{"id":3449,"date":"2020-08-28T05:26:03","date_gmt":"2020-08-28T05:26:03","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3449"},"modified":"2020-08-28T05:26:12","modified_gmt":"2020-08-28T05:26:12","slug":"planetas-recem-descobertos-nao-estao-tao-protegidos-de-proeminencias-estelares-como-se-pensava","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/08\/28\/planetas-recem-descobertos-nao-estao-tao-protegidos-de-proeminencias-estelares-como-se-pensava\/","title":{"rendered":"Planetas rec\u00e9m-descobertos n\u00e3o est\u00e3o t\u00e3o protegidos de proemin\u00eancias estelares como se pensava"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/stsci-h-p1846a_f3840x2160.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"554\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/9yHObYI.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3450\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/9yHObYI.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/9yHObYI-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/9yHObYI-768x432.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>Erup\u00e7\u00f5es violentas de g\u00e1s escaldante de jovens estrelas an\u00e3s vermelhas podem tornar as condi\u00e7\u00f5es inabit\u00e1veis para os seus planetas. Nesta impress\u00e3o de artista, uma jovem e ativa an\u00e3 vermelha (direita) desbasta a atmosfera de um planeta em \u00f3rbita (esquerda).<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA e D. Player (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma estrela pr\u00f3xima, hospedeira de dois (e possivelmente tr\u00eas) planetas, foi inicialmente considerada silenciosa e chata. Estes atributos s\u00e3o desejados porque criam um ambiente seguro para os seus planetas, especialmente aqueles que podem estar no que os cientistas chamam de &#8220;zona habit\u00e1vel&#8221;, onde a \u00e1gua l\u00edquida pode existir \u00e0s suas superf\u00edcies e a vida pode ser poss\u00edvel. Mas os astr\u00f3nomos da Universidade Estatal do Arizona anunciaram que esta estrela pr\u00f3xima n\u00e3o \u00e9 assim t\u00e3o calma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A estrela, chamada GJ 887 (ou Gliese 887), \u00e9 uma das estrelas M mais brilhantes do c\u00e9u. As estrelas M s\u00e3o estrelas vermelhas de baixa massa que superam, em n\u00famero, as estrelas como o nosso Sol por um factor superior a 10, orbitadas pela grande maioria dos planetas na nossa Gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">GJ 887 foi inicialmente destacada pelo ambiente espacial aparentemente calmo que fornece aos planetas recentemente descobertos. No monitoramento pelo TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA, uma miss\u00e3o para procurar planetas para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, a estrela estranhamente n\u00e3o exibiu proemin\u00eancias detet\u00e1veis ao longo de 27 dias de observa\u00e7\u00f5es cont\u00ednuas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E a aus\u00eancia de proemin\u00eancias \u00e9 uma qualidade que favorece a sobreviv\u00eancia de atmosferas em planetas que orbitam a estrela e, portanto, a potencial vida nesses planetas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas os astr\u00f3nomos Parke Loyd e Evgenya Shkolnik da Escola de Explora\u00e7\u00e3o da Terra e do Espa\u00e7o da Universidade Estatal do Arizona tinham as suas d\u00favidas sobre o comportamento de GJ 887. Investigando os dados arquivados do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble, descobriram que GJ 887 na verdade tem proemin\u00eancias hor\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas como \u00e9 que identificaram esta diferen\u00e7a? Usando luz ultravioleta distante, Loyd, Shkolnik e colaboradores foram capazes de ver enormes picos de brilho provocados por proemin\u00eancias estelares.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os seus achados foram publicados recentemente na revista Research Notes of the American Astronomical Society, com coautores da Universidade do Colorado em Boulder e do Laborat\u00f3rio Naval de Investiga\u00e7\u00e3o em Washington, DC.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrelas M: hospedeiras da maioria dos planetas potencialmente habit\u00e1veis<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dado que existem em t\u00e3o grandes n\u00fameros, as estrelas M como GJ 887 desempenham um papel importante na busca da humanidade para entender onde a Terra se encaixa no grande &#8220;jardim zool\u00f3gico&#8221; de planetas no Universo e na busca por vida noutros planetas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Se a g\u00e9nese da vida num planeta \u00e9 mais ou menos como um jogo de dados, ent\u00e3o as estrelas M lan\u00e7am esses dados muito mais vezes do que qualquer outro tipo de estrela,&#8221; explicou Loyd.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas h\u00e1 um sen\u00e3o. As estrelas M s\u00e3o propensas a &#8220;salpicar&#8221; os seus planetas com muita atividade estelar. Tamb\u00e9m podem ter duas faces, parecendo calmas no vis\u00edvel, como observaram com a miss\u00e3o TESS. Na realidade, podem estar repletas de proemin\u00eancias que s\u00e3o claramente aparentes no ultravioleta, que possui fot\u00f5es (part\u00edculas de luz) muito mais energ\u00e9ticos do que no vis\u00edvel. E cada proemin\u00eancia tem o potencial de bombardear os planetas da estrela com uma tempestade magn\u00e9tica e uma chuva de part\u00edculas velozes, aumentando as chances de que as atmosferas dos planetas de GJ 887 tenham sido desbastadas h\u00e1 muito tempo atr\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 fascinante saber que observar estrelas na luz \u00f3tica normal (como a miss\u00e3o TESS) n\u00e3o chega perto de contar a hist\u00f3ria toda,&#8221; disse Shkolnik. &#8220;O ambiente de radia\u00e7\u00e3o prejudicial s\u00f3 pode ser totalmente compreendido com observa\u00e7\u00f5es no ultravioleta, como as do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora o monitoramento ultravioleta das estrelas M tenha muito valor, os recursos que os astr\u00f3nomos t\u00eam que dedicar a tais observa\u00e7\u00f5es s\u00e3o atualmente limitados. Felizmente, existem planos em andamento para miss\u00f5es que podem ajudar a preencher esta lacuna, incluindo uma miss\u00e3o CubeSat liderada pela Universidade Estatal do Arizona de nome SPARCS (Star-Planet Activity Research CubeSat), da qual Shkolnik \u00e9 a investigadora principal. Esta miss\u00e3o fornecer\u00e1 aos astr\u00f3nomos o tempo de observa\u00e7\u00e3o que necessitam que capturar as erup\u00e7\u00f5es ultravioleta das estrelas M e medir a frequ\u00eancia com que ocorrem, levando a uma maior compreens\u00e3o das estrelas e planetas na nossa Gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A emiss\u00e3o ultravioleta de uma estrela \u00e9 realmente uma pe\u00e7a cr\u00edtica, embora ainda ausente, do quebra-cabe\u00e7as que \u00e9 a compreens\u00e3o das atmosferas dos exoplanetas e a sua habitabilidade,&#8221; disse Shkolnik.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/asunow.asu.edu\/20200824-recently-discovered-planets-not-safe-stellar-flares-first-thought\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade Estatal do Arizona (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2515-5172\/aba94a\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Research Notes of the American Astronomical Society)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>GJ 887:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lacaille_9352\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>GJ 887b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7641\/gj-887-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/gj_887_b\/\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>GJ 887c:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lacaille_9352_c\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7642\/gj-887-c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/gj_887_c\/\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3s vermelhas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Red_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"http:\/\/planetquest.jpl.nasa.gov\/index.cfm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlanetQuest<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/cgi-bin\/TblView\/nph-tblView?app=ExoTbls&amp;config=planets&amp;constraint=pl_facility+like+%27%TESS%%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>SPARCS (Star-Planet Activity Research CubeSat):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/sese.asu.edu\/research\/sparcs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade Estatal do Arizona<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Erup\u00e7\u00f5es violentas de g\u00e1s escaldante de jovens estrelas an\u00e3s vermelhas podem tornar as condi\u00e7\u00f5es inabit\u00e1veis para os seus planetas. Nesta impress\u00e3o de artista, uma jovem e ativa an\u00e3 vermelha (direita) desbasta a atmosfera de um planeta em \u00f3rbita (esquerda).Cr\u00e9dito: NASA, ESA e D. Player (STScI) Uma estrela pr\u00f3xima, hospedeira de dois (e possivelmente tr\u00eas) planetas, &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3450,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50,72,16,1],"tags":[374,147,846,847,848,150,907,309],"class_list":["post-3449","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-estrelas","category-exoplanetas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-anas-vermelhas","tag-exoplaneta","tag-gliese-887","tag-gliese-887-b","tag-gliese-887-c","tag-hubble","tag-sparcs","tag-tess"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3449","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3449"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3449\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3451,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3449\/revisions\/3451"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3450"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3449"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3449"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3449"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}