{"id":3160,"date":"2020-06-19T06:02:20","date_gmt":"2020-06-19T06:02:20","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3160"},"modified":"2020-06-19T06:02:30","modified_gmt":"2020-06-19T06:02:30","slug":"xmm-newton-espia-pulsar-bebe-mais-jovem-alguma-vez-descoberto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/06\/19\/xmm-newton-espia-pulsar-bebe-mais-jovem-alguma-vez-descoberto\/","title":{"rendered":"XMM-Newton espia pulsar beb\u00e9 mais jovem alguma vez descoberto"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2020\/06\/illustration_of_a_magnetar\/22080141-1-eng-GB\/Illustration_of_a_magnetar.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Illustration_of_a_magnetar_pillars-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3161\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Illustration_of_a_magnetar_pillars-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Illustration_of_a_magnetar_pillars-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Illustration_of_a_magnetar_pillars-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Illustration_of_a_magnetar_pillars.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Impress\u00e3o de artista de um magnetar. Os magnetares s\u00e3o os objetos c\u00f3smicos com os mais fortes campos magn\u00e9ticos alguma vez medidos no Universo. S\u00e3o pulsares extremamente magnetizados &#8211; os remanescentes quentes e densos de estrelas massivas que expelem radia\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica em surtos impulsivos e surtos mais longos em escalas de tempo de milissegundos a anos. Uma campanha com v\u00e1rios instrumentos liderada pelo XMM-Newton da ESA capturou uma explos\u00e3o emanando do pulsar beb\u00e9 mais jovem j\u00e1 descoberto: Swift J1818.0\u22121607, que \u00e9 curiosamente tamb\u00e9m um magnetar.<br>Cr\u00e9dito: ESA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma campanha de observa\u00e7\u00e3o liderada pelo observat\u00f3rio espacial XMM-Newton da ESA revela o pulsar mais jovem alguma vez visto &#8211; o remanescente de uma estrela anteriormente massiva &#8211; que tamb\u00e9m \u00e9 um &#8220;magnetar&#8221;, ostentando um campo magn\u00e9tico cerca de 100 milh\u00f5es de vezes mais forte do que os im\u00e3s mais poderosos j\u00e1 constru\u00eddos por humanos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os pulsares s\u00e3o alguns dos objetos mais ex\u00f3ticos do Universo. Formam-se quando estrelas massivas terminam as suas vidas por meio de poderosas explos\u00f5es de supernova e deixam para tr\u00e1s remanescentes estelares extremos: quentes, densos e altamente magnetizados. \u00c0s vezes, os pulsares tamb\u00e9m passam por per\u00edodos de atividade bastante alta, durante os quais emitem enormes quantidades de radia\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica em escalas de tempo de milissegundos a anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As explos\u00f5es mais pequenas geralmente assinalam o in\u00edcio de um maior surto, quando a emiss\u00e3o de raios-X se pode tornar mil vezes mais intensa. Uma campanha de v\u00e1rios instrumentos liderada pelo XMM-Newton capturou agora uma explos\u00e3o emanando do pulsar beb\u00e9 mais jovem alguma vez descoberto: Swift J1818.0\u22121607, que foi originalmente descoberto pelo Observat\u00f3rio Swift da NASA em mar\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2008\/06\/xmm-newton\/10148619-2-eng-GB\/XMM-Newton.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2008\/06\/xmm-newton\/10148619-2-eng-GB\/XMM-Newton_pillars.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Impress\u00e3o de artista do XMM-Newton.<br>Cr\u00e9dito: ESA-C. Carreau <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E h\u00e1 mais. Este pulsar n\u00e3o \u00e9 apenas o mais jovem dos 3000 conhecidos na nossa Via L\u00e1ctea, mas tamb\u00e9m pertence a uma categoria muito rara de pulsares: magnetares, os objetos c\u00f3smicos com os campos magn\u00e9ticos mais fortes j\u00e1 medidos no Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Swift J1818.0\u22121607 fica a cerca de 15.000 anos-luz de dist\u00e2ncia, dentro da Via L\u00e1ctea,&#8221; diz o autor principal Paolo Esposito da Escola Universit\u00e1ria de Estudos Superiores de Pavia, It\u00e1lia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Identificar algo t\u00e3o jovem, logo ap\u00f3s se formar no Universo, \u00e9 extremamente empolgante. As pessoas na Terra poderiam ver a explos\u00e3o de supernova que formou este magnetar beb\u00e9 h\u00e1 cerca de 240 anos, bem no meio das revolu\u00e7\u00f5es americana e francesa.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este magnetar ainda tem mais t\u00edtulos a reclamar. \u00c9 um dos objetos do seu tipo com mais r\u00e1pida rota\u00e7\u00e3o conhecida, girando uma vez a cada 1,36 segundos &#8211; apesar de conter a massa de dois s\u00f3is num remanescente estelar que mede apenas 25 km de di\u00e2metro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Imediatamente ap\u00f3s a descoberta, os astr\u00f3nomos examinaram este objeto em mais detalhe com o XMM-Newton, com os sat\u00e9lites Swift e NuSTAR da NASA e com o Radiotelesc\u00f3pio da Sardenha na It\u00e1lia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2020\/06\/xmm-newton_observes_baby_magnetar\/22080300-1-eng-GB\/XMM-Newton_observes_baby_magnetar.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2020\/06\/xmm-newton_observes_baby_magnetar\/22080300-1-eng-GB\/XMM-Newton_observes_baby_magnetar_pillars.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Composi\u00e7\u00e3o de Swift J1818.0\u22121607, o pulsar mais jovem alguma vez observado, visto pelo instrumento EPIC-pn a bordo do XMM-Newton da ESA. A imagem combina observa\u00e7\u00f5es nas bandas de energia seguintes: 2-4 keV (vermelho), 4-7,5 keV (verde) e 8,5-12 keV (azul).<br>Cr\u00e9dito: ESA\/XMM-Newton; P. Esposito et al. (2020) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao contr\u00e1rio da maioria dos magnetares, que s\u00e3o observ\u00e1veis apenas em raios-X, as observa\u00e7\u00f5es revelaram que Swift J1818.0\u22121607 \u00e9 um dos poucos que tamb\u00e9m mostra emiss\u00e3o pulsada no r\u00e1dio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os magnetares s\u00e3o objetos fascinantes e este beb\u00e9 parece ser especialmente intrigante, devido \u00e0s suas caracter\u00edsticas extremas,&#8221; diz Nanda Rea do Instituto de Ci\u00eancias Espaciais em Barcelona, Espanha, e investigadora principal das observa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O facto de poder ser observado tanto em raios-X como no r\u00e1dio fornece uma pista importante para um debate cient\u00edfico em andamento sobre a natureza de um tipo espec\u00edfico de remanescente estelares: os pulsares.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um tipo de pulsar especialmente magnetizado, pensa-se que os magnetares sejam invulgares no Universo &#8211; os astr\u00f3nomos detetaram apenas cerca de 30 &#8211; e sup\u00f5e-se que sejam distintos de outros tipos de pulsar que aparecem fortemente nas emiss\u00f5es de r\u00e1dio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas os investigadores de raios-X suspeitam h\u00e1 muito tempo que os magnetares podem ser bem mais comuns do que esta vis\u00e3o sugere. Esta nova descoberta apoia a ideia de que, em vez de serem ex\u00f3ticos, podem formar uma fra\u00e7\u00e3o substancial dos pulsares encontrados na Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O facto de um magnetar ter sido formado recentemente indica que esta ideia tem fundamento,&#8221; explica a coautora Alice Borghese, que trabalhou na an\u00e1lise de dados com o colega Francesco Coti Zelati &#8211; ambos tamb\u00e9m do Instituto de Ci\u00eancias Espaciais em Barcelona.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os astr\u00f3nomos tamb\u00e9m descobriram muitos magnetares na d\u00e9cada passada, duplicando a popula\u00e7\u00e3o conhecida,&#8221; acrescenta. &#8220;\u00c9 prov\u00e1vel que os magnetares sejam bons a &#8216;voar abaixo do radar&#8217; quando est\u00e3o adormecidos e s\u00f3 sejam descobertos quando &#8216;acordam&#8217; &#8211; como demonstrado por este magnetar beb\u00e9, que era muito menos luminoso antes da explos\u00e3o que levou \u00e0 sua descoberta.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2014\/07\/extreme_explosion\/14621906-1-eng-GB\/Extreme_explosion.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2014\/07\/extreme_explosion\/14621906-1-eng-GB\/Extreme_explosion_pillars.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Impress\u00e3o de artista de uma explos\u00e3o de raios-gama.<br>Cr\u00e9dito: ESA, ilustra\u00e7\u00e3o da ESA\/ECF <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, pode n\u00e3o haver uma diversidade de pulsares t\u00e3o ampla quanto se pensava inicialmente. Os fen\u00f3menos distintos mostrados pelos magnetares tamb\u00e9m podem ocorrer noutros tipos de pulsares, assim como Swift J1818.0\u22121607 exibe caracter\u00edsticas &#8211; emiss\u00e3o de r\u00e1dio &#8211; geralmente n\u00e3o atribu\u00eddas aos magnetares.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Embora interessantes por si s\u00f3, os magnetares s\u00e3o relevantes numa escala muito mais ampla: podem desempenhar um papel fundamental na condu\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de eventos transientes que vemos no Universo,&#8221; acrescenta Francesco.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Acredita-se que estes eventos estejam de alguma forma ligados aos magnetares durante o seu nascimento, ou nos est\u00e1gios iniciais das suas vidas, tornando esta descoberta especialmente emocionante.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Exemplos de eventos transientes incluem explos\u00f5es de raios-gama, explos\u00f5es de supernova superluminosas e os misteriosos FRBs (Fast Radio Bursts). Estes eventos energ\u00e9ticos est\u00e3o potencialmente ligados \u00e0 forma\u00e7\u00e3o e exist\u00eancia de objetos jovens e fortemente magnetizados &#8211; como Swift J1818.0\u22121607.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Para inferir a idade deste magnetar, os investigadores precisaram de medi\u00e7\u00f5es de alta resolu\u00e7\u00e3o a longo prazo, tanto do ritmo de rota\u00e7\u00e3o, tanto de como a rota\u00e7\u00e3o muda ao longo do tempo,&#8221; acrescenta o cientista Norbert Schartel, do projeto XMM-Newton da ESA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O instrumento EPIC (European Photon Imaging Camera) do XMM-Newton observou Swift J1818.0\u22121607 apenas tr\u00eas dias ap\u00f3s a sua descoberta, permitindo que os investigadores extra\u00edssem uma imagem precisa da sua emiss\u00e3o de raios-X e caracterizassem com mais detalhe as suas propriedades espectrais e de rota\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este tipo de investiga\u00e7\u00e3o \u00e9 extremamente importante para entender mais sobre o conte\u00fado estelar da Via L\u00e1ctea e para revelar a complexidade dos fen\u00f3menos que ocorrem em todo o Universo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/XMM-Newton_spies_youngest_baby_pulsar_ever_discovered\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/jpl\/a-cosmic-baby-is-discovered-and-its-brilliant\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ab9742\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2004.04083\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.spaceref.com\/news\/viewpr.html?pid=55849\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceRef<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-06-cosmic-baby-brilliant.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.upi.com\/Science_News\/2020\/06\/17\/Astronomers-observe-rare-newborn-star\/2521592420921\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">UPI<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pulsares:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Pulsar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.atnf.csiro.au\/research\/pulsar\/psrcat\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cat\u00e1logo ATNF de Pulsares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Magnetar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Magnetar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/astronomyonline.org\/Stars\/Pulsars.asp\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">AstronomyOnline.org<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio XMM-Newton:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/xmm-newton\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/XMM-Newton\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Swift:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/swift.gsfc.nasa.gov\/docs\/swift\/swiftsc.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Swift_Gamma-Ray_Burst_Mission\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>NuSTAR:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/nustar\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nustar.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/NuSTAR\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Radiotelesc\u00f3pio da Sardenha:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.srt.inaf.it\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sardinia_Radio_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impress\u00e3o de artista de um magnetar. 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