{"id":2871,"date":"2020-03-06T06:32:43","date_gmt":"2020-03-06T06:32:43","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2871"},"modified":"2020-03-06T06:32:53","modified_gmt":"2020-03-06T06:32:53","slug":"gaia-sugere-que-distorcao-da-via-lactea-foi-provocada-por-colisao-galactica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/03\/06\/gaia-sugere-que-distorcao-da-via-lactea-foi-provocada-por-colisao-galactica\/","title":{"rendered":"Gaia sugere que distor\u00e7\u00e3o da Via L\u00e1ctea foi provocada por colis\u00e3o gal\u00e1ctica"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2020\/02\/milky_way_warp\/21862279-1-eng-GB\/Milky_Way_warp.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Milky_Way_warp_pillars-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2872\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Milky_Way_warp_pillars-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Milky_Way_warp_pillars-300x225.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Milky_Way_warp_pillars-768x576.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Milky_Way_warp_pillars.jpg 1440w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>O disco gal\u00e1ctico da Via L\u00e1ctea, a nossa Gal\u00e1xia, n\u00e3o \u00e9 achatado mas distorcido para cima num lado e para baixo no outro. Dados do sat\u00e9lite de mapeamento estelar da ESA, Gaia, fornecem novas informa\u00e7\u00f5es sobre o comportamento da distor\u00e7\u00e3o e das suas poss\u00edveis origens. As duas gal\u00e1xias mais pequenas perto do canto inferior direito s\u00e3o as Nuvens de Magalh\u00e3es, duas gal\u00e1xias sat\u00e9lite da Via L\u00e1ctea.<br>Cr\u00e9dito: Stefan Payne-Wardenaar; Nuvens de Magalh\u00e3es: Robert Gendler\/ESO<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Os astr\u00f3nomos ponderam h\u00e1 anos porque \u00e9 que a nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea, \u00e9 distorcida. Dados do sat\u00e9lite de mapeamento estelar da ESA, Gaia, sugerem que a distor\u00e7\u00e3o pode ser provocada por uma colis\u00e3o, em curso, com outra gal\u00e1xia mais pequena, que envia ondula\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s do disco gal\u00e1ctico como uma rocha atirada para a \u00e1gua.<\/p>\n\n\n\n<p>Os astr\u00f3nomos sabem desde o final da d\u00e9cada de 1950 que o disco da Via L\u00e1ctea &#8211; onde reside a maioria das centenas de milhares de milh\u00f5es de estrelas &#8211; n\u00e3o \u00e9 plano, mas um pouco curvo para cima num lado e para baixo no outro. Durante anos, debateram o que est\u00e1 a provocar esta distor\u00e7\u00e3o. Propuseram v\u00e1rias teorias, incluindo a influ\u00eancia do campo magn\u00e9tico intergal\u00e1ctico ou os efeitos de um halo de mat\u00e9ria escura, uma grande quantidade de mat\u00e9ria invis\u00edvel que se pensa rodear as gal\u00e1xias. Se tal halo tivesse uma forma irregular, a sua for\u00e7a gravitacional podia dobrar o disco gal\u00e1ctico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mais depressa do que o esperado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Com o seu levantamento \u00fanico de mais de mil milh\u00f5es de estrelas na nossa Gal\u00e1xia, o Gaia pode ser a chave para resolver este mist\u00e9rio. Uma equipa de cientistas que utiliza dados do segundo lan\u00e7amento do Gaia confirmou agora pistas anteriores de que esta distor\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 est\u00e1tica, mas que muda a sua orienta\u00e7\u00e3o ao longo do tempo. Os astr\u00f3nomos chamam a este fen\u00f3meno precess\u00e3o e pode ser comparado \u00e0 oscila\u00e7\u00e3o de um pi\u00e3o \u00e0 medida que o seu eixo gira.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a velocidade com que a distor\u00e7\u00e3o precede \u00e9 muito superior ao esperado &#8211; mais r\u00e1pida do que o campo magn\u00e9tico intergal\u00e1ctico ou do que o halo de mat\u00e9ria escura podiam permitir. Isto sugere que a distor\u00e7\u00e3o deve ser provocada por outra coisa. Algo mais poderoso &#8211; como uma colis\u00e3o com outra gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;N\u00f3s medimos a velocidade da distor\u00e7\u00e3o comparando os dados com os nossos modelos. Com base na velocidade obtida, a distor\u00e7\u00e3o completaria uma rota\u00e7\u00e3o em torno do centro da Via L\u00e1ctea em 600 a 700 milh\u00f5es de anos,&#8221; diz Eloisa Poggio, do Observat\u00f3rio Astrof\u00edsico de Turim, na It\u00e1lia, autora principal do estudo, publicado na revista Nature. &#8220;Isto \u00e9 muito mais depressa do que esper\u00e1vamos, com base em previs\u00f5es de outros modelos, como aqueles que observam os efeitos do halo n\u00e3o esf\u00e9rico.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O poder estelar do Gaia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A velocidade da distor\u00e7\u00e3o \u00e9, no entanto, inferior \u00e0 velocidade a que as estrelas propriamente ditas orbitam o centro gal\u00e1ctico. O Sol, por exemplo, completa uma rota\u00e7\u00e3o em cerca de 220 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Estas informa\u00e7\u00f5es s\u00f3 foram poss\u00edveis gra\u00e7as \u00e0 capacidade sem precedentes da miss\u00e3o Gaia em mapear a nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea, em 3D, determinando com precis\u00e3o as posi\u00e7\u00f5es de mais de mil milh\u00f5es de estrelas no c\u00e9u e estimando a sua dist\u00e2ncia. O telesc\u00f3pio parecido com um disco voador tamb\u00e9m mede as velocidades nas quais as estrelas individuais se movem no c\u00e9u, permitindo que os astr\u00f3nomos &#8220;vejam o filme&#8221; da hist\u00f3ria da Via L\u00e1ctea para tr\u00e1s e para a frente no tempo, ao longo de milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;\u00c9 como ter um carro e tentar medir a velocidade e a dire\u00e7\u00e3o da viagem deste carro ao longo de um per\u00edodo muito curto e, com base nesses valores, tentar modelar a trajet\u00f3ria passada e futuro do carro,&#8221; diz Ronald Drimmel, investigador do Observat\u00f3rio Astrof\u00edsico de Turim e coautor do artigo. &#8220;Se fizermos essas medi\u00e7\u00f5es para muitos carros, podemos modelar o fluxo de tr\u00e1fego. Da mesma forma, medindo os movimentos aparentes de milh\u00f5es de estrelas no c\u00e9u, podemos modelar processos em larga escala, como o movimento da distor\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sagit\u00e1rio?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2018\/09\/the_sagittarius_dwarf_galaxy_in_gaia_s_all-sky_view\/17690992-1-eng-GB\/The_Sagittarius_dwarf_galaxy_in_Gaia_s_all-sky_view.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2018\/09\/the_sagittarius_dwarf_galaxy_in_gaia_s_all-sky_view\/17690991-1-eng-GB\/The_Sagittarius_dwarf_galaxy_in_Gaia_s_all-sky_view_pillars.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>A gal\u00e1xia an\u00e3 de Sagit\u00e1rio, uma pequena gal\u00e1xia sat\u00e9lite da Via L\u00e1ctea que est\u00e1 a deixar para tr\u00e1s um rastro de estrelas como efeito da atra\u00e7\u00e3o gravitacional da nossa Gal\u00e1xia, \u00e9 vis\u00edvel como uma caracter\u00edstica alongada para baixo do Centro Gal\u00e1ctico e apontando para baixo neste mapa de todo o c\u00e9u da densidade de estrelas observadas pela miss\u00e3o Gaia da ESA entre julho de 2014 e maio de 2016.<br>Os cientistas que analisam a segunda vers\u00e3o dos dados do Gaia mostraram que a nossa Via L\u00e1ctea ainda sofre os efeitos de uma quase colis\u00e3o que fez com que milh\u00f5es de estrelas se movessem como ondula\u00e7\u00f5es num lago. O encontro pr\u00f3ximo provavelmente ocorreu h\u00e1 300-900 milh\u00f5es de anos, e o culpado pode ser a gal\u00e1xia an\u00e3 de Sagit\u00e1rio.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Gaia\/DPAC <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Os astr\u00f3nomos ainda n\u00e3o sabem qual \u00e9 a gal\u00e1xia que pode estar a provocar a ondula\u00e7\u00e3o nem quando a colis\u00e3o come\u00e7ou. Um dos candidatos \u00e9 Sagit\u00e1rio, uma gal\u00e1xia an\u00e3 que orbita a Via L\u00e1ctea, que se pensa ter atravessado o disco gal\u00e1ctico da Via L\u00e1ctea v\u00e1rias vezes no passado. Os astr\u00f3nomos pensam que Sagit\u00e1rio ser\u00e1 gradualmente absorvida pela Via L\u00e1ctea, um processo que j\u00e1 est\u00e1 em andamento.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Com o Gaia, pela primeira vez, temos uma grande quantidade de dados sobre uma grande quantidade de estrelas, cujo movimento \u00e9 medido com precis\u00e3o para que possamos tentar entender os movimentos em larga escala da gal\u00e1xia e modelar a sua hist\u00f3ria de forma\u00e7\u00e3o,&#8221; diz Jos de Bruijne, vice-cientista do projeto Gaia da ESA. &#8220;Isto \u00e9 algo \u00fanico. Esta \u00e9 realmente a revolu\u00e7\u00e3o do Gaia.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Por mais impressionantes que a distor\u00e7\u00e3o e a sua precess\u00e3o pare\u00e7am ser \u00e0 escala gal\u00e1ctica, os cientistas asseguram que n\u00e3o tem efeitos vis\u00edveis na vida no nosso planeta.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Distante o suficiente<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2020\/01\/the_milky_way_s_warp\/21863255-1-eng-GB\/The_Milky_Way_s_Warp.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2020\/01\/the_milky_way_s_warp\/21863255-1-eng-GB\/The_Milky_Way_s_Warp_pillars.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>A estrutura da nossa Gal\u00e1xia, a Via L\u00e1ctea, com o seu disco gal\u00e1ctico distorcido, onde a maioria das centenas de milhares de milh\u00f5es de estrelas residem. Dados do observat\u00f3rio estelar da ESA, Gaia, provaram recentemente que o disco distorcido est\u00e1 em precess\u00e3o, essencialmente movendo-se como um pi\u00e3o quase a parar. A velocidade da rota\u00e7\u00e3o da distor\u00e7\u00e3o \u00e9 t\u00e3o alta que deve ter sido provocada por um evento poderoso, pensam os astr\u00f3nomos, talvez uma colis\u00e3o ainda em curso com outra gal\u00e1xia, mais pequena, que envia ondula\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s do disco como uma rocha atirada para um lago.<br>Cr\u00e9dito: Stefan Payne-Wardenaar; inser\u00e7\u00e3o &#8211; NASA\/JPL-Caltech; esbo\u00e7o: ESA <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8220;O Sol est\u00e1 a uma dist\u00e2ncia de 26.000 anos-luz do centro gal\u00e1ctico, onde a amplitude da distor\u00e7\u00e3o \u00e9 muito pequena,&#8221; diz Eloisa. &#8220;As nossas medi\u00e7\u00f5es foram dedicadas principalmente \u00e0s partes externas do disco gal\u00e1ctico, a 52.000 anos-luz do centro gal\u00e1ctico e al\u00e9m.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>O Gaia j\u00e1 tinha descoberto anteriormente evid\u00eancias de colis\u00f5es entre a Via L\u00e1ctea e outras gal\u00e1xias no passado recente e distante, que ainda podem ser observadas nos padr\u00f5es de movimento de grandes grupos de estrelas milhares de milh\u00f5es de anos ap\u00f3s os eventos terem ocorrido.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, o sat\u00e9lite, atualmente no seu sexto ano de miss\u00e3o, continua a estudar o c\u00e9u e um cons\u00f3rcio europeu est\u00e1 ocupado a processar e a analisar os dados que continuam a ser transmitidos para a Terra. Os astr\u00f3nomos de todo o mundo est\u00e3o ansiosos pelos pr\u00f3ximos dois lan\u00e7amentos de dados do Gaia, planeados para o final de 2020 e para a segunda metade de 2021, respetivamente, para continuar a enfrentar os mist\u00e9rios da gal\u00e1xia a que chamamos casa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"The warped galactic disc of the Milky Way wobbles like a spinning top\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ylM4Gy-6sFM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.esa.int\/Science_Exploration\/Space_Science\/Gaia\/Milky_Way_s_warp_caused_by_galactic_collision_Gaia_suggests\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-020-1017-3\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1912.10471\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/145225\/the-disk-of-the-milky-way-is-warped-because-it-already-collided-with-another-galaxy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/the-milky-way-is-all-bent-out-of-shape-because-of-an-ancient-galactic-collision\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-03-milky-warp-galactic-collision-gaia.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/futurism.com\/astronomers-something-warping-entire-galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Futurism<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/brucedorminey\/2020\/03\/03\/milky-ways-warp-is-likely-due-to-recent-collision-with-nearby-dwarf-galaxy\/#2d0bb4aa9490\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newsweek.com\/milky-way-warped-shape-collision-galaxy-1490198\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Newsweek<\/a><br><a href=\"https:\/\/metro.co.uk\/2020\/03\/03\/milky-way-colliding-mysterious-nearby-galaxy-astronomers-reveal-12339044\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">METRO<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Via L\u00e1ctea:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Milky_Way\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/messier.seds.org\/more\/mw.html\" target=\"_blank\">SEDS<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_stellar_streams\" target=\"_blank\">Lista de correntes estelares da Via L\u00e1ctea (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>An\u00e3 de Sagit\u00e1rio:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.solstation.com\/x-objects\/sag-deg.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SolStation.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sagittarius_Dwarf_Spheroidal_Galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/gaia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"http:\/\/gsaweb.ast.cam.ac.uk\/alerts\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa Alertas de Ci\u00eancia Fotom\u00e9trica do Gaia<\/a><br><a href=\"http:\/\/gea.esac.esa.int\/archive\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados do Gaia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\/guide-to-scientists\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Como usar os dados do Gaia<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/gaia\/60036-gaia-data-release-2-virtual-reality-resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Recursos VR<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.spaceflight101.com\/gaia-spacecraft-overview.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACEFLIGHT101<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O disco gal\u00e1ctico da Via L\u00e1ctea, a nossa Gal\u00e1xia, n\u00e3o \u00e9 achatado mas distorcido para cima num lado e para baixo no outro. 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