{"id":3114,"date":"2020-06-05T05:40:11","date_gmt":"2020-06-05T05:40:11","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3114"},"modified":"2020-06-05T05:40:12","modified_gmt":"2020-06-05T05:40:12","slug":"cientistas-cidadaos-avistam-a-mais-proxima-ana-castanha-jovem-e-com-disco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/06\/05\/cientistas-cidadaos-avistam-a-mais-proxima-ana-castanha-jovem-e-com-disco\/","title":{"rendered":"Cientistas cidad\u00e3os avistam a mais pr\u00f3xima an\u00e3 castanha jovem e com disco"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"639\" height=\"426\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/MIT-PeterPanDisks.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3115\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/MIT-PeterPanDisks.jpg 639w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/MIT-PeterPanDisks-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 639px) 100vw, 639px\" \/><figcaption>Investigadores do MIT, da Universidade do Oklahoma e de outras institui\u00e7\u00f5es, com a ajuda de cientistas cidad\u00e3os, identificaram uma an\u00e3 castanha com disco que \u00e9 a mais jovem do seu tipo a cerca de 100 parsecs da Terra. A an\u00e3 castanha, de nome W1200-7845 e ilustrada na imagem, parece ter o tipo de disco que pode, potencialmente, formar planetas.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/William Pendrill<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As an\u00e3s castanhas s\u00e3o a &#8220;filha do meio&#8221; da astronomia, demasiado grandes para serem planetas, mas n\u00e3o grandes o suficiente para serem estrelas. Tal como as suas irm\u00e3s estelares, estes objetos formam-se a partir do colapso gravitacional de poeira e g\u00e1s. Mas, em vez de se condensarem para formar o n\u00facleo quente de uma estrela, as an\u00e3s castanhas encontram um equil\u00edbrio mais &#8220;zen&#8221;, atingindo de alguma forma um estado mais tranquilo e est\u00e1vel em compara\u00e7\u00e3o com as estrelas movidas a fus\u00e3o nuclear.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As an\u00e3s castanhas s\u00e3o consideradas o elo que falta entre os planetas gigantes gasosos mais massivos e as estrelas mais pequenas e, dado que t\u00eam brilho relativamente baixo, t\u00eam sido dif\u00edceis de detetar no c\u00e9u noturno. Tal como as estrelas, algumas an\u00e3s castanhas podem reter o disco turbulento de g\u00e1s e poeira que sobrou da sua forma\u00e7\u00e3o inicial. Este material pode colidir e acumular para formar planetas, embora n\u00e3o esteja claro exatamente que tipo de planetas as an\u00e3s castanhas podem gerar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Agora, investigadores do MIT (Massachusetts Institute of Technology), da Universidade do Oklahoma e de outras institui\u00e7\u00f5es, com a ajuda de cientistas cidad\u00e3os, identificaram uma an\u00e3 castanha com disco que \u00e9 a mais jovem do seu tipo a cerca de 100 parsecs da Terra. A an\u00e3 castanha, de nome W1200-7845, parece ter o tipo de disco que pode, potencialmente, formar planetas. Tem aproximadamente 3,7 milh\u00f5es de anos e fica a 102 parsecs, ou mais ou menos 332 anos-luz da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A esta dist\u00e2ncia, os cientistas poder\u00e3o observar o jovem sistema com telesc\u00f3pios futuros de pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o, a fim de examinar as condi\u00e7\u00f5es iniciais do disco de uma an\u00e3 castanha e talvez aprender mais sobre o tipo de planeta que as an\u00e3s castanhas podem suportar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O novo sistema foi descoberto atrav\u00e9s do Disk Detective, um projeto de &#8220;crowdsourcing&#8221; financiado pela NASA e hospedado pelo Zooniverse que fornece imagens de objetos no espa\u00e7o para o p\u00fablico classificar, com o objetivo de selecionar objetos que provavelmente s\u00e3o estrelas com discos que podem, potencialmente, hospedar planetas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas apresentaram os seus achados, bem como uma nova vers\u00e3o do website Disk Detective, esta semana na reuni\u00e3o virtual da Sociedade Astron\u00f3mica Americana.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>&#8220;Dentro da nossa vizinhan\u00e7a solar&#8221;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os utilizadores do site Diskdetective.org, lan\u00e7ado em 2014, podem vasculhar &#8220;flipbooks&#8221; &#8211; imagens do mesmo objeto no espa\u00e7o, obtidas pelo WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer), que deteta emiss\u00f5es infravermelhas como radia\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica emitida pelos remanescentes de g\u00e1s e poeira nos discos estelares. Um utilizador pode classificar um objeto com base em certos crit\u00e9rios, como por exemplo se o objeto parece oval &#8211; uma forma que mais se assemelha a uma gal\u00e1xia &#8211; ou redondo &#8211; um sinal de que o objeto \u00e9 mais provavelmente uma estrela que hospeda um disco.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Temos v\u00e1rios cientistas cidad\u00e3os a observar cada objeto e a dar a sua opini\u00e3o independente, e confiamos na sabedoria do p\u00fablico para decidir o que provavelmente s\u00e3o gal\u00e1xias e o que provavelmente s\u00e3o estrelas com discos em seu redor,&#8221; diz o coautor do estudo Steven Silverberg, p\u00f3s-doutorado do Instituto Kavli para Astrof\u00edsica e Pesquisa Espacial do MIT.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A partir da\u00ed, uma equipa cient\u00edfica, incluindo Silverberg, acompanha discos classificados pelo p\u00fablico, usando m\u00e9todos mais sofisticados e telesc\u00f3pios para determinar se, de facto, s\u00e3o discos e quais as caracter\u00edsticas que os discos podem ter.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No caso do rec\u00e9m-descoberto W1200-7845, os cientistas cidad\u00e3os classificaram o objeto como tendo um disco pela primeira vez em 2016. A equipa cient\u00edfica, incluindo Silverberg e Maria Schutte, estudante da Universidade do Oklahoma, examinou mais atentamente a fonte com um instrumento infravermelho acoplado aos telesc\u00f3pios Magellan de 6,5 metros do Observat\u00f3rio Las Campanas no Chile.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com estas novas observa\u00e7\u00f5es, determinaram que a fonte era, de facto, um disco em torno de uma an\u00e3 castanha que vivia dentro de um &#8220;grupo em movimento&#8221; &#8211; um enxame de estrelas que tende a mover-se como um s\u00f3 pelo c\u00e9u noturno. Na astronomia, \u00e9 muito mais f\u00e1cil determinar a idade de um grupo de objetos do que de um objeto sozinho. Dado que a an\u00e3 castanha faz parte de um grupo em movimento que cont\u00e9m cerca de 30 estrelas, investigadores anteriores foram capazes de estimar uma idade m\u00e9dia, cerca de 3,7 milh\u00f5es de anos, que provavelmente tamb\u00e9m corresponde \u00e0 idade da an\u00e3 castanha.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">W1200-7845 tamb\u00e9m est\u00e1 muito perto da Terra, a cerca de 102 parsecs de dist\u00e2ncia (aproximadamente 332 anos-luz), o que a torna na an\u00e3 castanha jovem mais pr\u00f3xima j\u00e1 detetada. Para compara\u00e7\u00e3o, a estrela mais pr\u00f3xima do Sol, Proxima Centauri, fica a 4,24 anos-luz de dist\u00e2ncia (W1200-7845 n\u00e3o \u00e9 a an\u00e3 castanha mais pr\u00f3xima, apenas a mais jovem, com disco, mais pr\u00f3xima; essa distin\u00e7\u00e3o pertence a Luhman 16, a cerca de 6,5 anos-luz).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A esta dist\u00e2ncia, consideramos que est\u00e1 dentro do &#8216;bairro solar&#8217;,&#8221; diz Schutte. &#8220;Esta proximidade \u00e9 muito importante, porque as an\u00e3s castanhas t\u00eam uma massa pequena e s\u00e3o inerentemente menos brilhantes do que outros objetos como estrelas. Portanto, quanto mais pr\u00f3ximos estes objetos estiverem de n\u00f3s, mais detalhes podemos observar.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u00c0 procura de Peter Pan<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa planeia observar W1200-7845 com outros telesc\u00f3pios, como o ALMA (Atacama Large Millimeter Array) no Chile, que tem 66 antenas enormes que funcionam juntas como um poderoso telesc\u00f3pio para observar o Universo entre o r\u00e1dio e o infravermelho. Nesta gama de comprimentos de onda, e com esta precis\u00e3o, os investigadores esperam ver o pr\u00f3prio disco da an\u00e3 castanha, para medir a sua massa e raio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A massa de um disco apenas informa a quantidade de material a\u00ed existente, o que nos pode dizer se existe forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria e que tipo de planetas \u00e9 capaz de produzir,&#8221; diz Silverberg. &#8220;Tamb\u00e9m podemos usar estes dados para determinar os gases no sistema e a composi\u00e7\u00e3o do disco.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entretanto, os investigadores est\u00e3o a lan\u00e7ar uma nova vers\u00e3o do Disk Detective. Em abril de 2019, o site entrou em hiato, pois a sua plataforma, o popular portal de cientistas cidad\u00e3os Zooniverse, retirou brevemente a sua plataforma de software anterior em favor de uma vers\u00e3o atualizada. A plataforma atualizada levou Silverberg e colegas a reformular o Disk Detective. A nova vers\u00e3o, lan\u00e7ada esta semana, inclui imagens de um levantamento de todo o c\u00e9u, PanSTARRS, que observa a maior parte do c\u00e9u em alta resolu\u00e7\u00e3o e no vis\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos desta vez a obter imagens mais atuais com diferentes telesc\u00f3pios e com melhor resolu\u00e7\u00e3o espacial,&#8221; diz Silverberg, que gere o novo site no MIT.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao passo que a vers\u00e3o anterior do site tinha como objetivo encontrar discos em torno de estrelas e de outros objetos, o novo site est\u00e1 desenhado para selecionar discos &#8220;Peter Pan&#8221; &#8211; discos de g\u00e1s e poeira que devem ter idade suficiente para formar planetas, mas que por algum motivo ainda n\u00e3o o fizeram.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Chamamo-los de discos Peter Pan porque parecem nunca crescer,&#8221; acrescenta Silverberg.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa identificou o seu primeiro disco Peter Pan com o Disk Detective em 2016. Desde ent\u00e3o, foram encontrados outros sete, cada um com pelo menos 20 milh\u00f5es de anos. Com o novo website, esperam identificar e estudar mais destes discos, o que pode ajudar a determinar as condi\u00e7\u00f5es sob as quais os planetas, e possivelmente a vida, se podem formar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os discos que encontrarmos ser\u00e3o lugares excelentes para procurar exoplanetas,&#8221; diz Silverberg.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Se os planetas demorarem mais tempo para se formar do que pens\u00e1vamos anteriormente, a estrela que orbitam ter\u00e1 menos surtos energ\u00e9ticos quando finalmente se formarem. Se o planeta estiver menos exposto a estas explos\u00f5es de radia\u00e7\u00e3o estelar do que em torno de uma estrela mais jovem, isso poder\u00e1 afetar significativamente as nossas expetativas de descobrir a\u00ed vida.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/news.mit.edu\/2020\/closest-young-brown-dwarf-0602\" target=\"_blank\">\/\/ MIT (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.ou.edu\/cas\/news\/news-items\/OU-Graduate-Student-Presents-Findings\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Oklahoma (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2020\/06\/200602151318.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-06-citizen-scientists-closest-young-brown.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3s castanhas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Brown_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/vision\/universe\/starsgalaxies\/brown_dwarf_detectives.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.darkstar1.co.uk\/ds3.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Andy Lloyd&#8217;s Dark Star Theory<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Zooniverse:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.zooniverse.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.zooniverse.org\/projects\/ssilverberg\/disk-detective\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Projeto Disk Detective<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>WISE:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Wide-field_Infrared_Survey_Explorer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/neo.jpl.nasa.gov\/stats\/wise\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NEOWISE (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/wise.ssl.berkeley.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">U. Berkeley<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pios Magellan:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.lco.cl\/telescopes-information\/magellan\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Observat\u00f3rio Las Campanas<\/a><br><a href=\"http:\/\/obs.carnegiescience.edu\/Magellan\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instituto Carnegie<\/a><br><a href=\"https:\/\/visao.as.arizona.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade do Arizona<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Magellan_Telescopes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pan-STARRS:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/panstarrs.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ifa.hawaii.edu\/research\/Pan-STARRS.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instituto de Astronomia da Universidade do Hawaii<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Pan-STARRS\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Investigadores do MIT, da Universidade do Oklahoma e de outras institui\u00e7\u00f5es, com a ajuda de cientistas cidad\u00e3os, identificaram uma an\u00e3 castanha com disco que \u00e9 a mais jovem do seu tipo a cerca de 100 parsecs da Terra. 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