{"id":2446,"date":"2019-10-01T05:47:47","date_gmt":"2019-10-01T05:47:47","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2446"},"modified":"2019-10-01T05:47:48","modified_gmt":"2019-10-01T05:47:48","slug":"missao-tess-da-nasa-avista-o-seu-primeiro-buraco-negro-destruidor-de-estrelas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/10\/01\/missao-tess-da-nasa-avista-o-seu-primeiro-buraco-negro-destruidor-de-estrelas\/","title":{"rendered":"Miss\u00e3o TESS da NASA avista o seu primeiro buraco negro destruidor de estrelas"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/SZOrRb2.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/SZOrRb2-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2448\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/SZOrRb2-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/SZOrRb2-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/SZOrRb2-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/SZOrRb2.jpg 1041w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra uma perturba\u00e7\u00e3o de mar\u00e9, que ocorre quando uma estrela aproxima-se demasiado de um buraco negro e \u00e9 despeda\u00e7ada numa corrente de g\u00e1s. Parte deste g\u00e1s eventualmente assenta numa estrutura em torno do buraco negro chamada disco de acre\u00e7\u00e3o.\nCr\u00e9dito: Centro de Voo Espacial Goddard da NASA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pela primeira vez, o sat\u00e9lite ca\u00e7ador de planetas da NASA, TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite), observou um buraco negro a despeda\u00e7ar uma estrela num fen\u00f3meno catacl\u00edsmico chamado evento de perturba\u00e7\u00e3o por for\u00e7as de mar\u00e9. As observa\u00e7\u00f5es seguintes do Observat\u00f3rio Neil Gehrels Swift da NASA e de outras instala\u00e7\u00f5es produziram o olhar mais detalhado, at\u00e9 \u00e0 data, dos primeiros momentos de uma destas ocorr\u00eancias destruidoras de estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os dados do TESS permitem-nos ver exatamente quando este evento destrutivo, de nome ASASSN-19bt, come\u00e7ou a ficar mais brilhante, o que nunca pudemos fazer antes,&#8221; disse Thomas Holoien, membro dos Observat\u00f3rios Carnegie em Pasadena, no estado norte-americano da Calif\u00f3rnia. &#8220;Dado que identific\u00e1mos a perturba\u00e7\u00e3o de mar\u00e9 rapidamente com o ASAS-SN (All-Sky Automated Survey for Supernovae) c\u00e1 no solo, conseguimos desencadear observa\u00e7\u00f5es de acompanhamento em v\u00e1rios comprimentos de onda nos primeiros dias. Os dados iniciais ser\u00e3o incrivelmente \u00fateis para modelar a f\u00edsica destas explos\u00f5es.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O artigo que descreve estas descobertas, liderado por Holoien, foi publicado na edi\u00e7\u00e3o de 27 de setembro da revista The Astrophysical Journal e est\u00e1 dispon\u00edvel online.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ASAS-SN, uma rede mundial de 20 telesc\u00f3pios rob\u00f3ticos com sede na Universidade Estatal do Ohio em Columbus, descobriu o evento no dia 29 de janeiro. Holoien estava a trabalhar no Observat\u00f3rio Las Campanas, no Chile, quando recebeu o alerta vindo da \u00c1frica do Sul do instrumento sul-africano deste projeto. Holoien apontou rapidamente dois telesc\u00f3pios em Las Campanas para ASASSN-19bt e depois solicitou observa\u00e7\u00f5es de acompanhamento com o Swift, o XMM-Newton da ESA e com telesc\u00f3pios terrestres de 1 metro na rede global do Observat\u00f3rio Las Cumbres.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O TESS, no entanto, n\u00e3o precisou de ser chamado \u00e0 a\u00e7\u00e3o porque j\u00e1 estava a olhar para a mesma \u00e1rea. O ca\u00e7ador de planetas monitoriza grandes \u00e1reas do c\u00e9u, chamadas sectores, durante 27 dias de cada vez. Esta vis\u00e3o prolongada permite que o TESS observe tr\u00e2nsitos, quedas peri\u00f3dicas no brilho de uma estrela que podem indicar planetas em \u00f3rbita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A rede ASAS-SN come\u00e7ou a passar mais tempo a olhar para os sectores do TESS quando o sat\u00e9lite iniciou as suas opera\u00e7\u00f5es cient\u00edficas em julho de 2018. Os astr\u00f3nomos anteciparam que o TESS podia captar a luz precoce de explos\u00f5es estelares de curta dura\u00e7\u00e3o, incluindo supernovas e perturba\u00e7\u00f5es de mar\u00e9. O TESS viu ASASSN-19bt no dia 21 de janeiro, mais de uma semana antes do evento ter ficado suficientemente brilhante para a rede ASAS-SN o detetar. No entanto, o sat\u00e9lite s\u00f3 transmite dados para a Terra a cada duas semanas e, uma vez recebidos, t\u00eam que ser processados no Centro de Pesquisa Ames da NASA em Silicon Valley, Calif\u00f3rnia. De modo que os dados iniciais do TESS sobre o evento de perturba\u00e7\u00e3o de mar\u00e9 s\u00f3 ficaram dispon\u00edveis no dia 13 de mar\u00e7o. \u00c9 por isso que a obten\u00e7\u00e3o de observa\u00e7\u00f5es precoces de acompanhamento destes eventos depende da coordena\u00e7\u00e3o de levantamentos terrestres como o ASAS-SN.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Felizmente, a perturba\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m ocorreu na zona de visualiza\u00e7\u00e3o cont\u00ednua sul do TESS, que estava sempre \u00e0 vista de uma das quatro c\u00e2maras do sat\u00e9lite (O TESS passou a monitorizar o c\u00e9u do hemisf\u00e9rio norte no final de julho). A localiza\u00e7\u00e3o de ASASSN-19bt permitiu com que Holoien e seus colegas acompanhassem o evento em v\u00e1rios sectores. Se tivesse ocorrido fora desta zona, o TESS podia ter perdido o in\u00edcio do surto explosivo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"TESS Catches its First Star-destroying Black Hole\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/85tdoDt1Qh0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os primeiros dados do TESS permitem-nos ver luz muito perto do buraco negro, muito mais perto do que pudemos ver antes,&#8221; disse Patrick Vallely, coautor e investigador da NSF (National Science Foundation) na Universidade Estatal do Ohio. &#8220;Os dados tamb\u00e9m nos mostram que o aumento do brilho de ASASSN-19bt foi muito suave, o que nos ajuda a dizer que o evento foi uma perturba\u00e7\u00e3o de mar\u00e9 e n\u00e3o outro tipo de explos\u00e3o, como no centro de uma gal\u00e1xia ou uma supernova.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa de Holoien usou os dados UV do Swift &#8211; os mais precoces j\u00e1 vistos para um evento de perturba\u00e7\u00e3o de mar\u00e9 &#8211; para determinar que a temperatura caiu cerca de 50%, de aproximadamente 40.000 para 20.000 graus Celsius, em poucos dias. \u00c9 a primeira vez que uma diminui\u00e7\u00e3o t\u00e3o precoce da temperatura j\u00e1 foi vista numa perturba\u00e7\u00e3o de mar\u00e9, embora algumas teorias o tenham previsto, disse Holoien.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O mais t\u00edpico para estes tipos de eventos foi o baixo n\u00edvel de emiss\u00e3o de raios-X observado pelo Swift e pelo XMM-Newton. Os cientistas n\u00e3o entendem completamente por que raz\u00e3o as perturba\u00e7\u00f5es de mar\u00e9 produzem tanta emiss\u00e3o ultravioleta e t\u00e3o poucos raios-X.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os cientistas t\u00eam sugerido v\u00e1rias teorias &#8211; talvez a luz &#8216;ressalte&#8217; atrav\u00e9s dos detritos rec\u00e9m-formados e perca energia, ou talvez o disco se forme mais longe do buraco negro do que pens\u00e1vamos originalmente e a luz n\u00e3o seja t\u00e3o afetada pela extrema gravidade do objeto,&#8221; disse S. Bradley Cenko, investigador principal do Swift no Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, Maryland, EUA. &#8220;Mais observa\u00e7\u00f5es precoces destes eventos poder\u00e3o ajudar-nos a responder a algumas destas quest\u00f5es duradouras.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos pensam que o buraco negro supermassivo que gerou ASASSN-19bt tem cerca de 6 milh\u00f5es de vezes a massa do Sol. Est\u00e1 situado no centro de uma gal\u00e1xia chamada 2MASX J07001137-6602251 localizada a mais ou menos 375 milh\u00f5es de anos-luz na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Peixe Voador. A estrela destru\u00edda pode ter um tamanho parecido ao do nosso Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As perturba\u00e7\u00f5es de mar\u00e9 s\u00e3o incrivelmente raras, ocorrendo uma vez a cada 10.000-100.000 anos numa gal\u00e1xia do tamanho da nossa pr\u00f3pria Via L\u00e1ctea. As supernovas, em compara\u00e7\u00e3o, ocorrem mais ou menos a cada 100 anos. No total, os astr\u00f3nomos observaram apenas cerca de 40 eventos de perturba\u00e7\u00e3o por for\u00e7as de mar\u00e9, e os cientistas previram que o TESS veria apenas um ou dois na sua miss\u00e3o inicial de dois anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O TESS observar ASASSN-19bt t\u00e3o cedo na sua miss\u00e3o, e na zona de observa\u00e7\u00e3o constante onde pod\u00edamos v\u00ea-lo durante tanto tempo, \u00e9 realmente extraordin\u00e1rio,&#8221; disse Padi Boyd, cientista do projeto TESS em Goddard. &#8220;As futuras colabora\u00e7\u00f5es com observat\u00f3rios em todo o mundo e em \u00f3rbita ajudar-nos-\u00e3o a aprender ainda mais sobre as diferentes explos\u00f5es que iluminam o cosmos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2019\/nasa-s-tess-mission-spots-its-1st-star-shredding-black-hole\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.osu.edu\/scientists-watch-a-black-hole-shredding-a-star\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade Estatal do Ohio (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/manoa.hawaii.edu\/news\/article.php?aId=10216\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade do Hawaii (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/ab3c66\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astrophysical Journal)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1904.09293\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.skyandtelescope.com\/astronomy-news\/exoplanet-hunter-sees-a-black-hole-shredded-star\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sky &amp; Telescope<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/pub_releases\/2019-09\/cifs-f092619.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/star-death-by-black-hole-rare-discovery-asassn-19bt.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2019\/09\/190926112638.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"http:\/\/blogs.discovermagazine.com\/d-brief\/2019\/09\/26\/astronomers-just-watched-a-black-hole-shred-a-star\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Discover<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-09-lucky-scientists-black-hole-shredding.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/we-ve-just-caught-the-immediate-aftermath-of-a-black-hole-tearing-apart-a-star?perpetual=yes&amp;limitstart=1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.livescience.com\/giant-black-hole-shreds-star.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Live Science<\/a><br><a href=\"https:\/\/in.reuters.com\/article\/space-blackhole\/caught-in-the-act-a-black-hole-rips-apart-an-unfortunate-star-idINKBN1WF03E\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Reuters<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jn.pt\/mundo\/interior\/o-momento-em-que-um-buraco-negro-come-uma-estrela-do-tamanho-do-sol--11351227.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Jornal de Not\u00edcias<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.dn.pt\/vida-e-futuro\/interior\/nasa-mostra-como-um-buraco-negro-engoliu-uma-estrela-com-o-tamanho-do-sol-11351505.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Di\u00e1rio de Not\u00edcias<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ASASSN-19bt:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.ccvalg.pt\/astronomia\/newsletter\/n_1624\/ASASSN-19bt\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buraco negro supermassivo:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supermassive_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Tidal_disruption_event\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Evento de rutura\/perturba\u00e7\u00e3o de mar\u00e9 (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ASAS-SN:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.astronomy.ohio-state.edu\/~assassin\/index.shtml\">P\u00e1gina oficial (Universidade Estatal do Ohio)<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/All_Sky_Automated_Survey_for_SuperNovae\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Swift:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/swift.gsfc.nasa.gov\/docs\/swift\/swiftsc.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Swift_Gamma-Ray_Burst_Mission\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio XMM-Newton:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/xmm-newton\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/XMM-Newton\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Las Cumbres:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/lco.global\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Las_Cumbres_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra uma perturba\u00e7\u00e3o de mar\u00e9, que ocorre quando uma estrela aproxima-se demasiado de um buraco negro e \u00e9 despeda\u00e7ada numa corrente de g\u00e1s. Parte deste g\u00e1s eventualmente assenta numa estrutura em torno do buraco negro chamada disco de acre\u00e7\u00e3o. Cr\u00e9dito: Centro de Voo Espacial Goddard da NASA Pela primeira vez, o sat\u00e9lite ca\u00e7ador &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2448,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[151,50,16,1],"tags":[317,578,192,485,255,230,309],"class_list":["post-2446","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-buracos-negros","category-estrelas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-asas-sn","tag-asassn-19bt","tag-buraco-negro","tag-observatorio-las-cumbres","tag-swift","tag-xmm-newton","tag-tess"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2446","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2446"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2446\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2449,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2446\/revisions\/2449"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2448"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2446"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2446"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2446"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}