{"id":3508,"date":"2020-09-18T05:25:16","date_gmt":"2020-09-18T05:25:16","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3508"},"modified":"2020-09-18T05:25:26","modified_gmt":"2020-09-18T05:25:26","slug":"missoes-da-nasa-espiam-primeiro-planeta-sobrevivente-que-orbita-uma-ana-branca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/09\/18\/missoes-da-nasa-espiam-primeiro-planeta-sobrevivente-que-orbita-uma-ana-branca\/","title":{"rendered":"Miss\u00f5es da NASA espiam primeiro planeta &#8220;sobrevivente&#8221; que orbita uma an\u00e3 branca"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/wd_1856.png\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"765\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/rXHg4aZ-765x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3509\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/rXHg4aZ-765x1024.png 765w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/rXHg4aZ-224x300.png 224w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/rXHg4aZ-768x1028.png 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/rXHg4aZ.png 985w\" sizes=\"auto, (max-width: 765px) 100vw, 765px\" \/><\/a><figcaption>Nesta ilustra\u00e7\u00e3o, WD 1856 b, um potencial planeta do tamanho de J\u00fapiter, orbita a sua muito mais pequena estrela companheira , uma t\u00e9nue an\u00e3 branca.<br>Cr\u00e9dito: Centro de Voo Espacial Goddard da NASA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa internacional de astr\u00f3nomos, usando o TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) e o aposentado Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer da NASA, relatou o que pode ser o primeiro planeta intacto encontrado orbitando perto de uma an\u00e3 branca, o denso remanescente de uma estrela parecida com o Sol, apenas 40% maior do que a Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O objeto do tamanho de J\u00fapiter, de nome WD 1856 b, \u00e9 cerca de sete vezes maior do que a an\u00e3 branca, chamada WD 1856+534. Orbita este remanescente estelar a cada 34 horas, mais de 60 vezes mais depressa do que Merc\u00fario orbita o nosso Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;WD 1856 b de alguma forma chegou muito perto da sua an\u00e3 branca e conseguiu permanecer inteiro,&#8221; disse Andrew Vanderburg, professor assistente de astronomia na Universidade de Wisconsin-Madison. &#8220;O processo de cria\u00e7\u00e3o da an\u00e3 branca destr\u00f3i os planetas pr\u00f3ximos, e qualquer coisa que depois chegue demasiado perto \u00e9 dilacerada pela imensa gravidade da estrela. Ainda temos muitas perguntas sobre como WD 1856 b chegou \u00e0 sua posi\u00e7\u00e3o atual sem encontrar um destes destinos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um artigo sobre o sistema, liderado por Vanderburg e incluindo v\u00e1rios coautores da NASA, foi publicado na edi\u00e7\u00e3o de 17 de setembro da revista Nature e est\u00e1 dispon\u00edvel online.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O TESS monitoriza grandes \u00e1reas do c\u00e9u, chamadas sectores, durante quase um m\u00eas de cada vez. Este longo olhar permite que o sat\u00e9lite encontre exoplanetas, ou mundos para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, capturando as mudan\u00e7as no brilho estelar provocadas pela passagem de um planeta em frente da estrela, fen\u00f3meno que tamb\u00e9m chamamos de tr\u00e2nsito.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O sat\u00e9lite avistou WD 1856 b a cerca de 80 anos-luz de dist\u00e2ncia na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Drag\u00e3o. Orbita uma an\u00e3 fria e silenciosa que tem aproximadamente 18.000 km de di\u00e2metro, pode ter at\u00e9 10 mil milh\u00f5es de anos e \u00e9 um membro distante de um sistema estelar triplo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando uma estrela semelhante ao Sol fica sem combust\u00edvel, aumenta centenas a milhares de vezes o seu tamanho original, formando uma estrela gigante vermelha mais fria. Eventualmente, ejeta as suas camadas externas de g\u00e1s, perdendo at\u00e9 80% da sua massa. O n\u00facleo quente restante torna-se uma an\u00e3 branca. Quaisquer objetos pr\u00f3ximos s\u00e3o tipicamente engolidos e incinerados durante este processo, que neste sistema teria inclu\u00eddo WD 1856 b na sua \u00f3rbita atual. Vanderburg e os seus colegas estimam que o poss\u00edvel planeta deve ter tido origem pelo menos 50 vezes mais longe da sua posi\u00e7\u00e3o atual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;H\u00e1 muito tempo que sabemos que, depois do nascimento das an\u00e3s brancas, objetos pequenos e distantes como asteroides e cometas podem espalhar-se para dentro em dire\u00e7\u00e3o a estas estrelas. Geralmente s\u00e3o separados pela forte gravidade de uma an\u00e3 branca e transformam-se num disco de detritos,&#8221; disse a coautora Siyi Xu, astr\u00f3noma assistente do Observat\u00f3rio Gemini em Hilo, Hawaii, que \u00e9 um programa do NOIRLab da NSF (National Science Foundation). &#8220;\u00c9 por isso que fiquei t\u00e3o animada quando o Andrew me contou sobre este sistema. Vimos ind\u00edcios de que os planetas podem espalhar-se para dentro tamb\u00e9m, mas esta parece ser a primeira vez que vimos um planeta que fez toda a sua jornada intacto.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"TESS, Spitzer Spot Potential Giant World Circling Tiny Star\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/fDhG0ppvQ2g?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa sugere v\u00e1rios cen\u00e1rios que poderiam ter empurrado WD 1856 b para uma \u00f3rbita el\u00edptica em redor da an\u00e3 branca. Esta trajet\u00f3ria ter-se-ia tornado mais circular ao longo do tempo conforme a gravidade da estrela esticava o objeto, criando enormes mar\u00e9s que dissiparam a sua energia orbital.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O caso mais prov\u00e1vel envolve v\u00e1rios outros corpos do tamanho de J\u00fapiter perto da \u00f3rbita original de WD 1856 b,&#8221; disse a coautora Juliette Becker, do Caltech em Pasadena, EUA. &#8220;A influ\u00eancia gravitacional de objetos t\u00e3o grandes pode facilmente permitir a instabilidade necess\u00e1ria para empurrar um planeta para dentro. Mas, neste ponto, ainda temos mais teorias do que dados.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outros cen\u00e1rios poss\u00edveis envolvem o pux\u00e3o gravitacional gradual das outras duas estrelas do sistema, as an\u00e3s vermelhas G229-20 A e B, ao longo de milhares de milh\u00f5es de anos e uma passagem rasante de uma estrela rebelde perturbando o sistema. A equipa de Vanderburg acha que estas e outras explica\u00e7\u00f5es s\u00e3o menos prov\u00e1veis porque exigem condi\u00e7\u00f5es perfeitamente ajustadas para atingir os mesmos efeitos que os potenciais planetas gigantes companheiros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Objetos do tamanho de J\u00fapiter podem ocupar uma grande gama de massas, de planetas apenas algumas vezes mais massivos do que a Terra at\u00e9 estrelas de baixa massa com milhares de vezes a massa da Terra. Outras s\u00e3o an\u00e3s castanhas, que se situam na linha entre planetas e estrelas. Normalmente, os cientistas recorrem \u00e0s observa\u00e7\u00f5es de velocidade radial para medir a massa de um objeto, que pode sugerir a sua composi\u00e7\u00e3o e natureza. Este m\u00e9todo funciona estudando como um objeto em \u00f3rbita puxa a sua estrela e altera a cor da sua luz. Mas, neste caso, a an\u00e3 branca \u00e9 t\u00e3o velha que a sua luz se tornou demasiado fraca e com t\u00e3o poucas caracter\u00edsticas para os cientistas detetarem mudan\u00e7as percet\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao inv\u00e9s, a equipa observou o sistema no infravermelho usando o Spitzer, apenas alguns meses antes do telesc\u00f3pio ter sido desativado. Caso WD 1856 b fosse uma an\u00e3 castanha ou uma estrela de baixa massa, emitiria o seu pr\u00f3prio brilho infravermelho. Isto significa que o Spitzer registaria um tr\u00e2nsito mais brilhante do que se o objeto fosse um planeta, que bloquearia luz em vez de emitir luz. Quando os investigadores compararam os dados do Spitzer com observa\u00e7\u00f5es de tr\u00e2nsito no vis\u00edvel obtidas com o GTC (Gran Telescopio Canarias), Espanha, n\u00e3o viram nenhuma diferen\u00e7a discern\u00edvel. Isto, em combina\u00e7\u00e3o com a idade da estrela e outras informa\u00e7\u00f5es sobre o sistema, levou-os a concluir que WD 1856 b \u00e9 provavelmente um planeta com n\u00e3o mais do que 14 vezes o tamanho de J\u00fapiter. Investiga\u00e7\u00f5es futuras poder\u00e3o ser capazes de confirmar esta conclus\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Encontrar um poss\u00edvel mundo em \u00edntima \u00f3rbita de uma an\u00e3 branca levou a coautora Lisa Kaltenegger, Vanderburg e outros a considerarem as implica\u00e7\u00f5es para o estudo das atmosferas de pequenos mundos rochosos em situa\u00e7\u00f5es semelhantes. Por exemplo, suponhamos que um planeta do tamanho da Terra estava localizado dentro da gama de dist\u00e2ncias orbitais em torno de WD 1856 onde a \u00e1gua podia existir \u00e0 sua superf\u00edcie. Usando observa\u00e7\u00f5es simuladas, os cientistas mostram que o futuro Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA poderia detetar \u00e1gua e di\u00f3xido de carbono no mundo hipot\u00e9tico observando apenas cinco tr\u00e2nsitos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados destes c\u00e1lculos, liderados por Kaltenegger e Ryan MacDonald, ambos da Universidade de Cornell em Ithaca, Nova Iorque, foram publicados na revista The Astrophysical Journal Letters e est\u00e3o dispon\u00edveis online.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Ainda mais impressionante, o Webb poderia detetar combina\u00e7\u00f5es de gases potencialmente indicativos de atividade biol\u00f3gica em tal mundo com apenas 25 tr\u00e2nsitos,&#8221; afirma Kaltenegger, diretor do Instituto Carl Sagan de Cornell. &#8220;WD 1856 b sugere que os planetas podem sobreviver \u00e0s hist\u00f3rias ca\u00f3ticas das an\u00e3s brancas. Nas condi\u00e7\u00f5es certas, estes mundos poderiam manter condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis para a vida por mais tempo do que a escala de tempo prevista para a Terra. Agora podemos explorar muitas novas possibilidades intrigantes para mundos orbitando estes n\u00facleos estelares mortos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Atualmente n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias que sugerem a exist\u00eancia de outros mundos no sistema, mas \u00e9 poss\u00edvel que existam planetas adicionais que ainda n\u00e3o foram detetados. Esses podem ter \u00f3rbitas que excedem o tempo durante o qual o TESS observa um setor ou podem estar inclinados de tal maneira que n\u00e3o s\u00e3o prop\u00edcios a provocar tr\u00e2nsitos estelares do ponto de vista da Terra. A an\u00e3 branca tamb\u00e9m \u00e9 t\u00e3o pequena que a possibilidade de capturar tr\u00e2nsitos de planetas mais distantes no sistema \u00e9 muito baixa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/press-release\/nasa-missions-spy-first-possible-survivor-planet-hugging-white-dwarf-star\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.iac.es\/en\/outreach\/news\/tess-spitzer-y-gtc-detectan-el-primer-planeta-orbitando-una-enana-blanca\" target=\"_blank\">\/\/ IAC (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.wisc.edu\/research-reveals-an-enormous-planet-quickly-orbiting-a-tiny-dying-star\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Wisconsin-Madison (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.cornell.edu\/stories\/2020\/09\/can-life-survive-stars-death-webb-telescope-will-explore\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Cornell (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.ucr.edu\/articles\/2020\/09\/16\/newly-discovered-planet-survived-death-its-star\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade da Calif\u00f3rnia em Riverside (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.utexas.edu\/2020\/09\/16\/planet-hugging-a-white-dwarf-may-be-a-survivor-of-stars-death-throes\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Texas em Austin (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.vanderbilt.edu\/2020\/09\/16\/two-exoplanet-discoveries-offer-new-understanding-of-earths-formation-and-future\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Vanderbilt (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-020-2713-y\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #1 (Nature)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/aba9d3\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/astronomy.com\/news\/2020\/09\/new-planet-found-orbiting-a-dead-star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/pub_releases\/2020-09\/uok-kah091420.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/giant-exoplanet-found-orbiting-white-dwarf-wd-1856b.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/for-the-first-time-a-giant-planet-has-been-found-orbiting-a-dead-star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2020\/09\/200916113547.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.inverse.com\/science\/first-planet-to-orbit-a-white-dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Inverse<\/a><br><a href=\"https:\/\/astronomynow.com\/2020\/09\/16\/in-a-first-intact-planet-found-in-close-orbit-around-white-dwarf\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy Now<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-09-reveals-enormous-planet-quickly-orbiting.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.dn.pt\/vida-e-futuro\/detetado-primeiro-planeta-intacto-proximo-de-uma-estrela-em-fim-de-vida-12731066.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Di\u00e1rio de Not\u00edcias<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cmjornal.pt\/mundo\/detalhe\/detetado-primeiro-planeta-intacto-proximo-de-uma-estrela?ref=HP_CMaoMinuto\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Correio da Manh\u00e3<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sabado.pt\/ciencia---saude\/espaco\/detalhe\/detetado-primeiro-planeta-intacto-proximo-de-uma-estrela-em-fim-de-vida?ref=SEC_Destaques_ciencia---saude\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">S\u00e1bado<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.rtp.pt\/noticias\/pais\/detetado-primeiro-planeta-intacto-proximo-de-uma-estrela-em-fim-de-vida_n1259559\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">RTP Not\u00edcias<\/a><br><a href=\"https:\/\/sicnoticias.pt\/mundo\/2020-09-16-Detetado-primeiro-planeta-intacto-proximo-de-uma-estrela-em-fim-de-vida\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SIC Not\u00edcias<\/a><br><a href=\"https:\/\/observador.pt\/2020\/09\/16\/detetado-primeiro-planeta-intacto-proximo-de-uma-estrela-em-fim-de-vida\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Observador<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"http:\/\/planetquest.jpl.nasa.gov\/index.cfm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlanetQuest<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/cgi-bin\/TblView\/nph-tblView?app=ExoTbls&amp;config=planets&amp;constraint=pl_facility+like+%27%TESS%%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/spitzer\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/ssc.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro Espacial Spitzer<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Spitzer_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/observing-programs\/approved-ers-programs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa ERS (STScI)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesta ilustra\u00e7\u00e3o, WD 1856 b, um potencial planeta do tamanho de J\u00fapiter, orbita a sua 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