{"id":3223,"date":"2005-06-10T07:46:29","date_gmt":"2005-06-10T07:46:29","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3223"},"modified":"2020-06-19T07:47:25","modified_gmt":"2020-06-19T07:47:25","slug":"metano-de-marte-explicado-sem-biologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2005\/06\/10\/metano-de-marte-explicado-sem-biologia\/","title":{"rendered":"Metano de Marte explicado sem biologia"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Surgiu agora uma nova ideia no debate sobre a origem do metano que se detecta em\u00a0Marte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Enquanto ao longo dos \u00faltimos anos alguns cientistas t\u00eam defendido que o metano provavelmente ter\u00e1 uma origem biol\u00f3gica, outros t\u00eam defendido uma origem vulc\u00e2nica associada a este tipo de subst\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os novos estudos sugerem que o metano eventualmente poder\u00e1 ser explicado por processos n\u00e3o biol\u00f3gicos envolvendo um mineral chamado olivina, que \u00e9 um mineral bastante abundante em\u00a0Marte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando a \u00e1gua contendo di\u00f3xido de carbono entra em contacto com as olivinas produz hidrog\u00e9nio que nessas condi\u00e7\u00f5es poder\u00e1, segundo os cientistas, reagir com o di\u00f3xido de carbono para formar metano (CH<sub>4<\/sub>). As olivinas que se encontrem abaixo da superf\u00edcie poder\u00e3o estar em contacto com a \u00e1gua subterr\u00e2nea que se suspeita que exista no Planeta Vermelho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A maior parte do metano que existe na\u00a0Terra\u00a0\u00e9 criado pelos seres vivos e o metano tem sido considerado um indicador da exist\u00eancia de vida nos outros planetas,&#8221; diz o investigador de Dartmouth Mukul Sharma. &#8220;No entanto, n\u00f3s mostr\u00e1mos no nosso trabalho que a olivina natural pode ser alterada na presen\u00e7a de \u00e1gua contendo di\u00f3xido de carbono de modo a produzir quantidades copiosas de metano. \u00c9 bastante f\u00e1cil de fazer e n\u00e3o existe a\u00ed nada de bacteriano. Se existe vida em Marte, gostaria de ver evid\u00eancias mais s\u00f3lidas do que o metano.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sharma e Chris Oze publicaram o seu trabalho na Edi\u00e7\u00e3o de Maio do jornal da American Geophysical Union,&nbsp;<em>Geophysical Research Letters<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Links:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Geophysical Research Letters:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.agu.org\/pubs\/crossref\/2005\/2005GL022691.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">http:\/\/www.agu.org\/pubs\/crossref\/2005\/2005GL022691.shtml<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Surgiu agora uma nova ideia no debate sobre a origem do metano que se detecta em\u00a0Marte. Enquanto ao longo dos \u00faltimos anos alguns cientistas t\u00eam defendido que o metano provavelmente ter\u00e1 uma origem biol\u00f3gica, outros t\u00eam defendido uma origem vulc\u00e2nica associada a este tipo de subst\u00e2ncia. Os novos estudos sugerem que o metano eventualmente poder\u00e1 &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[4,252],"class_list":["post-3223","post","type-post","status-publish","format-standard","","category-sistema-solar","tag-marte","tag-metano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3223","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3223"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3223\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3224,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3223\/revisions\/3224"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3223"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3223"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3223"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}