{"id":2714,"date":"2020-01-10T07:11:40","date_gmt":"2020-01-10T07:11:40","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2714"},"modified":"2020-01-10T07:11:51","modified_gmt":"2020-01-10T07:11:51","slug":"astronomos-localizam-distante-grupo-de-galaxias-a-efetuar-antiga-mudanca-cosmica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2020\/01\/10\/astronomos-localizam-distante-grupo-de-galaxias-a-efetuar-antiga-mudanca-cosmica\/","title":{"rendered":"Astr\u00f3nomos localizam distante grupo de gal\u00e1xias a efetuar antiga mudan\u00e7a c\u00f3smica"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/egs77_hst_illustration_composite.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"642\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/wJJGuxD.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2715\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/wJJGuxD.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/wJJGuxD-300x196.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/wJJGuxD-768x501.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>Inser\u00e7\u00e3o: esta ilustra\u00e7\u00e3o do grupo de gal\u00e1xias EGS77 mostra os objetos rodeados por bolhas sobrepostas de hidrog\u00e9nio ionizado. Ao transformar os \u00e1tomos de hidrog\u00e9nio, atenuantes de luz, em g\u00e1s ionizado, pensa-se que a luz ultravioleta tenha formado bolhas destas por todo o Universo inicial, passando gradualmente de opaco a completamente transparente. Fundo: esta composi\u00e7\u00e3o de imagens no vis\u00edvel e no infravermelho pr\u00f3ximo, pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble, inclui as tr\u00eas gal\u00e1xias de EGS77 (c\u00edrculos verdes).<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA e V. Tilvi (ASU)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma equipa internacional de astr\u00f3nomos, financiada em parte pela NASA, descobriu o grupo gal\u00e1ctico mais distante at\u00e9 \u00e0 data. Com o nome EGS77, o trio de gal\u00e1xias data de uma \u00e9poca em que o Universo tinha apenas 680 milh\u00f5es de anos, ou menos de 5% da sua idade atual (13,8 mil milh\u00f5es de anos).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mais significativamente, as observa\u00e7\u00f5es mostram que as gal\u00e1xias participam numa ampla mudan\u00e7a c\u00f3smica chamada reioniza\u00e7\u00e3o. A era come\u00e7ou quando a luz das primeiras estrelas mudou a natureza do hidrog\u00e9nio por todo o Universo, de maneira semelhante a um lago gelado que derrete na primavera. Isto transformou o cosmos inicial e escuro, que extingue luz, no que vemos hoje.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O Universo jovem estava cheio de \u00e1tomos de hidrog\u00e9nio, que atenuam a luz ultravioleta e bloqueiam a nossa vis\u00e3o das gal\u00e1xias primitivas,&#8221; disse James Rhoads do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado norte-americano de Maryland, que apresentou os achados dia 5 de janeiro na 235.\u00aa reuni\u00e3o da Sociedade Astron\u00f3mica Americana em Honolulu, Hawaii. &#8220;EGS77 \u00e9 o primeiro grupo de gal\u00e1xias apanhado no ato de limpar esta neblina c\u00f3smica.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar de gal\u00e1xias individuais mais distantes j\u00e1 terem sido observadas, EGS77 \u00e9 o grupo gal\u00e1ctico mais distante at\u00e9 ao momento, mostrando os comprimentos de onda espec\u00edficos da luz ultravioleta distante revelada pela reioniza\u00e7\u00e3o. Esta emiss\u00e3o, chamada Lyman-alfa, \u00e9 proeminente em todos os membros de EGS77.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na sua fase inicial, o Universo era um plasma brilhante de part\u00edculas, incluindo eletr\u00f5es, prot\u00f5es, n\u00facleos at\u00f3micos e luz. Os \u00e1tomos ainda n\u00e3o podiam existir. O Universo estava num estado ionizado, semelhante ao g\u00e1s dentro de um sinal de n\u00e9on aceso ou tubo fluorescente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Depois do Universo crescer e arrefecer durante cerca de 380.000 anos, os eletr\u00f5es e prot\u00f5es combinaram-se nos primeiros \u00e1tomos &#8211; mais de 90% deles hidrog\u00e9nio. Centenas de milh\u00f5es de anos mais tarde, este g\u00e1s formou as primeiras estrelas e gal\u00e1xias. Mas a pr\u00f3pria presen\u00e7a deste g\u00e1s abundante apresenta desafios para a dete\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias no Universo primitivo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os \u00e1tomos de hidrog\u00e9nio absorvem e reemitem rapidamente a luz ultravioleta distante conhecida como emiss\u00e3o Lyman-alfa, que tem um comprimento de onda de 121,6 nan\u00f3metros. Quando as primeiras estrelas se formaram, parte da luz que produziram correspondia a este comprimento de onda. Como a luz Lyman-alfa interagiu facilmente com os \u00e1tomos de hidrog\u00e9nio, n\u00e3o podia viajar muito antes que o g\u00e1s a dispersasse em dire\u00e7\u00f5es aleat\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A luz intensa das gal\u00e1xias pode ionizar o hidrog\u00e9nio circundante, formando bolhas que permitem que a luz das estrelas viaje livremente,&#8221; disse Vithal Tilvi, investigador da Universidade Estatal do Arizona em Tempe, EUA. &#8220;EGS77 formou uma grande bolha que permite que a sua luz viaje para a Terra sem muita atenua\u00e7\u00e3o. Eventualmente, bolhas como estas cresceram em todas as gal\u00e1xias e preencheram o espa\u00e7o intergal\u00e1ctico, reionizando o Universo e abrindo caminho para a luz viajar atrav\u00e9s do cosmos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Distant Galaxy Group Caught Driving Ancient Cosmic Makeover\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ShHiIot8icc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">EGS77 foi descoberto como parte do levantamento Cosmic DAWN (Cosmic Deep And Wide Narrowband), no qual Rhoads \u00e9 investigador principal. A equipa fotografou uma pequena \u00e1rea na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Boieiro usando um filtro personalizado no instrumento NEWFIRM (Extremely Wide-Field InfraRed Imager) do NOAO (National Optical Astronomy Observatory), acoplado ao telesc\u00f3pio Mayall de 4 metros no Observat\u00f3rio Nacional de Kitt Peak perto de Tucson, Arizona, EUA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dado que o Universo est\u00e1 a expandir-se, a luz Lyman-alfa de EGS77 foi esticada durante as suas viagens, de modo que os astr\u00f3nomos na verdade a detetaram no infravermelho pr\u00f3ximo. N\u00e3o podemos ver estas gal\u00e1xias no vis\u00edvel porque essa luz come\u00e7ou em comprimentos de onda mais curtos que a Lyman-alfa e foi dispersa pela neblina de \u00e1tomos de hidrog\u00e9nio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para ajudar a selecionar candidatos distantes, os cientistas compararam as suas imagens com dados dispon\u00edveis publicamente da mesma regi\u00e3o obtidas com os telesc\u00f3pios espaciais Hubble e Spitzer da NASA. As gal\u00e1xias que aparecem brilhantes em imagens no infravermelho pr\u00f3ximo foram marcadas como possibilidades, enquanto as que apareciam na luz vis\u00edvel foram rejeitadas por estarem demasiado pr\u00f3ximas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa confirmou as dist\u00e2ncias das gal\u00e1xias do grupo EGS77 usando o instrumento MOSFIRE (Multi-Object Spectrometer for Infra-Red Exploration) no telesc\u00f3pio Keck I do Observat\u00f3rio W. M. Keck em Maunakea, Hawaii. Todas as tr\u00eas gal\u00e1xias mostram linhas de emiss\u00e3o Lyman-alfa em comprimentos de onda ligeiramente diferentes, refletindo dist\u00e2ncias ligeiramente diferentes. A separa\u00e7\u00e3o entre gal\u00e1xias adjacentes \u00e9 de cerca de 2,3 milh\u00f5es de anos-luz, ou um pouco mais perto do que a dist\u00e2ncia entre a Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda e a nossa pr\u00f3pria Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O artigo que descreve estes achados, liderado por Tilvi, foi submetido \u00e0 revista The Astrophysical Journal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Embora este seja o primeiro grupo de gal\u00e1xias identificado como respons\u00e1vel pela reioniza\u00e7\u00e3o c\u00f3smica, as futuras miss\u00f5es da NASA v\u00e3o dizer-nos muito mais,&#8221; disse a coautora Sangeeta Malhotra de Goddard. &#8220;O pr\u00f3ximo Telesc\u00f3pio Espacial James Webb \u00e9 sens\u00edvel \u00e0 emiss\u00e3o Lyman-alfa de gal\u00e1xias ainda mais fracas a estas dist\u00e2ncias e pode encontrar mais gal\u00e1xias no grupo EGS77.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos esperam que bolhas de reioniza\u00e7\u00e3o semelhantes desta \u00e9poca sejam raras e dif\u00edceis de encontrar. O planeado WFIRST (Wide Field Infrared Survey Telescope) da NASA poder\u00e1 ser capaz de descobrir exemplos adicionais, iluminando ainda mais esta importante transi\u00e7\u00e3o na hist\u00f3ria c\u00f3smica.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Visualization: How UV Light From 1st Stars, Galaxies Transformed Universe\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/7dQGKCk7GBs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2020\/astronomers-spot-distant-galaxy-group-driving-ancient-cosmic-makeover\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Reionization\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u00c9poca da Reioniza\u00e7\u00e3o (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Emissor Lyman-alfa:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lyman-alpha_emitter\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Mayall:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.noao.edu\/outreach\/kptour\/mayall.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NOAO<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Nicholas_U._Mayall_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/spitzer\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/ssc.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro Espacial Spitzer<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Spitzer_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio W. M. Keck:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.keckobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Keck_telescopes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>WFIRST:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/wfirst.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Wide_Field_Infrared_Survey_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Inser\u00e7\u00e3o: esta ilustra\u00e7\u00e3o do grupo de gal\u00e1xias EGS77 mostra os objetos rodeados por bolhas sobrepostas de hidrog\u00e9nio ionizado. 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