{"id":3106,"date":"2020-06-02T05:38:36","date_gmt":"2020-06-02T05:38:36","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3106"},"modified":"2020-06-02T05:38:47","modified_gmt":"2020-06-02T05:38:47","slug":"hubble-descobre-que-distancia-das-estrelas-mais-brilhantes-e-crucial-para-preservar-discos-primordiais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/06\/02\/hubble-descobre-que-distancia-das-estrelas-mais-brilhantes-e-crucial-para-preservar-discos-primordiais\/","title":{"rendered":"Hubble descobre que &#8220;dist\u00e2ncia&#8221; das estrelas mais brilhantes \u00e9 crucial para preservar discos primordiais"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic1509c.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"700\" height=\"467\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/6Ri2vzi.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3107\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/6Ri2vzi.jpg 700w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/6Ri2vzi-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><figcaption>Esta imagem mostra a brilhante pe\u00e7a central da homenagem ao 25.\u00ba anivers\u00e1rio do Hubble. Westerlund 2 \u00e9 um enxame gigante com cerca de 3000 estrelas, localizado a 20.000 anos-luz de dist\u00e2ncia na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o da Quilha (ou Carina). A c\u00e2mara infravermelha do Hubble atravessa o v\u00e9u empoeirado que envolve o ber\u00e7\u00e1rio estelar, dando aos astr\u00f3nomos uma vis\u00e3o clara da densa concentra\u00e7\u00e3o de estrelas no enxame central.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, Equipa do Arquivo Hubble (STScI\/AURA), A. Nota (ESA\/STScI) e Equipa Cient\u00edfica de Westerlund 2<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA foi usado para realizar um estudo de tr\u00eas anos do denso, massivo e jovem enxame estelar Westerlund 2. A investiga\u00e7\u00e3o descobriu que o material que envolve as estrelas perto do centro do enxame est\u00e1 misteriosamente desprovido de nuvens densas e grandes de poeira que seria de esperar formassem planetas em alguns milh\u00f5es de anos. A sua aus\u00eancia \u00e9 causada pelas estrelas mais massivas e brilhantes do aglomerado, que corroem e dispersam os discos de g\u00e1s e poeira das estrelas vizinhas. \u00c9 a primeira vez que os astr\u00f3nomos analisam um exame de estrelas extremamente denso para estudar quais os ambientes favor\u00e1veis \u00e0 forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este estudo, entre 2016 e 2019, procurou investigar as propriedades de estrelas durante as suas fases evolutivas iniciais e rastrear a evolu\u00e7\u00e3o dos seus ambientes circum-estelares. Estes estudos haviam sido anteriormente confinados \u00e0s regi\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o estelar mais pr\u00f3ximas e de baixa densidade. Os astr\u00f3nomos usaram agora o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble para estender esta pesquisa, pela primeira vez, ao centro de um dos poucos enxames estelares e jovens na Via L\u00e1ctea, Westerlund 2.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos descobriram que os planetas t\u00eam dificuldade em se formar nesta regi\u00e3o central do enxame. As observa\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m revelam que as estrelas na periferia do enxame possuem imensas nuvens de poeira formadoras de planetas incorporadas nos seus discos. Para explicar porque algumas estrelas em Westerlund 2 t\u00eam dificuldade em formar planetas, enquanto outras n\u00e3o, os investigadores sugerem que isso se deve principalmente \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o. As estrelas mais massivas e brilhantes do enxame re\u00fanem-se no n\u00facleo. Westerlund 2 cont\u00e9m pelo menos 37 estrelas extremamente massivas, algumas com at\u00e9 100 massas solares. A sua radia\u00e7\u00e3o ultravioleta intensa e ventos estelares semelhantes a furac\u00f5es agem como &#8220;ma\u00e7aricos&#8221; e desgastam os discos em torno das estrelas vizinhas, dispersando as gigantescas nuvens de poeira.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic1509a.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/pSQ49OK.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Esta imagem do enxame Westerlund 2 e dos seus arredores, pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA, foi divulgada para celebrar os 25 anos do Hubble em \u00f3rbita e um quarto de s\u00e9culo de novas descobertas, imagens impressionantes e ci\u00eancia incr\u00edvel.<br>A regi\u00e3o central da imagem, que cont\u00e9m o enxame estelar, mistura dados \u00f3ticos obtidos com o instrumento ACS (Advanced Camera for Surveys) e exposi\u00e7\u00f5es no infravermelho pr\u00f3ximo obtidas com o instrumento WFC3 (Wide Field Camera 3). A regi\u00e3o circundante \u00e9 composta por observa\u00e7\u00f5es \u00f3ticas obtidas pelo ACS.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, Equipa do Arquivo Hubble (STScI\/AURA), A. Nota (ESA\/STScI) e Equipa Cient\u00edfica de Westerlund 2 <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Basicamente, se tivermos estrelas monstruosas, a sua energia altera as propriedades dos discos,&#8221; explicou a investigadora principal Elena Sabbi, do STScI (Space Telescope Science Institute) em Baltimore, EUA. &#8220;Podemos ainda ter um disco, mas as estrelas mudam a composi\u00e7\u00e3o da poeira nos discos, de modo que \u00e9 mais dif\u00edcil criar estruturas est\u00e1veis que eventualmente levem aos planetas. Pensamos que a poeira ou evapora em 1 milh\u00e3o de anos, ou muda de composi\u00e7\u00e3o e tamanho de forma t\u00e3o dram\u00e1tica que os planetas n\u00e3o t\u00eam os blocos de constru\u00e7\u00e3o para se formarem.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Westerlund 2 \u00e9 um laborat\u00f3rio \u00fanico para estudar processos evolutivos estelares, porque est\u00e1 relativamente pr\u00f3ximo, \u00e9 bastante jovem e cont\u00e9m uma popula\u00e7\u00e3o estelar rica. O enxame reside num ber\u00e7\u00e1rio estelar chamado Gum 29, localizado a aproximadamente 14.000 anos-luz de dist\u00e2ncia na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o Carina (ou Quilha). O ber\u00e7\u00e1rio estelar \u00e9 dif\u00edcil de observar porque est\u00e1 cercado por poeira, mas o instrumento WFC3 (Wide Field Camera 3) do Hubble pode espiar atrav\u00e9s do v\u00e9u empoeirado no infravermelho, dando aos astr\u00f3nomos uma vis\u00e3o clara do enxame. A vis\u00e3o n\u00edtida do enxame foi usada para resolver e estudar a densa concentra\u00e7\u00e3o de estrelas no enxame central.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com uma idade inferior a dois milh\u00f5es de anos, Westerlund 2 abriga algumas das estrelas mais massivas e quentes da Via L\u00e1ctea,&#8221; disse o membro da equipa Danny Lennon do Instituto de Astrof\u00edsica das Can\u00e1rias e da Universidade de La Laguna. &#8220;O ambiente deste enxame \u00e9, portanto, constantemente bombardeado por fortes ventos estelares e radia\u00e7\u00e3o ultravioleta destas gigantes que t\u00eam massas at\u00e9 100 vezes a do Sol.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sabbi e a sua equipa descobriram que das quase 5000 estrelas em Westerlund 2 que t\u00eam massas entre 0,1 e 5 vezes a massa do Sol, 1500 delas mostram flutua\u00e7\u00f5es dram\u00e1ticas de luminosidade, o que \u00e9 comumente aceite como devido \u00e0 presen\u00e7a de grandes estruturas empoeiradas e planetesimais. O material em \u00f3rbita bloquearia temporariamente parte da luz estelar, provocando flutua\u00e7\u00f5es no brilho. No entanto, o Hubble detetou a assinatura de part\u00edculas de poeira apenas em torno de estrelas fora da regi\u00e3o central. N\u00e3o detetaram estas quedas de brilho em estrelas que residem dentro de 4 anos-luz do centro.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic1509b.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/F8HrBsN.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Esta imagem, pelo DSS (Digitized Sky Survey), mostra o enxame estelar Westerlund 2 seus arredores. Uma imagem de Westerlund 2 foi divulgada para celebrar o 25.\u00ba anivers\u00e1rio do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA, DSS2<br><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;N\u00f3s pensamos que s\u00e3o planetesimais ou estruturas em forma\u00e7\u00e3o,&#8221; explicou Sabbi. &#8220;Estas podem ser as sementes que eventualmente estabelecem planetas em sistemas mais evolu\u00eddos. Estes s\u00e3o os sistemas que n\u00e3o vemos perto de estrelas muito massivas. S\u00f3 os vemos em sistemas fora do centro.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Gra\u00e7as ao Hubble, os astr\u00f3nomos podem agora ver como as estrelas acretam em ambientes parecidos aos do Universo primitivo, onde os enxames eram dominados por estrelas monstruosas. At\u00e9 agora, o ambiente estelar pr\u00f3ximo e mais bem conhecido, que cont\u00e9m estrelas massivas, \u00e9 a regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o estelar na Nebulosa de Orionte. No entanto, Westerlund 2 \u00e9 um alvo mais rico devido \u00e0 sua maior popula\u00e7\u00e3o estelar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Westerlund 2 fornece-nos estat\u00edsticas muito melhores sobre como a massa afeta a evolu\u00e7\u00e3o das estrelas, qu\u00e3o rapidamente evoluem e vemos a evolu\u00e7\u00e3o dos discos estelares e a import\u00e2ncia do feedback estelar na modifica\u00e7\u00e3o das propriedades destes sistemas,&#8221; disse Sabbi. &#8220;Podemos usar todas estas informa\u00e7\u00f5es para informar modelos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria e de evolu\u00e7\u00e3o estelar.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este enxame ser\u00e1 um alvo excelente para observa\u00e7\u00f5es de acompanhamento com o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA\/ESA\/CSA, um observat\u00f3rio infravermelho. O Hubble ajudou os astr\u00f3nomos a identificar as estrelas que possuem poss\u00edveis estruturas planet\u00e1rias. Com o Telesc\u00f3pio Webb, os cientistas ser\u00e3o capazes de estudar quais os discos em torno de estrelas que n\u00e3o est\u00e3o a acretar material e quais os discos que ainda t\u00eam material que pode dar azo a planetas. O Webb tamb\u00e9m vai estudar a qu\u00edmica dos discos em diferentes fases evolutivas e observar como mudam, para ajudar os astr\u00f3nomos a determinar qual o papel do ambiente na sua evolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Uma conclus\u00e3o importante deste trabalho \u00e9 que a poderosa radia\u00e7\u00e3o ultravioleta de estrelas massivas altera os discos em torno das estrelas vizinhas,&#8221; disse Lennon. &#8220;Se isto for confirmado com medi\u00e7\u00f5es do Telesc\u00f3pio Espacial James Webb, este resultado tamb\u00e9m poder\u00e1 explicar porque \u00e9 que os sistemas planet\u00e1rios s\u00e3o raros em enxames globulares massivos e antigos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Flight through star cluster Westerlund 2 - slow\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/GZxyTUH10jM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"> <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.spacetelescope.org\/news\/heic2009\/\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2020\/in-planet-formation-its-location-location-location\/\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/ab7372\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2002.04574\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/youtu.be\/dDyVDCHaXf8\" target=\"_blank\">\/\/ Um olhar sobre Westerlund 2 (HubbleESA via YouTube)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2002.04574\" target=\"_blank\"><\/a><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.spacedaily.com\/reports\/Distance_from_Brightest_Stars_Is_Key_to_Preserving_Primordial_Discs_999.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Space Daily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-05-planet-formation.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/startswithabang\/2020\/06\/01\/did-hubble-just-find-new-stars-where-planets-are-impossible\/#43d84bb0d61b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Westerlund 2:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/simbad.u-strasbg.fr\/simbad\/sim-id?protocol=html&amp;Ident=Westerlund+2&amp;NbIdent=1&amp;Radius=2&amp;Radius.unit=arcmin&amp;submit=submit+id\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SIMBAD<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Westerlund_2\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Discos protoplanet\u00e1rios:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Protoplanetary_disk\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta imagem mostra a brilhante pe\u00e7a central da homenagem ao 25.\u00ba anivers\u00e1rio do Hubble. 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