{"id":2808,"date":"2020-02-11T06:44:55","date_gmt":"2020-02-11T06:44:55","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2808"},"modified":"2020-02-11T06:45:05","modified_gmt":"2020-02-11T06:45:05","slug":"jwst-vai-procurar-atmosferas-em-exoplanetas-potencialmente-habitaveis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/02\/11\/jwst-vai-procurar-atmosferas-em-exoplanetas-potencialmente-habitaveis\/","title":{"rendered":"JWST vai procurar atmosferas em exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"883\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/vQ34gne.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2809\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/vQ34gne.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/vQ34gne-300x269.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/vQ34gne-768x688.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><figcaption>Esta impress\u00e3o de artista mostra o sete exoplanetas rochosos do sistema TRAPPIST-1, localizado a 40 anos-luz da Terra. Os astr\u00f3nomos v\u00e3o observar estes mundos com o Webb num esfor\u00e7o de detetar a primeira atmosfera num planeta do tamanho da Terra para l\u00e1 do nosso Sistema Solar.\nCr\u00e9dito: NASA e JPL\/Caltech<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este m\u00eas marca o terceiro anivers\u00e1rio da descoberta de um sistema not\u00e1vel com sete planetas conhecido como TRAPPIST-1. Estes sete mundos rochosos do tamanho da Terra orbitam uma estrela fria a 39 anos-luz do Sistema Solar. Tr\u00eas desses planetas est\u00e3o na zona habit\u00e1vel, o que significa que est\u00e3o \u00e0 dist\u00e2ncia orbital ideal para serem quentes o suficiente para que a \u00e1gua l\u00edquida exista \u00e0 superf\u00edcie. Ap\u00f3s o seu lan\u00e7amento em 2021, o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA ir\u00e1 observar esses mundos com o objetivo de fazer o primeiro estudo detalhado no infravermelho pr\u00f3ximo da atmosfera de um planeta na zona habit\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para encontrar sinais de uma atmosfera, os astr\u00f3nomos v\u00e3o usar uma t\u00e9cnica chamada espectroscopia de transmiss\u00e3o. Observam a estrela hospedeira enquanto o planeta cruza a sua face, um evento conhecido como tr\u00e2nsito. A luz da estrela \u00e9 filtrada pela atmosfera do planeta, que absorve parte desta luz e deixa impress\u00f5es digitais reveladores no espectro da estrela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Encontrar uma atmosfera em torno de um exoplaneta rochoso &#8211; a palavra que os cientistas usam para planetas para l\u00e1 do nosso Sistema Solar &#8211; n\u00e3o ser\u00e1 f\u00e1cil. As suas atmosferas s\u00e3o mais compactas do que as dos gigantes gasosos, enquanto o seu tamanho menor significa que intercetam menos luz estelar. TRAPPIST-1 \u00e9 um dos melhores alvos dispon\u00edveis para o Webb, j\u00e1 que a pr\u00f3pria estrela tamb\u00e9m \u00e9 bastante pequena, o que significa que o tamanho dos planetas, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 estrela, \u00e9 maior.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As atmosferas s\u00e3o mais dif\u00edceis de detetar, mas a recompensa \u00e9 maior. Seria muito emocionante fazer a primeira dete\u00e7\u00e3o de uma atmosfera num planeta do tamanho da Terra,&#8221; disse David Lafreni\u00e8re da Universidade de Montreal, investigador principal de uma das equipas que examinam TRAPPIST-1.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estrelas an\u00e3s vermelhas como TRAPPIST-1 tendem a ter surtos violentos que podem tornar os seus planetas in\u00f3spitos. Mas determinar se t\u00eam atmosferas e, em caso afirmativo, do que s\u00e3o feitos, \u00e9 o pr\u00f3ximo passo para descobrir se a vida como a conhecemos poderia sobreviver nestes mundos distantes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um esfor\u00e7o coordenado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mais de uma equipa de astr\u00f3nomos vai estudar o sistema TRAPPIST-1 com o Webb. Planeiam usar uma variedade de instrumentos e modos de observa\u00e7\u00e3o para obter o m\u00e1ximo de detalhes poss\u00edveis para cada planeta no sistema.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 um esfor\u00e7o coordenado porque nenhuma equipa pode fazer tudo o que queremos com o sistema TRAPPIST-1. O n\u00edvel de coopera\u00e7\u00e3o tem sido realmente espetacular,&#8221; explicou Nikole Lewis da Universidade de Cornell, a investigadora principal de uma das equipas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com sete planetas para escolher, cada um de n\u00f3s pode &#8216;comer um peda\u00e7o do bolo&#8217;,&#8221; acrescentou Lafreni\u00e8re.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O programa de Lafreni\u00e8re ter\u00e1 como alvo TRAPPIST-1d e -1f, num esfor\u00e7o de n\u00e3o apenas detetar uma atmosfera, mas determinar a sua composi\u00e7\u00e3o b\u00e1sica. Eles esperam ser capazes de distinguir entre uma atmosfera dominada por vapor de \u00e1gua, ou uma composta principalmente de azoto (como a Terra) ou di\u00f3xido de carbono (como Marte e V\u00e9nus).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O programa de Lewis vai observar TRAPPIST-1e com objetivos semelhantes. TRAPPIST-1e \u00e9 um dos exoplanetas que mais tem em comum com a Terra em termos de densidade e quantidade de radia\u00e7\u00e3o que recebe da sua estrela. Isto torna-o um \u00f3timo candidato \u00e0 habitabilidade &#8211; mas os cientistas precisam de saber mais para ter a certeza.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Uma ampla variedade de planetas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora os planetas de TRAPPIST-1 tenham apelo particular do ponto de vista de potencial habitabilidade, o programa de Lafreni\u00e8re ter\u00e1 como alvo uma variedade de planetas &#8211; desde rochosos a mini-Neptunos a gigantes de g\u00e1s do tamanho de J\u00fapiter &#8211; a uma variedade de dist\u00e2ncias das suas estrelas. O objetivo \u00e9 aprender mais sobre como e onde estes planetas se formam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em particular, os astr\u00f3nomos continuam a debater como os planetas gasosos podem ser encontrados t\u00e3o perto das suas estrelas. Muitos acreditam que este planeta deve ter-se formado mais longe no disco protoplanet\u00e1rio &#8211; o disco em torno de uma estrela onde nascem os planetas -, pois o material est\u00e1 dispon\u00edvel longe da estrela e depois migrou para dentro. No entanto, outros cientistas teorizam que at\u00e9 mesmo os grandes gigantes gasosos podem formar-se relativamente perto da sua estrela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Al\u00e9m disso, talvez se tenham formado mais longe, mas quanto mais longe?&#8221;, perguntou Lewis.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para ajudar a informar o debate, os astr\u00f3nomos v\u00e3o analisar a propor\u00e7\u00e3o de carbono e oxig\u00e9nio numa variedade de exoplanetas. Esta propor\u00e7\u00e3o pode servir como um marcador de onde o planeta se formou, porque varia com a dist\u00e2ncia da estrela.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"How Webb Will Study Atmospheres of Exoplanets\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/jbSXBbyWsTE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mapas meteorol\u00f3gicos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m de examinar planetas usando espectroscopia de transmiss\u00e3o, as equipas v\u00e3o tamb\u00e9m empregar uma t\u00e9cnica conhecida como curva de fase. Isto envolve a observa\u00e7\u00e3o de um planeta ao longo de uma \u00f3rbita inteira, o que s\u00f3 \u00e9 pr\u00e1tico para os mundos mais quentes com os per\u00edodos orbitais mais curtos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um planeta que orbita a sua estrela muito perto sofre bloqueio de mar\u00e9, o que significa que mostra sempre a mesma face para a estrela, como a Lua faz com a Terra. Como resultado, observadores distantes que observam o planeta v\u00e3o v\u00ea-lo passar por v\u00e1rias fases, uma vez que lados diferentes do planeta s\u00e3o vis\u00edveis a diferentes pontos da sua \u00f3rbita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Medindo o planeta em v\u00e1rios momentos, os astr\u00f3nomos podem construir um mapa da temperatura atmosf\u00e9rica em fun\u00e7\u00e3o da longitude. Esta t\u00e9cnica foi pioneira no Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer, que fez o primeiro &#8220;mapa meteorol\u00f3gico&#8221; de um exoplaneta em 2007.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, observando a emiss\u00e3o de calor do pr\u00f3prio planeta, os astr\u00f3nomos podem modelar a estrutura vertical da atmosfera.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com uma curva de fase, podemos construir um modelo 3D completo da atmosfera de um planeta,&#8221; explicou Lafreni\u00e8re.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este trabalho est\u00e1 a ser realizado como parte do programa GTO (Guaranteed Time Observations) do Webb. Este programa foi desenvolvido para recompensar cientistas que ajudaram a desenvolver os principais componentes de hardware e software ou o conhecimento t\u00e9cnico e interdisciplinar do observat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb ser\u00e1 o principal observat\u00f3rio cient\u00edfico espacial do mundo quando for lan\u00e7ado em 2021. Vai resolver mist\u00e9rios do nosso Sistema Solar, olhar para mundos distantes em torno de outras estrelas e investigar as misteriosas estruturas e origens do nosso Universo e o nosso lugar nele. O Webb \u00e9 um projeto internacional liderado pela NASA e pelos seus parceiros, a ESA e a Ag\u00eancia Espacial Canadiana.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2020\/nasa-s-webb-will-seek-atmospheres-around-potentially-habitable-exoplanets\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TRAPPIST-1:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/TRAPPIST-1%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1b (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1b (Exoplanet.eu)<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1c\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1c (Wikipedia)<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1c (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1d\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1d (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1d (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1e\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1e (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_e\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1e (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1f\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1f (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_f\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1f (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1g\">TRAPPIST-1g (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_g\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1g (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/TRAPPIST-1h\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1h (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/trappist-1_h\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TRAPPIST-1h (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"http:\/\/planetquest.jpl.nasa.gov\/index.cfm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlanetQuest<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Zona habit\u00e1vel:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Circumstellar_habitable_zone\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3s vermelhas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Red_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta impress\u00e3o de artista mostra o sete exoplanetas rochosos do sistema TRAPPIST-1, localizado a 40 anos-luz da Terra. Os astr\u00f3nomos v\u00e3o observar estes mundos com o Webb num esfor\u00e7o de detetar a primeira atmosfera num planeta do tamanho da Terra para l\u00e1 do nosso Sistema Solar. Cr\u00e9dito: NASA e JPL\/Caltech Este m\u00eas marca o terceiro &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2809,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[72,16,1],"tags":[374,147,387,635,368],"class_list":["post-2808","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-exoplanetas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-anas-vermelhas","tag-exoplaneta","tag-jwst","tag-trappist-1","tag-zona-habitavel"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2808","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2808"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2808\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2810,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2808\/revisions\/2810"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2809"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2808"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2808"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2808"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}