{"id":2992,"date":"2020-04-21T06:09:13","date_gmt":"2020-04-21T06:09:13","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2992"},"modified":"2020-04-21T06:09:23","modified_gmt":"2020-04-21T06:09:23","slug":"cientistas-descobrem-supernova-que-supera-todas-as-outras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/04\/21\/cientistas-descobrem-supernova-que-supera-todas-as-outras\/","title":{"rendered":"Cientistas descobrem supernova que supera todas as outras"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"720\" height=\"405\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/Supernova-artists-impression-720.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2993\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/Supernova-artists-impression-720.jpg 720w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/Supernova-artists-impression-720-300x169.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><figcaption>Impress\u00e3o de artista de uma supernova.<br>Cr\u00e9dito: Aaron Geller (Universidade Northwestern)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Uma supernova pelo menos duas vezes mais brilhante e energ\u00e9tica, e provavelmente muito mais massiva do que qualquer outra j\u00e1 registada, foi identificada por uma equipa internacional de astr\u00f3nomos liderada pela Universidade de Birmingham.<\/p>\n\n\n\n<p>A equipa, que incluiu especialistas de Harvard, da Universidade Northwestern e da Universidade do Ohio, pensa que a supernova, apelidada SN2016aps, pode ser o exemplo de uma supernova extremamente rara por &#8220;instabilidade de pares pulsantes&#8221;, possivelmente formada por duas estrelas massivas que se fundiram antes da explos\u00e3o. Os seus achados foram publicados na revista Nature Astronomy.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 agora, um evento deste tipo s\u00f3 existia na teoria e nunca tinha sido confirmado atrav\u00e9s de observa\u00e7\u00f5es astron\u00f3micas.<\/p>\n\n\n\n<p>O Dr. Matt Nicholl, da Escola de F\u00edsica e Astronomia e do Instituto de Astronomia de Ondas Gravitacional da Universidade de Birmingham, \u00e9 o principal autor do estudo. Ele explica: &#8220;Podemos medir supernovas usando duas escalas &#8211; a energia total da explos\u00e3o e a quantidade dessa energia que \u00e9 emitida como luz observ\u00e1vel ou radia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Numa supernova t\u00edpica, a radia\u00e7\u00e3o \u00e9 inferior a 1% da energia total. Mas em SN2016aps, descobrimos que a radia\u00e7\u00e3o era cinco vezes a energia da explos\u00e3o de uma supernova de tamanho normal. Esta \u00e9 a maior quantidade de luz que j\u00e1 vimos emitida por uma supernova.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Para se tornar t\u00e3o brilhante, a explos\u00e3o deve ter sido muito mais energ\u00e9tica do que o habitual. Ao examinar o espectro de luz, a equipa conseguiu mostrar que a explos\u00e3o foi provocada por uma colis\u00e3o entre a supernova e uma concha massiva de g\u00e1s, lan\u00e7ada pela estrela nos anos anteriores \u00e0 explos\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Apesar de muitas supernovas serem descobertas todas as noites, a maioria encontra-se em gal\u00e1xias massivas,&#8221; disse o Dr. Peter Blanchard, da Universidade Norhtwestern e coautor do estudo. &#8220;Esta imediatamente destacou-se para mais observa\u00e7\u00f5es porque parecia estar no meio do nada. S\u00f3 conseguimos ver a gal\u00e1xia onde esta estrela nasceu depois da supernova ter desvanecido.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>A equipa observou a explos\u00e3o durante dois anos, at\u00e9 que diminuiu para 1% do seu brilho m\u00e1ximo. Usando estas medi\u00e7\u00f5es, calcularam que a massa da supernova era entre 50 e 100 vezes a massa do Sol (massas solares). Normalmente, as supernovas t\u00eam massas entre 8 e 15 massas solares.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Estrelas com massas extremamente grandes sofrem pulsa\u00e7\u00f5es violentas antes de morrerem, libertando uma gigantesca concha de g\u00e1s. Isto pode ser alimentado por um processo chamado instabilidade de par, que tem sido um t\u00f3pico de especula\u00e7\u00e3o para os f\u00edsicos ao longo dos \u00faltimos 50 anos,&#8221; diz o Dr. Nicholl. &#8220;Se a supernova acertar no momento certo, pode alcan\u00e7ar esta concha e libertar uma enorme quantidade de energia na colis\u00e3o. Achamos que este \u00e9 um dos candidatos mais convincentes j\u00e1 observado para este processo e provavelmente o mais massivo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;SN2016aps tamb\u00e9m continha outro puzzle,&#8221; acrescentou o Dr. Nicholl. &#8220;O g\u00e1s que detet\u00e1mos era na maioria hidrog\u00e9nio &#8211; mas uma estrela t\u00e3o grande normalmente teria perdido todo o seu hidrog\u00e9nio via ventos estelares muito antes de come\u00e7ar a pulsar. Uma explica\u00e7\u00e3o \u00e9 que duas estrelas ligeiramente menos massivas, digamos 60 massas solares, se fundiram antes da explos\u00e3o. As estrelas de baixa massa mant\u00eam o seu hidrog\u00e9nio por mais tempo, enquanto a sua massa combinada \u00e9 alta o suficiente para desencadear a instabilidade de par.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o professor Edo Berger, coautor da Universidade de Harvard, &#8220;a descoberta desta supernova extraordin\u00e1ria n\u00e3o podia ter chegado num momento melhor. Agora que sabemos que tais explos\u00f5es energ\u00e9ticas ocorrem na natureza, o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA ser\u00e1 capaz de ver eventos semelhantes t\u00e3o distantes que podemos voltar no tempo at\u00e9 \u00e0 morte das primeiras estrelas do Universo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>A supernova 2016aps foi detetada pela primeira vez em dados do Pan-STARRS (Panoramic Survey Telescope and Rapid Response System), um programa astron\u00f3mico em larga escala. A equipa tamb\u00e9m usou dados do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble, dos observat\u00f3rios Keck e Gemini, no Hawaii, e dos Observat\u00f3rios MDM e MMT no estado norte-americano do Arizona. Outras institui\u00e7\u00f5es colaboradoras incluem a Universidade de Estocolmo, a Universidade de Copenhaga, o Instituto de Tecnologia da Calif\u00f3rnia e o STScI (Space Telescope Science Institute).<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.birmingham.ac.uk\/news\/latest\/2020\/04\/scientists-discover-supernova-that-outshines-all-others.aspx\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Birmingham (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-020-1066-7\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Astronomy)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2004.05840\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.sciencemag.org\/news\/2020\/04\/brightest-supernova-ever-seen\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Science<\/a><br><a href=\"https:\/\/skyandtelescope.org\/astronomy-news\/astronomers-detect-one-most-luminous-supernovae\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sky &amp; Telescope<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/brightest-supernova-ever-discovered-sn2016aps.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2240389-astronomers-have-spotted-the-most-powerful-supernova-ever\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"http:\/\/spaceref.com\/astronomy\/a-supernova-that-outshines-all-others.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceRef<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2020\/04\/200413132805.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-04-scientists-supernova-outshines.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/this-exploding-star-was-the-most-powerful-we-ve-ever-spotted\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/startswithabang\/2020\/04\/14\/brilliant-new-supernova-shatters-cosmic-records-for-brightness-energy-and-even-mass\/#52898fc3063d\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><br><a href=\"https:\/\/metro.co.uk\/2020\/04\/13\/gigantic-supernova-100-times-bigger-sun-found-deep-space-12550085\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">METRO<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2020\/04\/13\/world\/brightest-supernova-sn2016aps-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/astronomers-spot-the-brightest-supernova-ever-recorded-1842837981\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gizmodo<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.engadget.com\/brightest-supernova-sn2016aps-184058391.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">engadget<\/a><br><a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/astronomos-detetam-poderosa-brilhante-supernova-vez-registada-319169\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZAP.aeiou<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>SN2016aps:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/sne.space\/sne\/SN2016aps\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">The Open Supernova Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/SN_2016aps\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Supernova por instabilidade de pares pulsantes:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Pulsational_pair-instability_supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pan-STARRS:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/panstarrs.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ifa.hawaii.edu\/research\/Pan-STARRS.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instituto de Astronomia da Universidade do Hawaii<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Pan-STARRS\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Observat\u00f3rio W. M. Keck:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.keckobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Keck_telescopes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Observat\u00f3rio Gemini:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.gemini.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gemini_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Observat\u00f3rio MDM:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/mdm.kpno.noao.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/MDM_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Observat\u00f3rio MMT:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.mmto.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.as.arizona.edu\/mmt-65m-telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade do Arizona<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/MMT_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impress\u00e3o de artista de uma supernova.Cr\u00e9dito: Aaron Geller (Universidade Northwestern) Uma supernova pelo menos duas vezes mais brilhante e energ\u00e9tica, e provavelmente muito mais massiva do que qualquer outra j\u00e1 registada, foi identificada por uma equipa internacional de astr\u00f3nomos liderada pela Universidade de Birmingham. A equipa, que incluiu especialistas de Harvard, da Universidade Northwestern e &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2993,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50,16,1],"tags":[150,387,365,756,596,529,755,213],"class_list":["post-2992","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-estrelas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-hubble","tag-jwst","tag-observatorio-gemini","tag-observatorio-mdm","tag-observatorio-mmt","tag-observatorio-w-m-keck","tag-sn2016aps","tag-supernova"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2992","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2992"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2992\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2994,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2992\/revisions\/2994"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2993"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2992"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2992"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2992"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}