{"id":3366,"date":"2020-07-28T05:47:23","date_gmt":"2020-07-28T05:47:23","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3366"},"modified":"2020-07-28T05:47:34","modified_gmt":"2020-07-28T05:47:34","slug":"espetacular-flash-ultravioleta-pode-finalmente-explicar-como-as-anas-brancas-explodem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/07\/28\/espetacular-flash-ultravioleta-pode-finalmente-explicar-como-as-anas-brancas-explodem\/","title":{"rendered":"Espetacular flash ultravioleta pode finalmente explicar como as an\u00e3s brancas explodem"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.ztf.caltech.edu\/published\/system\/articles\/images\/15\/original\/SN2019yvq_RGB.png?1595446916\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/SN2019yvq_RGB-1024x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3367\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/SN2019yvq_RGB-1024x1024.png 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/SN2019yvq_RGB-150x150.png 150w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/SN2019yvq_RGB-300x300.png 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/SN2019yvq_RGB-768x768.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Composi\u00e7\u00e3o, pelo ZTF, de SN2019yvq (ponto azul perto no centro da imagem) na gal\u00e1xia hospedeira NGC 4441 (gal\u00e1xia amarelada no centro da imagem), quase a 140 milh\u00f5es de anos-luz da Terra. SN2019yvq exibiu um flash ultravioleta raramente observado nos dias que se seguiram \u00e0 explos\u00e3o da an\u00e3 branca.<br>Cr\u00e9dito: ZTF\/A. A. Miller (Universidade Northwestern) e D. Goldstein (Caltech)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apenas pela segunda vez, os astrof\u00edsicos avistaram um flash espetacular de luz ultravioleta acompanhando a explos\u00e3o de uma an\u00e3 branca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um tipo extremamente raro de supernova, o evento dever\u00e1 fornecer informa\u00e7\u00f5es sobre v\u00e1rios mist\u00e9rios de longa data, incluindo o que faz as an\u00e3s brancas explodirem, como a energia escura acelera o cosmos e como o Universo produz metais pesados, como o ferro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O flash UV diz-nos algo muito espec\u00edfico sobre como esta an\u00e3 branca explodiu,&#8221; disse o astrof\u00edsico Adam Miller, da Universidade Northwestern, que liderou a investiga\u00e7\u00e3o. &#8220;Com o passar do tempo, o material explodido afasta-se da fonte. \u00c0 medida que este material fica mais fino, podemos ver cada vez mais profundamente. Ap\u00f3s um ano, o material ser\u00e1 t\u00e3o fino que veremos at\u00e9 ao centro da explos\u00e3o.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesse ponto, disse Miller, a sua equipa saber\u00e1 mais sobre como esta an\u00e3 branca e todas as an\u00e3s brancas &#8211; que s\u00e3o remanescentes densos de estrelas mortas &#8211; explodem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O artigo cient\u00edfico foi publicado dia 23 de julho na revista The Astrophysical Journal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Evento comum com um &#8220;twist&#8221; raro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Usando o ZTF (Zwicky Transient Facility) financiado pela NSF (National Science Foundation) e localizado no Observat\u00f3rio Palomar, perto de San Diego, EUA, investigadores descobriram pela primeira vez a supernova peculiar em dezembro de 2019 &#8211; apenas um dia depois de explodir. O evento, denominado SN2019yvq, ocorreu numa gal\u00e1xia relativamente pr\u00f3xima, localizada 140 milh\u00f5es de anos-luz da Terra, muito perto da cauda da constela\u00e7\u00e3o de Drag\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Descobrir supernovas assim que nascem foi um dos grandes motivadores do ZTF. \u00c9 um objetivo desafiador, mas quando os astr\u00f3nomos s\u00e3o capazes de o fazer, como com a recente descoberta de SN2019yvq, isso pode revelar novas informa\u00e7\u00f5es sobre a f\u00edsica das supernovas e dos seus sistemas progenitores,&#8221; disse o professor Shri Kulkarni do Caltech, investigador principal do ZTF.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em poucas horas, os astrof\u00edsicos usaram o Observat\u00f3rio Swift [Neil Gehrels] da NASA para estudar o fen\u00f3meno em comprimentos de onda ultravioleta e raios-X. Imediatamente classificaram SN2019yvq como uma supernova do tipo Ia (pronuncia-se &#8220;um-A&#8221;), um evento razoavelmente frequente quando uma an\u00e3 branca explode.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estas s\u00e3o algumas das explos\u00f5es mais comuns do Universo,&#8221; disse Miller. &#8220;Mas este flash UV \u00e9 especial. Os astr\u00f3nomos h\u00e1 anos que procuram estes flashes e nunca os encontraram. At\u00e9 onde sabemos, esta \u00e9 apenas a segunda vez que um flash UV \u00e9 visto com uma supernova do tipo Ia.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O primeiro caso \u00e9 iPTF14atg. Foi descoberto pelo iPTF (intermediate Palomar Transient Factory), o antecessor do ZTF,&#8221; disse Yuhan Yao, coautor deste artigo. &#8220;SN2019yvq exibe uma velocidade muito maior do que iPTF14atg, demonstrando que este fen\u00f3meno \u00e9 realmente mais comum do que se pensava originalmente.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mist\u00e9rio quente<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O flash raro, que durou alguns dias, indica que algo dentro ou perto da an\u00e3 branca estava incrivelmente quente. Dado que as an\u00e3s brancas se tornam cada vez mais frias \u00e0 medida que envelhecem, o influxo de calor intrigou os astr\u00f3nomos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A maneira mais simples de criar luz ultravioleta \u00e9 ter algo muito, muito quente,&#8221; disse Miller. &#8220;Precisamos de algo muito mais quente do que o nosso Sol &#8211; um factor de tr\u00eas ou quatro vezes mais quente. A maioria das supernovas n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o quentes, de modo que n\u00e3o recebemos radia\u00e7\u00e3o UV muito intensa. Algo invulgar deve ter acontecido com esta supernova para criar um fen\u00f3meno t\u00e3o quente.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Miller e a sua equipa pensam que esta \u00e9 uma pista importante para entender porque \u00e9 que as an\u00e3s brancas explodem, que tem sido um mist\u00e9rio de longa data no campo. Atualmente, existem v\u00e1rias hip\u00f3teses concorrentes. Miller est\u00e1 particularmente interessado em explorar quatro hip\u00f3teses diferentes, que correspondem \u00e0 an\u00e1lise de dados de SN2019yvq pela sua equipa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cen\u00e1rios poss\u00edveis que podem fazer com que uma an\u00e3 branca expluda com um flash UV s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>Uma an\u00e3 branca consome a sua estrela companheira e torna-se t\u00e3o grande e inst\u00e1vel que explode. Os materiais da an\u00e3 branca e da estrela companheira colidem, provocando um flash de emiss\u00e3o ultravioleta;<\/li><li>O material radioativo extremamente quente no n\u00facleo da an\u00e3 branca mistura-se com as suas camadas mais externas, fazendo com que a concha exterior atinja temperaturas mais altas do que o normal;<\/li><li>Uma camada externa de h\u00e9lio inflama carbono dentro da an\u00e3 branca, despoletando uma explos\u00e3o dupla extremamente quente e um flash UV;<\/li><li>Duas an\u00e3s brancas fundem-se, provocando uma explos\u00e3o com material ejetado em colis\u00e3o que emite radia\u00e7\u00e3o ultravioleta.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Dentro de um ano,&#8221; disse Miller, &#8220;seremos capazes de descobrir qual destes quatro cen\u00e1rios \u00e9 a explica\u00e7\u00e3o mais prov\u00e1vel.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.ztf.caltech.edu\/download\/MediaFile\/24\/original\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ztf.caltech.edu\/download\/MediaFile\/24\/original\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Evolu\u00e7\u00e3o da luz ultravioleta e vis\u00edvel emitida por SN2019yvq. A maioria das supernovas do tipo Ia emitem muito mais luz na regi\u00e3o vis\u00edvel do espectro eletromagn\u00e9tico do que no ultravioleta. Como aqui visto, SN2019yvq exibiu um flash ultravioleta espetacular depois de explodir.<br>Cr\u00e9dito: A. A. Miller\/Universidade Northwestern <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Informa\u00e7\u00f5es impressionantes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando os cientistas souberem o que provocou a explos\u00e3o, aplicar\u00e3o essas descobertas para aprender mais sobre a forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria e sobre a energia escura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como a maior parte do ferro no Universo \u00e9 produzido por supernovas do tipo Ia, uma melhor compreens\u00e3o deste fen\u00f3meno pode dizer-nos mais sobre o nosso pr\u00f3prio planeta. O ferro das estrelas que explodiram, por exemplo, formou o n\u00facleo de todos os planetas rochosos, incluindo a Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Se quisermos entender como a Terra foi formada, precisamos de entender de onde veio o ferro e qual a quantidade necess\u00e1ria,&#8221; disse Miller. &#8220;Compreender as maneiras pelas quais uma an\u00e3 branca explode d\u00e1-nos uma compreens\u00e3o mais precisa de como o ferro \u00e9 criado e distribu\u00eddo por todo o Universo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Iluminando a energia escura<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As an\u00e3s brancas tamb\u00e9m j\u00e1 desempenham um papel enorme no entendimento atual da energia escura pelos f\u00edsicos. Os cientistas preveem que as an\u00e3s brancas t\u00eam todas o mesmo brilho quando explodem. De modo que as supernovas do tipo Ia s\u00e3o consideradas &#8220;velas padr\u00e3o&#8221;, permitindo que os astr\u00f3nomos calculem exatamente a que dist\u00e2ncia est\u00e3o estas explos\u00f5es da Terra. A utiliza\u00e7\u00e3o de supernovas para medir dist\u00e2ncias levou \u00e0 descoberta da expans\u00e3o acelerada do Universo e da energia escura, uma descoberta reconhecida com o Pr\u00e9mio Nobel da F\u00edsica em 2011.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A maioria das gal\u00e1xias est\u00e3o na verdade a afastar-se de n\u00f3s. Se existirem explos\u00f5es de supernovas do tipo Ia em gal\u00e1xias muito distantes, as suas dist\u00e2ncias e velocidades podem ser inferidas a partir de qu\u00e3o brilhantes essas supernovas parecem ser, vistas a partir da Terra,&#8221; explicou Yao. &#8220;Os astr\u00f3nomos descobriram que o Universo est\u00e1 a expandir-se a um ritmo cada vez mais r\u00e1pido, e a explica\u00e7\u00e3o mais popular \u00e9 que dois-ter\u00e7os do Universo s\u00e3o constitu\u00eddos pela misteriosa energia escura.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao melhor entender as explos\u00f5es das an\u00e3s brancas, Miller pensa que podemos melhor entender a energia escura e a rapidez com que acelera o Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;De momento, ao medir dist\u00e2ncias, tratamos todas estas explos\u00f5es da mesma forma, mas temos boas raz\u00f5es para pensar que existem v\u00e1rios mecanismos de explos\u00e3o,&#8221; explicou. &#8220;Se conseguirmos determinar o mecanismo exato da explos\u00e3o, pensamos que podemos separar melhor as supernovas e assim fazer medi\u00e7\u00f5es mais precisas da dist\u00e2ncia.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.northwestern.edu\/stories\/2020\/07\/spectacular-ultraviolet-flash-may-finally-explain-how-white-dwarfs-explode?stage=Live&amp;fj=1\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade Northwestern (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.ztf.caltech.edu\/news\/15\" target=\"_blank\">\/\/ ZTF (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/ab9e05\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2005.05972\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/strange-flash-of-light-during-supernova-has-only-ever-been-detected-once-before\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-07-spectacular-uv-white-dwarfs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>SN2019yvq:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/wis-tns.weizmann.ac.il\/object\/2019yvq\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TNS (UAI)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>iPTF14atg:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/IPTF14atg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Supernovas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Type_Ia_supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Tipo Ia (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Remanescente de supernova:<br><\/strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/imagine.gsfc.nasa.gov\/science\/objects\/supernova_remnants.html\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supernova_remnant\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.ccvalg.pt\/astronomia\/nebulosas\/restos_supernovas.htm\" target=\"_blank\"><\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ZTF:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.ztf.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ipac.caltech.edu\/project\/ztf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Zwicky_Transient_Facility\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Swift:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/swift.gsfc.nasa.gov\/docs\/swift\/swiftsc.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Swift_Gamma-Ray_Burst_Mission\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Composi\u00e7\u00e3o, pelo ZTF, de SN2019yvq (ponto azul perto no centro da imagem) na gal\u00e1xia hospedeira NGC 4441 (gal\u00e1xia amarelada no centro da imagem), quase a 140 milh\u00f5es de anos-luz da Terra. 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