{"id":3268,"date":"2020-06-23T05:32:57","date_gmt":"2020-06-23T05:32:57","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3268"},"modified":"2020-06-23T05:33:16","modified_gmt":"2020-06-23T05:33:16","slug":"planetas-com-oceanos-sao-comuns-na-nossa-galaxia-e-provavel-dizem-cientistas-da-nasa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/06\/23\/planetas-com-oceanos-sao-comuns-na-nossa-galaxia-e-provavel-dizem-cientistas-da-nasa\/","title":{"rendered":"Planetas com oceanos s\u00e3o comuns na nossa Gal\u00e1xia? \u00c9 prov\u00e1vel, dizem cientistas da NASA"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/LEfDR5A.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"416\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/LEfDR5A.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3269\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/LEfDR5A.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/LEfDR5A-300x127.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/LEfDR5A-768x324.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra a sonda Cassini da NASA a voar pelas plumas de Enc\u00e9lado em outubro de 2015.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 v\u00e1rios anos, a cientista planet\u00e1ria Lynnae Quick come\u00e7ou a perguntar-se se algum dos mais de 4000 exoplanetas conhecidos, ou planetas para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, podiam assemelhar-se com algumas das luas com grandes quantidades de \u00e1gua em torno de J\u00fapiter e Saturno. Embora algumas destas luas n\u00e3o tenham atmosferas e estejam cobertas de gelo, ainda est\u00e3o entre os principais alvos na busca da NASA por vida para l\u00e1 da Terra. A lua de Saturno, Enc\u00e9lado, e a lua de J\u00fapiter, Europa, que os cientistas classificam como &#8220;mundos oce\u00e2nicos&#8221;, s\u00e3o bons exemplos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Plumas de \u00e1gua emergem de Europa e Enc\u00e9lado, de modo que sabemos que estes corpos t\u00eam oceanos subterr\u00e2neos por baixo das suas conchas de gelo, e t\u00eam energia que impulsiona as plumas, que s\u00e3o dois requisitos para a vida como a conhecemos,&#8221; diz Quick, cientista planet\u00e1ria da NASA especialista em vulcanismo e mundos oce\u00e2nicos. &#8220;Assim sendo, se pensarmos nestes lugares como possivelmente habit\u00e1veis, talvez vers\u00f5es maiores noutros sistemas planet\u00e1rios tamb\u00e9m sejam habit\u00e1veis.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quick, do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado norte-americano de Maryland, decidiu explorar se &#8211; hipoteticamente &#8211; existem planetas semelhantes a Europa e Enc\u00e9lado na nossa Via L\u00e1ctea. E se tamb\u00e9m podiam ser geologicamente ativos o suficiente para expelir plumas atrav\u00e9s das suas superf\u00edcies, quem sabe um dia detetadas por telesc\u00f3pios.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Atrav\u00e9s de uma an\u00e1lise matem\u00e1tica de v\u00e1rias d\u00fazias de exoplanetas, incluindo planetas no sistema vizinho TRAPPIST-1, Quick e colegas aprenderam algo significativo: mais de um-quarto dos exoplanetas que estudaram podem ser mundos oce\u00e2nicos, com a maioria possivelmente abrigando oceanos sob camadas de gelo superficial, semelhantes a Europa e Enc\u00e9lado. Al\u00e9m disso, muitos destes planetas podem estar a libertar mais energia do que Europa e Enc\u00e9lado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas podem um dia ser capazes de testar as previs\u00f5es de Quick medindo o calor emitido por um exoplaneta ou detetando erup\u00e7\u00f5es vulc\u00e2nicas ou criovulc\u00e2nicas (l\u00edquido ou vapor em vez de rocha derretida) nos comprimentos de onda da luz emitida por mol\u00e9culas na atmosfera de um planeta. Por agora, os cientistas n\u00e3o podem ver muitos exoplanetas em detalhe. Infelizmente, est\u00e3o demasiado distantes e demasiado ofuscados pelo brilho das suas estrelas. Mas, considerando a \u00fanica informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel &#8211; os tamanhos, massas e dist\u00e2ncias dos exoplanetas \u00e0s suas estrelas &#8211; cientistas como Quick e colegas podem explorar modelos matem\u00e1ticos e a nossa compreens\u00e3o do Sistema Solar para tentar imaginar as condi\u00e7\u00f5es que podiam moldar exoplanetas em mundos habit\u00e1veis (ou n\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar das suposi\u00e7\u00f5es que entram nestes modelos matem\u00e1ticos serem suposi\u00e7\u00f5es educadas, podem ajudar os cientistas a restringir a lista de exoplanetas promissores para procurar condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis \u00e0 vida, para que o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA ou outras miss\u00f5es espaciais possam observar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As miss\u00f5es futuras com o objetivo de procurar sinais de vida para l\u00e1 do Sistema Solar estar\u00e3o focadas em planetas como o nosso, que possuem uma biosfera global t\u00e3o abundante que mudam a qu\u00edmica de toda a atmosfera,&#8221; diz Aki Roberge, astrof\u00edsica da NASA em Goddard que colaborou com Quick na sua an\u00e1lise. &#8220;Mas no Sistema Solar, luas geladas com oceanos, que est\u00e3o longe do calor do Sol, ainda mostraram que possuem caracter\u00edsticas que achamos necess\u00e1rias para a vida.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para procurar poss\u00edveis mundos oce\u00e2nicos, a equipa de Quick selecionou 53 exoplanetas com tamanhos parecidos ao da Terra, embora possam ter at\u00e9 oito vezes mais massa. Os cientistas assumem que os planetas deste tamanho s\u00e3o mais s\u00f3lidos do que gasosos e, portanto, mais propensos a suportar \u00e1gua l\u00edquida nas superf\u00edcies ou abaixo delas. Pelo menos mais 30 planetas que encaixam nestes par\u00e2metros foram descobertos desde que Quick e colegas come\u00e7aram o seu estudo em 2017, mas n\u00e3o foram inclu\u00eddos na an\u00e1lise, publicada no dia 18 de junho na revista Publications of the Astronomical Society of the Pacific.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com os seus planetas do tamanho da Terra identificados, Quick e a sua equipa procuraram determinar quanta energia cada um podia gerar e libertar como calor. A equipa considerou duas fontes principais de calor. A primeira, calor radiog\u00e9nico, \u00e9 gerado ao longo de milhares de milh\u00f5es de anos pelo lento decaimento de materiais radioativos no manto e crosta de um planeta. Esta taxa de decaimento depende da idade de um planeta e da massa do seu manto. Outros cientistas j\u00e1 haviam determinado estas rela\u00e7\u00f5es para planetas do tamanho da Terra. Assim, Quick e a sua equipa aplicaram a taxa de decaimento \u00e0 sua lista de 53 planetas, assumindo que cada um tem a mesma idade da sua estrela e que o seu manto ocupa a mesma propor\u00e7\u00e3o de volume planet\u00e1rio do que o manto da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De seguida, os cientistas calcularam o calor produzido por outra coisa: for\u00e7as de mar\u00e9, que \u00e9 a energia gerada a partir de atra\u00e7\u00e3o gravitacional quando um objeto orbita outro. Os planetas em \u00f3rbitas alongadas, mais el\u00edpticas, mudam a dist\u00e2ncia \u00e0 estrela enquanto a orbitam. Isto leva a mudan\u00e7as na for\u00e7a gravitacional entre os dois objetos e faz com que o planeta &#8220;estique&#8221;, gerando calor. Eventualmente, o calor \u00e9 perdido para o espa\u00e7o atrav\u00e9s da superf\u00edcie.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma rota de sa\u00edda para o calor \u00e9 atrav\u00e9s de vulc\u00f5es ou criovulc\u00f5es. Outra rota \u00e9 atrav\u00e9s das placas tect\u00f3nicas, que \u00e9 um processo geol\u00f3gico respons\u00e1vel pelo movimento da camada rochosa ou gelada mais externa de um planeta ou lua. Qualquer que seja a maneira como o calor \u00e9 libertado, \u00e9 importante saber a quantidade, pois pode validar ou invalidar a habitabilidade.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/EMb2wHx.gif\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/EMb2wHx.gif\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> V\u00e9nus pode j\u00e1 ter tido oceanos de \u00e1gua l\u00edquida e vulc\u00f5es ativos, um ambiente hospitaleiro para a vida. Mas, com o tempo, o planeta ficou t\u00e3o quente que os oceanos se dissiparam. Gradualmente, os gases vulc\u00e2nicos criaram uma atmosfera superespessa em V\u00e9nus, com nuvens de \u00e1cido sulf\u00farico.<br>Cr\u00e9dito: Michael Lentz e Mike Mirandi\/Centro de Voo Espacial Goddard da NASA <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por exemplo, demasiada atividade vulc\u00e2nica pode transformar um mundo habit\u00e1vel num pesadelo derretido. Mas pouca atividade pode impedir a liberta\u00e7\u00e3o de gases que comp\u00f5em uma atmosfera, deixando uma atmosfera fria e \u00e1rida. A quantidade ideal suporta um planeta habit\u00e1vel e h\u00famido como a Terra, ou uma lua possivelmente habit\u00e1vel como Europa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na pr\u00f3xima d\u00e9cada, a sonda Europa Clipper da NASA ir\u00e1 explorar a superf\u00edcie e a subsuperf\u00edcie de Europa e fornecer informa\u00e7\u00f5es sobre o seu ambiente. Quanto mais os cientistas puderem aprender sobre Europa e sobre outras luas potencialmente habit\u00e1veis no nosso Sistema Solar, melhor ser\u00e3o capazes de entender mundos semelhantes em torno de outras estrelas &#8211; que podem ser abundantes, de acordo com as descobertas publicadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As pr\u00f3ximas miss\u00f5es v\u00e3o dar-nos a hip\u00f3tese de ver se as luas oce\u00e2nicas no nosso Sistema Solar podem sustentar a vida,&#8221; diz Quick, que faz parte da equipa cient\u00edfica tanto da miss\u00e3o Clipper como da miss\u00e3o Dragonfly, com destino \u00e0 lua de Saturno, Tit\u00e3. &#8220;Se encontrarmos assinaturas qu\u00edmicas da vida, podemos tentar procurar sinais semelhantes a dist\u00e2ncias interestelares&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando o Webb for lan\u00e7ado, os cientistas v\u00e3o tentar detetar assinaturas qu\u00edmicas nas atmosferas de alguns dos planetas no sistema TRAPPIST-1, que fica a 39 anos-luz de dist\u00e2ncia na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Aqu\u00e1rio. Em 2017, os astr\u00f3nomos anunciaram que este sistema possu\u00eda sete planetas do tamanho da Terra. H\u00e1 quem tenha sugerido que alguns destes planetas possam ser oce\u00e2nicos, e a equipa de Quick suporta esta ideia. Segundo os c\u00e1lculos da sua equipa, TRAPPIST-1 e, f, g e h podem ser mundos oce\u00e2nicos, o que os colocaria entre os 14 mundos oce\u00e2nicos que os cientistas identificaram neste estudo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/g2tuSP1.gif\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/g2tuSP1.gif\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Este gr\u00e1fico animado mostra n\u00edveis de atividade geol\u00f3gica prevista entre os exoplanetas, com e sem oceanos, em compara\u00e7\u00e3o com atividade geol\u00f3gica conhecida em corpos do Sistema Solar, com e sem oceanos.<br>Cr\u00e9dito: Lynnae Quick e James Tralie\/Centro de Voo Espacial Goddard da NASA <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores previram que estes exoplanetas tinham oceanos, tendo em conta as temperaturas da superf\u00edcie de cada um. Esta informa\u00e7\u00e3o \u00e9 revelada pela quantidade de radia\u00e7\u00e3o estelar que cada planeta reflete para o espa\u00e7o. A equipa de Quick tamb\u00e9m levou em considera\u00e7\u00e3o a densidade de cada planeta e a quantidade estimada de aquecimento interno que geram em compara\u00e7\u00e3o com a Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Se virmos que a densidade de um planeta \u00e9 menor que a da Terra, isso \u00e9 uma indica\u00e7\u00e3o de que pode haver mais \u00e1gua l\u00e1 e n\u00e3o tanta rocha e ferro,&#8221; explica Quick. E se a temperatura do planeta permitir \u00e1gua l\u00edquida, ent\u00e3o teremos um mundo oce\u00e2nico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Mas se a temperatura \u00e0 superf\u00edcie de um planeta for inferior a 0\u00ba C, onde a \u00e1gua est\u00e1 congelada,&#8221; diz Quick, &#8220;ent\u00e3o temos um mundo oce\u00e2nico gelado e as densidades destes planetas s\u00e3o ainda mais baixas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outros cientistas que participaram nesta an\u00e1lise com Quick e Roberge incluem Amy Barr Mlinar do PSI (Planetary Science Institute) em Tucson, no estado norte-americano do Arizona, e Matthew M. Hedman da Universidade de Idaho, em Moscow, EUA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2020\/are-planets-with-oceans-common-in-the-galaxy-it-s-likely-nasa-scientists-find\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.1088\/1538-3873\/ab9504\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Publications of the Astronomical Society of the Pacific)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/astrobiology.com\/2020\/06\/are-planets-with-oceans-common-in-the-galaxy.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astrobiology web<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/milky-way-teeming-ocean-worlds.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/146626\/planets-with-large-oceans-are-probably-common-in-the-milky-way\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2020\/06\/200619090500.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-06-planets-oceans-common-galaxy-nasa.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2020\/06\/19\/world\/earth-like-planets-ocean-worlds-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Europa:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/solarsystem.nasa.gov\/moons\/jupiter-moons\/europa\/overview\/\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/nineplanets.org\/europa.html\" target=\"_blank\">Nine Planets<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Europa_(moon)\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Enc\u00e9lado:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.solarviews.com\/eng\/enceladus.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Solarviews<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Enceladus_(moon)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mundos oce\u00e2nicos:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/specials\/ocean-worlds\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Ocean_world\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TRAPPIST-1:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/TRAPPIST-1%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1b (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1b (Exoplanet.eu)<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1c\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1c (Wikipedia)<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1c (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1d\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1d (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1d (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1e\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1e (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_e\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1e (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1f\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1f (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_f\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1f (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1g\">TRAPPIST-1g (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_g\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1g (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1h\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1h (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_h\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1h (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"http:\/\/planetquest.jpl.nasa.gov\/index.cfm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlanetQuest<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Europa Clipper:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.jpl.nasa.gov\/missions\/europa-clipper\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Europa_Clipper\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dragonfly:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/dragonfly\/dragonfly-overview\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Dragonfly_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra a sonda Cassini da NASA a voar pelas plumas de Enc\u00e9lado em outubro de 2015.Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech H\u00e1 v\u00e1rios anos, a cientista planet\u00e1ria Lynnae Quick come\u00e7ou a perguntar-se se algum dos mais de 4000 exoplanetas conhecidos, ou planetas para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, podiam assemelhar-se com algumas das luas com grandes quantidades 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