{"id":2607,"date":"2019-12-03T07:10:38","date_gmt":"2019-12-03T07:10:38","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2607"},"modified":"2019-12-03T07:10:39","modified_gmt":"2019-12-03T07:10:39","slug":"telescopio-webb-vai-desvendar-os-segredos-de-galaxias-anas-proximas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/12\/03\/telescopio-webb-vai-desvendar-os-segredos-de-galaxias-anas-proximas\/","title":{"rendered":"Telesc\u00f3pio Webb vai desvendar os segredos de gal\u00e1xias an\u00e3s pr\u00f3ximas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em dois estudos separados recorrendo ao futuro Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, uma equipa de astr\u00f3nomos ir\u00e1 observar companheiras an\u00e3s da Via L\u00e1ctea e da vizinha Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda. O estudo destas pequenas companheiras ajudar\u00e1 os cientistas a aprender mais sobre a forma\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias e sobre as propriedades da mat\u00e9ria escura, uma subst\u00e2ncia misteriosa que, segundo se pensa, \u00e9 respons\u00e1vel por aproximadamente 85% da mat\u00e9ria no Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No primeiro estudo, a equipa obter\u00e1 conhecimento da mat\u00e9ria escura medindo os movimentos das estrelas em duas companheiras an\u00e3s da Via L\u00e1ctea. No segundo estudo, v\u00e3o examinar os movimentos de quatro gal\u00e1xias an\u00e3s em redor da nossa grande vizinha gal\u00e1ctica mais pr\u00f3xima, a Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda. Isto ajudar\u00e1 a determinar se algumas das gal\u00e1xias sat\u00e9lites de Andr\u00f3meda orbitam dentro de um plano, como os planetas em torno do Sol. Se o fizerem, isso ter\u00e1 importantes implica\u00e7\u00f5es para a compreens\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias. O investigador principal dos dois programas \u00e9 Roeland van der Marel do STScI (Space Telescope Science Institute) em Baltimore, no estado norte-americano da Maryland.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/sculptor.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"985\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/p5rsq8v.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2608\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/p5rsq8v.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/p5rsq8v-150x150.jpg 150w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/p5rsq8v-300x300.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/p5rsq8v-768x768.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>A gal\u00e1xia an\u00e3 do Escultor \u00e9 uma companheira da Via L\u00e1ctea. Os astr\u00f3nomos v\u00e3o usar o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb para estudar os movimentos das suas estrelas e da an\u00e3 de Drag\u00e3o, outra companheira da nossa Gal\u00e1xia. Ao estudarem o movimento das estrelas, os investigadores ser\u00e3o capazes de determinar a distribui\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria escura nestas gal\u00e1xias.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Hubble, Digitized Sky Survey 2<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observando movimentos estelares em companheiras an\u00e3s da Via L\u00e1ctea<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As gal\u00e1xias mais pr\u00f3ximas da nossa Via L\u00e1ctea s\u00e3o as suas gal\u00e1xias an\u00e3s companheiras, muito mais pequenas que a Via L\u00e1ctea. Van der Marel e a sua equipa planeiam estudar os movimentos das estrelas em duas destas gal\u00e1xias an\u00e3s, Drag\u00e3o e Escultor. As \u00f3rbitas das estrelas s\u00e3o governadas pela gravidade resultante da mat\u00e9ria escura em cada gal\u00e1xia. Ao estudar como as estrelas se movem, os investigadores ser\u00e3o capazes de determinar como a mat\u00e9ria escura \u00e9 distribu\u00edda nessas gal\u00e1xias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O modo como as estruturas no Universo se formam depende das propriedades da mat\u00e9ria escura, que compreende a maior parte da massa do Universo,&#8221; explicou van der Marel. &#8220;N\u00f3s sabemos que a mat\u00e9ria escura existe, mas n\u00e3o sabemos o que realmente comp\u00f5e essa mat\u00e9ria escura. N\u00f3s apenas sabemos que existe algo no Universo que tem gravidade e que puxa objetos, mas n\u00e3o sabemos realmente o que \u00e9.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa estudar\u00e1 a distribui\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria escura nos centros das gal\u00e1xias an\u00e3s para determinar as propriedades de temperatura deste misterioso fen\u00f3meno. Se a mat\u00e9ria escura for &#8220;fria&#8221;, a sua densidade ser\u00e1 muito alta perto dos centros das gal\u00e1xias. Se a mat\u00e9ria escura for &#8220;amena&#8221;, ser\u00e1 mais homog\u00e9nea por toda a \u00e1rea perto dos centros gal\u00e1cticos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao mesmo tempo que o instrumento NIRCam (Near Infrared Camera) do Webb estiver a estudar os centros das gal\u00e1xias an\u00e3s de Drag\u00e3o e Escultor, outro instrumento, o NIRISS (Near Infrared Imager and Slitless Spectrograph) estar\u00e1 a investigar os arredores das gal\u00e1xias an\u00e3s. &#8220;Estas observa\u00e7\u00f5es simult\u00e2neas fornecer\u00e3o algumas dicas sobre como as estrelas se movem de maneira diferente perto do centro e na periferia das gal\u00e1xias an\u00e3s,&#8221; disse o coinvestigador Tony Sohn do STScI. &#8220;Tamb\u00e9m permitir\u00e3o duas medi\u00e7\u00f5es independentes da mesma gal\u00e1xia, para verificar se existem efeitos sistem\u00e1ticos ou instrumentais.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dado que o Webb possui aproximadamente seis vezes a \u00e1rea de recolha de luz do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA, a equipa pode medir os movimentos de estrelas muito mais fracas do que o Hubble consegue observar. Quantas mais estrelas individuais inclu\u00eddas num estudo, mais precisamente a equipa pode modelar a mat\u00e9ria escura que influencia os seus movimentos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estudando o movimento das gal\u00e1xias an\u00e3s companheiras de Andr\u00f3meda<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A grande gal\u00e1xia mais pr\u00f3xima da nossa Via L\u00e1ctea, Andr\u00f3meda, tem v\u00e1rias companheiras an\u00e3s, assim como a nossa Gal\u00e1xia. Van der Marel e a sua equipa planeiam estudar como quatro destas gal\u00e1xias an\u00e3s se movem em torno de Andr\u00f3meda, para determinar se est\u00e3o agrupadas num plano no espa\u00e7o ou se se movem em torno de Andr\u00f3meda em todas as dire\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao contr\u00e1rio do primeiro programa de observa\u00e7\u00f5es, a equipa n\u00e3o est\u00e1 a tentar medir como as estrelas dentro das gal\u00e1xias an\u00e3s se movem. Neste estudo, v\u00e3o tentar determinar como as gal\u00e1xias an\u00e3s como um todo se movem em redor da Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda. Isto fornecer\u00e1 mais informa\u00e7\u00f5es sobre o processo pelo qual as grandes gal\u00e1xias se formam por acre\u00e7\u00e3o e pelo acumular de gal\u00e1xias mais pequenas e como exatamente isso funciona.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na maioria dos modelos, n\u00e3o \u00e9 de esperar que as gal\u00e1xias an\u00e3s que rodeiam as gal\u00e1xias maiores estejam num plano. Normalmente, os cientistas esperam que as gal\u00e1xias an\u00e3s orbitem em redor das gal\u00e1xias maiores de maneira aleat\u00f3ria. Lentamente, estas companheiras an\u00e3s perdem energia e podem ser acretadas para a gal\u00e1xia maior, que crescem ainda mais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, tanto para a Via L\u00e1ctea como para Andr\u00f3meda, v\u00e1rios estudos sugeriram que pelo menos uma fra\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias an\u00e3s encontram-se num plano e podem at\u00e9 estar a girar nesse plano. Uma das maneiras de determinar se isto \u00e9 verdade \u00e9 medir os seus movimentos tridimensionais. Se os movimentos estiverem realmente num plano, isto sugere que as gal\u00e1xias an\u00e3s permanecer\u00e3o no plano. Mas se as companheiras an\u00e3s parecem estar num plano, mas os seus movimentos estiverem em todas as dire\u00e7\u00f5es, isso indicaria um alinhamento ao acaso e n\u00e3o uma estrutura duradoura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Caso as gal\u00e1xias an\u00e3s se alinharem num plano, isso pode significar uma de v\u00e1rias coisas. Poder\u00e1 ser que uma boa fra\u00e7\u00e3o das companheiras an\u00e3s tenha entrado em \u00f3rbita de Andr\u00f3meda como um \u00fanico grupo. Se for esse o caso, as an\u00e3s reteriam a &#8220;mem\u00f3ria&#8221; de que todas ca\u00edram juntas e exibem atualmente propriedades din\u00e2micas semelhantes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outra possibilidade \u00e9 que as gal\u00e1xias an\u00e3s de Andr\u00f3meda se formaram como o que \u00e9 chamado de &#8220;gal\u00e1xias an\u00e3s de mar\u00e9s&#8221;. Estas cole\u00e7\u00f5es gravitacionalmente ligadas de g\u00e1s e estrelas formam-se durante fus\u00f5es ou intera\u00e7\u00f5es entre grandes gal\u00e1xias espirais. S\u00e3o t\u00e3o massivas quanto as gal\u00e1xias an\u00e3s, mas n\u00e3o s\u00e3o dominadas por mat\u00e9ria escura, como os cientistas pensam que a maior parte das gal\u00e1xias an\u00e3s s\u00e3o. \u00c9 poss\u00edvel que uma fus\u00e3o de duas gal\u00e1xias grandes com muito g\u00e1s possa formar algumas gal\u00e1xias an\u00e3s que terminem numa \u00fanica estrutura plana, mas isso seria invulgar, porque os cientistas n\u00e3o acham que as gal\u00e1xias an\u00e3s de mar\u00e9s sejam o tipo predominante de gal\u00e1xia an\u00e3 no Universo. Sabe-se que as gal\u00e1xias an\u00e3s tipicamente se formam dentro de nuvens de mat\u00e9ria escura chamadas halos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Qualquer um dos casos pode significar que a forma\u00e7\u00e3o \u00e9 mais complicada do que os investigadores \u00e0s vezes pensam. Qualquer um deles forneceria restri\u00e7\u00f5es adicionais aos cientistas que desenvolvem modelos te\u00f3ricos da forma\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A precis\u00e3o extrema do Webb<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em ambos os programas, a equipa levar\u00e1 o Webb aos seus limites em termos de exatid\u00e3o e precis\u00e3o. &#8220;\u00c9 uma situa\u00e7\u00e3o muito complicada, porque basicamente o que queremos medir s\u00e3o movimentos muito pequenos,&#8221; explicou o coinvestigador Andrea Bellini do STScI. &#8220;A precis\u00e3o que queremos alcan\u00e7ar \u00e9 como medir algo que se move alguns cent\u00edmetros por ano na superf\u00edcie da Lua, visto a partir da Terra.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ambos os estudos s\u00e3o programas de Observa\u00e7\u00e3o de Tempo Garantido alocados \u00e0 equipa do cientista Matt Mountain do Telesc\u00f3pio Webb. O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb ser\u00e1 o principal observat\u00f3rio espacial do mundo quando for lan\u00e7ado em 2021. O Webb vai resolver mist\u00e9rios no nosso Sistema Solar, olhar al\u00e9m para mundos distantes em torno de outras estrelas e investigar as estruturas misteriosas e origens do nosso Universo. \u00c9 um programa internacional liderado pela NASA com os seus parceiros ESA e Ag\u00eancia Espacial Canadiana.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Are All Galaxies the Same?\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/b6a79fmPEdc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2019\/nasa-s-webb-to-unveil-the-secrets-of-nearby-dwarf-galaxies\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Via L\u00e1ctea:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Milky_Way\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/messier.seds.org\/more\/mw.html\" target=\"_blank\">SEDS<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Satellite_galaxies_of_the_Milky_Way\" target=\"_blank\">Gal\u00e1xias sat\u00e9lite da Via L\u00e1ctea (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Draco_Dwarf\">An\u00e3 de Drag\u00e3o (Wikipedia)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sculptor_Dwarf_Galaxy\" target=\"_blank\">An\u00e3 de Escultor (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda (M31):<br><\/strong><a href=\"http:\/\/messier.seds.org\/m\/m031.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Andromeda_Galaxy\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_Andromeda's_satellite_galaxies\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gal\u00e1xias sat\u00e9lite de Andr\u00f3meda (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Mat\u00e9ria escura:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Dark_matter\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em dois estudos separados recorrendo ao futuro Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, uma equipa de astr\u00f3nomos ir\u00e1 observar companheiras an\u00e3s da Via L\u00e1ctea e da vizinha Gal\u00e1xia de Andr\u00f3meda. 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