{"id":2653,"date":"2019-12-17T06:30:32","date_gmt":"2019-12-17T06:30:32","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2653"},"modified":"2019-12-17T06:30:33","modified_gmt":"2019-12-17T06:30:33","slug":"nicer-fornece-as-melhores-medicoes-de-sempre-de-um-pulsar-primeiro-mapa-da-superficie","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/12\/17\/nicer-fornece-as-melhores-medicoes-de-sempre-de-um-pulsar-primeiro-mapa-da-superficie\/","title":{"rendered":"NICER fornece as melhores medi\u00e7\u00f5es de sempre de um pulsar, primeiro mapa da superf\u00edcie"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/iSwBtYe.gif\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/iSwBtYe.gif\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>O NICER (Neutron star Interior Composition Explorer) da NASA instalado na Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional.<br>Cr\u00e9dito: NASA <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astrof\u00edsicos est\u00e3o a redesenhar a imagem acad\u00e9mica dos pulsares, os remanescentes densos e rodopiantes de estrelas mortas, gra\u00e7as ao NICER (Neutron star Interior Composition Explorer) da NASA, um telesc\u00f3pio de raios-X a bordo da Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional. Usando dados do NICER, os cientistas obtiveram as primeiras medi\u00e7\u00f5es precisas e confi\u00e1veis, tanto do tamanho de um pulsar quanto da sua massa, bem como o primeiro mapa de manchas quentes \u00e0 sua superf\u00edcie.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O pulsar em quest\u00e3o, J0030+0451 (ou J0030 para abreviar), fica numa regi\u00e3o isolada do espa\u00e7o a 1100 anos-luz de dist\u00e2ncia na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Peixes. Ao medir a massa e o tamanho do pulsar, o NICER revelou que as formas e os locais de &#8220;manchas quentes&#8221; com milh\u00f5es de graus, \u00e0 superf\u00edcie do pulsar, s\u00e3o muito mais estranhas do que se pensava.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Da sua posi\u00e7\u00e3o na Esta\u00e7\u00e3o Espacial, o NICER est\u00e1 a revolucionar a nossa compreens\u00e3o dos pulsares,&#8221; disse Paul Hertz, diretor da divis\u00e3o de astrof\u00edsica na sede da NASA em Washington. &#8220;Os pulsares foram descobertos h\u00e1 mais de 50 anos como far\u00f3is estelares que colapsaram em n\u00facleos densos, comportando-se como nada que vemos na Terra. Com o NICER, podemos investigar a natureza destes remanescentes densos de maneiras que pareciam imposs\u00edveis at\u00e9 agora.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma s\u00e9rie de artigos que analisam as observa\u00e7\u00f5es de J0030 pelo NICER s\u00e3o o foco de uma edi\u00e7\u00e3o da revista The Astrophysical Journal Letters e est\u00e3o dispon\u00edveis online.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando uma estrela massiva morre, fica sem combust\u00edvel, colapsa sob o seu pr\u00f3prio peso e explode como uma supernova. Estas mortes estelares podem deixar para tr\u00e1s estrelas de neutr\u00f5es, que acumulam mais massa do que o nosso Sol numa esfera com o tamanho de uma cidade. Os pulsares, que s\u00e3o uma classe de estrela de neutr\u00f5es, giram centenas de vezes por segundo e varrem feixes energ\u00e9ticos a cada rota\u00e7\u00e3o. J0030 gira 205 vezes por segundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante d\u00e9cadas, os cientistas tentaram descobrir exatamente como \u00e9 que os pulsares funcionam. No modelo mais simples, um pulsar possui um poderoso campo magn\u00e9tico em forma de im\u00e3. O campo \u00e9 t\u00e3o forte que rasga part\u00edculas da superf\u00edcie do pulsar e acelera-as. Algumas part\u00edculas seguem o campo magn\u00e9tico e atingem o lado oposto, aquecendo a superf\u00edcie e criando manchas quentes nos polos magn\u00e9ticos. Todo o pulsar brilha levemente em raios-X, mas as manchas quentes s\u00e3o mais brilhantes. \u00c0 medida que o objeto gira, estas manchas entram e saem da nossa vista como feixes de um farol, produzindo varia\u00e7\u00f5es extremamente regulares no brilho de raios-X do objeto. Mas os novos estudos de J0030 pelo NICER mostram que os pulsares n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o simples.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"572\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/RphgQ2t-1024x572.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-2654\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/RphgQ2t-1024x572.gif 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/RphgQ2t-300x168.gif 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/RphgQ2t-768x429.gif 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Simula\u00e7\u00e3o de uma poss\u00edvel configura\u00e7\u00e3o de um campo magn\u00e9tico quadripolar para um pulsar com manchas quentes somente no hemisf\u00e9rio sul.<br>Cr\u00e9dito: Centro de Voo Espacial Goddard da NASA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Usando observa\u00e7\u00f5es do NICER de julho de 2017 a dezembro de 2018, dois grupos de cientistas mapearam as manchas quentes de J0030 usando m\u00e9todos independentes e convergiram em resultados semelhantes para a sua massa e tamanho. Uma equipa liderada por Thomas Riley, estudante de doutoramento em astrof\u00edsica computacional, e a sua supervisora Anna Watts, professora de astrof\u00edsica da Universidade de Amesterd\u00e3o, determinaram que o pulsar tem cerca de 1,3 vezes a massa do Sol e 25,4 km de di\u00e2metro. Cole Miller, professor de astronomia na Universidade de Maryland, que liderou a segunda equipa, descobriu que J0030 tem aproximadamente 1,4 vezes a massa do Sol e \u00e9 um pouco maior, com 26 km de di\u00e2metro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Quando come\u00e7\u00e1mos a estudar J0030, a nossa compreens\u00e3o de como simular pulsares estava incompleta, e ainda est\u00e1,&#8221; explicou Riley. &#8220;Mas gra\u00e7as aos dados detalhados do NICER, a ferramentas de c\u00f3digo aberto, a computadores de alto desempenho e ao excelente trabalho em equipa, temos agora uma estrutura para o desenvolvimento de modelos mais real\u00edsticos destes objetos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um pulsar \u00e9 t\u00e3o denso que a sua gravidade distorce o espa\u00e7o-tempo pr\u00f3ximo &#8211; o &#8220;tecido&#8221; do Universo, conforme descrito pela teoria geral da relatividade de Einstein &#8211; da mesma maneira que uma bola de bowling num trampolim estica a superf\u00edcie. O espa\u00e7o-tempo \u00e9 t\u00e3o distorcido que a luz no lado do pulsar voltado na dire\u00e7\u00e3o oposta \u00e0 Terra \u00e9 &#8220;dobrada&#8221; e redirecionada para n\u00f3s. Isto faz a estrela parecer maior do que \u00e9. O efeito tamb\u00e9m significa que as manchas quentes nunca podem desaparecer completamente \u00e0 medida que giram para o lado oposto da estrela. O NICER mede a chegada de cada raio-X de um pulsar a mais de cem nanossegundos, uma precis\u00e3o cerca de 20 vezes maior do que a dispon\u00edvel anteriormente, para que os cientistas possam tirar vantagem deste efeito pela primeira vez.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As medi\u00e7\u00f5es incompar\u00e1veis de raios-X do NICER permitiram-nos fazer os c\u00e1lculos mais precisos e confi\u00e1veis do tamanho de um pulsar at\u00e9 ao momento, com uma incerteza inferior a 10%,&#8221; disse Miller. &#8220;Toda a equipa do NICER deu uma contribui\u00e7\u00e3o importante \u00e0 f\u00edsica fundamental que \u00e9 imposs\u00edvel investigar em laborat\u00f3rios terrestres.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A perspetiva da Terra observa o hemisf\u00e9rio norte de J0030. Quando as equipas mapearam as formas e posi\u00e7\u00f5es das manchas de J0030, esperavam encontrar algo parecido \u00e0 imagem dos pulsares que temos nos livros. Ao inv\u00e9s, os cientistas identificaram at\u00e9 tr\u00eas &#8220;manchas&#8221; quentes, todas no hemisf\u00e9rio sul.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Riley e colegas correram simula\u00e7\u00f5es usando c\u00edrculos sobrepostos de diferentes tamanhos e temperaturas para recriar os sinais de raios-X. A realiza\u00e7\u00e3o das suas an\u00e1lises no supercomputador nacional holand\u00eas Cartesius levou menos de um m\u00eas &#8211; mas seriam necess\u00e1rios cerca de 10 anos num computador normal. A sua solu\u00e7\u00e3o identifica duas manchas quentes, uma pequena e circular e a outra longa e em forma de crescente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O grupo de Miller realizou simula\u00e7\u00f5es semelhantes, mas com ovais de diferentes tamanhos e temperaturas, no supercomputador Deepthough2 da Universidade de Maryland. Encontraram duas configura\u00e7\u00f5es poss\u00edveis e igualmente prov\u00e1veis de manchas. Uma tinha duas ovais que se assemelham ao padr\u00e3o encontrado pela equipa de Riley. A segunda solu\u00e7\u00e3o acrescenta uma terceira mancha, mais fria, ligeiramente ao lado do polo rotacional sul do pulsar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As previs\u00f5es te\u00f3ricas anteriores sugeriam que as localiza\u00e7\u00f5es e formas das manchas quentes podiam variar, mas os estudos de J0030 s\u00e3o os primeiros a mapear estas caracter\u00edsticas \u00e0 superf\u00edcie. Os cientistas ainda est\u00e3o a tentar determinar a raz\u00e3o da organiza\u00e7\u00e3o e forma das manchas de J0030, mas, por enquanto, est\u00e1 claro que os campos magn\u00e9ticos dos pulsares s\u00e3o mais complicados do que o modelo tradicional de dois polos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O principal objetivo cient\u00edfico do NICER \u00e9 determinar com precis\u00e3o as massas e tamanhos de v\u00e1rios pulsares. Com esta informa\u00e7\u00e3o os cientistas ser\u00e3o finalmente capazes de decifrar o estado de mat\u00e9ria nos n\u00facleos das estrelas de neutr\u00f5es, mat\u00e9ria esmagada por tremendas press\u00f5es e densidades que n\u00e3o pode ser replicada na Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 not\u00e1vel, e tamb\u00e9m muito reconfortante, que as duas equipas tenham atingido semelhantes tamanhos, massas e padr\u00f5es de manchas quentes em J0030 usando diferentes abordagens de modelagem,&#8221; disse Zaven Arzoumanian, l\u00edder cient\u00edfico do NICER no Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, Maryland, EUA. &#8220;Diz-nos que o NICER est\u00e1 no caminho certo para ajudar a responder a uma pergunta duradoura na astrof\u00edsica: que forma assume a mat\u00e9ria nos n\u00facleos ultradensos das estrelas de neutr\u00f5es?&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"NASA\u2019s NICER Reveals 1st-ever Pulsar Surface Map\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zukBXehGHas?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2019\/nasa-s-nicer-delivers-best-ever-pulsar-measurements-1st-surface-map\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/journal\/2041-8205\/page\/Focus_on_NICER_Constraints_on_the_Dense_Matter_Equation_of_State\" target=\"_blank\">\/\/ Edi\u00e7\u00e3o especial da revista The Astrophysical Journal Letters<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ab481c\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #1 (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1912.05702\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #1 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ab451a\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1912.05705\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ab53e7\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #3 (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1912.05704v1\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #3 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ab50c5\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #4 (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1912.05705\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #4 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ab53eb\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #5 (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1912.05706\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #5 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ab5968\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #6 (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1912.05707\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #6 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ab511b\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #7 (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1912.05708\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #7 (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/astronomy.com\/news\/2019\/12\/astronomers-map-a-neutron-stars-surface-for-the-first-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/first-map-of-pulsar-surface-hotspots.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-12-nasa-nicer-best-ever-pulsar-surface.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.spacedaily.com\/reports\/NICER_delivers_best_ever_pulsar_measurements_and_first_surface_map_999.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.discovermagazine.com\/the-sciences\/astronomers-just-mapped-a-pulsars-surface-for-the-first-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Discover<\/a><br><a href=\"https:\/\/futurism.com\/the-byte\/stare-brutal-maw-barbarous-neutron-star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Futurism<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>PSR J0030+0451:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/simbad.u-strasbg.fr\/simbad\/sim-basic?Ident=PSR+J0030+0451&amp;submit=SIMBAD+search\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Simbad<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pulsares:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Pulsar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mov\/283513main_pulsar_512x288.mov\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Anima\u00e7\u00e3o de um pulsar (em formato Quicktime)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.atnf.csiro.au\/research\/pulsar\/psrcat\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cat\u00e1logo ATNF de Pulsares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>NICER:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/nicer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Neutron_Star_Interior_Composition_Explorer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional (ISS):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/SPECIALS\/Columbus\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA&nbsp;<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/station\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/International_Space_Station\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O NICER (Neutron star Interior Composition Explorer) da NASA instalado na Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional.Cr\u00e9dito: NASA Os astrof\u00edsicos est\u00e3o a redesenhar a imagem acad\u00e9mica dos pulsares, os remanescentes densos e rodopiantes de estrelas mortas, gra\u00e7as ao NICER (Neutron star Interior Composition Explorer) da NASA, um telesc\u00f3pio de raios-X a bordo da Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional. 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