{"id":2506,"date":"2019-10-22T05:35:56","date_gmt":"2019-10-22T05:35:56","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2506"},"modified":"2019-10-22T05:35:57","modified_gmt":"2019-10-22T05:35:57","slug":"estrelas-antigas-lancam-luz-sobre-semelhancas-da-terra-com-outros-planetas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/10\/22\/estrelas-antigas-lancam-luz-sobre-semelhancas-da-terra-com-outros-planetas\/","title":{"rendered":"Estrelas antigas lan\u00e7am luz sobre semelhan\u00e7as da Terra com outros planetas"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/newsroom.ucla.edu\/_gallery\/get_file\/?file_id=5d98053a2cfac209fa0d9e6a&amp;album_id=\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"701\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/whitedwarfimage2019creditMarkGarlick_ba93e47a-eaba-4948-a53d-af1ebc5fd1ad-prv-1024x701.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2507\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/whitedwarfimage2019creditMarkGarlick_ba93e47a-eaba-4948-a53d-af1ebc5fd1ad-prv-1024x701.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/whitedwarfimage2019creditMarkGarlick_ba93e47a-eaba-4948-a53d-af1ebc5fd1ad-prv-300x206.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/whitedwarfimage2019creditMarkGarlick_ba93e47a-eaba-4948-a53d-af1ebc5fd1ad-prv-768x526.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/whitedwarfimage2019creditMarkGarlick_ba93e47a-eaba-4948-a53d-af1ebc5fd1ad-prv-110x75.jpg 110w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/whitedwarfimage2019creditMarkGarlick_ba93e47a-eaba-4948-a53d-af1ebc5fd1ad-prv.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Impress\u00e3o de artista de uma an\u00e3 branca com um planeta em cima e \u00e0 direita.<br>Cr\u00e9dito: Mark Garlick<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os planetas parecidos com a Terra podem ser comuns no Universo, sugere um novo estudo da UCLA (Universidade da Calif\u00f3rnia em Los Angeles). A equipa de astrof\u00edsicos e geoqu\u00edmicos apresenta novas evid\u00eancias de que a Terra n\u00e3o \u00e9 \u00fanica. O estudo foi publicado dia 18 de outubro na revista Science.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Acab\u00e1mos de aumentar a probabilidade de muitos planetas rochosos serem como a Terra e h\u00e1 um n\u00famero muito grande de planetas rochosos no Universo,&#8221; disse o coautor Edward Young, professor de geoqu\u00edmica e cosmoqu\u00edmica da UCLA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas, liderados por Alexandra Doyle, estudante de geoqu\u00edmica e astroqu\u00edmica da UCLA, desenvolveu um novo m\u00e9todo para analisar em detalhe a geoqu\u00edmica dos planetas para l\u00e1 do nosso Sistema Solar. Doyle f\u00ea-lo analisando os elementos em rochas de asteroides ou fragmentos de planetas rochosos que orbitavam seis estrelas an\u00e3s brancas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos a estudar a geoqu\u00edmica de rochas de outras estrelas, o que \u00e9 quase in\u00e9dito,&#8221; salientou Young.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Determinar a composi\u00e7\u00e3o de planetas fora do nosso Sistema Solar \u00e9 muito dif\u00edcil,&#8221; disse a coautora Hilke Schlichting, professora associada de astrof\u00edsica e ci\u00eancia planet\u00e1ria da Universidade de Harvard. &#8220;Us\u00e1mos o \u00fanico m\u00e9todo poss\u00edvel &#8211; um m\u00e9todo pioneiro &#8211; para determinar a geoqu\u00edmica de rochas para l\u00e1 do Sistema Solar.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As estrelas an\u00e3s brancas s\u00e3o os remanescentes densos de estrelas normais. A sua forte atra\u00e7\u00e3o gravitacional faz com que os elementos pesados como carbono, oxig\u00e9nio e azoto &#8220;afundem&#8221; rapidamente nos seus interiores, onde os elementos pesados n\u00e3o podem ser detetados por telesc\u00f3pios. A estrela an\u00e3 branca mais pr\u00f3xima estudada por Doyle fica a cerca de 200 anos-luz da Terra e a mais distante est\u00e1 a 665 anos-luz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Observando estas an\u00e3s brancas e os elementos presentes na sua atmosfera, estamos a observar os elementos que est\u00e3o no corpo que orbitou a an\u00e3 branca,&#8221; disse Doyle. A grande for\u00e7a gravitacional da an\u00e3 branca rasga o asteroide ou fragmento de planeta que est\u00e1 em \u00f3rbita e o material cai sobre a an\u00e3 branca, acrescentou. &#8220;Observar uma an\u00e3 branca \u00e9 como fazer uma aut\u00f3psia sobre o conte\u00fado daquilo que devorou no seu sistema.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados analisados por Doyle foram recolhidos por telesc\u00f3pios, principalmente pelo Observat\u00f3rio W. M. Keck no Hawaii, que os cientistas espaciais haviam recolhido anteriormente para outros fins cient\u00edficos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Se eu observasse uma estrela an\u00e3 branca, esperaria ver hidrog\u00e9nio e h\u00e9lio,&#8221; disse Doyle. &#8220;Mas nestes dados, tamb\u00e9m vejo outras subst\u00e2ncias, como sil\u00edcio, magn\u00e9sio, carbono e oxig\u00e9nio &#8211; material de corpos que estavam em \u00f3rbita e que se acumulou nas an\u00e3s brancas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando o ferro \u00e9 oxidado, partilha os seus eletr\u00f5es com o oxig\u00e9nio, formando uma liga\u00e7\u00e3o qu\u00edmica, explicou Young. &#8220;A isto chamamos oxida\u00e7\u00e3o e podemos ver quando o metal se transforma em ferrugem,&#8221; disse. &#8220;O oxig\u00e9nio rouba eletr\u00f5es do ferro, produzindo \u00f3xido de ferro em vez de ferro. N\u00f3s medimos a quantidade de ferro oxidado nestas rochas que atingem a an\u00e3 branca. Estud\u00e1mos o quanto o metal enferruja.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As rochas da Terra, de Marte e de outras partes do nosso Sistema Solar s\u00e3o semelhantes em composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica e cont\u00eam um n\u00edvel surpreendentemente alto de ferro oxidado, explicou Young. &#8220;N\u00f3s medimos a quantidade de ferro oxidado nestas rochas que atingem a an\u00e3 branca,&#8221; disse.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Sol \u00e9 composto principalmente de hidrog\u00e9nio, que faz o oposto da oxida\u00e7\u00e3o &#8211; o hidrog\u00e9nio acrescenta eletr\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores disseram que a oxida\u00e7\u00e3o de um planeta rochoso tem um efeito significativo na atmosfera, no n\u00facleo e no tipo de rochas que produz \u00e0 superf\u00edcie. &#8220;Toda a qu\u00edmica que ocorre \u00e0 superf\u00edcie da Terra pode, em \u00faltima an\u00e1lise, ser rastreada at\u00e9 ao estado de oxida\u00e7\u00e3o do planeta,&#8221; disse Young. &#8220;O facto de termos oceanos e todos os ingredientes necess\u00e1rios para a vida pode ser rastreado at\u00e9 \u00e0 quantidade de oxida\u00e7\u00e3o do planeta. As rochas controlam a qu\u00edmica.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">At\u00e9 agora, os cientistas n\u00e3o sabiam em detalhe se a qu\u00edmica dos exoplanetas rochosos era semelhante ou se era muito diferente da qu\u00edmica da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Qu\u00e3o semelhantes s\u00e3o as rochas que a equipa da UCLA analisou, com as rochas da Terra e de Marte?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Muito parecidas,&#8221; disse Doyle. &#8220;S\u00e3o parecidas com as da Terra e com as de Marte em termos de ferro oxidado. Estamos a descobrir que rochas s\u00e3o rochas em toda a parte, com geof\u00edsica e geoqu\u00edmica muito semelhantes.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O motivo pelo qual as rochas no nosso Sistema Solar s\u00e3o t\u00e3o oxidadas sempre foi um mist\u00e9rio,&#8221; disse Young. &#8220;N\u00e3o \u00e9 o que seria de esperar. Tamb\u00e9m quer\u00edamos saber se isto seria verdade noutras estrelas. O nosso estudo diz que sim. Isto \u00e9 muito bom para a procura por planetas parecidos com a Terra no Universo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As an\u00e3s brancas s\u00e3o um ambiente raro para os cientistas analisarem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores estudaram os seis elementos mais comuns nas rochas: ferro, oxig\u00e9nio, sil\u00edcio, magn\u00e9sio, c\u00e1lcio e alum\u00ednio. Usaram c\u00e1lculos e f\u00f3rmulas matem\u00e1ticas porque os cientistas n\u00e3o conseguem estudar rochas reais em torno de an\u00e3s brancas. &#8220;Podemos determinar matematicamente a geoqu\u00edmica destas rochas e comparar estes c\u00e1lculos com as rochas que temos da Terra e de Marte,&#8221; disse Doyle, que tem forma\u00e7\u00e3o em geologia e matem\u00e1tica. &#8220;A compreens\u00e3o das rochas \u00e9 crucial porque revelam a geoqu\u00edmica e geof\u00edsica do planeta.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Se as rochas extraterrestres t\u00eam uma quantidade de oxida\u00e7\u00e3o semelhante \u00e0 da Terra, ent\u00e3o podemos concluir que o planeta possui placas tect\u00f3nicas parecidas e potencial para campos magn\u00e9ticos semelhantes aos da Terra, que se pensa serem ingredientes para a vida,&#8221; real\u00e7ou Schlichting. &#8220;Este estudo \u00e9 um salto em frente no que toca \u00e0s infer\u00eancias de corpos para l\u00e1 do nosso Sistema Solar e indica que \u00e9 muito prov\u00e1vel que existam realmente an\u00e1logos da Terra.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Young disse que o seu departamento tem astrof\u00edsicos e geoqu\u00edmicos trabalhando juntos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O resultado,&#8221; disse, &#8220;\u00e9 que estamos a fazer geoqu\u00edmica real em rochas fora do nosso Sistema Solar. A maioria dos astrof\u00edsicos n\u00e3o pensaria em fazer isto, e a maioria dos geoqu\u00edmicos nunca pensaria em aplicar isto a uma an\u00e3 branca.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/newsroom.ucla.edu\/releases\/stars-planets-earth-geochemistry\" target=\"_blank\">\/\/ UCLA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/science.sciencemag.org\/cgi\/doi\/10.1126\/science.aax3901\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Science)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/polluted-white-dwarfs-show-earthlike-planets.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2019\/10\/191017141052.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/pub_releases\/2019-10\/aaft-eih101519.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-10-ancient-stars-earth-similarities-planets.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/astronomers-have-found-a-brilliant-new-way-to-study-the-guts-of-exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.reuters.com\/article\/us-space-planets\/planetary-autopsies-indicate-worlds-like-earth-common-in-the-cosmos-idUSKBN1WW2M7\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reuters<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newsweek.com\/universe-filled-earth-planets-study-1465971\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Newsweek<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/briankoberlein\/2019\/10\/19\/to-study-alien-worlds-astronomers-look-to-white-dwarfs\/#7774711ec985\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"http:\/\/planetquest.jpl.nasa.gov\/index.cfm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlanetQuest<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3s brancas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/White_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/imagine.gsfc.nasa.gov\/science\/objects\/dwarfs2.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio W. M. Keck:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.keckobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Keck_telescopes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impress\u00e3o de artista de uma an\u00e3 branca com um planeta em cima e \u00e0 direita.Cr\u00e9dito: Mark Garlick Os planetas parecidos com a Terra podem ser comuns no Universo, sugere um novo estudo da UCLA (Universidade da Calif\u00f3rnia em Los Angeles). 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