{"id":2569,"date":"2019-11-15T06:37:41","date_gmt":"2019-11-15T06:37:41","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2569"},"modified":"2019-11-15T06:37:52","modified_gmt":"2019-11-15T06:37:52","slug":"com-o-misterio-do-metano-marciano-por-resolver-cientistas-do-curiosity-fornecem-outro-o-do-oxigenio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/11\/15\/com-o-misterio-do-metano-marciano-por-resolver-cientistas-do-curiosity-fornecem-outro-o-do-oxigenio\/","title":{"rendered":"Com o mist\u00e9rio do metano marciano por resolver, cientistas do Curiosity fornecem outro: o do oxig\u00e9nio"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/clouds_2.gif\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"534\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/7hfivUX-1024x534.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-2570\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/7hfivUX-1024x534.gif 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/7hfivUX-300x157.gif 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/7hfivUX-768x401.gif 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>O rover Curiosity da NASA fotografou estas nuvens passageiras no dia 17 de maio de 2019, o 2410.\u00ba dia marciano, ou sol, da miss\u00e3o, usando as suas Navcams a preto e branco.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pela primeira vez na hist\u00f3ria da explora\u00e7\u00e3o espacial, os cientistas mediram as mudan\u00e7as sazonais nos gases que preenchem o ar diretamente acima da superf\u00edcie da Cratera Gale em Marte. Como resultado, notaram algo desconcertante: o oxig\u00e9nio, o g\u00e1s que muitos seres vivos da Terra usam para respirar, comporta-se de uma maneira que at\u00e9 agora os cientistas n\u00e3o conseguem explicar atrav\u00e9s de processos qu\u00edmicos conhecidos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao longo de tr\u00eas anos marcianos (ou quase seis anos terrestres) um instrumento pertencente ao laborat\u00f3rio qu\u00edmico port\u00e1til SAM (Sample Analysis at Mars) no interior do rover Curiosity da NASA inalou o ar da Cratera Gale e analisou a sua composi\u00e7\u00e3o. Os resultados obtidos pelo SAM confirmaram a composi\u00e7\u00e3o da atmosfera marciana \u00e0 superf\u00edcie: 95% de di\u00f3xido de carbono (CO<sub>2<\/sub>), 2,6% de azoto molecular (N<sub>2<\/sub>), 1,9% de \u00e1rgon (Ar), 0,16% de oxig\u00e9nio molecular (O<sub>2<\/sub>) e 0,06% de mon\u00f3xido de carbono (CO). Tamb\u00e9m revelaram como as mol\u00e9culas no ar marciano se misturam e circulam com as mudan\u00e7as na press\u00e3o do ar ao longo do ano. Estas mudan\u00e7as s\u00e3o provocadas quando o g\u00e1s CO<sub>2<\/sub>&nbsp;congela nos polos no inverno, diminuindo a press\u00e3o do ar por todo o planeta ap\u00f3s a redistribui\u00e7\u00e3o do ar para manter o equil\u00edbrio da press\u00e3o. Quando o CO<sub>2<\/sub>&nbsp;evapora na primavera e no ver\u00e3o e se mistura por Marte, aumenta a press\u00e3o do ar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Neste ambiente, os cientistas descobriram que o azoto e o \u00e1rgon seguem um padr\u00e3o sazonal previs\u00edvel, aumentando e diminuindo a concentra\u00e7\u00e3o na Cratera Gale ao longo do ano em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 quantidade de CO<sub>2<\/sub>&nbsp;existente no ar. Eles esperavam que o oxig\u00e9nio fizesse o mesmo. Mas n\u00e3o fez. Ao inv\u00e9s, a quantidade deste g\u00e1s no ar subiu durante toda a primavera e ver\u00e3o, at\u00e9 30%, e depois voltou aos n\u00edveis previstos pela qu\u00edmica conhecidos no outono. Este padr\u00e3o repetiu-se em cada primavera, embora a quantidade de oxig\u00e9nio adicionada \u00e0 atmosfera variasse, implicando que algo estava a produzi-lo e a retir\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/mars_seasonal_oxygen_gale_crater.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/xyusYQl.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>As varia\u00e7\u00f5es sazonais do oxig\u00e9nio na Cratera Gale.<br>Cr\u00e9dito: Melissa Trainer\/Dan Gallagher\/NASA Goddard<br><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A primeira vez que vimos isto, foi incompreens\u00edvel,&#8221; disse Sushil Atreya, professor de ci\u00eancias clim\u00e1ticas e espaciais na Universidade de Michigan, em Ann Arbor, EUA. Atreya \u00e9 coautor de um artigo sobre este t\u00f3pico publicado dia 12 de novembro na revista Journal of Geophysical Research: Planets.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Assim que os cientistas descobriram o enigma do oxig\u00e9nio, os especialistas em Marte come\u00e7aram a trabalhar para o explicar. Primeiro, verificaram duas, tr\u00eas vezes a precis\u00e3o do instrumento do SAM que usaram para medir os gases: o QMS (Quadrupole Mass Spectrometer). O instrumento estava a funcionar bem. Consideraram a possibilidade de que as mol\u00e9culas de CO<sub>2<\/sub>&nbsp;ou \u00e1gua (H<sub>2<\/sub>O) pudessem libertar oxig\u00e9nio quando se quebrassem na atmosfera, levando a este aumento de curta dura\u00e7\u00e3o. Mas seria necess\u00e1ria 5 vezes mais \u00e1gua acima de Marte para produzir este oxig\u00e9nio extra, e o CO<sub>2<\/sub>&nbsp;quebra-se demasiado devagar para gerar tanto oxig\u00e9nio em t\u00e3o pouco tempo. E a diminui\u00e7\u00e3o do oxig\u00e9nio? A radia\u00e7\u00e3o solar pode ter quebrado as mol\u00e9culas de oxig\u00e9nio em dois \u00e1tomos que escaparam para o espa\u00e7o? N\u00e3o, conclu\u00edram os cientistas, j\u00e1 que levaria pelo menos 10 anos para o oxig\u00e9nio desaparecer por este processo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos com dificuldades em explicar este processo,&#8221; acrescenta Melissa Trainer, cientista planet\u00e1ria no Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado norte-americano de Maryland, que liderou esta investiga\u00e7\u00e3o. &#8220;O facto do comportamento do oxig\u00e9nio n\u00e3o ser perfeitamente repet\u00edvel a cada esta\u00e7\u00e3o faz-nos pensar que n\u00e3o \u00e9 um problema que tem a ver com a din\u00e2mica atmosf\u00e9rica. Tem que ser alguma fonte e &#8216;pia&#8217; qu\u00edmicas que ainda n\u00e3o conseguimos explicar.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para os cientistas que estudam Marte, a hist\u00f3ria do oxig\u00e9nio \u00e9 curiosamente semelhante \u00e0 do metano. O metano est\u00e1 constantemente no ar dentro da Cratera Gale em quantidades t\u00e3o pequenas (0.00000004% em m\u00e9dia) que dificilmente se pode discernir, mesmo com os instrumentos mais sens\u00edveis em Marte. Ainda assim, foi medido pelo TLS (Tunable Laser Spectrometer) do SAM. O instrumento revelou que, embora o metano aumente e diminua sazonalmente, aumenta em abund\u00e2ncia cerca de 60% nos meses de ver\u00e3o por raz\u00f5es at\u00e9 ao momento inexplic\u00e1veis (de facto, o metano tamb\u00e9m aumenta de forma aleat\u00f3ria e dram\u00e1tica. Os cientistas est\u00e3o a tentar descobrir porqu\u00ea).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com as novas descobertas do oxig\u00e9nio em m\u00e3o, a equipa de Trainer quer saber se alguma qu\u00edmica semelhante \u00e0 que est\u00e1 a impulsionar as varia\u00e7\u00f5es sazonais naturais do metano tamb\u00e9m pode gerar oxig\u00e9nio. Pelo menos ocasionalmente, os dois gases parecem flutuar em conjunto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos a come\u00e7ar a ver esta correla\u00e7\u00e3o tentadora entre o metano e o oxig\u00e9nio durante boa parte do ano marciano,&#8221; acrescentou Atreya. &#8220;Penso que h\u00e1 algo aqui. Apenas ainda n\u00e3o tenho as respostas. Ningu\u00e9m tem.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/mars_seasonal_o2_ch4_gale_crater.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/ZuhHKzO.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Varia\u00e7\u00f5es sazonais do oxig\u00e9nio e do metano na Cratera Gale.<br>Cr\u00e9dito: Melissa Trainer\/Dan Gallagher\/NASA\/Goddard <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O oxig\u00e9nio e o metano podem ser produzidos tanto biologicamente (de micr\u00f3bios, por exemplo) quanto abioticamente (de qu\u00edmica relacionada com a \u00e1gua e as rochas). Os cientistas est\u00e3o a considerar todas as op\u00e7\u00f5es, embora n\u00e3o tenham nenhuma evid\u00eancia convincente de atividade biol\u00f3gica em Marte. O Curiosity n\u00e3o tem instrumentos que possam dizer definitivamente se a fonte do metano ou oxig\u00e9nio em Marte \u00e9 biol\u00f3gica ou geol\u00f3gica. Os cientistas esperam que as explica\u00e7\u00f5es n\u00e3o biol\u00f3gicas sejam mais prov\u00e1veis e est\u00e3o a trabalhar diligentemente para as entender completamente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa de Trainer considerou o solo marciano como uma fonte do oxig\u00e9nio extra da primavera. Afinal, \u00e9 conhecido por ser rico no elemento, na forma de compostos como per\u00f3xido de hidrog\u00e9nio e percloratos. Uma experi\u00eancia realizada nos &#8220;landers&#8221; Viking mostrou, h\u00e1 d\u00e9cadas atr\u00e1s, que o calor e a humidade podem libertar oxig\u00e9nio do solo marciano. Mas essa experi\u00eancia ocorreu em condi\u00e7\u00f5es bem diferentes do ambiente primaveril de Marte e n\u00e3o explica a queda do oxig\u00e9nio, entre outros problemas. Outras explica\u00e7\u00f5es poss\u00edveis tamb\u00e9m n\u00e3o s\u00e3o suficientes por enquanto. Por exemplo, a radia\u00e7\u00e3o altamente energ\u00e9tica do solo pode produzir O<sub>2<\/sub>&nbsp;extra no ar, mas levaria um milh\u00e3o de anos para acumular oxig\u00e9nio suficiente no solo a fim de explicar o aumento medido em apenas uma primavera, relatam os investigadores no seu artigo.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/OKoLh9g.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption> P\u00f4r-do-Sol no local de aterragem da Viking 1 em 1976.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL<br><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Ainda n\u00e3o conseguimos chegar a um processo que produza a quantidade de oxig\u00e9nio necess\u00e1ria, mas achamos que deve haver algo no solo superficial que muda sazonalmente, porque n\u00e3o h\u00e1 \u00e1tomos de oxig\u00e9nio dispon\u00edveis na atmosfera para criar o comportamento que vemos,&#8221; disse Timothy McConnochie, cientista assistente de pesquisa da Universidade de Maryland em College Park e tamb\u00e9m coautor do artigo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os \u00fanicos ve\u00edculos espaciais anteriores com instrumentos capazes de medir a composi\u00e7\u00e3o do ar marciano perto do solo foram os &#8220;landers&#8221; Viking da NASA, que alcan\u00e7aram o Planeta Vermelho em 1976. No entanto, as experi\u00eancias Viking cobriram apenas alguns dias marcianos, de modo que n\u00e3o puderam revelar os padr\u00f5es sazonais dos diferentes gases. As novas medi\u00e7\u00f5es do SAM s\u00e3o as primeiras a faz\u00ea-lo. A equipa do SAM vai continuar a medir os gases atmosf\u00e9ricos para que os cientistas possam recolher dados mais detalhados ao longo de cada esta\u00e7\u00e3o. Enquanto isso, Trainer e a sua equipa esperam que outros especialistas em Marte trabalhem para resolver o mist\u00e9rio do oxig\u00e9nio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 a primeira vez que vemos este comportamento estranho ao longo de v\u00e1rios anos. N\u00e3o o entendemos totalmente,&#8221; disse Trainer. &#8220;Para mim, \u00e9 um convite aberto a todas as pessoas inteligentes interessadas nisto: vejam o que podem determinar.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2019\/with-mars-methane-mystery-unsolved-curiosity-serves-scientists-a-new-one-oxygen\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/agupubs.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/abs\/10.1029\/2019JE006175\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Journal of Geophysical Research: Planets)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/pub_releases\/2019-11\/nsfc-wmm111219.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/mars-oxygen-mystery-curiosity-rover.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/144001\/now-curiosity-has-found-another-gas-that-shouldnt-exist-in-the-martian-atmosphere-molecular-oxygen-a-sign-of-life\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/oxygen-on-mars-is-behaving-in-a-way-scientists-can-t-explain\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-11-mars-methane-mystery-unsolved-curiosity.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"http:\/\/astrobiology.com\/2019\/11\/curiosity-observes-oxygen-at-gale-crater.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceRef<\/a><br><a href=\"https:\/\/futurism.com\/mind-boggling-behavior-oxygen-mars-nasa-stumped\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">futurism<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.livescience.com\/oxygen-levels-change-gale-crater-mars.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Live Science<\/a><br><a href=\"https:\/\/nypost.com\/2019\/11\/13\/nasa-detects-oxygen-changes-on-mars-its-struggling-to-explain\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New York Post<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2019\/11\/13\/world\/mars-2020-rover-fossils-scn-trnd\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/curiosity-finds-mysterious-oxygen-fluctuations-on-mars-1839809905\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gizmodo<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Marte:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Mars_%28planet%29\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a>&nbsp;<br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Atmosphere_of_Mars\" target=\"_blank\">Atmosfera de Marte (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Metano:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Methane\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Methane_on_Mars\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Metano na atmosfera de Marte (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Rover Curiosity (MSL):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/msl\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/mars.jpl.nasa.gov\/msl\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA &#8211; 2<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/MarsCuriosity\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/marscuriosity\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Mars_Science_Laboratory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Miss\u00f5es Viking:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/viking\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Viking_1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Viking 1 (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Viking_2\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Viking 2 (Wikipedia)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O rover Curiosity da NASA fotografou estas nuvens passageiras no dia 17 de maio de 2019, o 2410.\u00ba dia marciano, ou sol, da miss\u00e3o, usando as suas Navcams a preto e branco.Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech Pela primeira vez na hist\u00f3ria da explora\u00e7\u00e3o espacial, os cientistas mediram as mudan\u00e7as sazonais nos gases que preenchem o ar diretamente acima &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2570,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9,16],"tags":[4,252,616,336,555],"class_list":["post-2569","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-sistema-solar","category-sondas-missoes-espaciais","tag-marte","tag-metano","tag-oxigenio","tag-rover-curiosity","tag-viking"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2569","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2569"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2569\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2572,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2569\/revisions\/2572"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2570"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2569"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2569"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2569"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}