{"id":2736,"date":"2020-01-17T07:16:21","date_gmt":"2020-01-17T07:16:21","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2736"},"modified":"2020-01-17T07:16:31","modified_gmt":"2020-01-17T07:16:31","slug":"estrelas-k-sao-os-melhores-lugares-para-procurar-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/01\/17\/estrelas-k-sao-os-melhores-lugares-para-procurar-vida\/","title":{"rendered":"Estrelas K s\u00e3o os melhores lugares para procurar vida"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/uploads\/image_file\/image_attachment\/31998\/STSCI-H-p2006a-h-8333x5000.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"591\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/ciI3Bw7.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2737\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/ciI3Bw7.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/ciI3Bw7-300x180.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/ciI3Bw7-768x461.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>Este gr\u00e1fico compara as caracter\u00edsticas de tr\u00eas classes de estrelas na nossa Gal\u00e1xia: as estrelas tipo-Sol s\u00e3o estrelas G; as estrelas menos massivas e mais frias do que o nosso Sol s\u00e3o as an\u00e3s K; estrelas ainda mais fracas e frias s\u00e3o as avermelhadas an\u00e3s M. O gr\u00e1fico compara as estrelas em termos de algumas importantes vari\u00e1veis. As zonas habit\u00e1veis, potencialmente capazes de hospedar planetas prop\u00edcios \u00e0 vida, s\u00e3o maiores para estrelas mais quentes. A longevidade das an\u00e3s vermelhas M podem exceder os 100 mil milh\u00f5es de anos. As an\u00e3s K podem viver entre 15 e 45 mil milh\u00f5es de anos. O nosso Sol s\u00f3 dura 10 mil milh\u00f5es de anos. A quantidade relativa de radia\u00e7\u00e3o nociva (para a vida como a conhecemos) que as estrelas emitem podem ser 80 a 500 vezes mais intensa para as an\u00e3s M em compara\u00e7\u00e3o com o nosso Sol, mas apenas 5 a 25 vezes mais intensa para as an\u00e3s alaranjadas K. As an\u00e3s vermelhas representam a maior parte da popula\u00e7\u00e3o estelar da Via L\u00e1ctea, cerca de 73%. S\u00f3 6% desta popula\u00e7\u00e3o s\u00e3o estrelas parecidas com o Sol, e as an\u00e3s K representam 13%. Quando estas quatro vari\u00e1veis s\u00e3o comparadas, as estrelas mais adequadas para hospedar formas de vida avan\u00e7ada s\u00e3o as an\u00e3s K.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA e Z. Levy (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na busca por vida para l\u00e1 da Terra, os astr\u00f3nomos procuram planetas na &#8220;zona habit\u00e1vel&#8221; de uma estrela onde as temperaturas s\u00e3o ideais para que a \u00e1gua l\u00edquida exista \u00e0 superf\u00edcie de um planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma ideia emergente, refor\u00e7ada por levantamentos estelares ao longo de tr\u00eas d\u00e9cadas, \u00e9 a de que existem estrelas nem muito quentes, nem muito frias e, acima de tudo, n\u00e3o muito violentas para hospedar planetas prop\u00edcios \u00e0 vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dado que o nosso Sol alimenta a vida na Terra h\u00e1 j\u00e1 quase 4 mil milh\u00f5es de anos, a sabedoria convencional sugere que estrelas do g\u00e9nero s\u00e3o candidatas principais na busca por outros mundos potencialmente habit\u00e1veis. Na realidade, estrelas ligeiramente mais frias e menos luminosas do que o nosso Sol, classificadas como an\u00e3s K, s\u00e3o as verdadeiras estrelas &#8220;de ouro&#8221;, disse Edward Guinan, da Universidade de Villanova, no estado norte-americano da Pensilv\u00e2nia. &#8220;As an\u00e3s K est\u00e3o no &#8216;ponto ideal&#8217;, com propriedades interm\u00e9dias entre as estrelas do tipo solar, mais raras e luminosas, de vida mais curta (estrelas G), e as mais numerosas an\u00e3s vermelhas (estrelas M). As estrelas K, especialmente as mais quentes, s\u00e3o as melhores. Se estivermos \u00e0 procura de planetas habit\u00e1veis, a abund\u00e2ncia de estrelas K melhora as chances de encontrar vida.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para come\u00e7ar, existem tr\u00eas vezes mais an\u00e3s K na nossa Via L\u00e1ctea do que estrelas como o Sol. Aproximadamente 1000 estrelas K est\u00e3o a menos de 100 anos-luz do nosso Sol, candidatas principais \u00e0 explora\u00e7\u00e3o. Estas an\u00e3s alaranjadas vivem entre 15 e 45 mil milh\u00f5es de anos. Em contraste, o nosso Sol, agora a meio da sua vida, dura apenas 10 mil milh\u00f5es de anos. O seu ritmo comparativamente r\u00e1pido de evolu\u00e7\u00e3o estelar deixar\u00e1 a Terra praticamente inabit\u00e1vel daqui a apenas 1 ou 2 mil milh\u00f5es de anos. &#8220;As estrelas do tipo solar limitam quanto tempo a atmosfera de um planeta pode permanecer est\u00e1vel,&#8221; disse Guinan. Isto porque daqui a aproximadamente mil milh\u00f5es de anos, a Terra orbitar\u00e1 dentro da orla mais quente (interior) da zona habit\u00e1vel do Sol, que se move para fora \u00e0 medida que o Sol se torna mais quente e mais brilhante. Como resultado, a Terra ser\u00e1 dessecada, pois perder\u00e1 a sua atmosfera e oceanos. Quando o Sol tiver 9 mil milh\u00f5es de anos, ter\u00e1 crescido para se tornar numa gigante vermelha que pode engolir a Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar do seu pequeno tamanho, as estrelas an\u00e3s vermelhas ainda mais abundantes, tamb\u00e9m conhecidas como an\u00e3s M, t\u00eam vidas ainda mais longas e parecem hostis \u00e0 vida como a conhecemos. Os planetas localizados na zona habit\u00e1vel relativamente estreita de uma an\u00e3 vermelha, muito pr\u00f3xima da estrela, s\u00e3o expostos a n\u00edveis extremos de raios-X e raios UV (ultravioleta), que podem ser centenas de milhares de vezes mais intensos do que os n\u00edveis que a Terra recebe do Sol. Um incans\u00e1vel fogo-de-artif\u00edcio de proemin\u00eancias e eje\u00e7\u00f5es de massa coronal bombardeiam os planetas com um sopro escaldante de plasma e chuvas de part\u00edculas penetrantes e altamente energ\u00e9ticas. Os planetas na zona habit\u00e1vel das an\u00e3s vermelhas podem ser torriscados e ter as suas atmosferas despojadas muito cedo nas suas vidas. Isto pode provavelmente proibir a evolu\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria para algo mais hospitaleiro, alguns milhares de milh\u00f5es de anos ap\u00f3s a diminui\u00e7\u00e3o da atividade estelar. &#8220;J\u00e1 n\u00e3o estamos t\u00e3o otimistas quanto \u00e0s chances de encontrar vida avan\u00e7ada em torno de muitas estrelas M,&#8221; comentou Guinan.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com base nas investiga\u00e7\u00f5es de Guinan, as an\u00e3s K n\u00e3o possuem campos magn\u00e9ticos intensamente ativos que alimentam fortes emiss\u00f5es de raios-X ou UV e explos\u00f5es energ\u00e9ticas e, portanto, expelem proemin\u00eancias com muito menos frequ\u00eancia. Os planetas acompanhantes receberiam cerca de 1\/100 da radia\u00e7\u00e3o de raios-X do que aqueles que orbitam as zonas habit\u00e1veis \u00edntimas das estrelas M magneticamente ativas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Num programa chamado Projeto &#8220;GoldiloKs&#8221;, Guinan e o seu colega de Villanova, Scott Engle, est\u00e3o a trabalhar com estudantes para medir a idade, rota\u00e7\u00e3o e radia\u00e7\u00e3o de raios-X e ultravioleta distante numa amostra de estrelas maioritariamente frias G e K. Est\u00e3o o usar o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble, o Observat\u00f3rio de raios-X Chandra e o sat\u00e9lite XMM-Newton da ESA para as suas observa\u00e7\u00f5es. As observa\u00e7\u00f5es do Hubble, sens\u00edveis \u00e0 radia\u00e7\u00e3o ultravioleta do hidrog\u00e9nio, foram usadas para avaliar a radia\u00e7\u00e3o de uma amostra de aproximadamente 20 an\u00e3s alaranjadas. &#8220;O Hubble \u00e9 o \u00fanico telesc\u00f3pio que pode fazer este tipo de observa\u00e7\u00e3o,&#8221; explicou Guinan.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Guinan e Engle descobriram que os n\u00edveis de radia\u00e7\u00e3o eram muito mais benignos para esses planetas do que os que orbitam an\u00e3s vermelhas. As estrelas K tamb\u00e9m t\u00eam uma vida \u00fatil mais longa e, portanto, uma migra\u00e7\u00e3o mais lenta da zona habit\u00e1vel. Assim sendo, as an\u00e3s K parecem ser o lugar ideal para procurar vida e estas estrelas dariam tempo para que uma vida altamente evolu\u00edda se desenvolvesse nos planetas. Durante toda a vida \u00fatil do Sol &#8211; 10 mil milh\u00f5es de anos &#8211; as estrelas K apenas aumentariam o seu brilho cerca de 10-15%, dando \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica um per\u00edodo de tempo muito maior para o desenvolvimento de formas de vida avan\u00e7adas do que na Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Guinan e Engle analisaram algumas das estrelas K mais interessantes que albergam planetas, incluindo Kepler-442, Tau Ceti e Epsilon Eridani (estas \u00faltimas duas foram alvos iniciais do Projeto Ozma na d\u00e9cada de 1950 &#8211; a primeira tentativa de detetar transmiss\u00f5es r\u00e1dio de civiliza\u00e7\u00f5es extraterrestres).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Kepler-442 \u00e9 digna de nota porque esta estrela (classifica\u00e7\u00e3o espectral, K5) hospeda o que \u00e9 considerado um dos melhores planetas na zona habit\u00e1vel, Kepler-442b, um planeta rochoso com pouco mais que o dobro da massa da Terra,&#8221; disse Guinan.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao longo dos \u00faltimos 30 anos Guinan, Engle e os seus alunos estudaram uma variedade de tipos estelares. Com base nos seus estudos, os investigadores determinaram rela\u00e7\u00f5es entre a idade estelar, a rota\u00e7\u00e3o, emiss\u00f5es de raios-X e UV e a atividade estelar. Estes dados foram utilizados para investigar os efeitos da radia\u00e7\u00e3o altamente energ\u00e9tica nas atmosferas planet\u00e1rias e na poss\u00edvel vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados foram apresentados na 235.\u00aa reuni\u00e3o da Sociedade Astron\u00f3mica Americana em Honolulu, Hawaii.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2020\/goldilocks-stars-are-best-places-to-look-for-life\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/hubblesite.org\/contents\/news-releases\/2020\/news-2020-06\" target=\"_blank\">\/\/ Hubblesite (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3s K:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/K-type_main-sequence_star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3s M:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Red_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrelas G:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/G-type_main-sequence_star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Kepler-442:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Kepler-442\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Tau Ceti:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Tau_Ceti\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.solstation.com\/stars\/tau-ceti.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SolStation<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Epsilon Eridani:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Epsilon_Eridani\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.solstation.com\/stars\/eps-erid.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SolStation<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"http:\/\/planetquest.jpl.nasa.gov\/index.cfm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlanetQuest<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio de raios-X Chandra:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/centers\/marshall\/news\/chandra\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/chandra.harvard.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade de Harvard<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Chandra_X-ray_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio XMM-Newton:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/xmm-newton\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/XMM-Newton\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este gr\u00e1fico compara as caracter\u00edsticas de tr\u00eas classes de estrelas na nossa Gal\u00e1xia: as estrelas tipo-Sol s\u00e3o estrelas G; as estrelas menos massivas e mais frias do que o nosso Sol s\u00e3o as an\u00e3s K; estrelas ainda mais fracas e frias s\u00e3o as avermelhadas an\u00e3s M. 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