{"id":3297,"date":"2020-07-03T05:44:28","date_gmt":"2020-07-03T05:44:28","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3297"},"modified":"2020-07-03T05:44:39","modified_gmt":"2020-07-03T05:44:39","slug":"primeiro-nucleo-exoplanetario-exposto-permite-vislumbrar-outros-mundos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/07\/03\/primeiro-nucleo-exoplanetario-exposto-permite-vislumbrar-outros-mundos\/","title":{"rendered":"Primeiro n\u00facleo exoplanet\u00e1rio exposto permite vislumbrar outros mundos"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/Njnb0oO.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"724\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Njnb0oO-1024x724.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3298\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Njnb0oO-1024x724.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Njnb0oO-300x212.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Njnb0oO-768x543.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Njnb0oO.jpg 1169w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Impress\u00e3o de artista que mostra um planeta do tamanho de Neptuno no chamado &#8220;Deserto de Neptuno&#8221;. \u00c9 extremamente raro encontrar um objeto deste tamanho e densidade t\u00e3o perto da sua estrela.<br>Cr\u00e9dito: Universidade de Warwick\/Mark Garlick<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Astr\u00f3nomos da Universidade de Warwick descobriram o n\u00facleo sobrevivente de um gigante gasoso em \u00f3rbita de uma estrela distante, oferecendo uma vis\u00e3o sem precedentes do interior de um planeta. O n\u00facleo, que \u00e9 do mesmo tamanho que Neptuno no nosso Sistema Solar, pensa-se que seja um gigante gasoso ou despojado da sua atmosfera de g\u00e1s ou que n\u00e3o conseguiu formar uma atmosfera na sua juventude.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa do Departamenteo de F\u00edsica da Universidade de Warwick relata a descoberta num artigo publicado anteontem na revista Nature, e pensa-se ser a primeira vez que foi observado o n\u00facleo exposto de um planeta. E fornece a oportunidade \u00fanica de espiar o interior de um planeta e aprender mais sobre a sua composi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Localizado em torno de uma estrela muito parecida com a nossa, a aproximadamente 730 anos-luz de dist\u00e2ncia, o n\u00facleo exoplanet\u00e1rio, chamado TOI-849b, orbita t\u00e3o perto da sua estrela hospedeira que o seu ano equivale a 18 horas terrestres. E a temperatura \u00e0 superf\u00edcie ronda os 1800K.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">TOI-849b foi descoberto num levantamento de estrelas pelo TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA, usando o m\u00e9todo de tr\u00e2nsito: observando estrelas em busca da reveladora queda de brilho que indica que um planeta passou \u00e0 sua frente. Estava localizado no &#8220;deserto de Neptuno&#8221; &#8211; um termo usado pelos astr\u00f3nomos para uma regi\u00e3o pr\u00f3xima das estrelas onde raramente vemos planetas com a massa de Neptuno ou maior.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O sinal de tr\u00e2nsito foi confirmado e refinado usando observa\u00e7\u00f5es com dez telesc\u00f3pios do NGTS (Next-Generation Transit Survey), liderado pela Universidade de Warwick, baseado no Observat\u00f3rio Paranal do ESO no Chile. Os telesc\u00f3pios NGTS foram constru\u00eddos especificamente para detetar as diminui\u00e7\u00f5es muito t\u00e9nues de brilho estelar devido a tr\u00e2nsitos exoplanet\u00e1rios: neste caso uma diminui\u00e7\u00e3o de brilho de apenas um-d\u00e9cimo de um por cento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O objeto foi ent\u00e3o analisado com o instrumento HARPS, num programa liderado pela Universidade de Warwick, no Observat\u00f3rio La Silla do ESO no Chile. O HARPS utiliza o efeito Doppler para medir a massa dos exoplanetas, medindo a sua &#8220;oscila\u00e7\u00e3o&#8221; &#8211; pequenos movimentos na nossa dire\u00e7\u00e3o e para longe de n\u00f3s que se registam como pequenas mudan\u00e7as no espectro de luz da estrela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa determinou que a massa do objeto \u00e9 2-3 vezes maior que Neptuno, mas tamb\u00e9m \u00e9 incrivelmente denso, com todo o material que comp\u00f5e essa massa compactado num objeto do mesmo tamanho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Dr. David Armstrong, autor principal do estudo e do Departamento de F\u00edsica da Universidade de Warwick, disse: &#8220;Embora este seja um planeta extraordinariamente massivo, est\u00e1 muito longe de ser o mais massivo que conhecemos. Mas \u00e9 o mais massivo que conhecemos para o seu tamanho e extremamente denso para algo do tamanho de Neptuno, o que nos diz que este planeta tem uma hist\u00f3ria muito invulgar. O facto de estar num local estranho para a sua massa tamb\u00e9m ajuda &#8211; n\u00e3o vemos planetas com esta massa e com estes per\u00edodos orbitais curtos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;TOI-849b \u00e9 o planeta terrestre mais massivo &#8211; que tem uma densidade parecida \u00e0 da Terra &#8211; j\u00e1 descoberto. Esperar\u00edamos que um planeta t\u00e3o grande tivesse acumulado grandes quantidades de hidrog\u00e9nio e h\u00e9lio quando se formou, crescendo para algo semelhante a J\u00fapiter. O facto de n\u00e3o vermos estes gases permite-nos saber que este \u00e9 um n\u00facleo planet\u00e1rio exposto. &#8220;\u00c9 a primeira vez que descobrimos um n\u00facleo exposto intacto de um gigante gasoso em torno de uma estrela.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Existem duas teorias para o motivo pelo qual estamos a ver o n\u00facleo do planeta, em vez de um t\u00edpico gigante gasoso. A primeira diz que j\u00e1 foi semelhante a J\u00fapiter, mas que perdeu todo o seu g\u00e1s atrav\u00e9s de uma variedade de m\u00e9todos. Isto pode incluir perturba\u00e7\u00f5es de mar\u00e9s, onde o planeta \u00e9 despojado devido a orbitar demasiado perto da sua estrela, ou at\u00e9 mesmo devido a uma colis\u00e3o com outro planeta. A fotoevapora\u00e7\u00e3o da atmosfera a larga escala tamb\u00e9m pode desempenhar um papel, mas n\u00e3o pode ser respons\u00e1vel por todo o g\u00e1s perdido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como alternativa, poder\u00e1 ser um gigante gasoso &#8220;falhado&#8221;. Os cientistas pensam que uma vez formado o n\u00facleo do gigante gasoso, que aconteceu algo errado e nunca conseguiu formar uma atmosfera. Isto pode ter ocorrido devido a uma divis\u00e3o no disco de poeira a partir do qual o planeta se formou, ou caso se tenha formado mais tarde, que o disco ficou sem material. O Dr. Armstrong acrescenta: &#8220;De uma forma ou de outra, ou TOI-849b costumava ser um gigante de g\u00e1s ou \u00e9 um gigante gasoso &#8216;falhado&#8217;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 a primeira vez que vemos algo do g\u00e9nero, o que nos diz que planetas com este existem e que mais podem ser encontrados. Temos a oportunidade de olhar para o n\u00facleo de um planeta de uma maneira que n\u00e3o podemos fazer no nosso pr\u00f3prio Sistema Solar. Por exemplo, ainda existem quest\u00f5es em aberto sobre a natureza do n\u00facleo de J\u00fapiter, de modo que exoplanetas t\u00e3o estranhos e invulgares como este d\u00e3o-nos uma janela para a forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria que n\u00e3o temos outra maneira de explorar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Embora ainda n\u00e3o tenhamos informa\u00e7\u00f5es sobre a sua composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica, podemos fazer observa\u00e7\u00f5es de acompanhamento com outros telesc\u00f3pios. Dado que TOI 849 b est\u00e1 t\u00e3o perto da estrela, qualquer atmosfera restante em torno do planeta precisa de ser constantemente reabastecida do n\u00facleo. Portanto, se pudermos medir essa atmosfera, podemos ter uma ideia da composi\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio n\u00facleo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/warwick.ac.uk\/newsandevents\/pressreleases\/first_exposed_planetary\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Warwick (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.unibe.ch\/news\/media_news\/media_relations_e\/media_releases\/2020\/media_releases_2020\/first_exposed_planetary_core_discovered\/index_eng.html\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Berna (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/doi.org\/10.1038\/s41586-020-2421-7\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2003.10314\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/pub_releases\/2020-07\/uob-fep063020.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/exposed-planetary-core-discovery-nasa-tess.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-07-exposed-planetary-core-glimpse-worlds.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.inverse.com\/science\/exposed-core-of-planet-study\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Inverse<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/science\/2020\/07\/bizarre-planet-largest-known-rocky-world-40-times-as-massive-as-earth\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">National Geographic<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/news\/science-environment-53250819\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">BBC News<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2020\/07\/01\/world\/planetary-core-discovery-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/metro.co.uk\/2020\/07\/01\/exposed-planetary-core-offers-astronomers-unique-glimpse-innermost-layers-12929577\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">METRO<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.reuters.com\/article\/us-space-exploration-planet\/surviving-core-of-ill-fated-jupiter-like-planet-spotted-near-distant-star-idUSKBN242790\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reuters<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.upi.com\/Science_News\/2020\/07\/01\/Astronomers-find-first-exposed-planetary-core-730-light-years-from-Earth\/3141593612210\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">UPI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.publico.pt\/2020\/07\/01\/ciencia\/noticia\/toi849b-exoplaneta-ensinar-planetas-gigantes-1922680\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00fablico<\/a><br><a href=\"https:\/\/tvi24.iol.pt\/tecnologia\/neptuno\/nucleo-de-exoplaneta-pode-dar-pistas-sobre-interior-de-planetas-gigantes-solares-estudo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">tvi24<\/a><br><a href=\"https:\/\/tek.sapo.pt\/noticias\/ciencia\/artigos\/investigadores-portugueses-ajudam-a-descobrir-objeto-parecido-a-nucleo-de-planeta-gigante\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SAPO<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.noticiasaominuto.com\/tech\/1520948\/nucleo-de-exoplaneta-pode-dar-pistas-sobre-interior-de-planetas-gigantes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Not\u00edcias ao Minuto<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TOI-849b:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/toi-849_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"http:\/\/planetquest.jpl.nasa.gov\/index.cfm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlanetQuest<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/cgi-bin\/TblView\/nph-tblView?app=ExoTbls&amp;config=planets&amp;constraint=pl_facility+like+%27%TESS%%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Paranal:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<br><\/a><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Paranal_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>NGTS (Next-Generation Transit Survey):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.ngtransits.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/paranal-observatory\/ngts\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Next-Generation_Transit_Survey\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio La Silla:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/sci\/facilities\/lasilla\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/La_Silla_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impress\u00e3o de artista que mostra um planeta do tamanho de Neptuno no chamado &#8220;Deserto de Neptuno&#8221;. \u00c9 extremamente raro encontrar um objeto deste tamanho e densidade t\u00e3o perto da sua estrela.Cr\u00e9dito: Universidade de Warwick\/Mark Garlick Astr\u00f3nomos da Universidade de Warwick descobriram o n\u00facleo sobrevivente de um gigante gasoso em \u00f3rbita de uma estrela distante, oferecendo 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