{"id":2315,"date":"2019-08-16T05:41:13","date_gmt":"2019-08-16T05:41:13","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2315"},"modified":"2019-08-16T05:41:15","modified_gmt":"2019-08-16T05:41:15","slug":"jovem-jupiter-foi-atingido-de-frente-por-enorme-protoplaneta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/08\/16\/jovem-jupiter-foi-atingido-de-frente-por-enorme-protoplaneta\/","title":{"rendered":"Jovem J\u00fapiter foi atingido de frente por enorme protoplaneta"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo um estudo publicado esta semana na revista Nature, uma colis\u00e3o colossal entre J\u00fapiter e um planeta ainda em forma\u00e7\u00e3o no in\u00edcio do Sistema Solar, h\u00e1 cerca de 4,5 mil milh\u00f5es de anos, pode explicar leituras surpreendentes da nave espacial Juno da NASA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Astr\u00f3nomos da Universidade Rice e da Universidade Sun Yat-sen da China dizem que o seu cen\u00e1rio de impacto pode explicar as leituras gravitacionais anteriormente confusas da sonda Juno, que sugerem que o n\u00facleo de J\u00fapiter \u00e9 menos denso e mais extenso do que o esperado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Isto \u00e9 intrigante,&#8221; disse o astr\u00f3nomo e coautor do estudo, Andrea Isella. &#8220;Sugere que algo aconteceu e que mexeu com o n\u00facleo, e \u00e9 a\u00ed que o impacto gigante entra em a\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isella explicou que as principais teorias sobre a forma\u00e7\u00e3o de planetas sugerem que J\u00fapiter come\u00e7ou como um planeta denso, rochoso ou gelado que mais tarde reuniu a sua atmosfera espessa do disco primordial de g\u00e1s e poeira que deu origem ao nosso Sol.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/cpb-us-e1.wpmucdn.com\/news-network.rice.edu\/dist\/c\/2\/files\/2019\/08\/0819_JUPITER-2a-WEB.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"724\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/0819_JUPITER-2a-WEB-724x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2316\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/0819_JUPITER-2a-WEB-724x1024.jpg 724w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/0819_JUPITER-2a-WEB-212x300.jpg 212w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/0819_JUPITER-2a-WEB-768x1086.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px\" \/><\/a><figcaption>Impress\u00e3o de artista de uma colis\u00e3o entre um jovem J\u00fapiter e um protoplaneta massivo ainda em forma\u00e7\u00e3o no Sistema Solar inicial.<br>Cr\u00e9dito: K. Suda &amp; Y Akimoto\/Mabuchi Design Office, cortesia do Centro de Astrobiologia do Jap\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isella disse que estava c\u00e9tico quando o autor principal do estudo, Shang-Fei Liu, sugeriu a ideia de que os dados podiam ser explicados por um impacto gigantesco que agitou o n\u00facleo de J\u00fapiter, misturando o conte\u00fado denso do seu n\u00facleo com as camadas menos densas acima. Liu, ex-investigador de p\u00f3s-doutoramento no grupo de Isella, \u00e9 agora membro da faculdade em Sun Yat-sen em Zhuhai, China.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Soava-me muito improv\u00e1vel,&#8221; recorda Isella, &#8220;como algo com uma probabilidade de um num bili\u00e3o. Mas Shang-Fei convenceu-me, com os seus c\u00e1lculos, de que n\u00e3o era assim t\u00e3o inveros\u00edmil.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa de investiga\u00e7\u00e3o realizou milhares de simula\u00e7\u00f5es de computador e descobriu que um J\u00fapiter em r\u00e1pido crescimento pode ter perturbado as \u00f3rbitas de &#8220;embri\u00f5es planet\u00e1rios&#8221; pr\u00f3ximos, protoplanetas que estavam nos est\u00e1gios iniciais da forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Liu disse que os c\u00e1lculos inclu\u00edram estimativas da probabilidade de colis\u00f5es sob diferentes cen\u00e1rios e da distribui\u00e7\u00e3o de \u00e2ngulos de impacto. Em todos os casos, Liu e colegas descobriram que havia pelo menos 40% de hip\u00f3teses de que J\u00fapiter engolisse um embri\u00e3o planet\u00e1rio nos primeiros milh\u00f5es de anos. Al\u00e9m disso, J\u00fapiter produziu em massa um &#8220;forte foco gravitacional&#8221; que deu origem a colis\u00f5es frontais mais comuns do que aquelas apenas raspantes.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Young Jupiter smacked head-on by massive planet\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/bR4HPIAYGc8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isella explicou que o cen\u00e1rio de colis\u00e3o se tornou ainda mais atraente depois de Liu ter executado modelos computacionais 3D que mostravam como uma colis\u00e3o afetaria o n\u00facleo de J\u00fapiter.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Como \u00e9 denso e vem com muita energia, o impactor seria como uma bala que passa pela atmosfera e atinge o n\u00facleo de frente,&#8221; disse Isella. &#8220;Antes do impacto, ter\u00edamos um n\u00facleo muito denso, cercado pela atmosfera. O impacto frontal espalha as coisas, diluindo o n\u00facleo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/cpb-us-e1.wpmucdn.com\/news-network.rice.edu\/dist\/c\/2\/files\/2019\/08\/0819_JUPITER-1-WEB.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cpb-us-e1.wpmucdn.com\/news-network.rice.edu\/dist\/c\/2\/files\/2019\/08\/0819_JUPITER-1-WEB.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Renderiza\u00e7\u00e3o que mostra o efeito de um grande impacto no n\u00facleo de um jovem J\u00fapiter, como sugerido por cientistas das Universidades Rice e Yat-sen. Eles dizem que a colis\u00e3o, h\u00e1 cerca de 4,5 mil milh\u00f5es de anos, pode explicar leituras surpreendentes da sonda Juno da NASA.<br>Cr\u00e9dito: Shang-Fei Liu\/Universidade Sun Yat-sen <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os impactos em \u00e2ngulos que apenas raspam o planeta podem fazer com que o objeto impactante se torne preso gravitacionalmente e afunde gradualmente no n\u00facleo de J\u00fapiter, e Liu disse que embri\u00f5es planet\u00e1rios menores t\u00e3o massivos quanto a Terra se desintegrariam na espessa atmosfera de J\u00fapiter.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O \u00fanico cen\u00e1rio que resultou num perfil de densidade de n\u00facleo semelhante ao que a Juno mede hoje \u00e9 um impacto frontal com um embri\u00e3o planet\u00e1rio cerca de 10 vezes mais massivo do que a Terra,&#8221; salientou Liu.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isella acrescentou que os c\u00e1lculos sugerem que, mesmo que este impacto tenha ocorrido h\u00e1 4,5 mil milh\u00f5es de anos, &#8220;ainda poder\u00e1 levar muitos milhares de milh\u00f5es de anos para que o material pesado volte a assentar num n\u00facleo denso sob as circunst\u00e2ncias sugeridas pelo artigo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isella, que tamb\u00e9m \u00e9 coinvestigador do projeto CLEVER Planets, financiado pela NASA, com sede na Universidade Rice, disse que as implica\u00e7\u00f5es do estudo v\u00e3o al\u00e9m do nosso Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Existem observa\u00e7\u00f5es astron\u00f3micas de estrelas que podem ser explicadas por este tipo de evento,&#8221; real\u00e7ou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este ainda \u00e9 um campo novo, de modo que os resultados est\u00e3o longe de ser s\u00f3lidos, mas tendo em conta que estamos \u00e0 procura de planetas em torno de estrelas distantes, \u00e0s vezes observamos emiss\u00f5es infravermelhas que desaparecem depois de alguns anos,&#8221; disse Isella. &#8220;Uma ideia \u00e9 que se estamos a observar uma estrela \u00e0 medida que dois planetas rochosos colidem de frente e se fragmentam, formar-se-ia uma nuvem de poeira que absorve a luz estelar e a reemite. Vemos por isso uma esp\u00e9cie de um flash, no sentido de que agora temos esta nuvem de poeira que emite luz. E, depois de algum tempo, a poeira dissipa-se e essa emiss\u00e3o desaparece.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/cpb-us-e1.wpmucdn.com\/news-network.rice.edu\/dist\/c\/2\/files\/2019\/08\/0819_JUPITER-5-WEB.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cpb-us-e1.wpmucdn.com\/news-network.rice.edu\/dist\/c\/2\/files\/2019\/08\/0819_JUPITER-5-WEB.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Impress\u00e3o de artista da sonda Juno em \u00f3rbita de J\u00fapiter.<br>Cr\u00e9dito: NASA <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A miss\u00e3o Juno foi desenhada para ajudar os cientistas a melhor compreender a origem e a evolu\u00e7\u00e3o de J\u00fapiter. A sonda, lan\u00e7ada em 2011, transporta instrumentos para mapear os campos gravitacionais e magn\u00e9ticos de J\u00fapiter e para investigar a estrutura interna profunda do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.rice.edu\/2019\/08\/14\/young-jupiter-was-smacked-head-on-by-massive-newborn-planet-2\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade Rice (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-019-1470-2\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/d41586-019-02401-1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Nature<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencemag.org\/news\/2019\/08\/cataclysmic-collision-could-explain-jupiter-s-fuzzy-core\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Science<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/jupiter-strange-core-formed-by-collision.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/pub_releases\/2019-08\/ru-yjw081519.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencenews.org\/article\/jupiter-weird-core-may-have-resulted-early-collision\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceNews<\/a><br><a href=\"https:\/\/futurism.com\/the-byte\/jupiter-absorbed-smaller-planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Futurism<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/scientists-think-jupiter-might-have-absorbed-another-planet-solar-system\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2213521-a-massive-collision-may-have-made-jupiters-core-so-weird\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-08-young-jupiter-smacked-head-on-massive.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/arstechnica.com\/science\/2019\/08\/jupiter-may-have-had-a-head-on-collision-with-a-massive-protoplanet\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ars technica<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>J\u00fapiter:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Jupiter\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Miss\u00e3o Juno:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/juno\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.missionjuno.swri.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SwRI<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/NASAJuno\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAJuno\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Juno_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo um estudo publicado esta semana na revista Nature, uma colis\u00e3o colossal entre J\u00fapiter e um planeta ainda em forma\u00e7\u00e3o no in\u00edcio do Sistema Solar, h\u00e1 cerca de 4,5 mil milh\u00f5es de anos, pode explicar leituras surpreendentes da nave espacial Juno da NASA. 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