{"id":3120,"date":"2020-06-05T05:46:23","date_gmt":"2020-06-05T05:46:23","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3120"},"modified":"2020-06-05T05:46:33","modified_gmt":"2020-06-05T05:46:33","slug":"hubble-faz-descoberta-surpreendente-no-universo-primitivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/06\/05\/hubble-faz-descoberta-surpreendente-no-universo-primitivo\/","title":{"rendered":"Hubble faz descoberta surpreendente no Universo primitivo"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2010a.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"700\" height=\"394\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/zcy1tC9.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3121\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/zcy1tC9.jpg 700w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/zcy1tC9-300x169.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><figcaption>Novos resultados do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA sugerem que a forma\u00e7\u00e3o das primeiras estrelas e gal\u00e1xias no in\u00edcio do Universo ocorreu mais cedo do que se pensava anteriormente. Uma equipa europeia de astr\u00f3nomos n\u00e3o encontrou evid\u00eancias da primeira gera\u00e7\u00e3o de estrelas, conhecida como Popula\u00e7\u00e3o III, at\u00e9 uma altura no passado em que o Universo tinha menos de mil milh\u00f5es de anos.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Hubble, M. Kornmesser<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Novos resultados do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA sugerem que a forma\u00e7\u00e3o das primeiras estrelas e gal\u00e1xias no in\u00edcio do Universo ocorreu mais cedo do que se pensava anteriormente. Uma equipa europeia de astr\u00f3nomos n\u00e3o encontrou evid\u00eancias da primeira gera\u00e7\u00e3o de estrelas, conhecida como Popula\u00e7\u00e3o III, at\u00e9 uma altura no passado em que o Universo tinha apenas 500 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A explora\u00e7\u00e3o das primeiras gal\u00e1xias continua a ser um desafio significativo na astronomia moderna. N\u00e3o sabemos quando ou como as primeiras estrelas e gal\u00e1xias do Universo se formaram. Estas perguntas podem ser abordadas com o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble atrav\u00e9s de observa\u00e7\u00f5es profundas. O Hubble permite que os astr\u00f3nomos vejam o Universo at\u00e9 500 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa de investigadores europeus, liderada por Rachana Bhatawdekar da ESA, decidiu estudar a primeira gera\u00e7\u00e3o de estrelas no in\u00edcio do Universo. Conhecidas como estrelas de Popula\u00e7\u00e3o III (cujo nome surgiu porque os astr\u00f3nomos j\u00e1 tinham classificado estrelas da Via L\u00e1ctea como Popula\u00e7\u00e3o I, estrelas como o Sol, ricas em elementos mais pesados, e Popula\u00e7\u00e3o II, estrelas mais velhas com um conte\u00fado baixo de elementos pesados, encontradas no bojo e no halo da Via L\u00e1ctea e em enxames globulares), estas estrelas foram forjadas a partir do material primordial que emergiu do Big Bang. As estrelas de Popula\u00e7\u00e3o III devem ter sido formadas exclusivamente com hidrog\u00e9nio, h\u00e9lio e l\u00edtio, os \u00fanicos elementos que existiam antes dos processos nos n\u00facleos dessas estrelas produzirem elementos mais pesados, como oxig\u00e9nio, azoto, carbono e ferro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Bhatawdekar e a sua equipa investigaram o Universo primitivo cerca de 500 milh\u00f5es a mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang estudando o enxame MACSJ0416 e o seu campo paralelo com o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble (com dados de suporte do Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer da NASA e do VLT do ESO). &#8220;N\u00e3o encontr\u00e1mos evid\u00eancias destas estrelas de primeira gera\u00e7\u00e3o, ou Popula\u00e7\u00e3o III, neste intervalo de tempo c\u00f3smico,&#8221; disse Bhatawdekar acerca dos novos resultados.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic1820b.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/2kb2wG0.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Esta imagem obtida pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA mostra o enxame gal\u00e1ctico MACS J0416. \u00c9 um de seis enxames estudados pelo programa Frontier Fields do Hubble, que obteve as imagens mais profundas de lentes gravitacionais.<br>Os cientistas usam a luz intraenxame (vis\u00edvel a azul) para estudar a distribui\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria escura dentro do aglomerado.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA e M. Montes (Universidade de Nova Gales do Sul, Sydney, Austr\u00e1lia)<br> <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isto foi alcan\u00e7ado usando o instrumento WFC3 (Wide Field Camera 3) e o instrumento ACS (Advanced Camera for Surveys) do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble, como parte do programa Frontier Fields do Hubble. Este programa (que observou seis distantes enxames gal\u00e1cticos de 2012 a 2017) produziu as observa\u00e7\u00f5es mais profundas alguma vez feitas de enxames de gal\u00e1xias e das gal\u00e1xias localizadas atr\u00e1s deles que foram ampliadas pelo efeito das lentes gravitacionais, revelando gal\u00e1xias 10 a 100 vezes mais t\u00e9nues do que as observadas anteriormente. As massas dos enxames gal\u00e1cticos em primeiro plano s\u00e3o grandes o suficiente para curvar e ampliar a luz dos objetos mais distantes atr\u00e1s deles. Isto permite que o Hubble use estas lupas c\u00f3smicas para estudar objetos que est\u00e3o para l\u00e1 das suas capacidades operacionais nominais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Bhatawdekar e a sua equipa desenvolveram uma nova t\u00e9cnica que remove a luz das gal\u00e1xias brilhantes em primeiro plano que constituem estas lentes gravitacionais. Isto permitiu-lhes descobrir gal\u00e1xias com massas mais baixas do que as observadas anteriormente com o Hubble, a uma dist\u00e2ncia correspondente a quando o Universo tinha menos de mil milh\u00f5es de anos. Neste ponto do tempo c\u00f3smico, a falta de evid\u00eancias para popula\u00e7\u00f5es estelares ex\u00f3ticas e a identifica\u00e7\u00e3o de muitas gal\u00e1xias de baixa massa suporta a sugest\u00e3o de que estas gal\u00e1xias s\u00e3o os candidatos mais prov\u00e1veis \u00e0 reioniza\u00e7\u00e3o do Universo. Este per\u00edodo de reioniza\u00e7\u00e3o no in\u00edcio do Universo \u00e9 quando o meio intergal\u00e1ctico neutro foi ionizado pelas primeiras estrelas e gal\u00e1xias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estes resultados t\u00eam profundas consequ\u00eancias astrof\u00edsicas, pois mostram que as gal\u00e1xias devem ter-se formado muito antes do que pens\u00e1vamos,&#8221; disse Bhatawdekar. &#8220;Isto tamb\u00e9m apoia fortemente a ideia de que gal\u00e1xias de baixa massa\/t\u00e9nues no in\u00edcio do Universo s\u00e3o respons\u00e1veis pela ioniza\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes resultados, baseados num artigo cient\u00edfico anterior de 2019 e noutro artigo que ser\u00e1 publicado na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, tamb\u00e9m sugerem que a forma\u00e7\u00e3o mais precoce de estrelas e gal\u00e1xias ocorreu muito antes do que pode ser investigado com o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble. Isto deixa uma \u00e1rea empolgante de investiga\u00e7\u00e3o adicional para o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA &#8211; para estudar as primeiras gal\u00e1xias do Universo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Animation of gravitational lensing (artist&#039;s impression)\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/fO0jO_a9uLA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.spacetelescope.org\/news\/heic2010\/\" target=\"_blank\">\/\/ ESA\/Hubble (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2020\/hubble-makes-surprising-find-in-early-universe\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/hubblesite.org\/contents\/news-releases\/2020\/news-2020-34\" target=\"_blank\">\/\/ Hubblesite (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1807.07580\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico de 2019 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/youtu.be\/bbvO2GJrFUU\" target=\"_blank\">\/\/ Hubblecast 118: como as primeiras estrelas transformaram o Universo (HubbleESA via YouTube)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>MACSJ0416:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/MACS_J0416.1-2403\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Lentes gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_lensing\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Novos resultados do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA sugerem que a forma\u00e7\u00e3o das primeiras estrelas e gal\u00e1xias no in\u00edcio do Universo ocorreu mais cedo do que se pensava anteriormente. 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