{"id":3413,"date":"2020-08-14T05:26:03","date_gmt":"2020-08-14T05:26:03","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3413"},"modified":"2020-08-14T05:26:13","modified_gmt":"2020-08-14T05:26:13","slug":"misterio-resolvido-areas-brilhantes-de-ceres-vem-de-agua-salgada-por-baixo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/08\/14\/misterio-resolvido-areas-brilhantes-de-ceres-vem-de-agua-salgada-por-baixo\/","title":{"rendered":"Mist\u00e9rio resolvido: \u00e1reas brilhantes de Ceres v\u00eam de \u00e1gua salgada por baixo"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/dome_small_extend-6sec.gif\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"554\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/YvqZx8T.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-3414\"\/><\/a><figcaption>Imagens da Cratera Occator, vista em cores falsas, reunidas para criar esta anima\u00e7\u00e3o.\nCr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech\/UCLA\/MMPS\/DLR\/IDA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A sonda Dawn da NASA deu aos cientistas vistas extraordin\u00e1rias do planeta an\u00e3o Ceres, que fica na cintura de asteroides entre Marte e J\u00fapiter. Quando a miss\u00e3o terminou em outubro de 2018, o orbitador encontrava-se a menos de 35 km da superf\u00edcie, revelando detalhes n\u00edtidos das misteriosas regi\u00f5es brilhantes pelas quais Ceres ficou conhecido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas descobriram que as \u00e1reas brilhantes eram dep\u00f3sitos constitu\u00eddos principalmente de carbonato de s\u00f3dio &#8211; um composto de s\u00f3dio, carbono e oxig\u00e9nio. Provavelmente tiveram origem num l\u00edquido que se infiltrou at\u00e9 \u00e0 superf\u00edcie e se evaporou, deixando para tr\u00e1s uma crosta altamente refletiva de sal. Mas o que ainda n\u00e3o haviam determinado era a origem desse l\u00edquido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Analisando dados recolhidos perto do final da miss\u00e3o, os cientistas da Dawn conclu\u00edram que o l\u00edquido veio de um reservat\u00f3rio profundo de salmoura, ou \u00e1gua enriquecida com sal. Ao estudar a gravidade de Ceres, os cientistas aprenderam mais sobre a estrutura interna do planeta an\u00e3o e foram capazes de determinar que o reservat\u00f3rio de salmoura tem cerca de 40 km de profundidade e centenas de quil\u00f3metros de largura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ceres n\u00e3o beneficia do aquecimento interno gerado por intera\u00e7\u00f5es gravitacionais com um grande planeta, como \u00e9 caso de algumas luas geladas do Sistema Solar exterior. Mas a nova investiga\u00e7\u00e3o, que se concentra na Cratera Occator de Ceres (com 92 km de di\u00e2metro) &#8211; o lar das \u00e1reas brilhantes mais extensas &#8211; confirma que Ceres \u00e9 um mundo rico em \u00e1gua como estes outros corpos gelados.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/pia24021-1041.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/gWZbNRG.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Este mosaico usa cores falsas para real\u00e7ar a salmoura exposta recentemente, l\u00edquidos salgados, que foram empurrados de um reservat\u00f3rio subterr\u00e2neo por baixo da crosta de Ceres. Nesta imagem de uma regi\u00e3o da Cratera Occator, aparece avermelhada.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech\/UCLA\/MPS\/DLR\/IDA <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As descobertas, que tamb\u00e9m revelam a extens\u00e3o da atividade geol\u00f3gica na Cratera Occator, foram publicadas numa cole\u00e7\u00e3o especial de artigos das revistas Nature Astronomy, Nature Geoscience e Nature Communications no passado dia 10 de agosto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A Dawn alcan\u00e7ou muito mais do que esper\u00e1vamos quando embarcou na sua extraordin\u00e1ria expedi\u00e7\u00e3o extraterrestre,&#8221; disse Marc Rayman, diretor da miss\u00e3o no JPL da NASA no sul da Calif\u00f3rnia. &#8220;Estas novas e empolgantes descobertas no final da sua longa e produtiva miss\u00e3o s\u00e3o um tributo maravilhoso a este not\u00e1vel explorador interplanet\u00e1rio.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/pia24022-1041.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/Epu6GDS.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Este mosaico da Cratera Occator de Ceres \u00e9 composto por imagens capturadas pela miss\u00e3o Dawn da NASA durante a sua segunda miss\u00e3o estendida, em 2018. Regi\u00f5es brilhantes e montes (no plano da frente) foram formados pela liberta\u00e7\u00e3o de l\u00edquidos salgados enquanto o ch\u00e3o rico em \u00e1gua de Occator congelava depois do impacto que criou a cratera h\u00e1 aproximadamente 20 milh\u00f5es de anos.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech\/UCLA\/MPS\/DLR\/IDA\/USRA\/LPI <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Resolvendo o mist\u00e9rio brilhante<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Muito antes da Dawn chegar a Ceres em 2015, os cientistas notaram regi\u00f5es brilhantes difusas com telesc\u00f3pios, mas a sua natureza era desconhecida. A partir de \u00f3rbita, a Dawn capturou imagens de duas \u00e1reas distintas e altamente refletivas dentro da Cratera Occator, que foram posteriormente designadas Cerealia Facula e Vinalia Faculae (&#8220;Faculae&#8221; quer dizer \u00e1reas brilhantes).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas sabiam que os micrometeoritos atingem frequentemente a superf\u00edcie de Ceres, alterando-a e deixando detritos. Com o tempo, esse tipo de a\u00e7\u00e3o deve escurecer estas \u00e1reas brilhantes. Portanto, o seu brilho indica que provavelmente s\u00e3o jovens. Tentar entender a origem das \u00e1reas e como o material pode ser t\u00e3o novo, foi o foco principal da miss\u00e3o estendida final da Dawn, de 2017 a 2018.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A investiga\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 confirmou que as regi\u00f5es brilhantes s\u00e3o jovens &#8211; algumas com menos de 2 milh\u00f5es de anos; tamb\u00e9m descobriu que a atividade geol\u00f3gica que conduz estes dep\u00f3sitos pode estar ainda a ocorrer. Esta conclus\u00e3o dependia de uma descoberta cient\u00edfica: compostos de sal (cloreto de s\u00f3dio quimicamente ligado com \u00e1gua e cloreto de am\u00f3nio) concentrados em Cerealia Facula.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c0 superf\u00edcie de Ceres, os sais contendo \u00e1gua desidratam rapidamente, em centenas de anos. Mas as medi\u00e7\u00f5es da Dawn mostram que ainda t\u00eam \u00e1gua, de modo que os flu\u00eddos devem ter chegado \u00e0 superf\u00edcie muito recentemente. Isto \u00e9 evid\u00eancia da presen\u00e7a de l\u00edquido por baixo da regi\u00e3o da Cratera Occator e da transfer\u00eancia cont\u00ednua de material do interior profundo para a superf\u00edcie.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas descobriram duas vias principais que permitem que os l\u00edquidos cheguem \u00e0 superf\u00edcie. &#8220;Para o grande dep\u00f3sito em Cerealia Facula, a maior parte dos sais foi fornecida por uma \u00e1rea &#8216;lamacenta&#8217; logo abaixo da superf\u00edcie que foi derretida pelo calor do impacto que formou a cratera h\u00e1 aproximadamente 20 milh\u00f5es de anos,&#8221; disse Carol Raymond, investigadora principal da Dawn. &#8220;O calor do impacto diminuiu ap\u00f3s alguns milh\u00f5es de anos; no entanto, o impacto tamb\u00e9m criou grandes fraturas que podem atingir o reservat\u00f3rio antigo e profundo, permitindo que a salmoura continuasse a infiltrar-se at\u00e9 \u00e0 superf\u00edcie.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Geologia ativa: recente e invulgar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No nosso Sistema Solar, a atividade geol\u00f3gica gelada ocorre principalmente nas luas geladas, onde \u00e9 impulsionada pelas suas intera\u00e7\u00f5es gravitacionais com os planetas. Mas este n\u00e3o \u00e9 o caso com o movimento de salmouras at\u00e9 \u00e0 superf\u00edcie de Ceres, sugerindo que outros grandes corpos ricos em gelo, que n\u00e3o s\u00e3o luas, tamb\u00e9m podem estar ativos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Algumas evid\u00eancias de l\u00edquidos recentes na Cratera Occator v\u00eam de dep\u00f3sitos brilhantes, mas outras pistas v\u00eam de uma variedade de colinas c\u00f3nicas interessantes que fazem lembrar os pingos, pequenas montanhas de gelo nas regi\u00f5es polares formadas por \u00e1gua gelada subterr\u00e2nea pressurizada. Tais caracter\u00edsticas foram encontradas em Marte, mas a sua descoberta em Ceres assinala a primeira vez que foram observadas num planeta an\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Numa escala maior, os cientistas foram capazes de mapear a densidade da estrutura da crosta de Ceres em fun\u00e7\u00e3o da profundidade &#8211; a primeira vez que tal acontece para um corpo planet\u00e1rio rico em gelo. Usando medi\u00e7\u00f5es de gravidade, descobriram que a densidade crustal de Ceres aumenta significativamente com a profundidade, muito al\u00e9m do simples efeito de press\u00e3o. Os investigadores inferiram que, ao mesmo tempo que o reservat\u00f3rio de Ceres congela, o sal e a lama incorporam-se na parte inferior da crosta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Dawn \u00e9 a \u00fanica nave espacial a orbitar dois destinos extraterrestres &#8211; Ceres e o asteroide gigante Vesta &#8211; gra\u00e7as ao seu sistema eficiente de propuls\u00e3o i\u00f3nica. Quando a Dawn usou todo o seu combust\u00edvel, hidrazina, para um sistema que controla a sua orienta\u00e7\u00e3o, n\u00e3o foi capaz de apontar para a Terra para comunica\u00e7\u00f5es nem apontar os seus pain\u00e9is solares para o Sol a fim de produzir energia el\u00e9trica. Dado que se descobriu que Ceres tem materiais org\u00e2nicos \u00e0 superf\u00edcie e l\u00edquido subterr\u00e2neo, as regras de prote\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria exigiram que a Dawn fosse colocada numa \u00f3rbita de longa dura\u00e7\u00e3o que a impedisse de colidir com o planeta an\u00e3o durante d\u00e9cadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/jpl\/mystery-solved-bright-areas-on-ceres-come-from-salty-water-below\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-020-1146-8\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #1 (Nature Astronomy)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-020-1168-2\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (Nature Astronomy)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-020-1019-1\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #3 (Nature Astronomy)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-020-1138-8\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #4 (Nature Astronomy)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41467-020-17184-7\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #5 (Nature Communications)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41467-020-15973-8\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #6 (Nature Communications)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41561-020-0581-6\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #7 (Nature Geoscience)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/astronomy.com\/news\/2020\/08\/ceres-an-ocean-world-in-the-asteroid-belt\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy<\/a><br><a href=\"https:\/\/skyandtelescope.org\/astronomy-news\/asteroid-ceres-solar-systems-newest-ocean-world\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sky &amp; Telescope<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/dwarf-planet-ceres-giant-crater-nasa-dawn-results.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/147399\/its-starting-to-look-like-ceres-is-an-ocean-world-too\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2251403-dwarf-planet-ceres-may-be-home-to-an-underground-ocean\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-08-mystery-bright-areas-ceres-salty.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2020\/08\/200811134900.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/visao.sapo.pt\/atualidade\/sociedade\/2020-08-11-cientistas-localizam-agua-salgada-abaixo-da-superficie-de-ceres-o-planeta-anao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Vis\u00e3o<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sonda Dawn:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/dawn.jpl.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/dawn\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/dawn.jpl.nasa.gov\/mission\/toolkit\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&#8220;Toolkit&#8221; da miss\u00e3o (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Dawn_Mission\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ceres:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Ceres_%28dwarf_planet%29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagens da Cratera Occator, vista em cores falsas, reunidas para criar esta anima\u00e7\u00e3o. Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech\/UCLA\/MMPS\/DLR\/IDA A sonda Dawn da NASA deu aos cientistas vistas extraordin\u00e1rias do planeta an\u00e3o Ceres, que fica na cintura de asteroides entre Marte e J\u00fapiter. Quando a miss\u00e3o terminou em outubro de 2018, o orbitador encontrava-se a menos de 35 km &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3414,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9,16],"tags":[601,496],"class_list":["post-3413","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-sistema-solar","category-sondas-missoes-espaciais","tag-ceres","tag-dawn"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3413","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3413"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3413\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3415,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3413\/revisions\/3415"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3414"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3413"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3413"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3413"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}