{"id":2975,"date":"2020-04-14T05:41:05","date_gmt":"2020-04-14T05:41:05","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2975"},"modified":"2020-04-14T05:41:15","modified_gmt":"2020-04-14T05:41:15","slug":"expansao-do-universo-pode-nao-ser-uniforme","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/04\/14\/expansao-do-universo-pode-nao-ser-uniforme\/","title":{"rendered":"Expans\u00e3o do Universo pode n\u00e3o ser uniforme"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos assumem h\u00e1 d\u00e9cadas que o Universo est\u00e1 a expandir-se ao mesmo ritmo em todas as dire\u00e7\u00f5es. Um novo estudo com base em dados do XMM-Newton da ESA, do Chandra da NASA e dos observat\u00f3rios de raios-X ROSAT liderados pela Alemanha sugere que esta premissa chave da cosmologia pode estar errada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Konstantinos Migkas, investigador doutorado em astronomia e astrof\u00edsica da Universidade de Bona, Alemanha, e seu supervisor Thomas Reiprich, propuseram-se originalmente a verificar um novo m\u00e9todo que permitiria aos astr\u00f3nomos testar a chamada hip\u00f3tese de isotropia. De acordo com esta suposi\u00e7\u00e3o, o Universo possui, apesar de algumas diferen\u00e7as locais, as mesmas propriedades em cada dire\u00e7\u00e3o a larga escala.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2020\/04\/cosmic_expansion_measured_across_the_sky\/21923723-2-eng-GB\/Cosmic_expansion_measured_across_the_sky.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"594\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/Cosmic_expansion_measured_across_the_sky_pillars-1024x594.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2976\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/Cosmic_expansion_measured_across_the_sky_pillars-1024x594.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/Cosmic_expansion_measured_across_the_sky_pillars-300x174.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/Cosmic_expansion_measured_across_the_sky_pillars-768x445.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/Cosmic_expansion_measured_across_the_sky_pillars.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Um mapa que mostra o ritmo de expans\u00e3o do Universo em diferentes dire\u00e7\u00f5es do c\u00e9u com base em dados do XMM-Newton da ESA, do Chandra da NASA e dos observat\u00f3rios de raios-X ROSAT liderados pela Alemanha. O mapa mostra todo o c\u00e9u no sistema de coordenadas gal\u00e1ctico, com o centro da nossa pr\u00f3pria Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea, localizado no centro do mapa, e o plano da gal\u00e1xia &#8211; onde residem a maior parte das estrelas &#8211; orientado horizontalmente no mapa (note que as estrelas da Via L\u00e1ctea n\u00e3o est\u00e3o no mapa). O ritmo da expans\u00e3o do Universo, indicado em termos da chamada constante de Hubble, \u00e9 visto em diferentes cores, com tons roxos indicando um ritmo mais lento e os tons laranja\/amarelo indicando um ritmo mais r\u00e1pido.<br>Cr\u00e9dito: K. Migkas et al. 2020<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Amplamente aceite como uma consequ\u00eancia da bem estabelecida f\u00edsica fundamental, a hip\u00f3tese tem sido suportada por observa\u00e7\u00f5es da radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica de fundo em micro-ondas. Remanescente direto do Big Bang, esta radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica de fundo em micro-ondas reflete o estado do Universo na sua inf\u00e2ncia, com apenas 380.000 anos de idade. A sua distribui\u00e7\u00e3o uniforme no c\u00e9u sugere que naqueles primeiros dias o Universo devia estar a expandir-se rapidamente e ao mesmo ritmo em todas as dire\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, no Universo de hoje, isso pode j\u00e1 n\u00e3o ser verdade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Juntamente com colegas da Universidade de Bona e da Universidade de Harvard, analis\u00e1mos o comportamento de mais de 800 enxames de gal\u00e1xias no Universo atual,&#8221; diz Konstantinos. &#8220;Se a hip\u00f3tese de isotropia estivesse correta, as propriedades dos enxames seriam uniformes no c\u00e9u. Mas na verdade vimos diferen\u00e7as significativas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos usaram medi\u00e7\u00f5es de temperatura em raios-X do g\u00e1s extremamente quente que permeia os enxames e compararam os dados com a sua luminosidade no c\u00e9u. Os enxames da mesma temperatura e localizados a uma dist\u00e2ncia semelhante devem aparecer igualmente brilhantes. Mas n\u00e3o foi isso que os astr\u00f3nomos observaram.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Vimos que os enxames com as mesmas propriedades, com temperaturas id\u00eanticas, pareciam menos brilhantes do que o esperado numa dire\u00e7\u00e3o do c\u00e9u, e mais brilhantes do que o esperado noutra dire\u00e7\u00e3o,&#8221; diz Thomas. &#8220;A diferen\u00e7a foi bastante significativa, em torno de 30%. Estas diferen\u00e7as n\u00e3o s\u00e3o aleat\u00f3rias, mas t\u00eam um padr\u00e3o claro, dependendo da dire\u00e7\u00e3o em que observamos o c\u00e9u.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Antes de desafiar o modelo cosmol\u00f3gico amplamente aceite, que fornece a base para estimar as dist\u00e2ncias dos enxames, Konstantinos e colegas examinaram primeiro outras explica\u00e7\u00f5es poss\u00edveis. Talvez existam nuvens de poeira ou g\u00e1s por detetar obscurecendo a vista e fazendo com que os enxames de uma determinada \u00e1rea pare\u00e7am mais escuros. Os dados, no entanto, n\u00e3o suportam este cen\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em algumas regi\u00f5es do espa\u00e7o, a distribui\u00e7\u00e3o de enxames pode ser afetada por fluxos em massa, movimentos de mat\u00e9ria a larga escala provocados pela atra\u00e7\u00e3o gravitacional de estruturas extremamente massivas, como grandes grupos de enxames. Esta hip\u00f3tese, no entanto, tamb\u00e9m parece improv\u00e1vel. Konstantinos acrescenta que as descobertas surpreenderam a equipa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/isotropic.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/NPEPcjT.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Este gr\u00e1fico cont\u00e9m um mapa de todo o c\u00e9u e mostra quatro das centenas de enxames de gal\u00e1xias analisados para testar se o Universo \u00e9 o mesmo em todas as dire\u00e7\u00f5es a larga escala.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/CXC\/Universidade de Bona\/K. Migkas et al.; Ilustra\u00e7\u00e3o: NASA\/CXC\/M. Weiss <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Caso o Universo seja realmente anisotr\u00f3pico, mesmo que apenas nos \u00faltimos milhares de milh\u00f5es de anos, isso significar\u00e1 uma enorme mudan\u00e7a de paradigma, porque a dire\u00e7\u00e3o de cada objeto teria que ser levada em considera\u00e7\u00e3o na an\u00e1lise das suas propriedades,&#8221; explica. &#8220;Por exemplo, hoje, estimamos a dist\u00e2ncia de objetos muito distantes no Universo aplicando um conjunto de equa\u00e7\u00f5es e par\u00e2metros cosmol\u00f3gicos. Pensamos que estes par\u00e2metros s\u00e3o os mesmos em todos os lugares. Mas se as nossas conclus\u00f5es estiverem corretas, n\u00e3o seria esse o caso e ter\u00edamos que rever todas nossas conclus\u00f5es anteriores.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este \u00e9 um resultado extremamente fascinante,&#8221; comenta Norbert Schartel, cientista do projeto XMM-Newton da ESA. &#8220;Estudos anteriores sugeriram que o Universo atual pode n\u00e3o estar a expandir-se uniformemente em todas as dire\u00e7\u00f5es, mas este resultado &#8211; a primeira vez que tal teste foi realizado com enxames gal\u00e1cticos em raios-X &#8211; tem um significado muito maior e tamb\u00e9m revela um grande potencial para investiga\u00e7\u00f5es futuras.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas especulam que este efeito possivelmente desigual na expans\u00e3o c\u00f3smica possa ser causado pela energia escura, o componente misterioso do cosmos que representa a maioria &#8211; cerca de 69% &#8211; da sua energia total. Atualmente sabemos muito pouco sobre a energia escura, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o que parece ter acelerado a expans\u00e3o do Universo ao longo dos \u00faltimos milhares de milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O pr\u00f3ximo telesc\u00f3pio da ESA, Euclid, que est\u00e1 desenhado para observar milhares de milh\u00f5es de gal\u00e1xias e examinar a expans\u00e3o do cosmos, a sua acelera\u00e7\u00e3o e a natureza da energia escura, pode ajudar a resolver este mist\u00e9rio no futuro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As descobertas s\u00e3o realmente interessantes mas a amostra inclu\u00edda no estudo \u00e9 ainda relativamente pequena para tirar conclus\u00f5es t\u00e3o profundas,&#8221; diz Ren\u00e9 Laureijs, cientista do projeto Euclid na ESA. &#8220;\u00c9 o melhor que se pode fazer com os dados dispon\u00edveis, mas se realmente quisermos repensar o modelo cosmol\u00f3gico amplamente aceite, precisamos de mais dados.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E o Euclid poder\u00e1 fazer exatamente isso. A nave, com lan\u00e7amento previsto para 2022, poder\u00e1 n\u00e3o encontrar somente evid\u00eancias de que a energia escura est\u00e1 realmente a esticar o Universo de maneira desigual em dire\u00e7\u00f5es diferentes, como tamb\u00e9m permitir\u00e1 que os cientistas recolham mais dados sobre as propriedades de uma grande quantidade de enxames de gal\u00e1xias, o que pode apoiar ou refutar as descobertas atuais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em breve, mais dados vir\u00e3o tamb\u00e9m do instrumento eROSITA de raios-X, constru\u00eddo pelo Instituto Max Planck para F\u00edsica Extraterrestre. O instrumento, a bordo do rec\u00e9m-lan\u00e7ado sat\u00e9lite russo-alem\u00e3o Spektr-RG, realizar\u00e1 o primeiro levantamento de todo o c\u00e9u em raios-X de m\u00e9dia energia, com foco na descoberta de dezenas de milhares de enxames de gal\u00e1xias e de n\u00facleos gal\u00e1cticos ativos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Rethinking cosmic expansion\" width=\"618\" height=\"464\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/1WF22ckK8Tc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Rethinking_cosmology_Universe_expansion_may_not_be_uniform\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/chandra\/news\/universe-s-expansion-may-not-be-the-same-in-all-directions.html\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.aanda.org\/component\/article?access=doi&amp;doi=10.1051\/0004-6361\/201936602\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2004.03305\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/youtu.be\/F-XV8_2vx_U\" target=\"_blank\">\/\/ Expans\u00e3o do Universo pode n\u00e3o ser uniforme (ESA via YouTube)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/pub_releases\/2020-04\/uob-dab040820.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/universe-expansion-rate-may-vary.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/145605\/new-observations-show-that-the-universe-might-not-be-expanding-at-the-same-rate-in-all-directions\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.spacedaily.com\/reports\/Rethinking_cosmology_Universe_expansion_may_not_be_uniform_999.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Space Daily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-04-basic-assumption-universe.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2020\/04\/200408102144.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"http:\/\/spaceref.com\/astronomy\/rethinking-cosmology-the-universes-expansion-may-not-be-uniform.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceRef<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/startswithabang\/2020\/04\/10\/new-study-challenging-the-universes-expansion-deserves-lots-of-skepticism\/#4681195f4441\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><br><a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/the-universe-might-be-expanding-like-a-lumpy-balloon-1842779948\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gizmodo<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Energia escura:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Dark_Energy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio XMM-Newton:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/xmm-newton\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/XMM-Newton\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio de raios-X Chandra:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/centers\/marshall\/news\/chandra\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/chandra.harvard.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade de Harvard<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Chandra_X-ray_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ROSAT:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.dlr.de\/content\/en\/articles\/missions-projects\/past-missions\/rosat\/rosat-mission.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">DLR<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/ROSAT\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Euclid:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Euclid_overview\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Euclid_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>eROSITA:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.mpe.mpg.de\/eROSITA\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instituto Max Planck para F\u00edsica Extraterrestre<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/EROSITA\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os astr\u00f3nomos assumem h\u00e1 d\u00e9cadas que o Universo est\u00e1 a expandir-se ao mesmo ritmo em 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