{"id":2891,"date":"2020-03-13T07:11:34","date_gmt":"2020-03-13T07:11:34","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2891"},"modified":"2020-03-13T07:11:45","modified_gmt":"2020-03-13T07:11:45","slug":"astronomos-usam-bolor-para-mapear-as-maiores-estruturas-do-universo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/03\/13\/astronomos-usam-bolor-para-mapear-as-maiores-estruturas-do-universo\/","title":{"rendered":"Astr\u00f3nomos usam bolor para mapear as maiores estruturas do Universo"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2003a.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"700\" height=\"503\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/heic2003a.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2892\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/heic2003a.jpg 700w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/heic2003a-300x216.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><figcaption>Os astr\u00f3nomos desenvolveram um algoritmo de computador, inspirado pelo comportamento do mofo limoso, e testaram-no contra uma simula\u00e7\u00e3o de computador do crescimento de filamentos de mat\u00e9ria escura no Universo. Os cientistas ent\u00e3o aplicaram o algoritmo de bolor limoso aos dados contendo as localiza\u00e7\u00f5es de mais de 37.000 gal\u00e1xias mapeadas pelo SDSS (Sloan Digital Sky Survey). O algoritmo produziu um mapa tridimensional da estrutura da teia c\u00f3smica subjacente. Seguidamente, analisaram a luz de 350 quasares distantes catalogados no Arquivo Espectrosc\u00f3pico do Legado Hubble. Estas distantes lanternas c\u00f3smicas s\u00e3o os brilhantes n\u00facleos alimentados a buracos negros de gal\u00e1xias ativas, cuja luz brilha atrav\u00e9s do espa\u00e7o e atrav\u00e9s da teia c\u00f3smica em primeiro plano.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA e J. Burchett e O. Elek (UC Santa Cruz)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O comportamento de uma das criaturas mais humildes da natureza e dados de arquivo do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA est\u00e3o a ajudar os astr\u00f3nomos a estudar as maiores estruturas do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O organismo unicelular conhecido como mofo limoso (Physarum polycephalum) constr\u00f3i redes filamentosas complexas semelhantes a teias em busca de alimentos, sempre encontrando percursos quase \u00f3timos para ligar locais diferentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao moldar o Universo, a gravidade constr\u00f3i uma vasta estrutura filamentar em forma de teia de aranha, ligando gal\u00e1xias e enxames de gal\u00e1xias ao longo de pontes invis\u00edveis de g\u00e1s e mat\u00e9ria escura com centenas de milh\u00f5es de anos-luz de comprimento. H\u00e1 uma estranha semelhan\u00e7a entre as duas redes, uma produzida pela evolu\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica e a outra pela for\u00e7a primordial da gravidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A teia c\u00f3smica \u00e9 a espinha dorsal em larga escala do cosmos, consistindo principalmente de mat\u00e9ria escura entrela\u00e7ada com g\u00e1s, sobre a qual as gal\u00e1xias s\u00e3o constru\u00eddas. Embora n\u00e3o possamos ver a mat\u00e9ria escura, constitui a maior parte do material do Universo. Os astr\u00f3nomos tiveram dificuldade em encontrar estas teias elusivas porque o g\u00e1s no seu interior \u00e9 demasiado t\u00e9nue para ser detetado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A exist\u00eancia de uma estrutura semelhante a uma teia de aranha, para o Universo, foi sugerida pela primeira vez em levantamentos gal\u00e1cticos na d\u00e9cada de 1980. Desde esses estudos, a grande escala desta estrutura filamentar foi revelada por levantamentos subsequentes do c\u00e9u. Os filamentos formam as fronteiras entre grandes vazios no Universo. Agora, uma equipa de investigadores recorreu ao bolor limoso para os ajudar a construir um mapa dos filamentos do Universo local (at\u00e9 100 milh\u00f5es de anos-luz da Terra) e a encontrar o g\u00e1s no seu interior.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desenvolveram um algoritmo de computador, inspirado pelo comportamento do mofo limoso, e testaram-no contra uma simula\u00e7\u00e3o de computador do crescimento de filamentos de mat\u00e9ria escura do Universo. Um algoritmo de computador \u00e9 essencialmente uma receita que informa o computador exatamente quais as etapas a serem seguidas para resolver um problema.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas ent\u00e3o aplicaram o algoritmo de bolor limoso aos dados contendo as localiza\u00e7\u00f5es de mais de 37.000 gal\u00e1xias mapeadas pelo SDSS (Sloan Digital Sky Survey). O algoritmo produziu um mapa tridimensional da estrutura da teia c\u00f3smica subjacente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Seguidamente, analisaram a luz de 350 quasares distantes catalogados no Arquivo Espectrosc\u00f3pico do Legado Hubble. Estas distantes lanternas c\u00f3smicas s\u00e3o os brilhantes n\u00facleos alimentados a buracos negros de gal\u00e1xias ativas, cuja luz brilha atrav\u00e9s do espa\u00e7o e atrav\u00e9s da teia c\u00f3smica em primeiro plano. Impressa nessa luz estava a assinatura reveladora do hidrog\u00e9nio gasoso invis\u00edvel que a equipa analisou em pontos espec\u00edficos ao longo dos filamentos. Estes locais-alvo est\u00e3o longe das gal\u00e1xias, o que permitiu \u00e0 equipa de investiga\u00e7\u00e3o vincular o g\u00e1s \u00e0 estrutura de larga escala do Universo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic2003b.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/thumb700x\/heic2003b.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Ao moldar o Universo, a gravidade constr\u00f3i uma vasta estrutura filamentar em forma de teia de aranha, ligando gal\u00e1xias e enxames de gal\u00e1xias ao longo de pontes invis\u00edveis de g\u00e1s e mat\u00e9ria escura com centenas de milh\u00f5es de anos-luz de comprimento.<br>Cr\u00e9dito: Volker Springler (Instituto Max Planck para Astrof\u00edsica) et al. <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 realmente fascinante que uma das formas mais simples de vida realmente permita desvendar mais sobre as estruturas de maior escala do Universo,&#8221; disse o investigador Joseph Burchett, da Universidade da Calif\u00f3rnia, EUA. &#8220;Usando a simula\u00e7\u00e3o de mofo limoso para encontrar a localiza\u00e7\u00e3o dos filamentos da teia c\u00f3smica, incluindo aqueles longe das gal\u00e1xias, pudemos usar dados de arquivo do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble para detetar e determinar a densidade do g\u00e1s frio nos arredores desses filamentos invis\u00edveis. Os cientistas detetam assinaturas deste g\u00e1s h\u00e1 mais de meio s\u00e9culo e agora prov\u00e1mos a expetativa te\u00f3rica de que este g\u00e1s compreende a teia c\u00f3smica.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O levantamento ainda valida investiga\u00e7\u00f5es que indicam que o g\u00e1s intergal\u00e1ctico est\u00e1 organizado em filamentos e tamb\u00e9m revela a que dist\u00e2ncia das gal\u00e1xias o g\u00e1s \u00e9 detetado. Os membros da equipa ficaram surpresos ao encontrar g\u00e1s associado aos filamentos da teia c\u00f3smica a mais de 10 milh\u00f5es de anos-luz das gal\u00e1xias.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Zooming Through the Cosmic Web (Artist\u2019s Impression)\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/xsh0Ur1qyjg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas essa n\u00e3o foi a \u00fanica surpresa. Tamb\u00e9m descobriram que a assinatura ultravioleta do g\u00e1s fica mais forte nas regi\u00f5es mais densas dos filamentos, mas que depois desaparece. &#8220;Achamos que esta descoberta nos diz mais sobre as intera\u00e7\u00f5es violentas que as gal\u00e1xias t\u00eam nas regi\u00f5es densas do meio intergal\u00e1ctico, onde o g\u00e1s se torna demasiado quente para detetar,&#8221; explicou Burchett.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas voltaram-se para as simula\u00e7\u00f5es de bolor limoso quando procuravam uma maneira de visualizar a liga\u00e7\u00e3o teorizada entre a estrutura da teia c\u00f3smica e o g\u00e1s frio, detetado em estudos espectrosc\u00f3picos anteriores do Hubble.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Oskar Elek, na altura membro da equipa e cientista da computa\u00e7\u00e3o na Universidade da Calif\u00f3rnia em Santa Cruz, descobriu online o trabalho de Sage Jenson, artista de Berlim. Entre os trabalhos de Jenson, visualiza\u00e7\u00f5es art\u00edsticas fascinantes que mostram o crescimento de uma rede de bolor, parecida com tent\u00e1culos, movendo-se de uma fonte de alimento para outra. A arte de Jenson baseou-se no trabalho cient\u00edfico de 2010 de Jeff Jones, da Universidade do Oeste da Inglaterra, em Bristol, que detalhou um algoritmo para simular o crescimento destes organismos unicelulares.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa de investiga\u00e7\u00e3o foi inspirada pelo modo como o mofo limoso constr\u00f3i filamentos complexos para capturar novos alimentos e como este mapeamento podia ser aplicado \u00e0 forma como a gravidade molda o Universo, \u00e0 medida que a teia c\u00f3smica constr\u00f3i os filamentos entre gal\u00e1xias e enxames de gal\u00e1xias. Com base na simula\u00e7\u00e3o descrita no artigo de Jones, Elek desenvolveu um modelo tridimensional do crescimento do bolor para estimar a localiza\u00e7\u00e3o da estrutura filamentar da teia c\u00f3smica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta an\u00e1lise da teia c\u00f3smica no Universo local tamb\u00e9m encaixa com observa\u00e7\u00f5es publicadas no outono passado na revista Science da estrutura filamentar do Universo muito mais distante, a cerca de 12 mil milh\u00f5es de anos-luz da Terra, perto do in\u00edcio do Universo. Nesse estudo, os astr\u00f3nomos analisaram a luz energ\u00e9tica de um jovem enxame de gal\u00e1xias iluminando os filamentos de hidrog\u00e9nio gasoso que as ligam.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Dark threads of the cosmic web revealed\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/cAGNTjorz58?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.spacetelescope.org\/news\/heic2003\/\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2020\/slime-mold-simulations-used-to-map-dark-matter-holding-universe-together\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/hubblesite.org\/contents\/news-releases\/2020\/news-2020-11\" target=\"_blank\">\/\/ Hubblesite (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.ucsc.edu\/2020\/03\/cosmic-web.html\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade da Calif\u00f3rnia em Santa Cruz (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ab700c\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2003.04393\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/145355\/slime-mold-grows-the-same-as-the-large-scale-structure-of-the-universe\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"http:\/\/astrobiology.com\/2020\/03\/slime-mold-simulations-used-to-map-dark-matter-holding-universe-together.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astrobiology web<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/slime-mould-algorithm-reconstructs-the-cosmic-web-from-set-of-galactic-coordinates\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">sciencealert<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-03-astronomers-slime-mold-reveal-dark.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2020\/03\/200310124708.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/brucedorminey\/2020\/03\/11\/lowly-slime-mold-enables-new-map-of-local-cosmic-web\/#790c421177a6\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mofo limoso:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Slime_mold\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Physarum_polycephalum\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Physarum polycephalum (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrutura a larga escala do Universo observ\u00e1vel:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Observable_universe#Large-scale_structure\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mat\u00e9ria escura:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Dark_matter\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os astr\u00f3nomos desenvolveram um algoritmo de computador, inspirado pelo comportamento do mofo limoso, e testaram-no contra uma simula\u00e7\u00e3o de computador do crescimento de filamentos de mat\u00e9ria escura no Universo. 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