{"id":2473,"date":"2019-10-11T05:36:45","date_gmt":"2019-10-11T05:36:45","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2473"},"modified":"2019-10-11T05:36:47","modified_gmt":"2019-10-11T05:36:47","slug":"rover-curiosity-encontra-um-antigo-oasis-em-marte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/10\/11\/rover-curiosity-encontra-um-antigo-oasis-em-marte\/","title":{"rendered":"Rover Curiosity encontra um antigo o\u00e1sis em Marte"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/pia21261_0.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"688\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/fbIBsnt.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2474\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/fbIBsnt.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/fbIBsnt-300x210.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/fbIBsnt-768x536.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>A rede de fissuras nesta rocha marciana chamada &#8220;Old Soaker&#8221; pode ter sido formada a partir de uma camada de lama seca h\u00e1 mais de 3 mil milh\u00f5es de anos. A imagem abrange cerca de 90 cent\u00edmetros (esquerda para a direita) e combina tr\u00eas imagens obtidas pela c\u00e2mara MAHLI no bra\u00e7o rob\u00f3tico do rover Curiosity.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech\/MSSS<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se pud\u00e9ssemos viajar para o passado, at\u00e9 h\u00e1 3,5 mil milh\u00f5es de anos, qual seria o aspeto de Marte? A imagem est\u00e1 a evoluir entre os cientistas que trabalham com o rover Curiosity da NASA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Imagine lagos que pontilham o ch\u00e3o da Cratera Gale, uma antiga bacia com 150 km de di\u00e2metro que o Curiosity est\u00e1 a explorar. Riachos podem ter decorado as paredes da cratera, correndo em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 sua base. Ao acelerar o passar do tempo ver\u00edamos estas forma\u00e7\u00f5es l\u00edquidas a transbordar e depois a secar, um ciclo que provavelmente se repetiu v\u00e1rias vezes ao longo de milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta \u00e9 a paisagem descrita pelos cientistas do Curiosity num novo artigo cient\u00edfico publicado na revista Nature Geoscience. Os autores interpretam as rochas enriquecidas em sais minerais descobertas pelo rover como evid\u00eancias de charcos rasos e salgados que passaram por epis\u00f3dios de transbordamento e secagem. Os dep\u00f3sitos servem como uma marca d&#8217;\u00e1gua criada pelas flutua\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, \u00e0 medida que o ambiente marciano passava de h\u00famido para o deserto gelado de hoje.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas gostariam de compreender quanto tempo levou esta transi\u00e7\u00e3o e quando \u00e9 que exatamente ocorreu. Esta pista mais recente pode ser um sinal de descobertas futuras, \u00e0 medida que o Curiosity se aproxima de uma regi\u00e3o chamada &#8220;unidade portadora de sulfato&#8221;, que se espera ter sido formada num ambiente ainda mais seco. Representa uma diferen\u00e7a gritante da parte inferior da montanha, onde o Curiosity descobriu evid\u00eancias de lagos persistentes de \u00e1gua doce.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Cratera Gale \u00e9 o remanescente antigo de um enorme impacto. Os sedimentos transportados pela \u00e1gua e pelo vento acabaram por preencher o ch\u00e3o da cratera, camada ap\u00f3s camada. Depois dos sedimentos terem endurecido, o vento esculpiu a rocha em camadas no imponente Monte Sharp, que o Curiosity est\u00e1 a subir hoje. Agora expostas nas encostas da montanha, cada camada revela uma era diferente da hist\u00f3ria marciana e cont\u00e9m pistas sobre o ambiente predominante da \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;N\u00f3s fomos \u00e0 Cratera Gale porque preserva este registo \u00fanico de um planeta Marte em mudan\u00e7a,&#8221; disse o autor principal William Rapin de Caltech. &#8220;A determina\u00e7\u00e3o de quando e como o clima do planeta come\u00e7ou a evoluir \u00e9 uma pe\u00e7a de outro quebra-cabe\u00e7as: quando e por quanto tempo \u00e9 que Marte foi capaz de suportar vida microbiana \u00e0 superf\u00edcie?&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ele e os seus coautores descrevem sais encontrados numa sec\u00e7\u00e3o de rochas sedimentares com 150 metros de altura de nome &#8220;Ilha Sutton&#8221;, que o Curiosity visitou em 2017. Com base numa s\u00e9rie de fissuras de lama num local denominado &#8220;Old Soaker&#8221;, a equipa j\u00e1 sabia que a \u00e1rea teve per\u00edodos mais secos e intermitentes. Mas os sais da Ilha Sutton sugerem que a \u00e1gua tamb\u00e9m se concentrou em salmoura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Normalmente, quando um lago seca completamente, deixa muitas quantidades de cristais de sal puro para tr\u00e1s. Mas os sais da Ilha Sutton s\u00e3o diferentes: por um lado, s\u00e3o sais minerais, n\u00e3o sal de mesa. Est\u00e3o tamb\u00e9m misturados com sedimentos, sugerindo que se cristalizaram num ambiente molhado &#8211; possivelmente logo abaixo de charcos rasos e em evapora\u00e7\u00e3o, cheios de \u00e1gua salgada.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/pia23374-16.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/aOuFVQH.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Repleto de lagos salinos, o planalto salgado Quisquiro no Altiplano da Am\u00e9rica do Sul representa o tipo de paisagem que os cientistas pensam que pode ter existido na Cratera Gale, que o rover Curiosity da NASA est\u00e1 a explorar.<br>Cr\u00e9dito: Maksym Bocharov <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dado que a Terra e Marte eram, nos seus primeiros dias, parecidos, Rapin especulou que a Ilha Sutton pode ter sido parecida com lagos salinos no Altiplano da Am\u00e9rica do Sul. Riachos e rios que correm das cadeias montanhosas at\u00e9 este planalto a alta altitude levam a bacias fechadas semelhantes \u00e0 antiga Cratera Gale de Marte. Os lagos do Altiplano s\u00e3o fortemente influenciados pelo clima, da mesma forma que a Cratera Gale.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Durante per\u00edodos mais secos, os lagos do Altiplano tornam-se mais rasos e alguns podem secar completamente,&#8221; disse Rapin. &#8220;O facto de estarem livres de vegeta\u00e7\u00e3o f\u00e1-los parecer um pouco com Marte.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sinais de um Marte seco<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As rochas enriquecidas com sal da Ilha Sutton s\u00e3o apenas uma pista entre as v\u00e1rias que a equipa do rover est\u00e1 a usar para entender como o clima marciano mudou. Olhando para toda a jornada do Curiosity, iniciada em 2012, a equipa de cientistas v\u00ea a transi\u00e7\u00e3o de um ciclo h\u00famido para seco em longas escalas de tempo em Marte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Ao escalarmos o Monte Sharp, vemos uma tend\u00eancia geral de uma paisagem h\u00famida para uma mais seca,&#8221; disse o cientista do projeto Curiosity Aswhin Vasavada, do JPL da NASA em Pasadena, no estado norte-americano da Calif\u00f3rnia. O JPL lidera a miss\u00e3o MSL (Mars Science Laboratory) da qual o Curiosity faz parte. &#8220;Mas esta tend\u00eancia n\u00e3o ocorre necessariamente de maneira linear. Mais provavelmente, a transi\u00e7\u00e3o foi confusa, incluindo per\u00edodos mais secos, como o que estamos a ver na Ilha Sutton, seguidos por per\u00edodos mais molhados, como o que vemos na &#8220;unidade argilosa&#8221; que o Curiosity est\u00e1 a explorar. &#8220;At\u00e9 agora, o rover encontrou muitas camadas planas de sedimentos que foram depositadas gentilmente no fundo de um lago. Chris Fedo, membro da equipa, especialista no estudo de camadas sedimentares da Universidade do Tennessee, observou que o Curiosity est\u00e1 atualmente a atravessar grandes estruturas rochosas que podem ter sido formadas apenas num ambiente mais energ\u00e9tico, como \u00e1reas varridas por ventos ou por riachos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/pia23375-16.gif\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/e1BiXH1.gif\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Esta anima\u00e7\u00e3o demonstra os charcos e riachos salgados que os cientistas pensam terem sido deixados para tr\u00e1s \u00e0 medida que a Cratera Gale secava com o passar do tempo. A parte de baixo da imagem \u00e9 o ch\u00e3o da Cratera Gale, com o pico sendo o lado do Monte Sharp.<br>Cr\u00e9dito: ASU KED (Knowledge Enterprise Development), Michael Nothrop <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O vento ou \u00e1gua corrente acumulam sedimentos em camadas que gradualmente se inclinam. Quando endurecem em rocha, tornam-se grandes estruturas semelhantes a &#8220;Teal Ridge,&#8221; que o Curiosity investigou no ver\u00e3o passado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A descoberta de camadas inclinadas representa uma grande mudan\u00e7a, onde a paisagem j\u00e1 n\u00e3o est\u00e1 completamente debaixo de \u00e1gua,&#8221; explicou Fedo. &#8220;Podemos ter deixado para tr\u00e1s a era dos lagos profundos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Curiosity j\u00e1 espiou mais camadas inclinadas na distante unidade portadora de sulfato. A equipa cient\u00edfica planeia ir at\u00e9 l\u00e1 nos pr\u00f3ximos dois anos e investigar as suas muitas estruturas rochosas. Se formadas em condi\u00e7\u00f5es mais secas que persistiram durante longos per\u00edodos, isso poder\u00e1 significar que a unidade argilosa representa um est\u00e1gio interm\u00e9dio &#8211; um portal de entrada para uma era diferente da hist\u00f3ria da \u00e1gua na Cratera Gale.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;N\u00e3o podemos ainda dizer se estamos a ver dep\u00f3sitos de vento ou de rios na unidade argilosa, mas estamos confort\u00e1veis ao dizer que definitivamente n\u00e3o \u00e9 a mesma coisa que veio antes ou que veio depois,&#8221; concluiu Fedo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"A Guide to Gale Crater\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Q-uAz82sH-E?list=PLTiv_XWHnOZpzQKYC6nLf6M9AuBbng_O8\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/jpl\/nasas-curiosity-rover-finds-an-ancient-oasis-on-mars\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/asunow.asu.edu\/20191007-nasa-curiosity-rover-finds-ancient-oasis-mars\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade Estatal do Arizona (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/rdcu.be\/bTq12\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Geoscience)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/astronomy.com\/news\/2019\/10\/this-lake-on-mars-was-drying-up-billions-of-years-ago\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/143676\/curiosity-finds-a-region-of-ancient-dried-mud-it-could-have-been-an-oasis-billions-of-year-ago\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/cosmosmagazine.com\/space\/curiosity-finds-ancient-salty-lakes-on-mars\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COSMOS<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/mars-lake-salty-curiosity-rover.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/the-mars-gale-crater-may-have-once-held-a-sloshing-salty-lake-3-3-to-3-7-billion-years-ago\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"http:\/\/astrobiology.com\/2019\/10\/curiosity-rover-finds-an-ancient-oasis-on-mars.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">space ref<\/a><br><a href=\"http:\/\/blogs.discovermagazine.com\/d-brief\/2019\/10\/07\/this-lake-on-mars-was-drying-up-3-5-billion-years-ago\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Discover<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.popularmechanics.com\/space\/moon-mars\/a29381409\/mars-atmosphere-ocean\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Popular Mechanics<\/a><br><a href=\"https:\/\/futurism.com\/the-byte\/nasa-mars-rover-ancient-oasis\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">futurism<\/a><br><a href=\"https:\/\/metro.co.uk\/2019\/10\/08\/nasa-curiosity-rover-finds-ancient-alien-oasis-surface-mars-10880845\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">METRO<\/a><br><a href=\"https:\/\/pplware.sapo.pt\/ciencia\/mars-curiosity-rover-encontra-evidencias-de-um-antigo-oasis-em-marte\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Pplware<\/a><br><a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/curiosity-encontrou-sal-dos-ultimos-lagos-marte-284547\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZAP.aeiou<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Marte:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Mars_%28planet%29\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Rover Curiosity (MSL):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/msl\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/mars.jpl.nasa.gov\/msl\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA &#8211; 2<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/MarsCuriosity\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/marscuriosity\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Mars_Science_Laboratory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A rede de fissuras nesta rocha marciana chamada &#8220;Old Soaker&#8221; pode ter sido formada a partir de uma camada de lama seca h\u00e1 mais de 3 mil milh\u00f5es de anos. 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