{"id":2984,"date":"2020-04-17T05:40:03","date_gmt":"2020-04-17T05:40:03","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2984"},"modified":"2020-04-17T05:40:19","modified_gmt":"2020-04-17T05:40:19","slug":"planeta-do-tamanho-da-terra-e-na-zona-habitavel-encontrado-escondido-em-dados-antigos-do-kepler","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/04\/17\/planeta-do-tamanho-da-terra-e-na-zona-habitavel-encontrado-escondido-em-dados-antigos-do-kepler\/","title":{"rendered":"Planeta do tamanho da Terra e na zona habit\u00e1vel encontrado escondido em dados antigos do Kepler"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/OOrPn3H.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"554\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/OOrPn3H.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2985\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/OOrPn3H.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/OOrPn3H-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/OOrPn3H-768x432.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>Ilustra\u00e7\u00e3o de Kepler-1649c em \u00f3rbita da sua estrela hospedeira, uma an\u00e3 vermelha. Este planeta rec\u00e9m-descoberto encontra-se na zona habit\u00e1vel e \u00e9 o mais parecido com a Terra em termos de tamanho e temperatura, encontrado at\u00e9 agora nos dados do Kepler.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/Centro de Pesquisa Ames\/Daniel Rutter<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Uma equipa de cientistas transatl\u00e2nticos, usando dados reanalisados do telesc\u00f3pio espacial Kepler da NASA, descobriu um exoplaneta do tamanho da Terra em \u00f3rbita na zona habit\u00e1vel da sua estrela, a \u00e1rea em redor de uma estrela onde um planeta rochoso pode suportar \u00e1gua l\u00edquida.<\/p>\n\n\n\n<p>Os cientistas descobriram este planeta, chamado Kepler-1649c, ao examinarem observa\u00e7\u00f5es antigas do Kepler, que a ag\u00eancia espacial reformou em 2018. Enquanto pesquisas anteriores com um algoritmo de computador o identificaram erroneamente, os investigadores que reviam dados do Kepler deram uma segunda olhada na assinatura e reconheceram-no como um planeta. De todos os exoplanetas encontrados pelo Kepler, este mundo distante &#8211; localizado a 300 anos-luz da Terra &#8211; \u00e9 o mais semelhante em tamanho e temperatura estimada com a Terra.<\/p>\n\n\n\n<p>Este mundo rec\u00e9m-revelado \u00e9 apenas 1,06 vezes maior do que o nosso pr\u00f3prio planeta. Al\u00e9m disso, a quantidade de luz estelar que recebe da sua estrela hospedeira corresponde a 75% da quantidade de luz que a Terra recebe do nosso Sol &#8211; o que significa que a temperatura do exoplaneta tamb\u00e9m pode ser semelhante \u00e0 do nosso planeta. Mas, ao contr\u00e1rio da Terra, orbita uma an\u00e3 vermelha. Embora n\u00e3o tenha sido ainda observado neste sistema, este tipo de estrela \u00e9 conhecido pelas suas explos\u00f5es estelares que podem tornar o ambiente de um planeta um desafio para qualquer potencial vida.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Este mundo intrigante e distante d\u00e1-nos ainda mais esperan\u00e7a de que uma segunda Terra esteja por a\u00ed entre as estrelas, \u00e0 espera de ser encontrada,&#8221; disse Thomas Zurbuchen, administrador associado do Diretorado de Miss\u00f5es Cient\u00edficas da NASA em Washington, EUA. &#8220;Os dados recolhidos por miss\u00f5es como a do Kepler e do TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) v\u00e3o continuar a produzir descobertas surpreendentes, \u00e0 medida que a comunidade cient\u00edfica aprimora as suas capacidades de procurar planetas promissores anos ap\u00f3s ano.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/kKxS8ZA.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/kKxS8ZA.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Compara\u00e7\u00e3o entre a Terra e Kepler-1649c, um exoplaneta com apenas 1,06 vezes o raio do nosso planeta.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/Centro de Pesquisa Ames\/Daniel Rutter <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Ainda h\u00e1 muitos aspetos desconhecidos sobre Kepler-1649c, incluindo a sua atmosfera, o que pode afetar a temperatura do planeta. Os c\u00e1lculos atuais do tamanho do planeta t\u00eam margens de erro significativas, assim como todos os valores na astronomia no que toca a estudar objetos t\u00e3o long\u00ednquos. Os planetas rochosos que orbitam an\u00e3s vermelhas s\u00e3o de particular interesse biol\u00f3gico. No entanto, os astrobi\u00f3logos precisar\u00e3o de muitas mais informa\u00e7\u00f5es sobre este planeta para avaliar se \u00e9 promissor para a vida como a conhecemos. Mas, com base no que se sabe, Kepler-1649c \u00e9 especialmente intrigante para os cientistas que procuram mundos com condi\u00e7\u00f5es potencialmente habit\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>Estima-se que outros exoplanetas estejam mais pr\u00f3ximos do tamanho da Terra, como TRAPPIST-1f e, segundo alguns c\u00e1lculos, Teegardecn c. Outros podem estar mais pr\u00f3ximos da Terra em termos de temperatura, como TRAPPIST-1d e TOI 700d. Mas n\u00e3o h\u00e1 outro exoplaneta que seja considerado mais pr\u00f3ximo da Terra em ambas as propriedades, que tamb\u00e9m se encontre na zona habit\u00e1vel do seu sistema.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;De todos os planetas erroneamente categorizados que recuper\u00e1mos, este \u00e9 particularmente excitante &#8211; n\u00e3o apenas porque est\u00e1 na zona habit\u00e1vel e \u00e9 do tamanho da Terra, mas tamb\u00e9m devido \u00e0 forma como pode interagir com o seu planeta vizinho,&#8221; disse Andrew Vanderburg, investigador da Universidade do Texas em Austin e autor principal do artigo publicado dia 15 de abril na revista The Astrophysical Journal Letters. &#8220;Se n\u00e3o tiv\u00e9ssemos analisado o trabalho do algoritmo manualmente, t\u00ea-lo-\u00edamos perdido.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Kepler-1649c orbita a sua pequena estrela an\u00e3 vermelha t\u00e3o perto que um ano \u00e9 equivalente a apenas 19,5 dias terrestres. O sistema possui outro planeta rochoso do mesmo tamanho, mas orbita a estrela a cerca de metade da dist\u00e2ncia de Kepler-1649c, semelhante \u00e0 forma como V\u00e9nus orbita o nosso Sol a cerca de metade da dist\u00e2ncia da Terra. As estrelas an\u00e3s vermelhas est\u00e3o entre as mais comuns na Gal\u00e1xia, o que significa que planetas como este podem ser mais comuns do que se pensava anteriormente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c0 procura de falsos positivos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Anteriormente, os cientistas da miss\u00e3o Kepler desenvolveram um algoritmo chamado Robovetter para ajudar a classificar as enormes quantidades de dados produzidos pela miss\u00e3o Kepler, gerida pelo Centro de Pesquisa Ames da NASA em Silicon Valley, no estado norte-americano da Calif\u00f3rnia. O Kepler procurou planetas usando o m\u00e9todo de tr\u00e2nsito, observando estrelas \u00e0 procura de quedas no seu brilho enquanto planetas passavam \u00e0 sua frente.<\/p>\n\n\n\n<p>Na maioria das vezes, estas diminui\u00e7\u00f5es de brilho v\u00eam de outros fen\u00f3menos que n\u00e3o planetas &#8211; desde mudan\u00e7as naturais no brilho estelar at\u00e9 \u00e0 passagem de outros objetos c\u00f3smicos &#8211; dando a entender que um planeta est\u00e1 l\u00e1 quando n\u00e3o est\u00e1. A tarefa do Robovetter era distinguir as 12% de quedas de brilho que eram planetas reais. Estas assinaturas que o Robovetter determinou serem de outras fontes foram rotuladas como &#8220;falsos positivos&#8221;, o termo para um resultado de teste erroneamente classificado como positivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Com um enorme n\u00famero de sinais complicados, os astr\u00f3nomos sabiam que o algoritmo cometeria erros e precisariam de ser verificados &#8211; um trabalho perfeito para o Grupo de Trabalho de Falsos Positivos do Kepler. A equipa rev\u00ea o trabalho do Robovetter, passando por todos os falsos positivos para garantir que s\u00e3o realmente erros e n\u00e3o exoplanetas, garantindo que menos potenciais descobertas s\u00e3o negligenciadas. Ao que parece, o Robovetter tinha rotulado incorretamente Kepler-1649c.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/cs0tMC4.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/cs0tMC4.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Impress\u00e3o de artista de como poder\u00e1 ser a superf\u00edcie e o c\u00e9u de Kepler-1649c.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/Centro de Pesquisa Ames\/Daniel Rutter <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Mesmo enquanto os cientistas que trabalham para automatizar ainda mais processos de an\u00e1lise para obter o m\u00e1ximo de ci\u00eancia poss\u00edvel a partir de qualquer conjunto de dados, esta descoberta mostra o valor da verifica\u00e7\u00e3o manual do trabalho automatizado. Mesmo seis anos ap\u00f3s a conclus\u00e3o da miss\u00e3o de recolha de dados do Kepler, no seu campo de vis\u00e3o original &#8211; uma zona do c\u00e9u que observou de 2009 a 2013, antes de continuar a estudar muitas outras regi\u00f5es -, esta an\u00e1lise rigorosa descobriu um dos an\u00e1logos da Terra mais \u00fanicos at\u00e9 agora.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Um poss\u00edvel terceiro planeta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Kepler-1649c n\u00e3o \u00e9 apenas uma das melhores correspond\u00eancias com a Terra em termos de tamanho e energia que recebe da sua estrela, mas fornece uma vis\u00e3o totalmente nova do seu sistema. Por cada nove vezes que o planeta interior orbita a sua estrela hospedeira, o planeta exterior orbita quase exatamente quatro vezes. O facto das suas \u00f3rbitas coincidirem numa propor\u00e7\u00e3o t\u00e3o est\u00e1vel indica que o pr\u00f3prio sistema \u00e9 extremamente est\u00e1vel, e provavelmente sobreviver\u00e1 por muito tempo.<\/p>\n\n\n\n<p>As rela\u00e7\u00f5es quase perfeitas entre os per\u00edodos s\u00e3o frequentemente provocadas por um fen\u00f3meno chamado resson\u00e2ncia orbital, mas uma rela\u00e7\u00e3o de 9:4 \u00e9 relativamente \u00fanica entre os sistemas planet\u00e1rios. Normalmente, as resson\u00e2ncias assumem propor\u00e7\u00f5es como 2:1 ou 3:2. Embora n\u00e3o confirmada, a raridade desta propor\u00e7\u00e3o pode sugerir a presen\u00e7a de um planeta do meio com o qual o planeta interior e o planeta exterior orbitam em sincronicidade, criando um par de resson\u00e2ncias 3:2.<\/p>\n\n\n\n<p>A equipa procurou evid\u00eancias de um terceiro planeta t\u00e3o misterioso, sem resultados. No entanto, isso pode ser porque o planeta \u00e9 demasiado pequeno para ser observado ou est\u00e1 inclinado orbitalmente de tal maneira que torna imposs\u00edvel encontr\u00e1-lo usando o m\u00e9todo de tr\u00e2nsito do Kepler.<\/p>\n\n\n\n<p>De qualquer forma, este sistema fornece mais um exemplo de um planeta do tamanho da Terra na zona habit\u00e1vel de uma estela an\u00e3 vermelha. Estas estrelas pequenas e t\u00e9nues requerem que os planetas orbitem extremamente perto nessa zona &#8211; n\u00e3o muito quente nem muito frio &#8211; para a vida como a conhecemos potencialmente existir. Embora este exemplo \u00fanico seja apenas um entre muitos, existem evid\u00eancias crescentes de que tais planetas s\u00e3o comuns em torno de an\u00e3s vermelhas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Quanto mais dados obtivermos, mais sinais podemos ver que apontam para a no\u00e7\u00e3o de que os exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis e do tamanho da Terra s\u00e3o comuns em torno deste tipo de estrelas,&#8221; disse Vanderburg. &#8220;Com as an\u00e3s vermelhas em quase toda a parte da nossa Gal\u00e1xia, e estes pequenos planetas rochosos potencialmente habit\u00e1veis em seu redor, a chance de um deles n\u00e3o ser muito diferente da nossa Terra parece um pouco mais favor\u00e1vel.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>As miss\u00f5es como da do Kepler e do TESS ajudam a contribuir para o campo da astrobiologia, a investiga\u00e7\u00e3o interdisciplinar de como as vari\u00e1veis e as condi\u00e7\u00f5es ambientais de mundos distantes podem abrigar vida como a conhecemos, ou de qualquer outra forma que a vida possa assumir.<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/press-release\/earth-size-habitable-zone-planet-found-hidden-in-early-nasa-kepler-data\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.seti.org\/press-release\/dedicated-team-scientists-discover-habitable-zone-earth-size-planet-kepler-data\" target=\"_blank\">\/\/ Instituto SETI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ab84e5\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2004.06725\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/earth-size-exoplanet-habitable-zone-kepler.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-04-earth-size-habitable-zone-planet-hidden-early.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/futurism.com\/astronomers-discover-intriguing-extremely-earth-like-exoplanet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Futurism<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2020\/04\/15\/world\/kepler-earth-size-exoplanet-discovery-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.engadget.com\/earth-sized-habitable-zone-planet-in-old-kepler-data-195135516.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">engadget<\/a><br><a href=\"https:\/\/sicnoticias.pt\/mundo\/2020-04-15-Ha-um-novo-exoplaneta-que-partilha-semelhancas-com-a-Terra\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SIC Not\u00edcias<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"http:\/\/planetquest.jpl.nasa.gov\/index.cfm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlanetQuest<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>An\u00e3s vermelhas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Red_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Kepler:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/kepler.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA (p\u00e1gina oficial)<\/a><br><a href=\"http:\/\/keplerscience.arc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">K2 (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/kepler\/\">Arquivo de dados do Kepler<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/k2\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados da miss\u00e3o K2<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Kepler_space_telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/cgi-bin\/TblView\/nph-tblView?app=ExoTbls&amp;config=planets&amp;constraint=pl_facility+like+%27%TESS%%27\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanetas descobertos pelo TESS (NASA Exoplanet Archive)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ilustra\u00e7\u00e3o de Kepler-1649c em \u00f3rbita da sua estrela hospedeira, uma an\u00e3 vermelha. Este planeta rec\u00e9m-descoberto encontra-se na zona habit\u00e1vel e \u00e9 o mais parecido com a Terra em termos de tamanho e temperatura, encontrado at\u00e9 agora nos dados do Kepler.Cr\u00e9dito: NASA\/Centro de Pesquisa Ames\/Daniel Rutter Uma equipa de cientistas transatl\u00e2nticos, usando dados reanalisados do telesc\u00f3pio &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2985,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50,72,16,1],"tags":[374,147,751,308,309],"class_list":["post-2984","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-estrelas","category-exoplanetas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-anas-vermelhas","tag-exoplaneta","tag-kepler-1649c","tag-telescopio-kepler","tag-tess"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2984","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2984"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2984\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2986,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2984\/revisions\/2986"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2985"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2984"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2984"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2984"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}