\/1596615\/telescopio-hubble-video-mostra-momentos-finais-de-uma-estrela\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Not\u00edcias ao Minuto<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>NGC 2525:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/NGC_2525\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/simbad.u-strasbg.fr\/simbad\/sim-id?Ident=NGC%202525\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Simbad<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>&#8220;Escada&#8221; c\u00f3smica de dist\u00e2ncias:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3s brancas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/White_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/imagine.gsfc.nasa.gov\/docs\/science\/know_l2\/dwarfs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Supernovas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Type_Ia_supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Tipo Ia (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta imagem mostra parte da cativante gal\u00e1xia NGC 2525. 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