{"id":2907,"date":"2020-03-20T06:58:06","date_gmt":"2020-03-20T06:58:06","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2907"},"modified":"2020-03-20T06:58:19","modified_gmt":"2020-03-20T06:58:19","slug":"asteroide-ryugu-e-provavelmente-um-elo-na-formacao-planetaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/03\/20\/asteroide-ryugu-e-provavelmente-um-elo-na-formacao-planetaria\/","title":{"rendered":"Asteroide Ryugu \u00e9 provavelmente um elo na forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.dlr.de\/content\/en\/images\/2019\/3\/mascot-close-to-the-ryugu-asteroid.jpeg?__blob=normal&amp;v=7__ifc1920w\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/mascot-close-to-the-ryugu-asteroid-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2908\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/mascot-close-to-the-ryugu-asteroid-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/mascot-close-to-the-ryugu-asteroid-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/mascot-close-to-the-ryugu-asteroid-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/mascot-close-to-the-ryugu-asteroid.jpg 1143w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Amplia\u00e7\u00e3o do asteroide Ryugu.<br>Cr\u00e9dito: JAXA, Universidade de T\u00f3quio, Universidade de Kochi, Universidade de Rikkyo, Universidade de Nagoya, Instituto de Tecnologia de Chiba, Universidade de Meiji, Universidade de Aizu, AIST, Universidade de Kobe, Universidade de Auburn<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O Sistema Solar foi formado h\u00e1 aproximadamente 4,5 mil milh\u00f5es de anos atr\u00e1s. Muitos fragmentos, testemunhas dessa era primitiva, orbitam o Sol como asteroides. Cerca de tr\u00eas-quartos s\u00e3o asteroides do tipo C, ricos em carbono, como 162173 Ryugu, que foi o alvo da miss\u00e3o japonesa Hayabusa2 em 2018 e 2019. A nave est\u00e1 atualmente na sua viagem de regresso \u00e0 Terra. In\u00fameros cientistas, incluindo investigadores planet\u00e1rios do Centro Aeroespacial Alem\u00e3o (DLR), estudaram intensivamente esta &#8220;pilha c\u00f3smica de entulho&#8221;, que tem quase um quil\u00f3metro de di\u00e2metro e que pode passar perto da Terra. As imagens infravermelhas obtidas pela Hayabusa2 foram agora publicadas na revista cient\u00edfica Nature. Mostram que o asteroide consiste quase inteiramente de material altamente poroso. Ryugu foi formado em grande parte a partir de fragmentos de um corpo parental destru\u00eddo por impactos. A alta porosidade e a baixa for\u00e7a mec\u00e2nica associada dos fragmentos rochosos que comp\u00f5em Ryugu garantem que estes corpos se dividem em numerosos fragmentos ao entrar na atmosfera da Terra. Por esta raz\u00e3o, os meteoritos ricos em carbono s\u00e3o muito raramente encontrados na Terra e a atmosfera tende a fornecer uma maior prote\u00e7\u00e3o contra eles.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O comportamento t\u00e9rmico revela densidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esta investiga\u00e7\u00e3o das propriedades globais de Ryugu confirma e complementa os achados do ambiente de aterragem em Ryugu obtidos pelo &#8220;lander&#8221; alem\u00e3o-franc\u00eas MASCOT (&#8220;Mobile Asteroid Surface SCOuT&#8221;) durante a miss\u00e3o Hayabusa2. &#8220;Os asteroides fr\u00e1geis e altamente porosos como Ryugu s\u00e3o provavelmente o elo na evolu\u00e7\u00e3o da poeira c\u00f3smica para corpos celestes massivos,&#8221; diz Matthias Grott do Instituto de Pesquisa Planet\u00e1ria do DLR, que \u00e9 um dos autores da publica\u00e7\u00e3o atual da Nature. &#8220;Isto fecha uma lacuna no nosso entendimento da forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria, j\u00e1 que quase nunca conseguimos detetar esse material nos meteoritos encontrados na Terra.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>No outono de 2018, os cientistas que trabalhavam com o autor principal Tatsuaki Okada da ag\u00eancia espacial japonesa JAXA analisaram a temperatura da superf\u00edcie do asteroide em v\u00e1rias s\u00e9ries de medi\u00e7\u00f5es realizadas com o instrumento TIR (Thermal Infrared Imager) a bordo da Hayabusa2. Estas medi\u00e7\u00f5es foram feitas na faixa de comprimento de onda de 8 a 12 micr\u00f3metros durante os ciclos diurno e noturno. No processo, descobriram que, com muito poucas exce\u00e7\u00f5es, a superf\u00edcie aquece muito rapidamente quando exposta \u00e0 luz solar. &#8220;O r\u00e1pido aquecimento ap\u00f3s o nascer-do-Sol, de aproximadamente -43\u00ba C para 27\u00ba C, sugere que as partes constituintes do asteroide t\u00eam baixa densidade e alta porosidade,&#8221; explica Grott. Cerca de 1% das rochas \u00e0 superf\u00edcie eram mais frias e mais parecidas com os meteoritos encontrados na Terra. &#8220;Estes podem ser fragmentos mais massivos do interior de um corpo parente original, ou podem ter vindo de outras fontes e ca\u00eddo sobre Ryugu,&#8221; acrescenta J\u00f6rn Helbert do Instituto de Pesquisa Planet\u00e1ria do DLR, que tamb\u00e9m \u00e9 um dos autores da publica\u00e7\u00e3o da Nature.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>De planetesimais a planetas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A fr\u00e1gil estrutura porosa dos asteroides de tipo C pode ser semelhante \u00e0 dos planetesimais, formados na nebulosa solar primordial e acretados durante in\u00fameras colis\u00f5es para formar planetas. A maior parte da massa em colapso da nuvem pr\u00e9-solar de g\u00e1s e poeira acumulou-se no jovem Sol. Quando foi atingida uma massa cr\u00edtica, o processo de cria\u00e7\u00e3o de calor da fus\u00e3o nuclear come\u00e7ou no seu n\u00facleo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.dlr.de\/content\/en\/images\/2020\/1\/formation-scenario-for-ryugu.jpeg?__blob=normal&amp;v=3__ifc1920w\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.dlr.de\/content\/en\/images\/2020\/1\/formation-scenario-for-ryugu.jpeg?__blob=normal&amp;v=3__ifc1920w\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Cen\u00e1rio de forma\u00e7\u00e3o para Ryugu. (1) A forma\u00e7\u00e3o come\u00e7a com poeira &#8220;fofa&#8221; na nebulosa solar. (2) Planetesimais formados atrav\u00e9s de acre\u00e7\u00e3o de poeira ou seixos. (3) O corpo parente de Ryugu pode ter permanecido poroso gra\u00e7as a um n\u00edvel baixo de consolida\u00e7\u00e3o. Na imagem pode ser vista uma fonteira distinta no n\u00facleo interno, mas tamb\u00e9m poder\u00e1 ter ocorrido um aumento gradual na consolida\u00e7\u00e3o com a profundidade. (4) Fragmenta\u00e7\u00e3o por impacto do corpo parente, com alguns grandes fragmentos formando os pedregulhos de Ryugu. (5) Fragmentos re-acretam para formar Ryugu, com pedregulhos porosos e sedimentos \u00e0 superf\u00edcie e um n\u00famero pequeno de pedregulhos densos com origem no n\u00facleo interno do corpo parente. (6) Reforma\u00e7\u00e3o durante uma fase de r\u00e1pida rota\u00e7\u00e3o criou uma forma de diamante.<br>Cr\u00e9dito: Okada et al.; Nature 2020 <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A poeira, o gelo e o g\u00e1s restantes acumularam-se num disco de acre\u00e7\u00e3o girat\u00f3rio em torno da estrela rec\u00e9m-formada. Atrav\u00e9s dos efeitos da gravidade, os primeiros embri\u00f5es planet\u00e1rios ou planetesimais foram formados nestes discos h\u00e1 aproximadamente 4,5 mil milh\u00f5es de anos. Os planetas e as suas luas formaram-se a partir destes planetesimais ap\u00f3s um per\u00edodo comparativamente curto de talvez apenas 10 milh\u00f5es de anos. Muitos corpos menores &#8211; asteroides e cometas &#8211; permaneceram. Estes n\u00e3o foram capazes de se aglomerar para formar planetas adicionais devido a dist\u00farbios gravitacionais, particularmente os provocados por J\u00fapiter &#8211; de longe o maior e mais massivo planeta.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, os processos que ocorreram durante o in\u00edcio da hist\u00f3ria do Sistema Solar ainda n\u00e3o s\u00e3o totalmente compreendidos. Muitas teorias s\u00e3o baseadas em modelos e ainda n\u00e3o foram confirmadas por observa\u00e7\u00f5es, em parte porque os tra\u00e7os destes tempos iniciais s\u00e3o raros. &#8220;Portanto, a pesquisa sobre o assunto depende principalmente de mat\u00e9ria extraterrestre, que atinge a Terra das profundezas do Sistema Solar na forma de meteoritos,&#8221; explica Helberg. Cont\u00e9m componentes da \u00e9poca em que o Sol e os planetas foram formados. &#8220;Al\u00e9m disso, precisamos de miss\u00f5es como a Hayabusa2 para visitar os corpos menores que se formaram durante os est\u00e1gios iniciais do Sistema Solar, a fim de confirmar, complementar ou &#8211; com observa\u00e7\u00f5es apropriadas &#8211; refutar os modelos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Uma rocha como muitas em Ryugu<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 no ver\u00e3o de 2019, os resultados da miss\u00e3o do &#8220;lander&#8221; MASCOT haviam mostrado que o seu local de pouso em Ryugu era povoado principalmente por rochas grandes, altamente porosas e fr\u00e1geis. &#8220;Os resultados publicados s\u00e3o uma confirma\u00e7\u00e3o dos resultados dos estudos realizados pelo radi\u00f3metro MARA do DLR no MASCOT,&#8221; disse Matthias Grott, investigador principal do MARA. &#8220;Foi agora demonstrado que a rocha analisada pelo MARA \u00e9 t\u00edpica para toda a superf\u00edcie do asteroide. Isto tamb\u00e9m confirma que fragmentos de asteroides comuns do tipo C como Ryugu provavelmente quebram-se facilmente devido \u00e0 baixa for\u00e7a interna ao entrar na atmosfera da Terra.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>No dia 3 de outubro de 2018, o MASCOT aterrou em Ryugu, em queda livre mas ao ritmo de uma caminhada. Ap\u00f3s o pouso, &#8220;saltou&#8221; v\u00e1rios metros adiante, antes que o pacote de experi\u00eancias com aproximadamente 10 kg parasse. O MASCOT moveu-se \u00e0 superf\u00edcie com a ajuda de um bra\u00e7o girat\u00f3rio. Isto tornou poss\u00edvel girar o MASCOT no lado &#8220;direito&#8221; e at\u00e9 executar saltos \u00e0 superf\u00edcie do asteroide devido a baixa atra\u00e7\u00e3o gravitacional de Ryugu. No total, o MASCOT realizou experi\u00eancias em Ryugu durante aproximadamente 17 horas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Amostras do asteroide Ryugu a caminho da Terra<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Hayabusa2 mapeou o asteroide a partir de orbita e a alta resolu\u00e7\u00e3o e, posteriormente, adquiriu amostras do corpo primordial em dois locais de pouso. Atualmente, est\u00e3o seladas numa c\u00e1psula de transporte e est\u00e3o a viajar para a Terra com a nave espacial. A c\u00e1psula tem aterragem prevista na Austr\u00e1lia no final de 2020. At\u00e9 agora, os investigadores assumem que o material de Ryugu \u00e9 quimicamente semelhante ao dos meteoritos condritos, que tamb\u00e9m s\u00e3o encontrados na Terra. Os c\u00f4ndrulos s\u00e3o pequenas esferas rochosas de tamanho milim\u00e9trico, que se formaram na nebulosa solar primordial h\u00e1 4,5 mil milh\u00f5es de anos e s\u00e3o considerados os blocos de constru\u00e7\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria. No entanto, at\u00e9 agora os cientistas n\u00e3o podem descartar a possibilidade de serem feitos de material rico em carbono, como os encontrados no cometa 67P\/Churyumov-Gerasimenko como parte da miss\u00e3o Rosetta da ESA, com o m\u00f3dulo Philae, operado pelo DLR. As an\u00e1lises das amostras de Ryugu, algumas das quais ser\u00e3o realizadas no DLR, s\u00e3o aguardadas com grande expetativa. &#8220;\u00c9 precisamente para esta tarefa &#8211; e, \u00e9 claro, para futuras miss\u00f5es como a miss\u00e3o japonesa MMX (Martian Moons eXploration), na qual amostras extraterrestres ser\u00e3o trazidas para a Terra &#8211; que n\u00f3s, no Instituto de Pesquisa Planet\u00e1ria do DLR em Berlim, come\u00e7\u00e1mos a configurar o SAL (Sample Analysis Laboratory) no ano passado,&#8221; diz Helbert. A miss\u00e3o da MMX, na qual o DLR participa, voar\u00e1 para as luas marcianas Fobos e Deimos em 2024 e regressar\u00e1 \u00e0 Terra com amostras das luas do tamanho de asteroides em 2029. Um ve\u00edculo m\u00f3vel alem\u00e3o-franc\u00eas tamb\u00e9m far\u00e1 parte da miss\u00e3o da MMX.<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.dlr.de\/content\/en\/articles\/news\/2020\/01\/20200316_asteroid-ryugu-likely-link-in-planetary-formation.html\" target=\"_blank\">\/\/ DLR (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.hayabusa2.jaxa.jp\/en\/topics\/20200318_nature\/\" target=\"_blank\">\/\/ JAXA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1038\/s41586-020-2102-6\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/asteroid-ryugu-porous-rocky-parent.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencenews.org\/article\/asteroid-ryugu-texture-instant-coffee\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceNews<\/a><br><a href=\"http:\/\/spaceref.com\/asteroids\/asteroid-ryuku-is-likely-a-link-in-planetary-formation.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceRef<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-03-asteroid-ryugu-link-planetary-formation.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.zmescience.com\/science\/asteroid-close-approach-airburst-135134\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZME science<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Asteroide Ryugu:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/ssd.jpl.nasa.gov\/sbdb.cgi?sstr=162173#content\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">JPL<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/162173_Ryugu\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Hayabusa2:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.hayabusa2.jaxa.jp\/en\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">JAXA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hayabusa2\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cometa 67P\/Churyumov-Gerasimenko:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/67P\/Churyumov%E2%80%93Gerasimenko\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/rosetta\/14615-comet-67p\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sonda Rosetta:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaMI\/Rosetta\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/blogs.esa.int\/rosetta\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog da Rosetta &#8211; ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/imagearchives.esac.esa.int\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de imagens<\/a><br><a href=\"https:\/\/archives.esac.esa.int\/psa\/#!Table%20View\/Rosetta=mission\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Dados da miss\u00e3o<\/a><br><a href=\"http:\/\/rosetta.jpl.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/ESA_Rosetta\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/RosettaMission\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Rosetta_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>MMX (Martian Moons eXploration):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/mmx.isas.jaxa.jp\/en\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">JAXA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Martian_Moons_Exploration\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Amplia\u00e7\u00e3o do asteroide Ryugu.Cr\u00e9dito: JAXA, Universidade de T\u00f3quio, Universidade de Kochi, Universidade de Rikkyo, Universidade de Nagoya, Instituto de Tecnologia de Chiba, Universidade de Meiji, Universidade de Aizu, AIST, Universidade de Kobe, Universidade de Auburn O Sistema Solar foi formado h\u00e1 aproximadamente 4,5 mil milh\u00f5es de anos atr\u00e1s. 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