{"id":3025,"date":"2020-05-05T05:35:47","date_gmt":"2020-05-05T05:35:47","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=3025"},"modified":"2020-05-05T05:36:21","modified_gmt":"2020-05-05T05:36:21","slug":"o-sol-em-comparacao-com-outras-estrelas-e-monotono","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/05\/05\/o-sol-em-comparacao-com-outras-estrelas-e-monotono\/","title":{"rendered":"O Sol, em compara\u00e7\u00e3o com outras estrelas, \u00e9 mon\u00f3tono"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.mpg.de\/14769557\/original-1588253688.jpg?t=eyJ3aWR0aCI6MTIwMCwib2JqX2lkIjoxNDc2OTU1N30=--d29185ca7a8c4e37ac191ebce0c8f4a29b03584f\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/original-1024x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3026\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/original-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/original-150x150.jpg 150w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/original-300x300.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/original-768x768.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/original.jpg 1169w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>N\u00e3o muito ativo: compara\u00e7\u00e3o das varia\u00e7\u00f5es de brilho do Sol com aquelas de uma estrela parecida com o Sol.<br>Cr\u00e9dito: MPS\/hormesdesign.de<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Sol \u00e9 uma estrela em constante mudan\u00e7a: \u00e0s vezes, in\u00fameras manchas solares cobrem a sua superf\u00edcie vis\u00edvel; por outras, a superf\u00edcie est\u00e1 completamente &#8220;vazia&#8221;. No entanto, pelos padr\u00f5es c\u00f3smicos, o Sol \u00e9 extraordinariamente mon\u00f3tono. Este \u00e9 o resultado de um novo estudo apresentado por investigadores sob a lideran\u00e7a do Instituto Max Planck para Investiga\u00e7\u00e3o do Sistema Solar na edi\u00e7\u00e3o mais recente da revista Science. Pela primeira vez, os cientistas compararam o Sol com centenas de outras estrelas com per\u00edodos de rota\u00e7\u00e3o semelhantes e outras propriedades fundamentais. A maioria delas apresentou varia\u00e7\u00f5es muito mais fortes. Isto levanta a quest\u00e3o de saber se a monotonia do Sol \u00e9 uma caracter\u00edstica b\u00e1sica ou se a nossa estrela est\u00e1 apenas a passar por uma fase invulgarmente calma h\u00e1 j\u00e1 v\u00e1rios mil\u00e9nios.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A extens\u00e3o com que a atividade solar (e, portanto, o n\u00famero de manchas solares e o brilho solar) varia pode ser reconstru\u00edda usando v\u00e1rios m\u00e9todos &#8211; pelo menos durante um certo per\u00edodo de tempo. Desde 1610, por exemplo, h\u00e1 registos confi\u00e1veis de manchas solares que cobrem o Sol; a distribui\u00e7\u00e3o de variedades radioativas de carbono e ber\u00edlio em an\u00e9is de \u00e1rvores e n\u00facleos de gelo permite-nos tirar conclus\u00f5es sobre o n\u00edvel da atividade solar nos \u00faltimos 9000 anos. Durante este per\u00edodo de tempo, os cientistas encontram flutua\u00e7\u00f5es regularmente recorrentes de for\u00e7a compar\u00e1vel, como nas \u00faltimas d\u00e9cadas. &#8220;No entanto, quando comparados com toda a vida \u00fatil do Sol, 9000 anos \u00e9 como um piscar de olhos,&#8221; diz o Dr. Timo Reinhold, cientista do Instituto Max Planck e autor principal do estudo. Afinal, a nossa estrela tem quase 4,6 mil milh\u00f5es de anos. &#8220;\u00c9 conceb\u00edvel que o Sol esteja a passar por uma fase silenciosa com a dura\u00e7\u00e3o de milhares de anos e, portanto, tenhamos uma imagem distorcida da nossa estrela,&#8221; acrescenta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tendo em conta que n\u00e3o h\u00e1 como descobrir como o Sol era nos tempos primitivos, os cientistas s\u00f3 podem recorrer \u00e0s estrelas: juntamente com colegas da Universidade de Nova Gales do Sul, Austr\u00e1lia, e da Escola de Pesquisa Espacial na Coreia do Sul, os investigadores do Instituto Max Planck investigaram se o Sol se comporta &#8220;normalmente&#8221; em compara\u00e7\u00e3o com outras estrelas. Isto pode ajudar a classificar a sua atividade atual.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Die Helligkeitskurve der Sonne | Science Snippet\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/L-jJZvVbSMQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para esse fim, os investigadores selecionaram estrelas candidatas que se parecem com Sol em termos de propriedades decisivas. Al\u00e9m da temperatura da superf\u00edcie, da idade e da propor\u00e7\u00e3o de elementos mais pesados do que o hidrog\u00e9nio e h\u00e9lio, os cientistas observaram, sobretudo, o per\u00edodo de rota\u00e7\u00e3o. &#8220;A velocidade com que uma estrela gira em torno do seu pr\u00f3prio eixo \u00e9 uma vari\u00e1vel crucial,&#8221; explica o Dr. Sami Solanki, diretor do Instituto Max Planck e coautor da nova publica\u00e7\u00e3o. A rota\u00e7\u00e3o de uma estrela contribui para a cria\u00e7\u00e3o do seu campo magn\u00e9tico num processo de d\u00ednamo no seu interior. &#8220;O campo magn\u00e9tico \u00e9 a for\u00e7a motriz respons\u00e1vel por todas as flutua\u00e7\u00f5es na atividade,&#8221; diz Solanki. O estado do campo magn\u00e9tico determina com que frequ\u00eancia o Sol emite radia\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e lan\u00e7a part\u00edculas velozes para o espa\u00e7o em erup\u00e7\u00f5es violentas, qu\u00e3o numerosas as manchas solares escuras e regi\u00f5es brilhantes \u00e0 sua superf\u00edcie s\u00e3o &#8211; e, portanto, tamb\u00e9m com que intensidade o Sol brilha.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um cat\u00e1logo compreensivo que cont\u00e9m os per\u00edodos de rota\u00e7\u00e3o de milhares de estrelas est\u00e1 dispon\u00edvel h\u00e1 apenas alguns anos. Tem por base dados de medi\u00e7\u00e3o do Telesc\u00f3pio Espacial Kepler da NASA, que registou as flutua\u00e7\u00f5es de brilho de aproximadamente 150.000 estrelas de sequ\u00eancia principal (ou seja, aquelas que est\u00e3o a meio das suas vidas) de 2009 a 2013. Os investigadores vasculharam esta enorme amostra e selecionaram as estrelas que completam uma rota\u00e7\u00e3o em 20 a 30 dias. O Sol completa uma volta sob si pr\u00f3prio a cada mais ou menos 24,5 dias. Os investigadores conseguiram refinar ainda mais esta amostra usando dados do Telesc\u00f3pio Espacial Gaia da ESA. No final, restaram 369 estrelas, que tamb\u00e9m se assemelham ao Sol noutras propriedades fundamentais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A an\u00e1lise exata das varia\u00e7\u00f5es de brilho destas estrelas, de 2009 a 2013, revelam uma imagem clara. Enquanto entre as fases ativas e inativas a irradia\u00e7\u00e3o solar flutuou em m\u00e9dia apenas 0,07%, as outras estrelas apresentaram varia\u00e7\u00f5es muito maiores. As suas flutua\u00e7\u00f5es eram tipicamente cerca de cinco vezes mais fortes. &#8220;Fic\u00e1mos muito surpreendidos que a maioria das estrelas semelhantes ao Sol sejam muito mais ativas que o Sol,&#8221; diz o Dr. Alexander Shapiro do Instituto Max Planck, que chefia o grupo de investiga\u00e7\u00e3o &#8220;Ligando as Variabilidades Solar e Estelares&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Die Helligkeitskurve eines Sterns | Science Snippet\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/2lt1rcGJ0y0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel determinar o per\u00edodo de rota\u00e7\u00e3o de todas as estrelas observadas pelo telesc\u00f3pio Kepler. Para fazer isso, os cientistas t\u00eam que encontrar certas quedas que reaparecem periodicamente na curva de luz da estrela. Estas diminui\u00e7\u00f5es de brilho podem ser rastreadas at\u00e9 \u00e0s manchas estelares que escurecem a superf\u00edcie solar, que giram para fora do campo de vis\u00e3o do telesc\u00f3pio e que depois reaparecem ap\u00f3s um per\u00edodo fixo de tempo. &#8220;Para muitas estrelas, estes escurecimentos peri\u00f3dicos n\u00e3o podem ser detetados; perdem-se no ru\u00eddo dos dados medidos e nas flutua\u00e7\u00f5es de brilho subjacentes,&#8221; explica Reinhold. Visto atrav\u00e9s do telesc\u00f3pio Kepler, nem mesmo o Sol conseguiria revelar o seu per\u00edodo de rota\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Assim sendo os cientistas tamb\u00e9m estudaram mais de 2500 estrelas parecidas com o Sol com per\u00edodos de rota\u00e7\u00e3o desconhecidos. O seu brilho flutuou muito menos do que o do outro grupo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes resultados permitem duas interpreta\u00e7\u00f5es. Poder\u00e1 haver uma diferen\u00e7a fundamental ainda inexplic\u00e1vel entre estrelas com per\u00edodos de rota\u00e7\u00e3o conhecidos e desconhecidos. &#8220;\u00c9 igualmente conceb\u00edvel que estrelas com per\u00edodos de rota\u00e7\u00e3o conhecidos e parecidos ao do Sol nos mostrem as flutua\u00e7\u00f5es fundamentais na atividade de que o Sol \u00e9 capaz,&#8221; diz Shapiro. Isso significaria que a nossa estrela tem permanecido invulgarmente fraca ao longo dos \u00faltimos 9000 anos e que em escalas de tempo muito grandes tamb\u00e9m sejam poss\u00edveis fases com flutua\u00e7\u00f5es muito maiores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00e3o h\u00e1, no entanto, motivo de preocupa\u00e7\u00e3o. No futuro pr\u00f3ximo, n\u00e3o h\u00e1 indica\u00e7\u00e3o de tal &#8220;hiperatividade&#8221; solar. Pelo contr\u00e1rio: durante a \u00faltima d\u00e9cada, o Sol tem-se mostrado bastante fraco, mesmo pelos seus pr\u00f3prios baixos padr\u00f5es. As previs\u00f5es de atividade para os pr\u00f3ximos 11 anos indicam que isso n\u00e3o mudar\u00e1 em breve.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.mpg.de\/14769465\/sun-is-less-active-than-similar-stars?c=2249\" target=\"_blank\">\/\/ Instituto Max Planck (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/science.sciencemag.org\/content\/368\/6490\/518\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Science)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/science.sciencemag.org\/content\/368\/6490\/466\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (Science)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/eurekalert.org\/pub_releases\/2020-04\/mpif-sil042720.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/skyandtelescope.org\/astronomy-news\/sun-vs-sun-like-stars\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sky &amp; Telescope<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/lucky-to-have-a-weird-quiet-sun.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/cosmosmagazine.com\/space\/sun-is-less-active-than-similar-stars\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COSMOS<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2020\/04\/200430150211.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/the-sun-is-surprisingly-weaksauce-compared-to-other-stars\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-04-sun-similar-stars.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2242105-the-sun-is-too-quiet-which-may-mean-dangerous-solar-storms-in-future\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencenews.org\/article\/sun-less-magnetically-active-than-similar-stars\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceNews<\/a><br><a href=\"https:\/\/futurism.com\/the-byte\/astronomers-warn-sun-having-midlife-crisis\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Futurism<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.popsci.com\/story\/space\/sun-low-activity-star\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Popular Science<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.inverse.com\/science\/why-is-the-sun-different\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Inverse<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/jamiecartereurope\/2020\/04\/30\/is-our-sun-in-a-9000-year-feeble-phase-similar-stars-are-five-times-more-fickle-find-scientists\/#29047e3d567d\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><br><a href=\"https:\/\/in.reuters.com\/article\/space-exploration-sun\/the-sun-is-less-active-than-similar-stars-thats-good-news-idINKBN22D4BP\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reuters<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sol:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sun\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/sunearth\/spaceweather\/index.html\" target=\"_blank\">Tempestades solares e clima espacial &#8211; FAQ (NASA)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Kepler:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/kepler.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA (p\u00e1gina oficial)<\/a><br><a href=\"http:\/\/keplerscience.arc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">K2 (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/kepler\/\">Arquivo de dados do Kepler<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/k2\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados da miss\u00e3o K2<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Kepler_space_telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/gaia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"http:\/\/gsaweb.ast.cam.ac.uk\/alerts\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa Alertas de Ci\u00eancia Fotom\u00e9trica do Gaia<\/a><br><a href=\"http:\/\/gea.esac.esa.int\/archive\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados do Gaia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\/guide-to-scientists\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Como usar os dados do Gaia<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/gaia\/60036-gaia-data-release-2-virtual-reality-resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Recursos VR<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.spaceflight101.com\/gaia-spacecraft-overview.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACEFLIGHT101<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o muito ativo: compara\u00e7\u00e3o das varia\u00e7\u00f5es de brilho do Sol com aquelas de uma estrela parecida com o Sol.Cr\u00e9dito: MPS\/hormesdesign.de O Sol \u00e9 uma estrela em constante mudan\u00e7a: \u00e0s vezes, in\u00fameras manchas solares cobrem a sua superf\u00edcie vis\u00edvel; 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