{"id":3040,"date":"2020-05-08T05:39:21","date_gmt":"2020-05-08T05:39:21","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3040"},"modified":"2020-05-08T05:39:32","modified_gmt":"2020-05-08T05:39:32","slug":"vida-pode-sobreviver-e-prosperar-num-mundo-de-hidrogenio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/05\/08\/vida-pode-sobreviver-e-prosperar-num-mundo-de-hidrogenio\/","title":{"rendered":"Vida pode sobreviver, e prosperar, num mundo de hidrog\u00e9nio"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/news.mit.edu\/sites\/mit.edu.newsoffice\/files\/styles\/news_article_image_top_slideshow\/public\/images\/2020\/MIT-Hydrogen-Planet-01a_0.jpg?itok=zraf3Vlf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"639\" height=\"426\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/MIT-Hydrogen-Planet-01a_0.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3041\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/MIT-Hydrogen-Planet-01a_0.jpg 639w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/MIT-Hydrogen-Planet-01a_0-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 639px) 100vw, 639px\" \/><\/a><figcaption>Uma nova investiga\u00e7\u00e3o sugere que a pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o de telesc\u00f3pios poder\u00e1 procurar primeiro atmosferas de hidrog\u00e9nio, j\u00e1 que o hidrog\u00e9nio pode ser bioassinatura de vida vi\u00e1vel e de f\u00e1cil identifica\u00e7\u00e3o.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c0 medida que os telesc\u00f3pios de pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o &#8220;abrem os olhos&#8221;, os astr\u00f3nomos v\u00e3o poder apont\u00e1-los para exoplanetas pr\u00f3ximos, espiando as suas atmosferas para decifrar a sua composi\u00e7\u00e3o e para procurar sinais de vida extraterrestre. Mas imagine se, nesta procura, encontr\u00e1ssemos realmente organismos alien\u00edgenas, mas n\u00e3o os consegu\u00edssemos reconhecer como vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa \u00e9 uma perspetiva que astr\u00f3nomos como Sara Seager esperam evitar. Seager, professora de Ci\u00eancias Planet\u00e1rias, de F\u00edsica e de Aeron\u00e1utica e Astron\u00e1utica do MIT (Massachusetts Institute of Technology), est\u00e1 a olhar para l\u00e1 de uma vis\u00e3o da vida &#8220;centrada na Terra&#8221; e a lan\u00e7ar uma rede mais ampla para os tipos de ambientes que, al\u00e9m do nosso, podem realmente ser habit\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Num artigo publicado na revista Nature Astronomy, ela e os seus colegas observaram em estudos de laborat\u00f3rio que os micr\u00f3bios podem sobreviver e prosperar em atmosferas dominadas pelo hidrog\u00e9nio &#8211; um ambiente muito diferente da atmosfera rica em azoto e oxig\u00e9nio da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O hidrog\u00e9nio \u00e9 um g\u00e1s muito mais leve do que o azoto ou oxig\u00e9nio, e uma atmosfera rica em hidrog\u00e9nio estender-se-ia muito mais num planeta rochoso. Podia, portanto, ser mais facilmente descoberto e estudado por telesc\u00f3pios poderosos, em compara\u00e7\u00e3o com planetas parecidos com a Terra e com atmosferas mais compactas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados de Seager mostram que formas simples de vida podem habitar planetas com atmosferas ricas em hidrog\u00e9nio, sugerindo que assim que os telesc\u00f3pios de pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o, como o Telesc\u00f3pio James Webb da NASA, entrem em opera\u00e7\u00e3o, os astr\u00f3nomos podem querer procurar primeiro exoplanetas dominados por hidrog\u00e9nio no que toca a sinais de vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O Universo permite uma grande diversidade de mundos habit\u00e1veis e confirm\u00e1mos que certos organismos c\u00e1 na Terra podem sobreviver em atmosferas ricas em hidrog\u00e9nio,&#8221; diz Seager. &#8220;Devemos definitivamente adicionar esses tipos de planetas ao menu de op\u00e7\u00f5es ao pensar na vida noutros mundos e tentar realmente encontr\u00e1-la.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os coautores de Seager, tamb\u00e9m do MIT, s\u00e3o Jingcheng Huang, Janusz Petkowski e Mihkel Pajusalu.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Atmosfera em evolu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na Terra primitiva, h\u00e1 milhares de milh\u00f5es de anos, a atmosfera parecia bem diferente do ar que respiramos hoje. O planeta jovem ainda n\u00e3o possu\u00eda oxig\u00e9nio e era composto por uma sopa de gases, incluindo di\u00f3xido de carbono, metano e uma pequena fra\u00e7\u00e3o de hidrog\u00e9nio. O g\u00e1s hidrog\u00e9nio permaneceu na atmosfera durante possivelmente milhares de milh\u00f5es de anos, at\u00e9 ao que \u00e9 conhecido como Grande Evento de Oxida\u00e7\u00e3o, e \u00e0 acumula\u00e7\u00e3o gradual de oxig\u00e9nio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pequena quantidade de hidrog\u00e9nio que resta hoje \u00e9 consumida por certas linhas antigas de microrganismos, incluindo metan\u00f3genos &#8211; organismos que vivem em climas extremos como por baixo de espessas camadas de gelo, ou no solo do deserto, e devoram hidrog\u00e9nio, juntamente com di\u00f3xido de carbono, para produzir metano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas estudam rotineiramente a atividade dos metan\u00f3genos cultivados em laborat\u00f3rio com 80% de hidrog\u00e9nio. Mas existem muito poucos estudos que exploram a toler\u00e2ncia de outros micr\u00f3bios a ambientes ricos em hidrog\u00e9nio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Quer\u00edamos demonstrar que a vida sobrevive e pode florescer numa atmosfera de hidrog\u00e9nio,&#8221; diz Seager.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um recipiente com hidrog\u00e9nio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa estudou em laborat\u00f3rio a viabilidade de dois tipos de micr\u00f3bios num ambiente de 100% hidrog\u00e9nio. Os organismos que escolheram: a bact\u00e9ria Escherichia coli, um simples procariota e a levedura, um eucariota mais complexo, que n\u00e3o havia sido estudado em ambientes dominados por hidrog\u00e9nio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ambos os micr\u00f3bios s\u00e3o organismos padr\u00e3o que os cientistas estudam e caracterizam h\u00e1 muito tempo, o que ajudou os investigadores a desenhar a sua experi\u00eancia e a compreender os seus resultados. Al\u00e9m disso, as bact\u00e9rias E. coli e levedura podem sobreviver com e sem oxig\u00e9nio &#8211; um benef\u00edcio para os cientistas, pois podem preparar as suas experi\u00eancias com qualquer organismo ao ar livre antes de os transferir para um ambiente rico em hidrog\u00e9nio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nas suas experi\u00eancias, cultivaram separadamente levedura e E. coli, e depois injetaram as culturas com os micr\u00f3bios em recipientes separados, cheios com um &#8220;caldo&#8221; ou cultura rica em nutrientes com que os micr\u00f3bios se podiam alimentar. Expeliram ent\u00e3o o ar rico em oxig\u00e9nio e encheram o espa\u00e7o restante com um certo g\u00e1s de interesse, como um g\u00e1s constitu\u00eddo por 100% hidrog\u00e9nio. Colocaram ent\u00e3o os recipientes numa incubadora, onde foram agitados suave e continuamente para promover a mistura entre os micr\u00f3bios e os nutrientes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A cada hora, um membro da equipa recolhia amostras de cada recipiente e contava os micr\u00f3bios vivos. Continuaram a recolher amostras at\u00e9 80 horas. Os seus resultados representaram uma curva cl\u00e1ssica de crescimento: no in\u00edcio da experi\u00eancia, os micr\u00f3bios cresceram rapidamente em n\u00famero, alimentando-se dos nutrientes e povoando a cultura. Eventualmente, o n\u00famero de micr\u00f3bios atingiu um determinado limite. A popula\u00e7\u00e3o, ainda pr\u00f3spera, permaneceu est\u00e1vel, \u00e0 medida que novos micr\u00f3bios continuavam a crescer, substituindo os que morriam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Seager reconhece que os bi\u00f3logos n\u00e3o consideram os resultados surpreendentes. Afinal de contas, o hidrog\u00e9nio \u00e9 um g\u00e1s inerte e, como tal, n\u00e3o \u00e9 inerentemente t\u00f3xico para os organismos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;N\u00e3o \u00e9 como se tiv\u00e9ssemos enchido o recipiente com veneno,&#8221; diz Seager. &#8220;Mas \u00e9 preciso ver para acreditar, certo? Se ningu\u00e9m os tivesse estudado, especialmente os eucariontes, num ambiente dominado por hidrog\u00e9nio, convinha fazer a experi\u00eancia para acreditar.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela tamb\u00e9m deixa claro que a experi\u00eancia n\u00e3o foi constru\u00edda para mostrar se os micr\u00f3bios podem depender do hidrog\u00e9nio como fonte de energia. Ao inv\u00e9s, o objetivo era demonstrar que uma atmosfera de 100% hidrog\u00e9nio n\u00e3o prejudicaria ou aniquilaria certas formas de vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Eu n\u00e3o acho que ainda tinha ocorrido aos astr\u00f3nomos que pode haver vida num ambiente de hidrog\u00e9nio,&#8221; diz Seager, que espera que o estudo incentive conversas cruzadas entre os astr\u00f3nomos e os bi\u00f3logos, particularmente \u00e0 medida que a busca por planetas habit\u00e1veis, e vida extraterrestre, cresce.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um mundo de hidrog\u00e9nio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos ainda n\u00e3o s\u00e3o muito capazes de estudar a atmosfera de pequenos exoplanetas rochosos com as ferramentas hoje dispon\u00edveis. Os poucos planetas rochosos pr\u00f3ximos que examinaram n\u00e3o possuem atmosfera ou podem simplesmente ser pequenos demais para a detetar com os telesc\u00f3pios atualmente dispon\u00edveis. E enquanto os cientistas levantaram a hip\u00f3tese de que os planetas deveriam abrigar atmosferas ricas em hidrog\u00e9nio, nenhum telesc\u00f3pio em funcionamento tem resolu\u00e7\u00e3o suficiente para os identificar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas se os observat\u00f3rios de pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o realmente avistarem mundos terrestres dominados por hidrog\u00e9nio, os resultados de Seager mostram que h\u00e1 uma hip\u00f3tese de a vida a\u00ed prosperar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quanto ao potencial aspeto de um planeta rochoso rico em hidrog\u00e9nio, Seager faz uma compara\u00e7\u00e3o com o pico mais alto da Terra, o Monte Evereste. Quaisquer caminhantes que tentem subir ao cume ficam sem ar, devido ao facto de que a densidade de todas as atmosferas diminui exponencialmente com a altura e com base na dist\u00e2ncia de queda da nossa atmosfera dominada pelo azoto e pelo oxig\u00e9nio. Se um alpinista escalasse o Evereste numa atmosfera dominada pelo hidrog\u00e9nio &#8211; um g\u00e1s 14 vezes mais leve do que o azoto &#8211; este seria capaz de subir 14 vezes mais antes de ficar sem ar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 um tanto ou quanto dif\u00edcil ter esta no\u00e7\u00e3o, mas esse g\u00e1s leve torna a atmosfera mais extensa,&#8221; explica Seager. &#8220;E para os telesc\u00f3pios, quanto maior a atmosfera em compara\u00e7\u00e3o com o fundo da estrela de um planeta, mais f\u00e1cil ser\u00e1 a sua dete\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se os cientistas alguma vez tiverem a oportunidade de recolher amostras de um planeta t\u00e3o rico em hidrog\u00e9nio, Seager imagina que possam descobrir uma superf\u00edcie diferente, mas n\u00e3o irreconhec\u00edvel da nossa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos a imaginar que, se alguma vez chegarmos \u00e0 superf\u00edcie, essa provavelmente ter\u00e1 minerais ricos em hidrog\u00e9nio em vez do que chamamos de minerais oxidados, e tamb\u00e9m oceanos, pois pensamos que toda a vida precisa de algum tipo de l\u00edquido, e provavelmente ainda poder\u00edamos ver um c\u00e9u azul,&#8221; diz Seager. &#8220;N\u00e3o pens\u00e1mos em todo o ecossistema. Mas n\u00e3o precisa necessariamente de ser um mundo diferente.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/news.mit.edu\/2020\/study-life-hydrogen-world-0504\" target=\"_blank\">\/\/ MIT News (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-020-1069-4\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Astronomy)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2005.01668\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/145943\/worlds-with-hydrogen-in-their-atmospheres-could-be-the-perfect-place-to-search-for-life\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/alien-life-could-survive-hydrogen-rich-exoplanet-atmosphere.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-05-life-survive-hydrogen-world.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencenews.org\/article\/planets-hydrogen-rich-atmosphere-alien-life\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceNews<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.zmescience.com\/space\/microbes-100-percent-hydrogen-atmosphere-05253\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZME science<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2020\/05\/04\/world\/exoplanets-potentially-habitable-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"http:\/\/planetquest.jpl.nasa.gov\/index.cfm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlanetQuest<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma nova investiga\u00e7\u00e3o sugere que a pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o de telesc\u00f3pios poder\u00e1 procurar primeiro atmosferas de hidrog\u00e9nio, j\u00e1 que o hidrog\u00e9nio pode ser bioassinatura de vida vi\u00e1vel e de f\u00e1cil identifica\u00e7\u00e3o.Cr\u00e9dito: NASA\/JPL \u00c0 medida que os telesc\u00f3pios de pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o &#8220;abrem os olhos&#8221;, os astr\u00f3nomos v\u00e3o poder apont\u00e1-los 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