{"id":3087,"date":"2020-05-26T07:56:02","date_gmt":"2020-05-26T07:56:02","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3087"},"modified":"2020-05-26T07:56:11","modified_gmt":"2020-05-26T07:56:11","slug":"alma-descobre-disco-giratorio-e-massivo-no-universo-jovem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/05\/26\/alma-descobre-disco-giratorio-e-massivo-no-universo-jovem\/","title":{"rendered":"ALMA descobre disco girat\u00f3rio e massivo no Universo jovem"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/nrao20in04_WolfeDisk_illustration_SD-1024x699-1.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"699\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/nrao20in04_WolfeDisk_illustration_SD-1024x699-1-1024x699.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3088\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/nrao20in04_WolfeDisk_illustration_SD-1024x699-1.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/nrao20in04_WolfeDisk_illustration_SD-1024x699-1-300x205.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/nrao20in04_WolfeDisk_illustration_SD-1024x699-1-768x524.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/nrao20in04_WolfeDisk_illustration_SD-1024x699-1-110x75.jpg 110w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Impress\u00e3o de artista de Wolfe Disk, uma gal\u00e1xia massiva de disco girat\u00f3rio no Universo jovem e empoeirado. A gal\u00e1xia foi inicialmente descoberta quando o ALMA examinou a luz de um quasar mais distante (topo esquerdo).<br>Cr\u00e9dito: NRAO\/AUI\/NSF, S. Dagnello<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No nosso Universo de 13,8 mil milh\u00f5es de anos, a maioria das gal\u00e1xias como a Via L\u00e1ctea forma-se gradualmente, atingindo a sua grande massa relativamente tarde. Mas uma nova descoberta feita com o ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array), de uma gal\u00e1xia massiva e de disco girat\u00f3rio, vista quando o Universo tinha apenas 10% da sua idade atual, desafia os modelos tradicionais de forma\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica. Esta investiga\u00e7\u00e3o foi publicada dia 20 de maio na revista Nature.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A gal\u00e1xia DLA0817g, apelidada de &#8220;Wolfe Disk&#8221; em homenagem ao falecido astr\u00f3nomo Arthur M. Wolfe, \u00e9 a gal\u00e1xia de disco girat\u00f3rio mais distante j\u00e1 observada. O poder incompar\u00e1vel do ALMA tornou poss\u00edvel ver esta gal\u00e1xia a girar a 272 km\/s, semelhante \u00e0 nossa Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Embora estudos anteriores tenham sugerido a exist\u00eancia destas gal\u00e1xias precoces de disco, ricas em g\u00e1s e girat\u00f3rias, gra\u00e7as ao ALMA agora temos evid\u00eancias inequ\u00edvocas de que existiam apenas 1,5 mil milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o Big Bang,&#8221; disse o autor principal Marcel Neeleman do Instituto Max Planck para Astronomia em Heidelberg, Alemanha.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Como \u00e9 que &#8220;Wolfe Disk&#8221; se formou?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta de Wolfe Disk oferece um desafio para muitas simula\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias, que preveem que gal\u00e1xias massivas, neste ponto da evolu\u00e7\u00e3o do cosmos, cresceram atrav\u00e9s de muitas fus\u00f5es de gal\u00e1xias mais pequenas e aglomerados quentes de g\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A maioria das gal\u00e1xias que encontramos no in\u00edcio do Universo parecem destro\u00e7os de acidentes porque foram submetidas a uma fus\u00e3o consistente e muitas &#8216;violenta&#8217;,&#8221; explicou Neeleman. &#8220;Estas fus\u00f5es escaldantes dificultam a forma\u00e7\u00e3o de discos girat\u00f3rios frios e bem ordenados, como observamos no nosso Universo atual.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/nrao20in04_ALMAContOCIIPcomposite-1024x1024-1.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/nrao20in04_ALMAContOCIIPcomposite-1024x1024-1.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Imagem r\u00e1dio, pelo ALMA, de Wolfe Disk, vista quando o Universo tinha apenas 10% da sua idade atual.<br>Cr\u00e9dito: ALMA (ESO\/NAOJ\/NRAO), M. Neeleman; NRAO\/AUI\/NSF, S. Dagnello <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na maioria dos cen\u00e1rios de forma\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica, as gal\u00e1xias s\u00f3 come\u00e7am a mostrar um disco bem formado cerca de 6 mil milh\u00f5es de ap\u00f3s o Big Bang. O facto dos astr\u00f3nomos encontrarem uma gal\u00e1xia deste tipo, quando o Universo tinha apenas 10% da sua idade atual, indica que outros processos de crescimento devem ter dominado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Pensamos que Wolfe Disk tenha crescido principalmente atrav\u00e9s de acre\u00e7\u00e3o constante de g\u00e1s frio,&#8221; disse J. Xavier Prochaska, da Universidade da Calif\u00f3rnia em Santa Cruz, coautor do artigo. &#8220;Ainda assim, uma das quest\u00f5es que resta \u00e9 como montar uma massa t\u00e3o grande de g\u00e1s, mantendo um disco girat\u00f3rio relativamente est\u00e1vel.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Forma\u00e7\u00e3o estelar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa tamb\u00e9m usou o VLA (Karl G. Jansky Very Large Array) da NSF (National Science Foundation) e o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA para aprender mais sobre a forma\u00e7\u00e3o estelar em Wolfe Disk. Nos comprimentos de onda do r\u00e1dio, o ALMA analisou os movimentos e a massa de g\u00e1s at\u00f3mico e poeira enquanto o VLA media a quantidade de massa molecular &#8211; o combust\u00edvel da forma\u00e7\u00e3o estelar. No ultravioleta, o Hubble observou estrelas massivas. &#8220;O ritmo de forma\u00e7\u00e3o estelar em Wolfe Disk \u00e9 pelo menos dez vezes maior do que na nossa pr\u00f3pria Gal\u00e1xia,&#8221; explicou Prochaska. &#8220;Deve ser uma das gal\u00e1xias de disco mais produtivas do Universo jovem.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/nrao20in04_Wolfedisk_Side_by_sidelabeled-1024x512-1.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/nrao20in04_Wolfedisk_Side_by_sidelabeled-1024x512-1.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Wolfe Disk vista pelo ALMA (direita &#8211; a vermelho), pelo VLA (esquerda &#8211; a verde) e pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble (ambas as imagens &#8211; a azul). No r\u00e1dio, o ALMA observou os movimentos da gal\u00e1xia e a massa do g\u00e1s at\u00f3mico e da poeira e o VLA mediu a quantidade de g\u00e1s molecular. No ultravioleta, o Hubble observou estrelas massivas. A imagem do VLA tem uma resolu\u00e7\u00e3o espacial mais baixa do que a imagem do ALMA, e portanto parece mais pixelizada.<br>Cr\u00e9dito: ALMA (ESO\/NAOJ\/NRAO), M. Neeleman; NRAO\/AUI\/NSF, S. Dagnello; Hubble da NASA\/ESA <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Uma gal\u00e1xia &#8220;normal&#8221;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Wolfe Disk foi descoberta pelo ALMA em 2017. Neeleman e a sua equipa encontraram a gal\u00e1xia quando examinaram a luz de um quasar mais distante. A luz do quasar foi absorvida ao passar por um enorme reservat\u00f3rio de hidrog\u00e9nio gasoso em redor da gal\u00e1xia &#8211; e foi assim que se revelou. Em vez de procurar luz direta de gal\u00e1xias extremamente brilhantes, mas mais raras, os astr\u00f3nomos usaram este m\u00e9todo de &#8220;absor\u00e7\u00e3o&#8221; para encontrar gal\u00e1xias mais fracas e mais &#8220;normais&#8221; no in\u00edcio do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O facto de termos encontrado Wolfe Disk usando este m\u00e9todo, diz-nos que pertence \u00e0 popula\u00e7\u00e3o normal de gal\u00e1xias presentes nos primeiros tempos,&#8221; disse Neeleman. &#8220;Quando as nossas mais recentes observa\u00e7\u00f5es com o ALMA mostraram surpreendentemente que est\u00e1 a girar, percebemos que as gal\u00e1xias de disco girat\u00f3rio precoces n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o raras quanto pens\u00e1vamos e que devem existir muitas mais por a\u00ed.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta observa\u00e7\u00e3o resume como a nossa compreens\u00e3o do Universo \u00e9 aprimorada com a sensibilidade avan\u00e7ada que o ALMA traz \u00e0 radioastronomia,&#8221; disse Joe Pesce, diretor do programa de astronomia da NSF, que financia o telesc\u00f3pio. &#8220;O ALMA permite-nos fazer descobertas novas e inesperadas em quase todas as observa\u00e7\u00f5es.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-vimeo wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Video Press Release - Neeleman et al. 2020\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/420688783?dnt=1&amp;app_id=122963\" width=\"618\" height=\"348\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/en\/press-release\/alma-discovers-massive-rotating-disk-in-early-universe\/\" target=\"_blank\">\/\/ Observat\u00f3rio ALMA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/news\/alma-discovers-massive-rotating-disk-in-early-universe\/\" target=\"_blank\">\/\/ NRAO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.ucsc.edu\/2020\/05\/wolfe-disk.html\" target=\"_blank\">\/\/ UC Santa Cruz (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-020-2276-y\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2005.09661\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/d41586-020-01418-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Nature<\/a><br><a href=\"https:\/\/skyandtelescope.org\/astronomy-news\/rotating-disk-galaxy-in-early-universe-helps-explain-how-the-milky-way-formed\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sky &amp; Telescope<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/wolfe-disk-massive-galaxy-discovery.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/cosmosmagazine.com\/space\/astronomy\/early-disc-galaxy-puts-theories-in-a-spin\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COSMOS<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencenews.org\/article\/oldest-spiral-disk-galaxy-wolfe-alma\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceNews<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.inverse.com\/science\/wolfe-galactic-disk\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Inverse<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-05-alma-massive-rotating-disk-early.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2243924-weve-found-the-oldest-ever-galaxy-that-looks-like-our-own\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.scientificamerican.com\/article\/astronomers-get-earliest-ever-glimpse-of-ancient-giant-galaxy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Scientific American<\/a><br><a href=\"http:\/\/spaceref.com\/astronomy\/alma-discovers-massive-rotating-disk-in-the-early-universe.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceRef<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2020\/05\/200520124947.htmhttps:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2020\/05\/200520124947.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/futurism.com\/ancient-wolfe-disk-should-never-existed\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Futurism<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/a-suspiciously-mature-galaxy-has-been-caught-lurking-in-the-early-universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/observador.pt\/2020\/05\/23\/astronomos-descobrem-galaxia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Observador<\/a><br><a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/ha-galaxia-fria-universo-primitivo-parecida-325655\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZAP.aeiou<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Forma\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Galaxy_formation_and_evolution\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gal\u00e1xias espirais:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Spiral_galaxy\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quasar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Quasar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ALMA:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.almaobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nrao.edu\/index.php\/about\/facilities\/alma\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NRAO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/alma.mtk.nao.ac.jp\/e\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NAOJ)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/alma.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (ESO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Atacama_Large_Millimeter_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ESO:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/ESO\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLA:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.vla.nrao.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NRAO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impress\u00e3o de artista de Wolfe Disk, uma gal\u00e1xia massiva de disco girat\u00f3rio no Universo jovem e empoeirado. A gal\u00e1xia foi inicialmente descoberta quando o ALMA examinou a luz de um quasar mais distante (topo esquerdo).Cr\u00e9dito: NRAO\/AUI\/NSF, S. 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