{"id":2332,"date":"2019-08-23T05:41:38","date_gmt":"2019-08-23T05:41:38","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2332"},"modified":"2019-08-23T05:41:40","modified_gmt":"2019-08-23T05:41:40","slug":"exoplaneta-rochoso-e-do-tamanho-da-terra-nao-tem-atmosfera","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/08\/23\/exoplaneta-rochoso-e-do-tamanho-da-terra-nao-tem-atmosfera\/","title":{"rendered":"Exoplaneta rochoso e do tamanho da Terra n\u00e3o tem atmosfera"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/pia23130-home.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"554\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/fYqzv2P.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2333\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/fYqzv2P.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/fYqzv2P-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/fYqzv2P-768x432.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>Esta impress\u00e3o de artista mostra o exoplaneta LHS 3844b, com 1,3 vezes a massa da Terra e em \u00f3rbita de uma estrela an\u00e3 M. De acordo com observa\u00e7\u00f5es pelo Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer da NASA, a superf\u00edcie do planeta pode estar coberta sobretudo por rocha vulc\u00e2nica escura, sem nenhuma atmosfera aparente.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech\/R. Hurt (IPAC)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Um novo estudo usando dados do Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer da NASA fornece um raro vislumbre das condi\u00e7\u00f5es \u00e0 superf\u00edcie de um planeta rochoso que orbita uma outra estrela que n\u00e3o o Sol. O estudo, publicado esta semana na revista Nature, mostra que a superf\u00edcie do planeta poder\u00e1 ser semelhante \u00e0 da Lua ou \u00e0 de Merc\u00fario: o planeta provavelmente tem pouca ou nenhuma atmosfera e pode estar coberto pelo mesmo material vulc\u00e2nico refrigerado encontrado nas \u00e1reas escuras da superf\u00edcie da Lua, chamadas mares.<\/p>\n\n\n\n<p>Descoberto em 2018 pela miss\u00e3o TESS (Transiting Exoplanet Satellite Survey) da NASA, o planeta LHS 3844b est\u00e1 localizado a 48,6 anos-luz da Terra e tem 1,3 vezes o raio da Terra. Orbita uma estrela pequena e fria, chamada an\u00e3 M &#8211; especialmente interessante porque, dado que \u00e9 o tipo estelar mais comum e duradouro da Via L\u00e1ctea, as an\u00e3s M podem albergar uma alta percentagem do n\u00famero total de planetas da nossa Gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p>O TESS encontrou o planeta atrav\u00e9s do m\u00e9todo de tr\u00e2nsito, que envolve a dete\u00e7\u00e3o de quando a luz observada de uma estrela-m\u00e3e escurece por causa de um planeta que orbita entre a estrela e a Terra. A dete\u00e7\u00e3o da luz vinda diretamente da superf\u00edcie do planeta &#8211; outro m\u00e9todo &#8211; \u00e9 dif\u00edcil porque a estrela \u00e9 muito mais brilhante e abafa a luz do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas durante observa\u00e7\u00f5es de acompanhamento, o Spitzer foi capaz de detetar a luz da superf\u00edcie de LHS 3844b. O planeta completa uma \u00f3rbita em torno da sua estrela hospedeira em apenas 11 horas. Com uma \u00f3rbita t\u00e3o \u00edntima, LHS 3844b tem muito provavelmente &#8220;bloqueio de mar\u00e9s&#8221;, ou seja, um lado do planeta est\u00e1 permanentemente virado para a estrela. O lado diurno tem uma temperatura de aproximadamente 170\u00ba C. Sendo extremamente quente, o planeta irradia muita luz infravermelha e o Spitzer \u00e9 um telesc\u00f3pio infravermelho. A estrela-m\u00e3e do planeta \u00e9 relativamente fria (embora ainda seja muito mais quente do que o planeta), o que faz com que a observa\u00e7\u00e3o direta do lado diurno de LHS 3844b seja poss\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta observa\u00e7\u00e3o assinala a primeira vez que os dados do Spitzer foram capazes de fornecer informa\u00e7\u00f5es sobre a atmosfera de um mundo terrestre em torno de uma an\u00e3 M.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A busca pela vida<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao medir as diferen\u00e7as de temperatura entre o lado quente e o lado frio do planeta, a equipa descobriu que existe uma quantidade insignificante de calor sendo transferido entre os dois. Se existisse uma atmosfera, o ar quente do lado diurno expandir-se-ia naturalmente, produzindo ventos que transferiam calor em redor do planeta. Num mundo rochoso com pouca ou nenhuma atmosfera, como a Lua, n\u00e3o existe ar para transferir calor.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O contraste de temperatura neste planeta \u00e9 quase t\u00e3o grande quanto poss\u00edvel,&#8221; disse Laura Kreidberg, investigadora do Centro Harvard-Smithsonian para Astrof\u00edsica em Cambridge, no estado norte-americano de Massachusetts, autora principal do novo estudo. &#8220;Isto combina maravilhosamente com o nosso modelo de um planeta rochoso sem atmosfera.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>A compreens\u00e3o dos fatores que podem preservar ou destruir atmosferas planet\u00e1rias \u00e9 parte de como os cientistas planeiam procurar ambientes habit\u00e1veis para l\u00e1 do nosso Sistema Solar. A atmosfera da Terra \u00e9 a raz\u00e3o pela qual a \u00e1gua l\u00edquida pode existir \u00e0 superf\u00edcie, permitindo que a vida prospere. Por outro lado, a press\u00e3o atmosf\u00e9rica de Marte \u00e9 agora inferior a 1% da da Terra e os oceanos e rios que outrora polvilharam a superf\u00edcie do Planeta Vermelho desapareceram.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/57kyEV2.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/57kyEV2.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Detetando luz do exoplaneta LHS 3844b.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech\/L. Kreidberg (Centro Harvard-Smithsonian para Astrof\u00edsica) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8220;N\u00f3s temos muitas teorias sobre o comportamento das atmosferas planet\u00e1rias em torno de an\u00e3s M, mas n\u00e3o temos conseguido estud\u00e1-las empiricamente,&#8221; disse Kreidberg. &#8220;Agora, com LHS 3844b, temos um planeta terrestre fora do nosso Sistema Solar onde, pela primeira vez, podemos determinar observacionalmente que uma atmosfera n\u00e3o est\u00e1 presente.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Em compara\u00e7\u00e3o com estrelas parecidas com o Sol, as an\u00e3s M emitem altos n\u00edveis de radia\u00e7\u00e3o ultravioleta (embora menos luz no geral), o que \u00e9 prejudicial \u00e0 vida e pode erodir a atmosfera de um planeta. S\u00e3o particularmente violentas na sua juventude, expelindo um grande n\u00famero de proemin\u00eancias, ou surtos de radia\u00e7\u00e3o e part\u00edculas que podem arrancar as atmosferas planet\u00e1rias em desenvolvimento.<\/p>\n\n\n\n<p>As observa\u00e7\u00f5es do Spitzer descartam uma atmosfera com mais de 10 vezes a press\u00e3o da da Terra (medida em bares, a press\u00e3o atmosf\u00e9rica da Terra, ao n\u00edvel do mar, ronda 1 bar). Uma atmosfera entre 1 e 10 bares, em LHS 3844b, foi tamb\u00e9m quase totalmente descartada, embora os autores notem que poder\u00e1 haver uma pequena chance de existir caso algumas propriedades estelares e planet\u00e1rias satisfa\u00e7am determinados crit\u00e9rios muito espec\u00edficos e improv\u00e1veis. Eles tamb\u00e9m argumentam que, com o planeta t\u00e3o perto da estrela, uma atmosfera fina seria arrancada pela intensa radia\u00e7\u00e3o e pelo fluxo da estrela (frequentemente chamado &#8220;vento estelar&#8221;).<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Ainda estou esperan\u00e7osa que outros planetas em torno de an\u00e3s M consigam segurar as suas atmosferas,&#8221; disse Kreidberg. &#8220;Os planetas terrestres no nosso Sistema Solar s\u00e3o extremamente diversos e espero que o mesmo seja verdadeiro para os sistemas exoplanet\u00e1rios.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Uma rocha despida<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Spitzer e o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble j\u00e1 reuniram informa\u00e7\u00f5es sobre as atmosferas de v\u00e1rios planetas gasosos, mas LHS 3844b parece ser o mais pequeno para o qual os cientistas usaram a luz vinda da sua superf\u00edcie para aprender mais sobre a sua atmosfera (ou falta dela). O Spitzer usou anteriormente o m\u00e9todo de tr\u00e2nsito para estudar os sete mundos rochosos em torno da estrela TRAPPIST-1 (tamb\u00e9m uma an\u00e3 M) e para aprender mais sobre a sua poss\u00edvel composi\u00e7\u00e3o geral; por exemplo, alguns provavelmente cont\u00eam \u00e1gua gelada.<\/p>\n\n\n\n<p>Os autores do novo estudo deram um passo em frente, usando o albedo da superf\u00edcie de LHS 3844b (a sua refletividade) para tentar inferir a sua composi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo publicado na Nature mostra que LHS 3844b \u00e9 &#8220;bastante escuro&#8221;, de acordo com o coautor Renyu Hu, cientista do JPL da NASA em Pasadena, no estado norte-americano da Calif\u00f3rnia, que administra o Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer. Ele e os seus coautores pensam que o planeta est\u00e1 coberto por basalto, um tipo de rocha vulc\u00e2nica. &#8220;Sabemos que os mares da Lua s\u00e3o formados por vulcanismo antigo,&#8221; explicou Hu, &#8220;e postulamos que isso pode ter sido o que aconteceu neste planeta.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Dark World Animation Annotated\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/vE0Tfqwm70w?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/jpl\/nasa-gets-a-rare-look-at-a-rocky-exoplanets-surface\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.cfa.harvard.edu\/news\/2019-20\" target=\"_blank\">\/\/ Centro Harvard-Smithsonian para Astrof\u00edsica (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/news.mit.edu\/2019\/earth-exoplanet-no-atmosphere-0819\" target=\"_blank\">\/\/ MIT (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.vanderbilt.edu\/2019\/08\/19\/rare-study-of-earth-sized-planet-uses-technique-pioneered-by-vanderbilt-professor\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade Vanderbilt (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1038\/s41586-019-1497-4\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.sciencemag.org\/news\/2019\/08\/rocky-super-earth-may-be-hard-place-life-get-foothold\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Science<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.astronomy.com\/news\/2019\/08\/exoplanets-vaporized-atmosphere-reveals-rare-look-at-its-surface\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/rocky-alien-planet-with-no-atmosphere-discovery.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"http:\/\/blogs.discovermagazine.com\/d-brief\/2019\/08\/19\/this-rocky-super-earth-had-its-atmosphere-vaporized\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Discover<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.spacedaily.com\/reports\/Study_NASA_data_shows_Earth-sized_exoplanet_lacks_atmosphere_999.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Space Daily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-08-rocky-earth-sized-exoplanet-atmosphere.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.smithsonianmag.com\/smart-news\/astronomers-spy-surface-airless-mercury-world-180972954\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Smithsonian.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/cosmosmagazine.com\/space\/there-s-plenty-of-room-but-no-atmosphere\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COSMOS<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/astronomers-have-narrowed-down-down-which-exoplanets-could-hold-life\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.zmescience.com\/space\/spitzer-confirms-no-atmosphere-on-nearby-exoplanet\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZME science<\/a><br><a href=\"https:\/\/futurism.com\/astronomers-search-alien-life\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Futurism<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/jamiecartereurope\/2019\/08\/20\/nasa-says-rocky-exoplanet-may-resemble-moon-or-mercury-after-breakthrough-detection-of-its-light\/#1e68d46c14f3\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2019\/08\/19\/world\/tess-exoplanet-lava-world-scn\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/arstechnica.com\/science\/2019\/08\/super-earth-at-a-nearby-star-is-a-mercury-like-hunk-of-rock\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ars technica<\/a><br><a href=\"https:\/\/tek.sapo.pt\/noticias\/ciencia\/artigos\/nasa-acede-a-raro-vislumbre-da-superficie-de-um-exoplaneta-rochoso\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SAPO<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>LHS 3844b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7349\/lhs-3844-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/lhs_3844_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"http:\/\/planetquest.jpl.nasa.gov\/index.cfm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlanetQuest<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/spitzer\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/ssc.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro Espacial Spitzer<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Spitzer_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta impress\u00e3o de artista mostra o exoplaneta LHS 3844b, com 1,3 vezes a massa da Terra e em \u00f3rbita de uma estrela an\u00e3 M. 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