{"id":2348,"date":"2019-08-30T05:48:12","date_gmt":"2019-08-30T05:48:12","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2348"},"modified":"2019-08-30T05:48:14","modified_gmt":"2019-08-30T05:48:14","slug":"gaia-desembaraca-as-cordas-estelares-da-via-lactea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/08\/30\/gaia-desembaraca-as-cordas-estelares-da-via-lactea\/","title":{"rendered":"Gaia &#8220;desembara\u00e7a&#8221; as &#8220;cordas&#8221; estelares da Via L\u00e1ctea"},"content":{"rendered":"\n<p>Um novo estudo de dados da nave Gaia da ESA descobriu que, em vez de sair de casa jovens, como esperado, as &#8220;irm\u00e3s&#8221; estelares preferem ficar juntas em grupos duradouros, semelhantes a cordas.<\/p>\n\n\n\n<p>A explora\u00e7\u00e3o da distribui\u00e7\u00e3o e da hist\u00f3ria passada dos residentes estelares da nossa Gal\u00e1xia \u00e9 especialmente complexa, pois exige que os astr\u00f3nomos determinem a idade das estrelas. Isto n\u00e3o \u00e9 nada trivial, j\u00e1 que estrelas &#8220;m\u00e9dias&#8221; de massa semelhante, mas idades diferentes, s\u00e3o muito parecidas.<\/p>\n\n\n\n<p>Para descobrir quando uma estrela se formou, os astr\u00f3nomos devem ao inv\u00e9s olhar para popula\u00e7\u00f5es de estrelas que se pensa terem-se formado ao mesmo tempo &#8211; mas saber quais as estrelas que s\u00e3o irm\u00e3s representa um desafio adicional, j\u00e1 que as estrelas n\u00e3o ficam muito tempo nos ber\u00e7os estelares onde se formaram.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2019\/08\/stellar_groups_and_strings_in_the_milky_way_face-on_view\/19677518-1-eng-GB\/Stellar_groups_and_strings_in_the_Milky_Way_face-on_view.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"700\" height=\"700\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Stellar_groups_and_strings_in_the_Milky_Way_face-on_view_node_full_image_2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2349\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Stellar_groups_and_strings_in_the_Milky_Way_face-on_view_node_full_image_2.jpg 700w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Stellar_groups_and_strings_in_the_Milky_Way_face-on_view_node_full_image_2-150x150.jpg 150w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Stellar_groups_and_strings_in_the_Milky_Way_face-on_view_node_full_image_2-300x300.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><figcaption>Este diagrama mostra uma vis\u00e3o frontal das &#8220;fam\u00edlias&#8221; estelares &#8211; enxames (pontos) e grupos co-m\u00f3veis (linhas grossas) de estrelas &#8211; at\u00e9 3000 anos-luz do Sol, localizado no centro da imagem. O diagrama baseia-se na segunda divulga\u00e7\u00e3o de dados da miss\u00e3o Gaia da ESA. Cada fam\u00edlia \u00e9 identificada com uma cor diferente e compreende uma popula\u00e7\u00e3o de estrelas que se formaram ao mesmo tempo. Tons roxos representam as popula\u00e7\u00f5es estelares mais antigas, formadas h\u00e1 cerca de mil milh\u00f5es de anos; os tons azul e verde representam idades interm\u00e9dias, com estrelas que se formaram h\u00e1 centenas de milh\u00f5es de anos; os tons laranja e vermelho mostram as popula\u00e7\u00f5es estelares mais jovens, formadas h\u00e1 menos de cem milh\u00f5es de anos. As linhas finas mostram as velocidades previstas de cada grupo estelar nos pr\u00f3ximos 5 milh\u00f5es de anos, com base nas medi\u00e7\u00f5es do Gaia. A falta de estruturas no centro \u00e9 um artefacto do m\u00e9todo usado para rastrear popula\u00e7\u00f5es individuais, n\u00e3o devido a uma bolha f\u00edsica. Um estudo recente usando dados do segundo lan\u00e7amento do Gaia descobriu quase 2000 enxames n\u00e3o identificados e grupos de estrelas co-m\u00f3veis e determinou as idades de centenas de milhares de estrelas, tornando poss\u00edvel o rastreamento de &#8220;irm\u00e3s&#8221; estelares e a descoberta dos seus surpreendentes arranjos. O estudo revelou que os mais massivos destes grupos familiares de estrelas podem continuar a mover-se juntas pela Gal\u00e1xia em configura\u00e7\u00f5es longas e semelhantes a cordas milhares de milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o nascimento. Cr\u00e9dito: M. Kounkel &amp; K. Covey (2019)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8220;Para identificar quais as estrelas que se formam juntas, procuramos estrelas que se movem da mesma forma, como todas as estrelas que se formaram na mesma nuvem ou enxame se moveriam de maneira semelhante,&#8221; diz Marina Kounkel da Western Washington University, principal autora do novo estudo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;N\u00f3s sab\u00edamos de alguns destes grupos estelares em &#8216;co-movimento&#8217; perto do Sistema Solar, mas o Gaia permitiu-nos explorar a Via L\u00e1ctea em grande detalhe, a dist\u00e2ncias muito maiores, revelando muitos mais destes grupos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Marina usou dados do segundo lan\u00e7amento do Gaia para rastrear a estrutura e a atividade de forma\u00e7\u00e3o estelar de uma grande regi\u00e3o do espa\u00e7o em redor do Sistema Solar, e para explorar como isto mudou com o tempo. Este lan\u00e7amento de dados, divulgado em abril de 2018, lista os movimentos e posi\u00e7\u00f5es de mais de mil milh\u00f5es de estrelas com uma precis\u00e3o sem precedentes.<\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise dos dados do Gaia, com base num algoritmo de aprendizagem de m\u00e1quina, descobriu quase 2000 enxames n\u00e3o identificados anteriormente e grupos co-m\u00f3veis de estrelas que se movem at\u00e9 3000 anos-luz de dist\u00e2ncia &#8211; aproximadamente 750 vezes a dist\u00e2ncia at\u00e9 Proxima Centauri, a estrela mais pr\u00f3xima do Sol. O estudo tamb\u00e9m determinou as idades de centenas de milhares de estrelas, tornando poss\u00edvel o rastreamento de &#8220;fam\u00edlias&#8221; estelares e a descoberta dos seus surpreendentes arranjos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2019\/08\/stellar_families_in_gaia_s_sky\/19677629-1-eng-GB\/Stellar_families_in_Gaia_s_sky.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2019\/08\/stellar_families_in_gaia_s_sky\/19677629-1-eng-GB\/Stellar_families_in_Gaia_s_sky_node_full_image_2.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Esta imagem mostra uma vis\u00e3o de &#8220;fam\u00edlias&#8221; estelares &#8211; enxames e grupos co-m\u00f3veis de estrelas na Via L\u00e1ctea &#8211; identificadas usando dados do segundo lan\u00e7amento da miss\u00e3o Gaia da ESA. As fam\u00edlias com menos de 30 milh\u00f5es de anos s\u00e3o destacadas a cor-de-laranja, sobrepostas a uma vis\u00e3o panor\u00e2mica com base em observa\u00e7\u00f5es do Gaia.<br>Um estudo recente usando dados do segundo lan\u00e7amento do Gaia descobriu quase 2000 enxames n\u00e3o identificados e grupos de estrelas co-m\u00f3veis e determinou as idades de centenas de milhares de estrelas, tornando poss\u00edvel o rastreamento de &#8220;irm\u00e3s&#8221; estelares e a descoberta dos seus surpreendentes arranjos. O estudo revelou que os mais massivos destes grupos familiares de estrelas podem continuar a mover-se juntas pela Gal\u00e1xia em configura\u00e7\u00f5es longas e semelhantes a cordas milhares de milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o nascimento.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Gaia\/DPAC; Dados: M. Kounkel &amp; K. Covey (2019) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8220;Cerca de metade destas estrelas encontram-se em configura\u00e7\u00f5es longas, semelhantes a cordas, que refletem caracter\u00edsticas presentes nas suas gigantescas nuvens natais,&#8221; acrescenta Marina.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Geralmente, pens\u00e1vamos que as estrelas jovens deixavam os seus locais de nascimento apenas alguns milh\u00f5es de anos depois de se formarem, perdendo completamente os la\u00e7os com a sua fam\u00edlia original &#8211; mas parece que as estrelas podem ficar pr\u00f3ximas das suas irm\u00e3s at\u00e9 alguns milhares de milh\u00f5es de anos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>As estruturas em forma de corda tamb\u00e9m parecem estar orientadas de maneiras particulares em rela\u00e7\u00e3o aos bra\u00e7os espirais da nossa Gal\u00e1xia &#8211; algo que depende da idade das estrelas dentro de uma corda. Isto \u00e9 parcialmente evidente para as cordas mais jovens, compreendendo estrelas com menos de 100 milh\u00f5es de anos, que tendem a estar orientadas num \u00e2ngulo reto em rela\u00e7\u00e3o ao bra\u00e7o espiral mais pr\u00f3ximo do nosso Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p>Os astr\u00f3nomos suspeitam que as cordas estelares mais antigas devam ter estado perpendiculares aos bra\u00e7os espirais que existiam quando essas estrelas se formaram, que agora foram reorganizadas ao longo dos \u00faltimos mil milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A proximidade e a orienta\u00e7\u00e3o das cordas mais jovens dos bra\u00e7os espirais atuais da Via L\u00e1ctea mostram que as cordas mais antigas s\u00e3o um importante &#8220;registo f\u00f3ssil&#8221; da estrutura espiral da nossa Gal\u00e1xia,&#8221; diz o coautor Kevin Covey, tamb\u00e9m da Western Washington University, no EUA.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2019\/08\/stellar_groups_and_strings_in_the_milky_way_edge-on_view\/19677592-1-eng-GB\/Stellar_groups_and_strings_in_the_Milky_Way_edge-on_view.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2019\/08\/stellar_groups_and_strings_in_the_milky_way_edge-on_view\/19677592-1-eng-GB\/Stellar_groups_and_strings_in_the_Milky_Way_edge-on_view_node_full_image_2.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Este diagrama mostra uma vis\u00e3o frontal das &#8220;fam\u00edlias&#8221; estelares &#8211; enxames (pontos) e grupos co-m\u00f3veis (linhas grossas) de estrelas &#8211; at\u00e9 3000 anos-luz do Sol, localizado no centro da imagem. O diagrama baseia-se na segunda divulga\u00e7\u00e3o de dados da miss\u00e3o Gaia da ESA.<br>Cada fam\u00edlia \u00e9 identificada com uma cor diferente e compreende uma popula\u00e7\u00e3o de estrelas que se formaram ao mesmo tempo. Tons roxos representam as popula\u00e7\u00f5es estelares mais antigas, formadas h\u00e1 cerca de mil milh\u00f5es de anos; os tons azul e verde representam idades interm\u00e9dias, com estrelas que se formaram h\u00e1 centenas de milh\u00f5es de anos; os tons laranja e vermelho mostram as popula\u00e7\u00f5es estelares mais jovens, formadas h\u00e1 menos de cem milh\u00f5es de anos.<br>As linhas finas mostram as velocidades previstas de cada grupo estelar nos pr\u00f3ximos 5 milh\u00f5es de anos, com base nas medi\u00e7\u00f5es do Gaia. A falta de estruturas no centro \u00e9 um artefacto do m\u00e9todo usado para rastrear popula\u00e7\u00f5es individuais, n\u00e3o devido a uma bolha f\u00edsica.<br>Um estudo recente usando dados do segundo lan\u00e7amento do Gaia descobriu quase 2000 enxames n\u00e3o identificados e grupos de estrelas co-m\u00f3veis e determinou as idades de centenas de milhares de estrelas, tornando poss\u00edvel o rastreamento de &#8220;irm\u00e3s&#8221; estelares e a descoberta dos seus surpreendentes arranjos. O estudo revelou que os mais massivos destes grupos familiares de estrelas podem continuar a mover-se juntas pela Gal\u00e1xia em configura\u00e7\u00f5es longas e semelhantes a cordas milhares de milh\u00f5es de anos ap\u00f3s o nascimento.<br>Cr\u00e9dito: cortesia de M. Kounkel &amp; K. Covey (2019) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8220;A natureza dos bra\u00e7os espirais ainda \u00e9 debatida, com o seu veredicto sendo est\u00e1veis ou estruturas din\u00e2micas ainda n\u00e3o definidas. O estudo destas cordas mais antigas ajudar-nos-\u00e1 a entender se os bra\u00e7os s\u00e3o na maioria est\u00e1ticos, ou se se movem ou se dissipam e se reformam [no sentido de formar novamente] ao longo de algumas centenas de milh\u00f5es de anos &#8211; aproximadamente o tempo que o Sol leva para completar mais ou menos duas \u00f3rbitas em torno do Centro Gal\u00e1ctico.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>O Gaia foi lan\u00e7ado em 2013 e tem como miss\u00e3o construir um mapa tridimensional da nossa Gal\u00e1xia, identificando os locais, movimentos e din\u00e2micas de aproximadamente 1% das estrelas da Via L\u00e1ctea, juntamente com informa\u00e7\u00f5es adicionais sobre muitas destas estrelas. Vers\u00f5es posteriores dos dados do Gaia, incluindo mais dados, e cada vez mais precisos, est\u00e3o planeadas para a pr\u00f3xima d\u00e9cada, fornecendo aos astr\u00f3nomos as informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para revelar a hist\u00f3ria da forma\u00e7\u00e3o estelar da nossa Gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O Gaia \u00e9 uma miss\u00e3o verdadeiramente inovadora que est\u00e1 a revelar a hist\u00f3ria da Via L\u00e1ctea &#8211; e das suas estrelas constituintes &#8211; como nunca antes,&#8221; acrescenta Timo Prusti, cientista do projeto Gaia da ESA.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Dado que vamos determinar as idades para um n\u00famero maior de estrelas distribu\u00eddas por toda a nossa Gal\u00e1xia, n\u00e3o apenas daquelas que residem em enxames compactos, vamos estar numa posi\u00e7\u00e3o ainda melhor para analisar como estas estrelas evolu\u00edram ao longo do tempo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Gaia tracing starry strings in the Milky Way\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/NJOAzj7b6bQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\/Gaia_untangles_the_starry_strings_of_the_Milky_Way\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-3881\/ab339a\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astronomical Journal)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1907.07709\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-08-gaia-untangles-starry-milky.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Forma\u00e7\u00e3o estelar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Star_formation\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Via L\u00e1ctea:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Milky_Way\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/messier.seds.org\/more\/mw.html\" target=\"_blank\">SEDS<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gaia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/gaia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Gaia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA &#8211; 2<\/a><br><a href=\"http:\/\/gea.esac.esa.int\/archive\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados do Gaia<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.cosmos.esa.int\/web\/gaia\/guide-to-scientists\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Como usar os dados do Gaia<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/gaia\/60036-gaia-data-release-2-virtual-reality-resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Recursos VR<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.spaceflight101.com\/gaia-spacecraft-overview.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACEFLIGHT101<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gaia_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um novo estudo de dados da nave Gaia da ESA descobriu que, em vez de sair de casa jovens, como esperado, as &#8220;irm\u00e3s&#8221; estelares preferem ficar juntas em grupos duradouros, semelhantes a cordas. A explora\u00e7\u00e3o da distribui\u00e7\u00e3o e da hist\u00f3ria passada dos residentes estelares da nossa Gal\u00e1xia \u00e9 especialmente complexa, pois exige que os astr\u00f3nomos &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2349,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50,16,1,59],"tags":[332,311,180],"class_list":["post-2348","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-estrelas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","category-via-lactea","tag-formacao-estelar","tag-gaia","tag-via-lactea"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2348","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2348"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2348\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2350,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2348\/revisions\/2350"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2349"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2348"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2348"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2348"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}