{"id":3285,"date":"2020-06-30T05:22:22","date_gmt":"2020-06-30T05:22:22","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3285"},"modified":"2020-06-30T05:22:24","modified_gmt":"2020-06-30T05:22:24","slug":"colisao-de-buracos-negros-pode-ter-explodido-com-luz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/06\/30\/colisao-de-buracos-negros-pode-ter-explodido-com-luz\/","title":{"rendered":"Colis\u00e3o de buracos negros pode ter &#8220;explodido com luz&#8221;"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/eSxKEYd.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/eSxKEYd-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3286\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/eSxKEYd-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/eSxKEYd-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/eSxKEYd-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/eSxKEYd.jpg 1400w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Impress\u00e3o de artista de um buraco negro supermassivo e do seu disco circundante de g\u00e1s. Embebidos neste disco est\u00e3o dois buracos negros mais pequenos que se orbitam um ao outro. Usando dados do ZTF (Zwicky Transient Facility) no Observat\u00f3rio Palomar, investigadores identificaram um surto de luz que se suspeita ter vindo de um par de buracos negros pouco depois de se terem fundido num buraco negro maior. A fus\u00e3o dos buracos negros teria feito com que o buraco negro resultante, maior, se movesse no disco, &#8220;lavrando&#8221; o g\u00e1s e criando luz. Estes buracos negros em fus\u00e3o foram avistados no dia 21 de maio de 2019 pelo LIGO da NSF e pelo detetor europeu Virgo, que detetaram ondas gravitacionais geradas pela fus\u00e3o.\nCr\u00e9dito: Caltech\/R. Hurt (IPAC)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando dois buracos negros espiralam um em dire\u00e7\u00e3o ao outro e finalmente colidem, emitem ondula\u00e7\u00f5es no espa\u00e7o e no tempo chamadas ondas gravitacionais. Tendo em conta que os buracos negros n\u00e3o emitem luz, n\u00e3o se espera que estes eventos tenham brilho, ou radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica. Mas alguns te\u00f3ricos criaram maneiras pelas quais uma fus\u00e3o de buracos negros pode explodir com luz. Agora, pela primeira vez, os astr\u00f3nomos viram evid\u00eancias de um desses cen\u00e1rios de produ\u00e7\u00e3o de luz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com a ajuda do ZTF (Zwicky Transient Facility) do Caltech, financiado pela NSF (National Science Foundation) e localizado no Observat\u00f3rio Palomar perto de San Diego, EUA, os cientistas descobriram o que poder\u00e1 ser um surto de luz de um par de buracos negros. A fus\u00e3o dos buracos negros foi testemunhada pela primeira vez pelo LIGO (Laser Interferometer Gravitational-wave Observatory) da NSF e pelo detetor europeu Virgo no dia 21 de maio de 2019, num evento chamado S190521g. \u00c0 medida que os buracos negros se fundiam, agitando o espa\u00e7o e o tempo, libertaram ondas gravitacionais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Enquanto isto acontecia, o ZTF realizava o seu levantamento rob\u00f3tico do c\u00e9u que capturava todos os tipos de objetos que libertam luz, entram em erup\u00e7\u00e3o ou de outro modo variam no c\u00e9u noturno. Uma liberta\u00e7\u00e3o de luz que o levantamento captou, gerada por um buraco negro supermassivo ativo e distante, ou quasar, chamado J1249+3449, foi identificado na regi\u00e3o do evento de ondas gravitacionais S190521g.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este buraco negro supermassivo era j\u00e1 ativo anos antes deste surto mais abrupto,&#8221; diz Matthew Graham, professor de astronomia no Caltech e cientista do projeto ZTF. &#8220;O surto ocorreu na escala de tempo certa e no local certo, para coincidir com o evento de ondas gravitacionais. No nosso estudo, conclu\u00edmos que o surto provavelmente foi o resultado de uma fus\u00e3o de buracos negros, mas n\u00e3o podemos descartar completamente outras possibilidades.&#8221; Graham \u00e9 o autor principal do novo estudo, publicado dia 25 de junho na revista Physical Review Letters.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O ZTF foi constru\u00eddo especificamente para identificar tipos novos, raros e vari\u00e1veis de atividade astron\u00f3mica como esta,&#8221; diz Ralph Gaume, diretor da Divis\u00e3o de Ci\u00eancias Astron\u00f3micas da NSF. &#8220;O suporte de novas tecnologias pela NSF continua a expandir o modo como podemos rastrear estes eventos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como \u00e9 que dois buracos negros em fus\u00e3o podem libertar luz? No cen\u00e1rio delineado por Graham e colegas, dois buracos negros parceiros estavam aninhados dentro de um disco em redor de um buraco negro muito maior.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;No centro da maioria das gal\u00e1xias, esconde-se um buraco negro supermassivo. \u00c9 rodeado por um enxame de estrelas e remanescentes estelares, incluindo buracos negros,&#8221; diz a coautora K. E. Saavik Ford da Centro de Gradua\u00e7\u00e3o da CUNY (City University of New York), da BMCC (Borough of Manhattan Community College) e do AMNH (American Museum of Natural History). &#8220;Estes objetos pululam como abelhas zangadas em torno da monstruosa abelha rainha no centro. Podem encontrar brevemente parceiros gravitacionais e formar pares, mas geralmente perdem os seus parceiros rapidamente para esta dan\u00e7a louca. Mas no disco de um buraco negro supermassivo, o g\u00e1s converte o enxame num minueto cl\u00e1ssico, organizando os buracos negros para que possam formar pares,&#8221; explica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Depois da fus\u00e3o dos buracos negros, o novo buraco negro, agora maior, \u00e9 chutado numa dire\u00e7\u00e3o aleat\u00f3ria e varre o g\u00e1s no disco. &#8220;\u00c9 a rea\u00e7\u00e3o do g\u00e1s a esta &#8216;bala veloz&#8217; que cria o clar\u00e3o brilhante, vis\u00edvel com telesc\u00f3pios,&#8221; diz o coautor Barry McKernan, tamb\u00e9m do Centro de Gradua\u00e7\u00e3o da CUNY, da BMCC e do AMNH.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Prev\u00ea-se que tal surto comece dias ou semanas ap\u00f3s a liberta\u00e7\u00e3o inicial de ondas gravitacionais produzidas durante a fus\u00e3o. Neste caso, o ZTF n\u00e3o capturou o evento imediatamente, mas quando os cientistas voltaram para examinar as imagens de arquivo do ZTF meses depois, encontraram um sinal que come\u00e7ou dias ap\u00f3s o evento de ondas gravitacionais de maio de 2019. O ZTF observou o surto a desaparecer lentamente ao longo de um per\u00edodo de um m\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas tentaram obter uma vis\u00e3o mais detalhada da luz do buraco negro supermassivo, a que chamamos espectro, mas quando o observaram, a liberta\u00e7\u00e3o de luz j\u00e1 havia desaparecido. Um espectro teria fornecido mais apoio \u00e0 ideia de que o surto tinha vindo da fus\u00e3o de buracos negros dentro do disco do buraco negro supermassivo. No entanto, os investigadores dizem que foram capazes de descartar outras poss\u00edveis causas para o surto observado, incluindo uma supernova ou um evento de perturba\u00e7\u00e3o de mar\u00e9s, que ocorre quando um buraco negro essencialmente &#8220;come&#8221; uma estrela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, a equipa afirma que n\u00e3o \u00e9 prov\u00e1vel que o surto de luz tenha ocorrido devido aos fen\u00f3menos habituais do buraco negro supermassivo, que regularmente se alimenta do disco circundante. Usando o CRTS (Catalina Real-Time Transient Survey), liderado pelo Caltech, foram capazes de avaliar o comportamento do buraco negro ao longo dos \u00faltimos 15 anos e descobriram que a sua atividade era relativamente normal at\u00e9 maio de 2019, quando se intensificou repentinamente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os buracos negros supermassivos como este t\u00eam erup\u00e7\u00f5es a toda a hora. N\u00e3o s\u00e3o objetos silenciosos, mas o momento, tamanho e localiza\u00e7\u00e3o deste surto foi espetacular,&#8221; diz o coautor Mansi Kasliwal, professor assistente de astronomia no Caltech. &#8220;A raz\u00e3o pela qual a busca por explos\u00f5es como esta \u00e9 t\u00e3o importante \u00e9 que ajuda bastante a responder a quest\u00f5es da astrof\u00edsica e da cosmologia. Se pudermos fazer isto novamente e detetar a luz das fus\u00f5es de outros buracos negros, podemos definir melhor os locais de origem destes buracos negros e aprender mais sobre as suas origens.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O buraco negro rec\u00e9m-formado dever\u00e1 provocar outro surto nos pr\u00f3ximos anos. O processo de fus\u00e3o deu ao objeto um impulso que dever\u00e1 fazer com que este entre novamente no disco do buraco negro supermassivo, produzindo outra liberta\u00e7\u00e3o de luz que o ZTF dever\u00e1 conseguir observar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.caltech.edu\/about\/news\/black-hole-collision-may-have-exploded-light\" target=\"_blank\">\/\/ Caltech (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.gc.cuny.edu\/News\/All-News\/Detail?id=55242&amp;utm_source=gcsite&amp;utm_medium=news&amp;utm_campaign=hpfeature\" target=\"_blank\">\/\/ Centro de Gradua\u00e7\u00e3o da CUNY (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.jpl.nasa.gov\/news\/news.php?feature=7688\" target=\"_blank\">\/\/ NASA JPL (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/twin-cities.umn.edu\/news-events\/research-brief-black-hole-collision-may-have-exploded-light\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Minnesota (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/journals.aps.org\/prl\/abstract\/10.1103\/PhysRevLett.124.251102\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Physical Review Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2006.14122\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.technologyreview.com\/2020\/06\/26\/1004571\/supermassive-black-hole-merger-ligo-s190521g-light\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MIT Technology Review<\/a><br><a href=\"https:\/\/skyandtelescope.org\/astronomy-news\/black-hole-collision-may-have-caused-burst-of-light\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sky &amp; Telescope<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/black-holes-collision-flash-of-light.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/physics.aps.org\/articles\/v13\/101\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Physics<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.zmescience.com\/science\/news-science\/black-hole-merger-light-2352542\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZME science<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-06-black-hole-collision.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.spacedaily.com\/reports\/Black_hole_collision_may_have_exploded_with_light_999.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Space Daily<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencenews.org\/article\/colliding-black-holes-may-have-created-surprising-flare-light\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceNews<\/a><br><a href=\"https:\/\/arstechnica.com\/science\/2020\/06\/astronomers-may-have-spotted-first-light-ever-detected-from-black-hole-merger\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ars Technica<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.engadget.com\/astronomers-spot-light-from-black-hole-collision-132942574.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">engadget<\/a><br><a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/for-the-first-time-ever-astronomers-spot-light-from-a-1844165095\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gizmodo<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.theverge.com\/2020\/6\/25\/21301890\/black-hole-merger-light-flare-ligo-gravitational-waves-astronomy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">The Verge<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nytimes.com\/2020\/06\/25\/science\/black-hole-collision-ligo.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">The New York Times<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2020\/06\/25\/world\/black-hole-merger-light-trnd-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>S190521g (ou GW 190521):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/gracedb.ligo.org\/superevents\/S190521g\/view\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">GraceDB<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/GW190521g\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ondas gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/gracedb.ligo.org\/latest\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">GraceDB (Gravitational Wave Candidate Event Database)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_wave\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_wave_detection\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomia de ondas gravitacionais &#8211; Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/127255\/gravitational-waves-101\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ondas gravitacionais: como distorcem o espa\u00e7o &#8211; Universe Today<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/127286\/gravitational-wave-detectors-how-they-work\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Detetores: como funcionam &#8211; Universe Today<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/127329\/gravitational-wave-sources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">As fontes de ondas gravitacionais &#8211; Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=4GbWfNHtHRg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O que \u00e9 uma onda gravitacional (YouTube)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buracos negros:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ZTF:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.ztf.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ipac.caltech.edu\/project\/ztf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Zwicky_Transient_Facility\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>LIGO:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/ligo.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ligo.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.advancedligo.mit.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Advanced LIGO<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/LIGO\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Virgo:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/www.ego-gw.it\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EGO<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Virgo_interferometer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impress\u00e3o de artista de um buraco negro supermassivo e do seu disco circundante de g\u00e1s. 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