{"id":3403,"date":"2020-08-11T05:25:55","date_gmt":"2020-08-11T05:25:55","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3403"},"modified":"2020-08-11T05:26:05","modified_gmt":"2020-08-11T05:26:05","slug":"hubble-faz-a-primeira-observacao-de-um-eclipse-lunar-total-por-um-telescopio-espacial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/08\/11\/hubble-faz-a-primeira-observacao-de-um-eclipse-lunar-total-por-um-telescopio-espacial\/","title":{"rendered":"Hubble faz a primeira observa\u00e7\u00e3o de um eclipse lunar total por um telesc\u00f3pio espacial"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2013a.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"700\" height=\"401\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/awVXqGP.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3404\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/awVXqGP.jpg 700w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/awVXqGP-300x172.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><figcaption>Tirando proveito de um eclipse lunar total em janeiro de 2019, os astr\u00f3nomos usaram o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA para medir o ozono na atmosfera da Terra. Este m\u00e9todo exemplifica como v\u00e3o observar planetas parecidos com a Terra que transitam em frente de outras estrelas \u00e0 procura de vida. O alinhamento perfeito do nosso planeta com o Sol e a Lua durante um eclipse lunar total imita a geometria de um planeta terrestre em tr\u00e2nsito da sua estrela. Num novo estudo, o Hubble n\u00e3o observou a Terra diretamente. Ao inv\u00e9s, os astr\u00f3nomos usaram a Lua como espelho que reflete a luz solar transmitida atrav\u00e9s da atmosfera da Terra que foi ent\u00e3o capturada pelo Hubble. Esta \u00e9 a primeira vez que a radia\u00e7\u00e3o ultravioleta que passa atrav\u00e9s da atmosfera da Terra foi observada do espa\u00e7o e a primeira vez que um eclipse lunar total foi capturado a partir de um telesc\u00f3pio espacial. <br>Cr\u00e9dito: ESA\/Hubble, M. Kornmesser<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tirando vantagem de um eclipse lunar total, astr\u00f3nomos usaram o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA para detetar ozono na atmosfera da Terra. Este m\u00e9todo serve como um substituto de como v\u00e3o observar planetas semelhantes \u00e0 Terra em torno de outras estrelas \u00e0 procura de vida. Esta \u00e9 a primeira vez que um eclipse lunar total foi capturado a partir de um telesc\u00f3pio espacial e a primeira vez que tal eclipse foi estudado em comprimentos de onda ultravioleta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para se prepararem para a investiga\u00e7\u00e3o exoplanet\u00e1ria com telesc\u00f3pios maiores que est\u00e3o atualmente em desenvolvimento, os astr\u00f3nomos decidiram realizar experi\u00eancias muito mais perto de casa, no \u00fanico planeta terrestre habitado conhecido: a Terra. O alinhamento perfeito do nosso planeta com o Sol e a Lua durante um eclipse lunar total imita a geometria de um planeta rochoso em tr\u00e2nsito com a sua estrela. Num novo estudo, o Hubble n\u00e3o olhou para a Terra diretamente. Em vez disso, os astr\u00f3nomos usaram a Lua como um espelho que reflete a luz do Sol que foi filtrada pela atmosfera da Terra. A utiliza\u00e7\u00e3o de um telesc\u00f3pio espacial para observa\u00e7\u00f5es de eclipses \u00e9 mais &#8220;limpa&#8221; do que estudos terrestres porque os dados n\u00e3o est\u00e3o contaminados como quando se olha atrav\u00e9s da atmosfera da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estas observa\u00e7\u00f5es foram particularmente desafiadoras porque pouco antes do eclipse a Lua \u00e9 ainda muito brilhante, e a sua superf\u00edcie n\u00e3o \u00e9 um refletor perfeito, pois est\u00e1 &#8220;manchada&#8221; com \u00e1reas claras e escuras. Al\u00e9m disso, a Lua est\u00e1 t\u00e3o perto da Terra que o Hubble teve que tentar manter um olho fixo numa regi\u00e3o selecionada, para rastrear com precis\u00e3o o movimento da Lua em rela\u00e7\u00e3o ao observat\u00f3rio espacial. \u00c9 por estas raz\u00f5es que o Hubble muito raramente \u00e9 apontado para a Lua.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2013b.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/ANhIRVb.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Este diagrama explica a geometria do eclipse lunar.<br>Quando a Lua est\u00e1 inteiramente na umbra da Terra (conhecido como eclipse lunar total ou eclipse umbral), toda a luz solar que alcan\u00e7a a superf\u00edcie lunar foi refratada ou dispersada pela atmosfera da Terra. Quando a Lua est\u00e1 na penumbra da Terra (conhecido como eclipse penumbral), a ilumina\u00e7\u00e3o vem tanto da luz solar direta como da luz solar refratada e dispersada atrav\u00e9s da atmosfera da Terra. Isto \u00e9 semelhante \u00e0 observa\u00e7\u00e3o de um tr\u00e2nsito exoplanet\u00e1rio.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Hubble, M. Kornmesser <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As medi\u00e7\u00f5es detetaram a forte impress\u00e3o digital espectral do ozono, um pr\u00e9-requisito chave para a presen\u00e7a &#8211; e poss\u00edvel evolu\u00e7\u00e3o &#8211; da vida como a conhecemos numa exo-Terra. Embora algumas assinaturas do ozono tenham sido detetadas em anteriores observa\u00e7\u00f5es terrestres durante eclipses lunares, o estudo do Hubble representa a dete\u00e7\u00e3o mais forte at\u00e9 \u00e0 data da mol\u00e9cula porque o telesc\u00f3pio espacial pode observar no ultravioleta, comprimento de onda este que \u00e9 absorvido pela nossa atmosfera e n\u00e3o atinge o solo. Na Terra, a fotoss\u00edntese ao longo de milhares de milh\u00f5es de anos \u00e9 respons\u00e1vel pelos altos n\u00edveis de oxig\u00e9nio e pela espessa camada de ozono do nosso planeta. H\u00e1 apenas 600 milh\u00f5es de anos, a atmosfera da Terra acumulou ozono suficiente para proteger a vida da radia\u00e7\u00e3o ultravioleta letal do Sol. Isto auxiliou as primeiras formas de vida terrestre quando migraram para fora dos nossos oceanos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Encontrar ozono no espectro de uma exo-Terra seria significativo porque \u00e9 um subproduto fotoqu\u00edmico do oxig\u00e9nio molecular, que \u00e9 um subproduto da vida,&#8221; explicou Allison Youngblood do Laborat\u00f3rio de F\u00edsica Atmosf\u00e9rica e Espacial no estado norte-americano do Colorado, EUA, investigadora principal das observa\u00e7\u00f5es do Hubble.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Hubble registou a assinatura espectral ultravioleta do ozono impressa na luz do Sol filtrada pela atmosfera da Terra durante um eclipse lunar que ocorreu a 20-21 de janeiro de 2019. V\u00e1rios outros telesc\u00f3pios tamb\u00e9m fizeram observa\u00e7\u00f5es espectrosc\u00f3picas noutros comprimentos de onda durante o eclipse, em busca de mais ingredientes da vida na Terra, como oxig\u00e9nio, metano, \u00e1gua e mon\u00f3xido de carbono.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Hubblecast 130 Light: Hubble Studies the Earth during a Total Lunar Eclipse\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/tYu9LqnyJmQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Para caracterizar completamente os exoplanetas, vamos idealmente utilizar uma variedade de t\u00e9cnicas e comprimentos de onda,&#8221; explicou o membro da equipa Antonio Garcia Munoz da Universidade T\u00e9cnica de Berlim, na Alemanha. &#8220;Esta investiga\u00e7\u00e3o destaca claramente os benef\u00edcios da espectroscopia ultravioleta na caracteriza\u00e7\u00e3o de exoplanetas. Tamb\u00e9m demonstra a import\u00e2ncia de testar ideias e metodologias inovadoras com o \u00fanico planeta habitado que conhecemos at\u00e9 \u00e0 data!&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As atmosferas de alguns exoplanetas podem ser estudadas quando o mundo alien\u00edgena atravessa a face da sua estrela-m\u00e3e, durante o chamado tr\u00e2nsito. Durante um tr\u00e2nsito, a luz estelar \u00e9 filtrada pela atmosfera do exoplaneta retroiluminado. Se visto de perto, a silhueta do planeta pareceria ter um &#8220;halo&#8221; fino e brilhante em seu redor, provocado pela atmosfera iluminada, assim como a Terra \u00e9 vista do espa\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As subst\u00e2ncias qu\u00edmicas na atmosfera deixam a sua assinatura reveladora ao filtrarem certas cores da luz das estrelas. A espectroscopia das atmosferas dos planetas em tr\u00e2nsito foi iniciada por astr\u00f3nomos do Hubble. Isto foi especialmente inovador porque os exoplanetas ainda n\u00e3o haviam sido descobertos quando o Hubble foi lan\u00e7ado em 1990. Portanto, o observat\u00f3rio espacial n\u00e3o foi inicialmente projetado para tais experi\u00eancias. At\u00e9 agora, os astr\u00f3nomos usaram o Hubble para observar a atmosfera de planetas gigantes gasosos que transitam as suas estrelas. Mas os planetas terrestres s\u00e3o objetos muito mais pequenos e a sua atmosfera tamb\u00e9m \u00e9 mais fina. Portanto, a an\u00e1lise destas assinaturas \u00e9 muito mais dif\u00edcil.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2013c.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/hlGqKXa.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Esta imagem real\u00e7a a regi\u00e3o que os astr\u00f3nomos utilizaram para o Hubble medir a quantidade de ozono na atmosfera da Terra. Este m\u00e9todo exemplifica como v\u00e3o observar planetas parecidos com a Terra que transitam em frente de outras estrelas \u00e0 procura de vida.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Hubble, M. Kornmesser <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 por isso que os cientistas v\u00e3o precisar de telesc\u00f3pios espaciais muito maiores do que o Hubble para recolher a d\u00e9bil luz estelar que passa pela atmosfera destes pequenos planetas durante um tr\u00e2nsito. Estes telesc\u00f3pios v\u00e3o precisar de observar planetas por um per\u00edodo mais longo, talvez muitas d\u00fazias de horas, para construir um sinal forte. Para o estudo de Youngblood, o Hubble passou cinco horas a recolher dados ao longo das v\u00e1rias fases do eclipse lunar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Encontrar ozono nos c\u00e9us de um exoplaneta terrestre n\u00e3o garante a exist\u00eancia de vida \u00e0 superf\u00edcie. &#8220;Precisar\u00edamos de outras assinaturas espectrais al\u00e9m do ozono para concluir que havia vida no planeta, e estas assinaturas n\u00e3o podem ser vistas no ultravioleta,&#8221; diz Youngblood.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos t\u00eam que procurar uma combina\u00e7\u00e3o de bioassinaturas, como ozono e metano, ao explorar as possibilidades de vida. \u00c9 necess\u00e1ria uma campanha em v\u00e1rios comprimentos de onda porque muitas bioassinaturas &#8211; ozono, por exemplo &#8211; s\u00e3o detetadas mais facilmente em comprimentos de onda espec\u00edficos. Os astr\u00f3nomos em busca do ozono tamb\u00e9m devem ter em conta que este elemento se acumula com o tempo, conforme o planeta evolui. H\u00e1 cerca de 2 mil milh\u00f5es de anos, na Terra, o ozono era uma fra\u00e7\u00e3o do que \u00e9 agora.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O futuro Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA, um observat\u00f3rio infravermelho com lan\u00e7amento previsto para 2021, ser\u00e1 capaz de penetrar profundamente na atmosfera de um planeta para detetar metano e oxig\u00e9nio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esperamos que o JWST leve a t\u00e9cnica de espectroscopia de transmiss\u00e3o das atmosferas exoplanet\u00e1rias a limites sem precedentes,&#8221; acrescentou Garcia Munoz. &#8220;Em particular, ter\u00e1 a capacidade de detetar metano e oxig\u00e9nio nas atmosferas de exoplanetas \u00edntimos, orbitando perto de estrelas pequenas. Isto abrir\u00e1 o campo da caracteriza\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica a exoplanetas cada vez menores.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Hubble Views Moon to Study Earth\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/OHbiPO8bAts?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.spacetelescope.org\/news\/heic2013\/\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2020\/hubble-uses-earth-as-a-proxy-for-identifying-oxygen-on-potentially-habitable-planets-around\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2008.01837\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/hubble-astronomers-moon-mirror-study-earth.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-08-hubble-earth-proxy-oxygen-potentially.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"http:\/\/spaceref.com\/news\/viewpr.html?pid=56086\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Space Ref<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Terra:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Earth\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Atmosphere_of_Earth\" target=\"_blank\">Atmosfera da Terra (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ozono:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Ozone\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Lua:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Moon\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Eclipses lunares:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lunar_eclipse\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/eclipse.gsfc.nasa.gov\/eclipse.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/eclipsewise.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EclipseWise.com<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.mreclipse.com\/Special\/LEprimer.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MrEclipse.com<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"http:\/\/planetquest.jpl.nasa.gov\/index.cfm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlanetQuest<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tirando proveito de um eclipse lunar total em janeiro de 2019, os astr\u00f3nomos usaram o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA para medir o ozono na atmosfera da Terra. 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