{"id":2824,"date":"2020-02-18T06:33:23","date_gmt":"2020-02-18T06:33:23","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2824"},"modified":"2020-02-18T06:33:37","modified_gmt":"2020-02-18T06:33:37","slug":"dez-coisas-que-o-sdo-ja-nos-ensinou-sobre-o-sol-nos-seus-10-anos-de-operacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/02\/18\/dez-coisas-que-o-sdo-ja-nos-ensinou-sobre-o-sol-nos-seus-10-anos-de-operacoes\/","title":{"rendered":"Dez coisas que o SDO j\u00e1 nos ensinou sobre o Sol nos seus 10 anos de opera\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2_coronal_holes.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"985\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/WWYAKQe.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2825\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/WWYAKQe.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/WWYAKQe-150x150.jpg 150w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/WWYAKQe-300x300.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/WWYAKQe-768x768.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>Esta imagem pelo SDO (Solar Dynamics Observatory) da NASA, capturada no dia 16 de mar\u00e7o de 2015, mostra duas manchas escuras, de nome buracos coronais. O buraco coronal inferior, um buraco coronal polar, foi um dos maiores observado em d\u00e9cadas.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/SDO<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em fevereiro de 2020, o sat\u00e9lite SDO (Solar Dynamics Observatory) da NASA comemorou o seu 10.\u00ba ano no espa\u00e7o. Na \u00faltima d\u00e9cada, a sonda manteve um olho fixo no Sol, estudando como a nossa estrela cria atividade solar e impulsiona o clima espacial &#8211; as condi\u00e7\u00f5es din\u00e2micas no espa\u00e7o que afetam todo o Sistema Solar, incluindo a Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desde o seu lan\u00e7amento a 11 de fevereiro de 2010, que o SDO recolheu milh\u00f5es de imagens cient\u00edficas da nossa estrela mais pr\u00f3xima, dando aos cientistas novas ideias sobre o seu funcionamento. As medi\u00e7\u00f5es do Sol, pelo SDO &#8211; desde o interior at\u00e9 \u00e0 atmosfera, campo magn\u00e9tico e produ\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica &#8211; contribu\u00edram muito para a compreens\u00e3o da nossa estrela. As imagens do SDO tamb\u00e9m se tornaram ic\u00f3nicas &#8211; se j\u00e1 viu alguma amplia\u00e7\u00e3o da atividade no Sol, foi provavelmente uma imagem do SDO.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Highlights From SDO&#039;s 10 Years of Solar Observation\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/mvPH_gDMarw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A longa carreira do SDO no espa\u00e7o permitiu testemunhar quase um ciclo solar inteiro &#8211; o ciclo de 11 anos de atividade do Sol. Aqui ficam alguns destaques dos feitos do sat\u00e9lite SDO ao longo dos anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>1) Proemin\u00eancias fant\u00e1sticas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A sonda SDO testemunhou in\u00fameras explos\u00f5es surpreendentes &#8211; explos\u00f5es gigantes de plasma libertadas da superf\u00edcie solar &#8211; muitas das quais se tornaram imagens ic\u00f3nicas da ferocidade da nossa estrela mais pr\u00f3xima. No seu primeiro ano e meio, o SDO viu quase 200 proemin\u00eancias solares, o que permitiu aos cientistas identificar um padr\u00e3o. Notaram que cerca de 15% das proemin\u00eancias apresentavam um &#8220;surto de fase tardia&#8221; que se seguia minutos a horas ap\u00f3s a proemin\u00eancia inicial. Ao estudar esta classe especial, os cientistas entenderam melhor quanta energia \u00e9 produzida quando o Sol entra em erup\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>2) Tornados solares<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em fevereiro de 2012, o SDO capturou imagens que mostram estranhos tornados de plasma na superf\u00edcie solar. Observa\u00e7\u00f5es posteriores descobriram que estes tornados, criados por campos magn\u00e9ticos que giram o plasma, podem rodopiar a velocidades de at\u00e9 quase 300.000 km\/h. Na Terra, os tornados apenas atingem velocidades de 480 km\/h.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Tornadoes on the Sun?\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/BPyTHW8UoKM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>3) Ondas gigantes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O mar agitado de plasma na superf\u00edcie solar pode criar ondas gigantes que viajam ao redor do Sol at\u00e9 4,8 milh\u00f5es de quil\u00f3metros por hora. Estas ondas, chamadas ondas EIT em homenagem a um instrumento com o mesmo nome na sonda SOHO (Solar and Heliophysics Observatory) que as descobriu pela primeira vez, foram fotografadas em alta resolu\u00e7\u00e3o pelo SDO em 2010. As observa\u00e7\u00f5es mostraram, pela primeira vez, como as ondas se movem pela superf\u00edcie. Os cientistas suspeitam que estas ondas s\u00e3o impulsionadas por eje\u00e7\u00f5es de massa coronal, que expelem nuvens de plasma da superf\u00edcie do Sol para o Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>4) Cometas combustivos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao longo dos anos, o observat\u00f3rio SDO observou dois cometas a voar pelo Sol. Em dezembro de 2011, os cientistas observaram o Cometa Lovejoy a sobreviver ao intenso aquecimento enquanto passava a 830.000 km da superf\u00edcie solar. O Cometa ISON em 2013 n\u00e3o sobreviveu ao seu encontro. Atrav\u00e9s de observa\u00e7\u00f5es como estas, o SDO forneceu aos cientistas novas informa\u00e7\u00f5es sobre como o Sol interage com os cometas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Comet Lovejoy Survives Close Encounter with Sun\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/YxPehCj-ouU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>5) Circula\u00e7\u00e3o global<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00e3o tendo superf\u00edcie s\u00f3lida, todo o Sol flui continuamente devido ao intenso calor que tenta escapar e \u00e0 rota\u00e7\u00e3o do Sol. Movendo-se a latitudes m\u00e9dias, existem padr\u00f5es de circula\u00e7\u00e3o em larga escala chamados Circula\u00e7\u00e3o Meridional. As observa\u00e7\u00f5es do SDO revelaram que estas circula\u00e7\u00f5es s\u00e3o muito mais complexas do que os cientistas pensavam inicialmente e est\u00e3o ligadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de manchas solares. Estes padr\u00f5es de circula\u00e7\u00e3o podem at\u00e9 explicar porque, \u00e0s vezes, um hemisf\u00e9rio pode ter mais manchas solares do que o outro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>6) Prevendo o futuro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O derramamento de material solar por meio de eje\u00e7\u00f5es de massa coronal, ou EMCs, e a velocidade do vento solar em todo o Sistema Solar. Quando interagem com o ambiente magn\u00e9tico da Terra, podem induzir o clima espacial, que pode ser prejudicial para naves espaciais e astronautas. Usando dados do SDO, os cientistas da NASA trabalharam na modelagem do caminho de uma ECM \u00e0 medida que se move pelo Sistema Solar, a fim de prever o seu potencial efeito na Terra. A longa linha de base das observa\u00e7\u00f5es solares tamb\u00e9m ajudou os cientistas a formar modelos adicionais de aprendizagem de m\u00e1quina para tentar prever quando o Sol pode lan\u00e7ar uma EMC.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>7) Escurecimentos coronais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A fina atmosfera externa e superaquecida do Sol &#8211; a coroa &#8211; \u00e0s vezes fica mais t\u00e9nue. Os cientistas que estudam o escurecimento coronal descobriram que est\u00e1 ligado \u00e0s EMCs, que s\u00e3o as principais respons\u00e1veis pelos severos eventos clim\u00e1ticos espaciais que podem danificar sat\u00e9lites e astronautas. Usando uma an\u00e1lise estat\u00edstica do grande n\u00famero de eventos observados com a sonda SDO, os cientistas conseguiram calcular a massa e a velocidade das EMCs direcionadas \u00e0 Terra &#8211; o tipo mais perigoso. Ao ligarem o escurecimento coronal com o tamanho das EMCs, os cientistas esperam poder estudar os efeitos do clima espacial em torno de outras estrelas, demasiado distantes para medir diretamente as suas EMCs.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>8) Morte e nascimento de um ciclo solar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com uma d\u00e9cada de observa\u00e7\u00f5es, a SDO j\u00e1 viu quase um ciclo solar completo de 11 anos. Come\u00e7ando perto do in\u00edcio do Ciclo Solar 24, a SDO observou o Sol a subir para o m\u00e1ximo solar de atividade e depois a desvanecer para o m\u00ednimo solar atual. Estas observa\u00e7\u00f5es plurianuais ajudam os cientistas a entender sinais que marcam o decl\u00ednio de um ciclo solar e o in\u00edcio do pr\u00f3ximo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>9) Buracos coronais polares<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c0s vezes, a superf\u00edcie do Sol \u00e9 marcada por grandes manchas escuras chamadas buracos coronais, onde a emiss\u00e3o ultravioleta extrema \u00e9 baixa. Ligados com o campo magn\u00e9tico do Sol, os buracos seguem o ciclo solar, aumentando no m\u00e1ximo solar. Quando se formam na parte superior e inferior do Sol, s\u00e3o chamados de buracos coronais polares e os cientistas do observat\u00f3rio SDO foram capazes de usar o seu desaparecimento para determinar quando o campo magn\u00e9tico do Sol se reverteu &#8211; um indicador importante de quando o Sol atinge o m\u00e1ximo solar.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/annotation_2019-12-17_084959.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/3TVt9Ue.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Reconex\u00e3o magn\u00e9tica for\u00e7ada, provocada por uma proemin\u00eancia do Sol, foi vista pela primeira vez em imagens do SDO da NASA. Esta imagem mostra o Sol no dia 13 de maio de 2012, a inser\u00e7\u00e3o mostrando uma amplia\u00e7\u00e3o do evento de reconex\u00e3o pelo instrumento AIA (Atmospheric Imaging Assembly) do SDO, onde a assinatura em forma de X \u00e9 vis\u00edvel.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/SDO\/Abhishek Srivastava\/IIT(BHU) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>10) Novas explos\u00f5es magn\u00e9ticas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No final da d\u00e9cada, em dezembro de 2019, as observa\u00e7\u00f5es do SDO permitiram a descoberta de um novo tipo de explos\u00e3o magn\u00e9tica. Este tipo especial &#8211; de nome reconex\u00e3o magn\u00e9tica espont\u00e2nea (vs. formas mais gerais anteriormente observadas de reconex\u00e3o magn\u00e9tica) &#8211; ajudaram a confirmar uma teoria com d\u00e9cadas. Tamb\u00e9m pode ajudar os cientistas a entender porque \u00e9 que a atmosfera solar \u00e9 t\u00e3o quente, a melhor prever o clima espacial e levar a avan\u00e7os em experi\u00eancias laboratoriais de fus\u00e3o controlada e de plasma.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"SDO Celebrates a Decade of Watching Sun\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/NeZxJEYeM2g?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todos os instrumentos do SDO ainda est\u00e3o em boas condi\u00e7\u00f5es, com o potencial de permanecer a funcionar por mais uma d\u00e9cada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2020\/ten-things-we-ve-learned-about-the-sun-from-nasa-s-sdo-this-decade\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/nasa-solar-dynamics-observatory-10-discoveries.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-02-ten-weve-sun-nasa-sdo.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>SDO:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/sdo\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Solar_Dynamics_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sol:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sun\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Solar_flare\" target=\"_blank\">Proemin\u00eancia solar (Wikipedia)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Coronal_mass_ejection\" target=\"_blank\">Eje\u00e7\u00e3o de massa coronal (Wikipedia)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Solar_wind\" target=\"_blank\">Vento Solar (Wikipedia)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sunspot\" target=\"_blank\">Mancha solar (Wikipedia)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Solar_variation\" target=\"_blank\">Ciclo solar (Wikipedia)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Coronal_hole\" target=\"_blank\">Buracos coronais (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cometa Lovejoy:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/C\/2014_Q2_(Lovejoy)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cometa ISON:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Comet_ISON\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/ison\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.minorplanetcenter.org\/db_search\/show_object?object_id=C%2F2012+S1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro de Planetas Menores da UAI<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>SOHO:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sohowww.estec.esa.nl\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA&nbsp;<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/export\/esaSC\/120373_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA&nbsp;<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Solar_and_Heliospheric_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta imagem pelo SDO (Solar Dynamics Observatory) da NASA, capturada no dia 16 de mar\u00e7o de 2015, mostra duas manchas escuras, de nome buracos coronais. 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