{"id":3303,"date":"2020-07-07T05:29:22","date_gmt":"2020-07-07T05:29:22","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3303"},"modified":"2020-07-07T05:29:32","modified_gmt":"2020-07-07T05:29:32","slug":"gaia-revoluciona-o-rastreamento-de-asteroides","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/07\/07\/gaia-revoluciona-o-rastreamento-de-asteroides\/","title":{"rendered":"Gaia revoluciona o rastreamento de asteroides"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2004\/05\/gaia_mapping_the_stars_of_the_milky_way\/10200416-8-eng-GB\/Gaia_mapping_the_stars_of_the_Milky_Way_pillars.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"679\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Gaia_mapping_the_stars_of_the_Milky_Way_pillars-1024x679.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3304\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Gaia_mapping_the_stars_of_the_Milky_Way_pillars-1024x679.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Gaia_mapping_the_stars_of_the_Milky_Way_pillars-300x199.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Gaia_mapping_the_stars_of_the_Milky_Way_pillars-768x509.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Gaia_mapping_the_stars_of_the_Milky_Way_pillars-310x205.jpg 310w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Gaia_mapping_the_stars_of_the_Milky_Way_pillars.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Impress\u00e3o de artista do Gaia a mapear as estrelas da Via L\u00e1ctea.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/ATG medialab; fundo &#8211; ESO\/S. Brunier<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O observat\u00f3rio espacial Gaia da ESA \u00e9 uma miss\u00e3o ambiciosa que tem o objetivo de construir um mapa tridimensional da nossa Gal\u00e1xia, fazendo medi\u00e7\u00f5es de alta precis\u00e3o de mais de mil milh\u00f5es de estrelas. No entanto, na sua jornada para mapear s\u00f3is distantes, o Gaia est\u00e1 a revolucionar um campo cient\u00edfico muito mais perto de casa. Ao mapear com precis\u00e3o as estrelas, est\u00e1 a ajudar os investigadores a rastrear asteroides perdidos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Usando estrelas para avistar asteroides<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Gaia mapeia a Gal\u00e1xia &#8220;varrendo&#8221; repetidamente o c\u00e9u inteiro. Ao longo da sua miss\u00e3o planeada, observou cada uma das suas mais de mil milh\u00f5es de estrelas alvo aproximadamente 70 vezes para estudar como a sua posi\u00e7\u00e3o e brilho mudam ao longo do tempo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As estrelas est\u00e3o t\u00e3o distantes da Terra que os seus movimentos entre imagens s\u00e3o muito pequenos, por isso o Gaia tem que medir as suas posi\u00e7\u00f5es com grande precis\u00e3o a fim de perceber uma diferen\u00e7a. No entanto, \u00e0s vezes o Gaia v\u00ea fontes de luz fracas que se movem consideravelmente de uma imagem de uma determinada regi\u00e3o do c\u00e9u para a seguinte, ou s\u00e3o avistadas apenas numa \u00fanica imagem antes de desaparecerem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para percorrer o campo de vis\u00e3o do Gaia t\u00e3o rapidamente, estes objetos devem estar localizados muito mais perto da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao verificar as posi\u00e7\u00f5es destes objetos em rela\u00e7\u00e3o aos cat\u00e1logos de corpos conhecidos do Sistema Solar, determina-se que muitos destes objetos s\u00e3o asteroides conhecidos. Alguns, no entanto, s\u00e3o identificados como potencialmente novas dete\u00e7\u00f5es e s\u00e3o seguidos pela comunidade astron\u00f3mica atrav\u00e9s da Rede de Acompanhamento Gaia para Objetos do Sistema Solar. Gra\u00e7a a este processo, o Gaia descobriu com sucesso novos asteroides.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2017\/01\/asteroid_gaia-606_on_26_october_2016\/16618992-1-eng-GB\/Asteroid_Gaia-606_on_26_October_2016.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2017\/01\/asteroid_gaia-606_on_26_october_2016\/16618992-1-eng-GB\/Asteroid_Gaia-606_on_26_October_2016_pillars.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Estas seis imagens mostram o asteroide Gaia-606 (indicado pela seta) no dia 26 de outubro de 2016. Estas imagens correspondem a um per\u00edodo de pouco mais que 18 minutos e foram captadas no Observatoire de Haute Provence, sul da Fran\u00e7a por William Thuillot, Vincent Robert e Nicolas Thouvenin (Observat\u00f3rio de Paris\/IMCCE).<br>Gaia-606 foi descoberto em outubro de 2016 quando o Gaia notou a presen\u00e7a de uma fonte m\u00f3vel e fraca nesta regi\u00e3o do c\u00e9u. Gaia-606 tem agora o nome 2016 UV56.<br>A estrela mais pr\u00f3xima do asteroide \u00e9 USNO-A2-1125-19276564. Norte \u00e9 para cima, este para a esquerda.<br>Cr\u00e9dito: Observatoire de Haute Provence &amp; IMCCE <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Perdidos e achados<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estas observa\u00e7\u00f5es diretas de asteroides s\u00e3o importantes para os cientistas do Sistema Solar. No entanto, as medi\u00e7\u00f5es altamente precisas das posi\u00e7\u00f5es das estrelas pelo Gaia fornecem ainda outra vantagem mais impactante, mas indireta, para o rastreamento de asteroides.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Quando observamos um asteroide, observamos o seu movimento em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s estrelas de fundo para determinar a sua trajet\u00f3ria e prever onde estar\u00e1 no futuro,&#8221; diz Marco Micheli, do NEOCC (Near-Earth Object Coordination Centre) da ESA. &#8220;Isto significa que, quanto mais precisamente conhecemos as posi\u00e7\u00f5es das estrelas, mais confi\u00e1vel \u00e9 a determina\u00e7\u00e3o da \u00f3rbita de um asteroide que passa \u00e0 sua frente.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em colabora\u00e7\u00e3o com o ESO, a equipa de Marco participou numa campanha de observa\u00e7\u00f5es visando 2012 TC4, um pequeno asteroide que deveria passar perto da Terra. Infelizmente, desde que o asteroide foi avistado pela primeira vez em 2012 que se tornou cada vez mais fraco \u00e0 medida que se afastava da Terra, tornando-se finalmente inobserv\u00e1vel. O local em que apareceria no c\u00e9u, durante a pr\u00f3xima campanha, n\u00e3o era bem conhecido.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Gaia\u2019s first asteroid survey\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/KwWqS6mBHeA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A poss\u00edvel regi\u00e3o do c\u00e9u onde o asteroide podia aparecer era maior do que a \u00e1rea que o telesc\u00f3pio podia observar ao mesmo tempo,&#8221; diz Marco. &#8220;Portanto, tivemos que encontrar uma maneira de melhorar a nossa previs\u00e3o da posi\u00e7\u00e3o do asteroide.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Debrucei-me sobre as observa\u00e7\u00f5es iniciais de 2012. O Gaia desde ent\u00e3o fez medi\u00e7\u00f5es mais precisas das posi\u00e7\u00f5es de algumas estrelas de fundo das imagens, e usei-as para atualizar a nossa compreens\u00e3o da trajet\u00f3ria do asteroide e para prever onde apareceria.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Apont\u00e1mos o telesc\u00f3pio para a \u00e1rea prevista do c\u00e9u usando os dados do Gaia e encontr\u00e1mos o asteroide na nossa primeira tentativa.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O nosso pr\u00f3ximo objetivo era medir com precis\u00e3o a posi\u00e7\u00e3o do asteroide, mas t\u00ednhamos muito poucas estrelas na nossa imagem para usar como refer\u00eancia. Havia 17 estrelas listadas num cat\u00e1logo mais antigo e apenas quatro estrelas medidas pelo Gaia. Fiz c\u00e1lculos usando os dois conjuntos de dados.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;No final do ano, quando o asteroide foi observado v\u00e1rias vezes por outras equipas e a sua trajet\u00f3ria era mais conhecida, ficou claro que as medi\u00e7\u00f5es que fiz usando apenas quatro estrelas do Gaia eram muito mais precisas do que as que usavam as 17 estrelas. Isto foi realmente incr\u00edvel.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mantendo a Terra segura<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta mesma t\u00e9cnica est\u00e1 a ser aplicada a asteroides que nunca foram perdidos, permitindo que os investigadores usem dados do Gaia para determinar as suas trajet\u00f3rias e propriedades f\u00edsicas com a mais alta precis\u00e3o at\u00e9 agora.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isto ajuda-os a atualizar os modelos populacionais de asteroides e a aprofundar a nossa compreens\u00e3o de como as \u00f3rbitas dos asteroides se desenvolvem, por exemplo, medindo efeitos din\u00e2micos subtis que desempenham um papel fundamental na inser\u00e7\u00e3o de pequenos asteroides em \u00f3rbitas que os colocam em rota de colis\u00e3o com a Terra.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-soundcloud wp-block-embed is-type-rich is-provider-soundcloud wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"ESA Explores risky asteroids with Astronomer Marco Micheli by European Space Agency\" width=\"618\" height=\"400\" scrolling=\"no\" frameborder=\"no\" src=\"https:\/\/w.soundcloud.com\/player\/?visual=true&#038;url=https%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F850273996&#038;show_artwork=true&#038;maxheight=927&#038;maxwidth=618\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dan\u00e7ando com a luz do Sol<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para fazer medi\u00e7\u00f5es t\u00e3o precisas das posi\u00e7\u00f5es de outras estrelas, o Gaia tem um relacionamento complicado com a nossa pr\u00f3pria estrela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Gaia orbita no segundo ponto de Lagrange, L2, do sistema Sol-Terra. Esta posi\u00e7\u00e3o mant\u00e9m o Sol, a Terra e a Lua todos por tr\u00e1s do Gaia, permitindo observar uma grande parte do c\u00e9u sem a sua interfer\u00eancia. Tamb\u00e9m est\u00e1 num ambiente de radia\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica uniforme e mant\u00e9m uma temperatura est\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, o Gaia n\u00e3o pode cair na sombra da Terra, pois a espa\u00e7onave ainda depende da energia solar. Dado que a \u00f3rbita no ponto L2 \u00e9 inst\u00e1vel, pequenos dist\u00farbios podem acumular-se e encaminhar a sonda para um eclipse.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2019\/07\/avoiding_earth_s_shadow\/19491788-4-eng-GB\/Avoiding_Earth_s_shadow.gif\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2019\/07\/avoiding_earth_s_shadow\/19491787-4-eng-GB\/Avoiding_Earth_s_shadow_pillars.gif\" alt=\"\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa de controle de voo do Gaia no centro de miss\u00f5es ESOC da ESA em Darmstadtm, Alemanha, \u00e9 respons\u00e1vel por fazer corre\u00e7\u00f5es na trajet\u00f3ria da nave a fim de mant\u00ea-la na \u00f3rbita correta e fora da sombra da Terra. Garantem que o Gaia continua a ser uma das naves espaciais mais est\u00e1veis e precisas de todos os tempos. No dia 16 de julho de 2019, a equipa executou com sucesso uma manobra crucial para evitar eclipses, movendo o Gaia para a fase estendida da sua miss\u00e3o e permitindo que continue a examinar o c\u00e9u por mais alguns anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.esa.int\/Safety_Security\/Gaia_revolutionises_asteroid_tracking\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Asteroides:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/minorplanetcenter.net\/\/iau\/lists\/MPNames.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro de Planetas Menores da UAI<\/a><br><a href=\"https:\/\/cneos.jpl.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNEOS (JPL NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/newton.spacedys.com\/neodys2\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NEODyS-2<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Asteroid\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>2012 TC4:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.minorplanetcenter.net\/db_search\/show_object?object_id=2012+TC4\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro de Planetas Menores da UAI<\/a><br><a href=\"https:\/\/ssd.jpl.nasa.gov\/sbdb.cgi?sstr=3609693#content\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SSD (JPL NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/newton.spacedys.com\/neodys\/index.php?n=2012TC4&amp;pc=1.1.0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NEODyS-2<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/2012_TC4\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pontos de Lagrange:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lagrangian_point\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEMM17XJD1E_index_0.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/gaia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"http:\/\/gsaweb.ast.cam.ac.uk\/alerts\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa Alertas de Ci\u00eancia Fotom\u00e9trica do Gaia<\/a><br><a href=\"http:\/\/gea.esac.esa.int\/archive\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados do Gaia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\/guide-to-scientists\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Como usar os dados do Gaia<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/gaia\/60036-gaia-data-release-2-virtual-reality-resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Recursos VR<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.spaceflight101.com\/gaia-spacecraft-overview.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACEFLIGHT101<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impress\u00e3o de artista do Gaia a mapear as estrelas da Via L\u00e1ctea.Cr\u00e9dito: ESA\/ATG medialab; fundo &#8211; ESO\/S. 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