{"id":2739,"date":"2020-01-17T07:19:21","date_gmt":"2020-01-17T07:19:21","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2739"},"modified":"2020-01-17T07:19:31","modified_gmt":"2020-01-17T07:19:31","slug":"astronomos-descobrem-classe-de-objetos-estranhos-perto-do-enorme-buraco-negro-da-via-lactea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/01\/17\/astronomos-descobrem-classe-de-objetos-estranhos-perto-do-enorme-buraco-negro-da-via-lactea\/","title":{"rendered":"Astr\u00f3nomos descobrem classe de objetos estranhos perto do enorme buraco negro da Via L\u00e1ctea"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/s3.amazonaws.com\/cms.ipressroom.com\/173\/files\/20200\/5e18d2932cfac244e702395d_Astronomy+image\/Astronomy+image_hero.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Astronomyimage_hero-1024x682.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2740\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Astronomyimage_hero-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Astronomyimage_hero-300x200.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Astronomyimage_hero-768x511.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Astronomyimage_hero-310x205.jpg 310w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Astronomyimage_hero.jpg 1170w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>\u00d3rbitas dos objetos G no centro da nossa Gal\u00e1xia, com o buraco negro supermassivo indicado com uma cruz branca. Estrelas, g\u00e1s e poeira est\u00e3o no plano de fundo.<br>Cr\u00e9dito: Anna Ciurlo, Tuan Do\/Grupo do Centro Gal\u00e1ctico da UCLA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Astr\u00f3nomos da Iniciativa \u00d3rbitas do Centro Gal\u00e1ctico da UCLA (Universidade da Calif\u00f3rnia em Los Angeles) descobriram uma nova classe de objetos bizarros no centro da Via L\u00e1ctea, n\u00e3o muito longe do buraco negro supermassivo chamado Sagit\u00e1rio A*. Publicaram a sua investiga\u00e7\u00e3o na edi\u00e7\u00e3o de 16 de janeiro da revista Nature.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Estes objetos parecem-se com g\u00e1s e comportam-se como estrelas,&#8221; disse a coautora Andrea Ghez, professora de astrof\u00edsica e diretora do Grupo do Centro Gal\u00e1ctico da UCLA.<\/p>\n\n\n\n<p>Os novos objetos parecem compactos na maioria das vezes e estendem-se quando as suas \u00f3rbitas os aproximam do buraco negro. As suas \u00f3rbitas variam entre 100 a 1000 anos, disse a autora principal Anna Ciurlo, investigadora p\u00f3s-doutorada da UCLA.<\/p>\n\n\n\n<p>O grupo de investiga\u00e7\u00e3o de Ghez identificou um objeto invulgar no centro da nossa Gal\u00e1xia em 2005, mais tarde apelidado G1. Em 2012, astr\u00f3nomos na Alemanha fizeram uma descoberta intrigante de um objeto bizarro chamado G2, no centro da Via L\u00e1ctea, que fez uma passagem \u00edntima pelo buraco negro supermassivo em 2014. Ghez e a sua equipa de pesquisa pensam que o objeto G2 \u00e9 provavelmente duas estrelas que t\u00eam vindo a orbitar o buraco negro em conjunto e que se fundiram numa estrela extremamente grande, envolta em g\u00e1s e poeira invulgarmente espessos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;No momento da maior aproxima\u00e7\u00e3o, G2 tinha uma assinatura realmente estranha,&#8221; disse Ghez. &#8220;N\u00f3s j\u00e1 t\u00ednhamos visto isto antes, mas n\u00e3o parecia muito peculiar at\u00e9 chegar perto do buraco negro e ficar alongado, e muito do seu g\u00e1s foi destru\u00eddo. Deixou de ser um objeto bastante in\u00f3cuo quando estava longe do buraco negro, para um realmente esticado e distorcido na sua maior aproxima\u00e7\u00e3o, que perdeu o seu inv\u00f3lucro exterior e que agora est\u00e1 novamente a ficar mais compacto.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Uma das coisas que deixou toda a gente empolgada sobre os objetos G \u00e9 que a mat\u00e9ria arrancada pelas for\u00e7as de mar\u00e9, enquanto passam pelo buraco negro central, deve inevitavelmente cair no buraco negro,&#8221; disse o coautor Mark Morris, professor de f\u00edsica e astronomia na UCLA. &#8220;Quando isso acontece, pode produzir um impressionante espet\u00e1culo de fogo-de-artif\u00edcio, j\u00e1 que o material consumido pelo buraco negro \u00e9 aquecido e emite radia\u00e7\u00e3o abundante antes de desaparecer no horizonte de eventos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Mas ser\u00e1 que G2 e G1 s\u00e3o &#8220;outliers&#8221;, ou parte de uma classe maior de objetos? Em resposta a essa quest\u00e3o, o grupo de investiga\u00e7\u00e3o de Ghez divulgou a exist\u00eancia de mais quatro objetos que est\u00e3o a chamar de G3, G4, G5 e G6. Os investigadores determinaram cada uma das suas \u00f3rbitas. Enquanto G1 e G2 t\u00eam \u00f3rbitas semelhantes, os quatro novos objetos t\u00eam \u00f3rbitas muito diferentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Ghez pensa que todos os seis objetos eram estrelas bin\u00e1rias &#8211; um sistema de duas estrelas que se orbitavam uma \u00e0 outra &#8211; que se fundiram devido \u00e0 forte for\u00e7a gravitacional do buraco negro supermassivo. A fus\u00e3o de duas estrelas leva mais de um milh\u00e3o de anos a ser conclu\u00edda, disse Ghez.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/s3.amazonaws.com\/cms.ipressroom.com\/173\/files\/20200\/5e18fe522cfac244ec3fde50_Jack+Ciurlo+astro+image+2020\/Jack+Ciurlo+astro+image+2020_5582a795-b8b2-44b0-b6af-8d91e2a23f7f-prv.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s3.amazonaws.com\/cms.ipressroom.com\/173\/files\/20200\/5e18fe522cfac244ec3fde50_Jack+Ciurlo+astro+image+2020\/Jack+Ciurlo+astro+image+2020_5582a795-b8b2-44b0-b6af-8d91e2a23f7f-prv.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Impress\u00e3o de artista de objetos G, com os centros avermelhados, em \u00f3rbita do buraco negro supermassivo no centro da nossa Gal\u00e1xia. O buraco negro \u00e9 representado como uma esfera escura dentro de um anel branco (centro da imagem).<br>Cr\u00e9dito: Jack Ciurlo <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8220;As fus\u00f5es de estrelas podem ocorrer no Universo com mais frequ\u00eancia do que pens\u00e1vamos, e provavelmente s\u00e3o muito comuns,&#8221; disse Ghez. &#8220;Os buracos negros podem levar \u00e0 fus\u00e3o de estrelas bin\u00e1rias. \u00c9 poss\u00edvel que muitas das estrelas que temos vindo a observar e a n\u00e3o compreender possam ser o produto final de fus\u00f5es que est\u00e3o agora calmas. Estamos a aprender como as gal\u00e1xias e os buracos negros evoluem. A maneira como as estrelas bin\u00e1rias interagem umas com as outras e com o buraco negro \u00e9 muito diferente de como estrelas individuais interagem com outras estrelas individuais e com o buraco negro.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Ciurlo observou que, embora o g\u00e1s do inv\u00f3lucro exterior de G2 tenha sido esticado dramaticamente, a sua poeira dentro do g\u00e1s n\u00e3o foi muito esticada. &#8220;Algo deve ter mantido o tamanho compacto e permitido a sua sobreviv\u00eancia ao encontro com o buraco negro,&#8221; disse Ciurlo. &#8220;Isto \u00e9 evid\u00eancia de um objeto estelar dentro de G2.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O conjunto \u00fanico de dados que o grupo da professora Ghez reuniu ao longo de mais de 20 anos \u00e9 o que nos permitiu fazer esta descoberta,&#8221; disse Ciurlo. &#8220;Agora temos uma popula\u00e7\u00e3o de objetos &#8216;G&#8217;, de modo que n\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o de explicar um &#8216;evento \u00fanico&#8217; como G2.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Os cientistas fizeram observa\u00e7\u00f5es com o Observat\u00f3rio W. M. Keck, no Hawaii, e usaram uma tecnologia poderosa que Ghez ajudou a inovar, chamada \u00f3ticas adaptativas, que corrige os efeitos de distor\u00e7\u00e3o da atmosfera da Terra em tempo real. Eles realizaram uma nova an\u00e1lise de 13 anos de dados da Iniciativa \u00d3rbitas do Centro Gal\u00e1ctico da UCLA.<\/p>\n\n\n\n<p>Em setembro de 2019, a equipa de Ghez informou que o buraco negro estava a ficar mais faminto e que n\u00e3o sabia exatamente porqu\u00ea. O alongamento de G2 em 2014 pareceu retirar g\u00e1s que pode ter sido engolido recentemente pelo buraco negro, disse o coautor Tuan Do, cientista da UCLA e vice-diretor do Grupo do Centro Gal\u00e1ctico. As fus\u00f5es de estrelas podem alimentar o buraco negro.<\/p>\n\n\n\n<p>A equipa j\u00e1 identificou alguns outros candidatos que podem fazer parte desta nova classe de objetos e vai continuar a analis\u00e1-los.<\/p>\n\n\n\n<p>Ghez real\u00e7ou que o centro da Via L\u00e1ctea \u00e9 um ambiente extremo, ao contr\u00e1rio do nosso canto menos agitado do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A Terra est\u00e1 nos sub\u00farbios em compara\u00e7\u00e3o com o Centro Gal\u00e1ctico, que fica a cerca de 26.000 anos-luz de dist\u00e2ncia,&#8221; disse Ghez. &#8220;O centro da nossa Gal\u00e1xia tem uma densidade estelar mil milh\u00f5es de vezes maior que a nossa parte da Gal\u00e1xia. A atra\u00e7\u00e3o gravitacional \u00e9 muito mais forte. Os campos magn\u00e9ticos s\u00e3o mais extremos. O centro da Via L\u00e1ctea \u00e9 onde a astrof\u00edsica extrema ocorre &#8211; os &#8216;desportos radicais&#8217; da astrof\u00edsica.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Ghez disse que esta investiga\u00e7\u00e3o ajudar-nos-\u00e1 a ensinar o que est\u00e1 a acontecer na maioria das gal\u00e1xias.<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/newsroom.ucla.edu\/releases\/astronomy-strange-objects-galaxy-black-hole\" target=\"_blank\">\/\/ UCLA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-019-1883-y\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/eurekalert.org\/pub_releases\/2020-01\/uoc--adc011320.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/milky-way-black-hole-merges-binary-stars.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2229976-weird-dust-balls-seen-impossibly-close-to-our-galaxys-huge-black-hole\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/strange-objects-have-been-found-orbiting-our-galaxy-s-supermassive-black-hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.inverse.com\/article\/62316-new-class-of-objects-orbiting-around-black-hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Inverse<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.scientificamerican.com\/article\/mysterious-dusty-objects-are-swarming-the-milky-ways-core\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Scientific American<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2020-01-astronomers-class-strange-galaxy-enormous.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2020\/01\/15\/world\/milky-way-objects-black-hole-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>G2:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sagittarius_A*#Discovery_of_G2_gas_cloud_on_an_accretion_course\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sagit\u00e1rio A*:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sagittarius_A*\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Buraco negro supermassivo:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supermassive_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Via L\u00e1ctea:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Milky_Way\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/messier.seds.org\/more\/mw.html\" target=\"_blank\">SEDS<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Observat\u00f3rio W. M. Keck:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.keckobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Keck_telescopes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00d3rbitas dos objetos G no centro da nossa Gal\u00e1xia, com o buraco negro supermassivo indicado com uma cruz branca. 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