{"id":2683,"date":"2019-12-27T06:39:20","date_gmt":"2019-12-27T06:39:20","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2683"},"modified":"2019-12-27T06:39:21","modified_gmt":"2019-12-27T06:39:21","slug":"hubble-investiga-planetas-de-algodao-doce","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/12\/27\/hubble-investiga-planetas-de-algodao-doce\/","title":{"rendered":"Hubble investiga planetas de &#8220;algod\u00e3o doce&#8221;"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/stsci-h-p1960a-f3840x2160.png\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"554\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/wxYcxqt.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2684\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/wxYcxqt.png 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/wxYcxqt-300x169.png 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/wxYcxqt-768x432.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra a estrela parecida com o Sol, Kepler 51, e os tr\u00eas gigantes gasosos que o telesc\u00f3pio espacial Kepler da NASA descobriu em 2012-2014. Estes planetas t\u00eam todos mais ou menos o tamanho de J\u00fapiter mas uma fra\u00e7\u00e3o min\u00fascula da sua massa. Isto significa que os planetas t\u00eam uma densidade extraordinariamente baixa, mais parecida com a de esferovite, em vez de rocha ou \u00e1gua, com base em novas observa\u00e7\u00f5es do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble. Os planetas podem ter-se formado muito mais longe da sua estrela e migrado para dentro. Agora, as suas atmosferas de hidrog\u00e9nio\/h\u00e9lio est\u00e3o a escapar para o espa\u00e7o. Eventualmente, ficam para tr\u00e1s planetas muito mais pequenos. O campo estelar de fundo est\u00e1 corretamente ilustrado, como seria se olh\u00e1ssemos de volta para o Sol, \u00e0 dist\u00e2ncia de mais ou menos 2600 anos-luz de Kepler 51, ao longo do bra\u00e7o espiral de Orionte da nossa Gal\u00e1xia. No entanto, o Sol \u00e9 demasiado t\u00e9nue para ser visto a olho nu nesta imagem simulada.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA e L. Hustak, J. Olmsted, D. Player e F. Summers (STscI)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Novos dados do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA forneceram as primeiras pistas da qu\u00edmica de dois planetas que podem ter a densidade de algod\u00e3o doce, localizados no sistema Kepler 51. Este sistema, que na realidade possui tr\u00eas exoplanetas do g\u00e9nero em \u00f3rbita de uma estrela parecida com o Sol, foi descoberto pelo telesc\u00f3pio espacial Kepler da NASA em 2012. No entanto, s\u00f3 em 2014 \u00e9 que as baixas densidades destes exoplanetas foram determinadas, para surpresa de muitos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As recentes observa\u00e7\u00f5es do Hubble permitiram que uma equipa de astr\u00f3nomos refinasse as estimativas de massa e tamanho destes mundos &#8211; confirmando independentemente a sua natureza &#8220;fofa&#8221;. Com apenas algumas vezes a massa da Terra, as suas atmosferas de hidrog\u00e9nio\/h\u00e9lio s\u00e3o t\u00e3o inchadas que s\u00e3o quase do tamanho de J\u00fapiter. Por outras palavras, estes planetas podem parecer t\u00e3o grandes e volumosos quanto J\u00fapiter, mas s\u00e3o aproximadamente cem vezes mais leves em termos de massa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O como e o porqu\u00ea das suas atmosferas serem t\u00e3o inchadas ainda est\u00e3o por descobrir, mas esta caracter\u00edstica torna os planetas de &#8220;algod\u00e3o doce&#8221; alvos ideais para a investiga\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica. Usando o Hubble, a equipa procurou evid\u00eancias de componentes, principalmente \u00e1gua, nas atmosferas dos planetas chamados Kepler-51 b e 51 d. O Hubble observou os planetas quando passaram \u00e0 frente da sua estrela, com o objetivo de observar a cor infravermelha do seu p\u00f4r-do-Sol. Os astr\u00f3nomos deduziram a quantidade de luz absorvida pela atmosfera no infravermelho. Este tipo de observa\u00e7\u00e3o permite que os cientistas procurem os sinais reveladores dos constituintes qu\u00edmicos dos planetas, como a \u00e1gua.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para surpresa da equipa do Hubble, descobriram que os espectros dos dois planetas n\u00e3o tinham assinaturas qu\u00edmicas reveladoras. Eles atribuem este resultado a nuvens de part\u00edculas altas nas suas atmosferas. &#8220;Isto foi completamente inesperado,&#8221; disse Jessica Libby-Roberts da Universidade do Colorado, em Boulder, EUA. &#8220;T\u00ednhamos planeado observar grandes recursos de absor\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, mas simplesmente n\u00e3o existiam. Estava tudo nublado!&#8221; No entanto, ao contr\u00e1rio das nuvens de \u00e1gua da Terra, as nuvens nestes planetas podem ser compostas por cristais de sal ou neblinas fotoqu\u00edmicas, como aquelas encontradas na maior lua de Saturno, Tit\u00e3.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/stsci-h-p1960b-f3840x3125.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/6bGrzBt.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Esta imagem ilustra os tr\u00eas gigantes gasosos em torno da estrela parecida com o Sol, Kepler 51, em compara\u00e7\u00e3o com alguns dos planetas do nosso Sistema Solar. Estes planetas t\u00eam todos mais ou menos o tamanho de J\u00fapiter mas uma fra\u00e7\u00e3o min\u00fascula da sua massa. O telesc\u00f3pio espacial Kepler da NASA detetou as sombras destes planetas em 2012-2014 enquanto passavam \u00e0 frente da sua estrela. N\u00e3o temos imagens diretas. Portanto, as cores dos planetas de Kepler 51 nesta impress\u00e3o de artista s\u00e3o imagin\u00e1rias.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA e L. Hustak e J. Olmsted (STScI) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estas nuvens fornecem \u00e0 equipa informa\u00e7\u00f5es sobre como Kepler-51 b e 51 d se comparam com outros planetas de baixa massa e ricos em g\u00e1s para l\u00e1 do nosso Sistema Solar. Ao comparar os espectros dos planetas inchados com os de outros planetas, a equipa foi capaz de apoiar a hip\u00f3tese de que a forma\u00e7\u00e3o de nuvens\/neblinas est\u00e1 ligada \u00e0 temperatura de um planeta &#8211; quanto mais frio \u00e9 um planeta, mais nublado se torna.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa tamb\u00e9m explorou a possibilidade destes planetas n\u00e3o serem completamente inchados. A atra\u00e7\u00e3o gravitacional entre os planetas cria pequenas mudan\u00e7as nos seus per\u00edodos orbitais e, a partir destes efeitos cronol\u00f3gicos, podemos derivar as suas massas planet\u00e1rias. Ao combinar as varia\u00e7\u00f5es de tempo em que um planeta passa em frente da sua estrela (um evento chamado tr\u00e2nsito) com os tr\u00e2nsitos observados pelo telesc\u00f3pio espacial Kepler, a equipa restringiu mais eficazmente as massas planet\u00e1rias e as din\u00e2micas do sistema. Os seus resultados concordam com as medi\u00e7\u00f5es anteriores para Kepler-51 b. No entanto, descobriram que Kepler-51 d era um pouco menos massivo (ou o planeta era ainda mais inchado) do que se pensava anteriormente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por fim, a equipa concluiu que as baixas densidades destes planetas s\u00e3o em parte uma consequ\u00eancia da tenra idade do sistema, com apenas 500 milh\u00f5es de anos, em compara\u00e7\u00e3o com os 4,6 mil milh\u00f5es de anos do Sol. Os modelos sugerem que estes planetas se formaram fora da &#8220;linha de neve&#8221; da estrela, a regi\u00e3o de poss\u00edveis \u00f3rbitas onde os materiais gelados podem sobreviver. Os planetas migraram ent\u00e3o para dentro, como uma fila de vag\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Agora, com os planetas muito mais perto da estrela, as suas atmosferas de baixa densidade dever\u00e3o evaporar-se para o espa\u00e7o ao longo dos pr\u00f3ximos milhares de milh\u00f5es de anos. Usando modelos de evolu\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria, a equipa conseguiu mostrar que Kepler-51 b, o planeta mais pr\u00f3ximo da estrela, ir\u00e1 um dia (daqui a mil milh\u00f5es de anos) parecer-se com uma vers\u00e3o mais pequena e mais quente de Neptuno, um tipo de planeta razoavelmente comum em toda a Via L\u00e1ctea. No entanto, parece que Kepler-51 d, que est\u00e1 mais distante da estrela, continuar\u00e1 a ser um planeta estranho de baixa densidade, embora v\u00e1 encolher e perder uma pequena parte da sua atmosfera. &#8220;Este sistema \u00e9 um laborat\u00f3rio \u00fanico para testar teorias sobre a evolu\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria,&#8221; disse Zach Berta-Thompson da Universidade do Colorado, em Boulder.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A boa not\u00edcia \u00e9 que nem tudo est\u00e1 perdido para a determina\u00e7\u00e3o da composi\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica destes dois planetas. O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, com a sua sensibilidade a comprimentos de onda infravermelhos mais longos, pode ser capaz de espiar atrav\u00e9s das camadas de nuvens. Observa\u00e7\u00f5es futuras com este telesc\u00f3pio podem fornecer informa\u00e7\u00f5es sobre a composi\u00e7\u00e3o destes planetas. At\u00e9 l\u00e1, estes planetas permanecem um &#8220;mist\u00e9rio doce&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2019\/cotton-candy-planet-mysteries-unravel-in-new-hubble-observations\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/hubblesite.org\/contents\/news-releases\/2019\/news-2019-60?news=true\" target=\"_blank\">\/\/ Hubblesite (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.spacetelescope.org\/images\/opo1960a\/\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.colorado.edu\/today\/2019\/12\/19\/behold-super-puffs-planets-fluffy-cotton-candy\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Colorado (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1910.12988\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/adorably-named-super-puff-planets-are-like-nothing-in-the-solar-system\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-12-cotton-candy-planet-mysteries-unravel.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.spacedaily.com\/reports\/Researchers_spy_on_planets_as_fluffy_as_cotton_candy_999.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Space Daily<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newsweek.com\/secrets-bizarre-cotton-candy-exoplanets-low-densities-hubble-telescope-1478433\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Newsweek<\/a><br><a href=\"https:\/\/metro.co.uk\/2019\/12\/20\/weird-super-puff-planets-fluffy-candy-floss-discovered-11939247\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">METRO<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/briankoberlein\/2019\/12\/21\/puff-ball-planets-hide-their-secrets-under-a-foggy-atmosphere\/#5546a5052ff2\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2019\/12\/19\/world\/cotton-candy-exoplanet-discovery-scn\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/misterio-planetas-algodao-doce-298894\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZAP.aeiou<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Kepler-51:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Kepler-51\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/1923\/kepler-51-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Kepler-51 b (NASA)<\/a><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/kepler-51_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Kepler-51 b (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/1924\/kepler-51-c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Kepler-51 c (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/kepler-51_c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Kepler-51 c (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/1925\/kepler-51-d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Kepler-51 d (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/kepler-51_d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Kepler-51 d (Exoplanet.eu)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"http:\/\/planetquest.jpl.nasa.gov\/index.cfm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlanetQuest<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Kepler:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/kepler.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA (p\u00e1gina oficial)<\/a><br><a href=\"http:\/\/keplerscience.arc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">K2 (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/kepler\/\">Arquivo de dados do Kepler<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/k2\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados da miss\u00e3o K2<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Kepler_space_telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra a estrela parecida com o Sol, Kepler 51, e os tr\u00eas gigantes gasosos que o telesc\u00f3pio 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