{"id":2845,"date":"2020-02-25T06:43:53","date_gmt":"2020-02-25T06:43:53","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2845"},"modified":"2020-02-25T06:44:05","modified_gmt":"2020-02-25T06:44:05","slug":"como-as-estrelas-recem-nascidas-se-preparam-para-o-nascimento-dos-planetas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/02\/25\/como-as-estrelas-recem-nascidas-se-preparam-para-o-nascimento-dos-planetas\/","title":{"rendered":"Como as estrelas rec\u00e9m-nascidas se preparam para o nascimento dos planetas"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"680\" height=\"451\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/nrao20in02_VANDAM_composite_noboarder-scaled-1-680x451.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2846\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/nrao20in02_VANDAM_composite_noboarder-scaled-1-680x451.jpg 680w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/nrao20in02_VANDAM_composite_noboarder-scaled-1-680x451-300x199.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/nrao20in02_VANDAM_composite_noboarder-scaled-1-680x451-310x205.jpg 310w\" sizes=\"auto, (max-width: 680px) 100vw, 680px\" \/><figcaption>O ALMA e o VLA observaram mais de 300 protoestrelas e seus jovens discos protoplanet\u00e1rios em Orionte. Esta imagem mostra um subconjunto de estrelas, incluindo alguns bin\u00e1rios. Os dados do ALMA e do VLA complementam-se uns aos outros: o ALMA v\u00ea a estrutura do disco externo (a azul) e o VLA observa o disco interno e o n\u00facleo estelar (laranja).<br>Cr\u00e9dito: ALMA (ESO\/NAOJ\/NRAO), J. Tobin; NRAO\/AUI\/NSF, S. Dagnello<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa internacional de astr\u00f3nomos usou dois dos radiotelesc\u00f3pios mais poderosos do mundo para criar mais de trezentas imagens de discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria em torno de estrelas muito jovens nas Nuvens de Orionte. Estas imagens revelam novos detalhes sobre os locais de nascimento dos planetas e sobre os est\u00e1gios iniciais da forma\u00e7\u00e3o estelar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A maioria das estrelas do Universo \u00e9 acompanhada por planetas. Estes planetas nascem em an\u00e9is de poeira e g\u00e1s, chamados discos protoplanet\u00e1rios. Mesmo estrelas muito jovens est\u00e3o cercadas por estes discos. Os astr\u00f3nomos querem saber exatamente quando estes discos come\u00e7am a se formar e qual o seu aspeto. Mas as estrelas jovens s\u00e3o muito fracas e existem densas nuvens de poeira e g\u00e1s em seu redor, nos ber\u00e7\u00e1rios estelares. Somente complexos de radiotelesc\u00f3pios altamente sens\u00edveis conseguem localizar os pequenos discos em redor destas estrelas infantis por entre o material densamente compacto nestas nuvens.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesta nova investiga\u00e7\u00e3o, os astr\u00f3nomos apontaram o VLA (Karl G. Jansky Very Large Array) da NSF (National Science Foundation) e o ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array) para uma regi\u00e3o no espa\u00e7o onde nascem muitas estrelas: as Nuvens Moleculares de Orionte. Este levantamento, de nome VANDAM (VLA\/ALMA Nascent Disk and Multiplicity), \u00e9 at\u00e9 \u00e0 data o maior levantamento de estrelas jovens e dos seus discos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/nrao20in02_orion_starchart-scaled-scaled-1.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/nrao20in02_orion_starchart-scaled-scaled-1-680x880.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> As Nuvens Moleculares de Orionte (a azul, vistas com o Herschel) est\u00e3o localizadas na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Orionte. Os pontos vermelhos mostram as posi\u00e7\u00f5es das protoestrelas observadas no levantamento VANDAM.<br>Cr\u00e9dito: UAI; revista Sky &amp; Telescope; NRAO\/AUI\/NSF, S. Dagnello; Herschel\/ESA; ALMA (ESO\/NAOJ\/NRAO), J. Tobin <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As estrelas muito jovens, tamb\u00e9m chamadas protoestrelas, formam-se em nuvens de g\u00e1s e poeira no espa\u00e7o. O primeiro passo na forma\u00e7\u00e3o de uma estrela \u00e9 o colapso destas nuvens densas devido \u00e0 gravidade. \u00c0 medida que a nuvem colapsa, come\u00e7a a girar &#8211; formando um disco achatado em torno da protoestrela. O material do disco continua a alimentar a estrela e a faz\u00ea-la crescer. Eventualmente, o material restante no disco dever\u00e1 formar planetas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Muitos aspetos destes primeiros est\u00e1gios da forma\u00e7\u00e3o estelar, e de como o disco se forma, ainda n\u00e3o s\u00e3o claros. Mas esta nova investiga\u00e7\u00e3o fornece algumas pistas em falta, pois o VLA e o ALMA espiaram atrav\u00e9s das nuvens densas e observaram centenas de protoestrelas e seus discos em v\u00e1rios est\u00e1gios de forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Jovens discos de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este levantamento revelou a massa e o tamanho m\u00e9dio destes discos protoplanet\u00e1rios muito jovens,&#8221; disse John Tobin, do NRAO (National Radio Astronomy Observatory) em Charlottesville, no estado norte-americano da Virg\u00ednia, e l\u00edder da equipa cient\u00edfica. &#8220;Agora podemos compar\u00e1-los com discos mais antigos que tamb\u00e9m foram estudados intensivamente com o ALMA.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O que Tobin e a sua equipa descobriram, \u00e9 que discos muito jovens podem ter tamanho semelhante, mas s\u00e3o, em m\u00e9dia, muito mais massivos do que os discos mais antigos. &#8220;Quando uma estrela cresce, consome cada vez mais material do disco. Isto significa que os discos mais jovens t\u00eam muito mais mat\u00e9ria-prima da qual os planetas podem formar-se. Possivelmente j\u00e1 come\u00e7aram a ser formados, em torno de estrelas muito jovens, planetas maiores.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/nrao20in02_herschellayout_NoLabels02062020-scaled-1.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/nrao20in02_herschellayout_NoLabels02062020-scaled-1-680x763.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Esta imagem mostra as Nuvens Moleculares de Orionte, o alvo do levantamento VANDAM. Os pontos amarelos s\u00e3o as posi\u00e7\u00f5es das protoestrelas observadas numa imagem de fundo obtida pelo Herschel. As inser\u00e7\u00f5es mostram nove jovens protoestrelas capturadas pelo ALMA (azul) e pelo VLA (laranja).<br>Cr\u00e9dito: ALMA (ESO\/NAOJ\/NRAO), J. Tobin; NRAO\/AUI\/NSF, S. Dagnello; Herschel\/ESA <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quatro protoestrelas especiais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre as centenas de imagens deste levantamento, quatro protoestrelas parecem diferentes das outras e chamaram a aten\u00e7\u00e3o dos cientistas. &#8220;Estas estrelas rec\u00e9m-nascidas pareciam muito irregulares e desajeitadas,&#8221; disse Nicole Karnath, membro da equipa e da Universidade de Toledo, Ohio (agora no Centro Cient\u00edfico do SOFIA). &#8220;Pensamos que est\u00e3o num dos est\u00e1gios mais iniciais da forma\u00e7\u00e3o estelar e algumas talvez ainda nem se tenham transformado em protoestrelas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta destes quatro objetos, pelos cientistas, \u00e9 especial. &#8220;Raramente encontramos mais do que um objeto irregular numa observa\u00e7\u00e3o,&#8221; acrescentou Karnath, que usou quatro destas estrelas infantis para propor um caminho esquem\u00e1tico para os est\u00e1gios iniciais da forma\u00e7\u00e3o estelar. &#8220;N\u00e3o temos a certeza da sua idade, mas t\u00eam provavelmente menos de dez mil anos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para serem definidas como uma t\u00edpica protoestrela (classe 0), as estrelas n\u00e3o devem apenas ter um disco girat\u00f3rio achatado em seu redor, mas tamb\u00e9m um fluxo &#8211; expelindo material em dire\u00e7\u00f5es opostas &#8211; que limpa a nuvem densa em torno das estrelas e as torna oticamente vis\u00edveis. Este fluxo \u00e9 importante, porque impede que as estrelas descontrolem a sua rota\u00e7\u00e3o enquanto crescem. Mas exatamente quando \u00e9 que estes fluxos come\u00e7am, \u00e9 uma quest\u00e3o em aberto na astronomia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/nrao20in02a.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/nrao20in02a-680x383.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Este esquema mostra um percurso proposto (linha superior) para a forma\u00e7\u00e3o das protoestrelas, com base em quatro protoestrelas muito jovens (linha inferior) observadas pelo VLA (laranja) e pelo ALMA (azul). O passo 1 representa o fragmento colapsante de poeira e g\u00e1s. No passo 2, come\u00e7a a formar-se na nuvem uma regi\u00e3o opaca. No terceiro est\u00e1gio, come\u00e7a a formar-se um n\u00facleo hidrost\u00e1tico devido a um aumento na press\u00e3o e na temperatura, rodeado por uma estrutura em forma de disco e o in\u00edcio de um fluxo. O passo 4 ilustra a forma\u00e7\u00e3o de uma protoestrela de classo 0 dentro da regi\u00e3o opaca, que poder\u00e1 ter um disco girat\u00f3rio e fluxos mais bem definidos. O passo 5 \u00e9 uma t\u00edpica protoestrela de classe 0 com fluxos que penetraram o inv\u00f3lucro (tornando-o oticamente vis\u00edvel), com um disco girat\u00f3rio e acre\u00e7\u00e3o ativa. Na linha inferior, os contornos brancos s\u00e3o os fluxos protoestelares vistos pelo ALMA.<br>Cr\u00e9dito: ALMA (ESO\/NAOJ\/NRAO), N. Karnath; NRAO\/AUI\/NSF, B. Saxton e S. Dagnello <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma das estrelas infantis neste estudo, chamada HOPS 404, possui um fluxo de apenas dois quil\u00f3metros por segundo (um t\u00edpico fluxo protoestelar tem 10-100 km\/s). &#8220;\u00c9 um grande sol inchado que ainda est\u00e1 a acumular muita massa e que apenas come\u00e7ou o seu fluxo para perder momento angular e assim continuar a crescer,&#8221; explicou Karnath. &#8220;Este \u00e9 um dos fluxos mais pequenos que j\u00e1 vimos e apoia a nossa teoria do aspeto do primeiro passo na forma\u00e7\u00e3o de uma protoestrela.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Combinando o ALMA e o VLA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A excelente resolu\u00e7\u00e3o e sensibilidade desta investiga\u00e7\u00e3o, fornecidas pelo ALMA e pelo VLA, foram cruciais para entender as regi\u00f5es exteriores e interiores das protoestrelas e dos seus discos. Embora o ALMA possa examinar em grande detalhe o material denso e empoeirado em torno de protoestrelas, as imagens do VLA obtidas a maiores comprimentos de onda foram essenciais para entender as estruturas internas das protoestrelas mais jovens a escalas mais pequenas do que o nosso Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A combina\u00e7\u00e3o do ALMA e do VLA deu-nos o melhor dos dois mundos,&#8221; disse Tobin. &#8220;Gra\u00e7as a estes telesc\u00f3pios, come\u00e7amos a entender o in\u00edcio da forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/en\/press-release\/how-newborn-stars-prepare-for-the-birth-of-planets\/\" target=\"_blank\">\/\/ Observat\u00f3rio ALMA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/news\/how-newborn-stars-prepare-for-the-birth-of-planets\/\" target=\"_blank\">\/\/ NRAO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/doi.org\/10.3847\/1538-4357\/ab6f64\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #1 (The Astrophysical Journal)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2001.04468\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #1 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/doi.org\/10.3847\/1538-4357\/ab659e\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (The Astrophysical Journal)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/2001.04997\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/astronomynow.com\/2020\/02\/21\/radio-telescopes-team-up-to-unveil-hundreds-of-protostars-in-orion\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy Now<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2020\/02\/200220130454.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-02-newborn-stars-birth-planets.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Nuvens Moleculares de Orionte:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Orion_Molecular_Cloud_Complex\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Forma\u00e7\u00e3o estelar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Star_formation\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Discos protoplanet\u00e1rios:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Protoplanetary_disk\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Nebular_hypothesis\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Levantamento VANDAM:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.cv.nrao.edu\/~jtobin\/VANDAM\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal (NRAO)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ALMA:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.almaobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nrao.edu\/index.php\/about\/facilities\/alma\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NRAO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/alma.mtk.nao.ac.jp\/e\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NAOJ)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/alma.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (ESO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Atacama_Large_Millimeter_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ESO:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/ESO\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLA:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.vla.nrao.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NRAO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ALMA e o VLA observaram mais de 300 protoestrelas e seus jovens discos protoplanet\u00e1rios em Orionte. 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